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Prisão de Carne e Devoção
O corredor da mansão parecia mais longo do que o normal sob o peso do corpo de Natan. Luiz caminhava com passos firmes, cada impacto de seus calcanhares no chão enviando uma onda de choque pelo corpo do menor, que se agarrava ao pescoço do pai como se sua vida dependesse disso. A conexão era bruta e constante; Luiz não tinha intenção de ser gentil. Natan havia buscado aquela proximidade por conta própria, e agora o "papai" garantiria que ele recebesse cada gota do que desejou, até que o desejo se transformasse em uma necessidade desesperada e submissa.
Ao entrar no escritório, Luiz sentou-se em sua poltrona de couro preto, mantendo Natan em seu colo. O menino soltou um suspiro trêmulo, a chupeta azul clara balançando nos lábios enquanto ele tentava se acomodar. A saia branca estava amarrotada, e a calcinha, agora irrelevante, pendia de um lado só.
— Papai... o Natan quer descer um pouquinho... está ardendo — murmurou o pequeno, a voz abafada pelo plástico da chupeta.
Luiz nem sequer tirou os olhos da tela do computador. Suas mãos grandes e fortes apertaram as nádegas de Natan, forçando-o a descer ainda mais contra si, garantindo que o encaixe fosse total e sem folgas.
— Você não ouviu o que eu disse, Natan? — A voz de Luiz era um rosnado baixo, desprovido de qualquer doçura. — Você decidiu que o castigo no quarto não era suficiente. Você decidiu vir até o meu quarto e se oferecer. Agora, você é o meu brinquedo fixo. Você não sai daí nem para respirar longe de mim.
— Mas e para brincar? — Natan fungou, os olhinhos cheios de lágrimas.
— Você vai brincar aqui. No meu colo. Enquanto eu trabalho — Luiz pegou uma mamadeira que já estava preparada sobre a mesa, mas não continha leite. O líquido era mais espesso, um brilho perolado que Natan reconheceu imediatamente. — Beba. Você vai precisar de energia para aguentar o papai o dia todo.
Natan aceitou o bico da mamadeira, sugando avidamente o sêmen que Luiz havia colhido de si mesmo anteriormente para esses momentos de "nutrição especial". O sabor era familiar e, em sua mente infantilizada, aquilo era o ápice do carinho, apesar da situação punitiva. Enquanto bebia, Luiz começou a digitar no teclado, ignorando os pequenos gemidos que Natan soltava toda vez que o homem se mexia na cadeira para alcançar algum documento.
As horas passavam de forma lenta e nebulosa. O conceito de tempo para Natan estava se perdendo entre o prazer agudo e o desconforto de estar permanentemente preenchido. Às vezes, o silêncio do escritório era quebrado pelo som de Natan quicando levemente, uma tentativa instintiva de aliviar a pressão ou, talvez, de provocar uma reação no pai.
— Natan... pare de se mexer — ordenou Luiz, embora sua respiração tivesse ficado mais pesada.
— O papai está tão durinho... o Natan gosta quando o papai fica assim dentro dele — Natan sussurrou, roçando o nariz no pescoço de Luiz e deixando um rastro de saliva.
Luiz soltou um suspiro irritado, mas seus olhos brilharam com uma possessividade sombria. Ele parou de digitar e segurou Natan pela nuca, forçando-o a olhar em seus olhos.
— Você quer brincar, bebê? Quer provocar o seu pai enquanto ele tenta sustentar esta casa? — Luiz deu um impulso para cima com o quadril, fazendo Natan soltar um grito agudo que foi abafado pela chupeta. — Se você quer se mexer, então faça direito. Quique para o papai. Agora.
Natan, embora sentisse as pernas tremerem pelo esforço de horas naquela posição, começou a se elevar e descer. O som da carne batendo contra a carne ecoava pelo escritório luxuoso. Luiz não o ajudava; ele apenas observava com um olhar frio e dominante, as mãos repousando sobre os braços da poltrona.
— Mais rápido, Natan. Ou eu vou ter que te dar um motivo real para chorar — ameaçou Luiz.
O menino obedeceu, o suor brilhando em sua pele alva, a cintura fina oscilando ritmicamente. O prazer começou a nublar seu julgamento, e ele se sentia cada vez mais pequeno, cada vez mais dependente daquele homem gigante que o controlava. No auge do esforço, Luiz rosnou, agarrando a cintura de Natan e puxando-o para baixo com uma força devastadora enquanto gozava profundamente dentro dele.
Natan desabou sobre o peito de Luiz, o corpo todo tremendo. Ele sentiu o calor inundá-lo, uma sensação de plenitude que o fazia esquecer toda a dor.
— Obrigado, papai... — ofegou Natan, fechando os olhos.
— Não pense que acabou — disse Luiz, limpando o canto da boca de Natan com o polegar. — Eu disse que você não sai daí por dias. E eu cumpro minhas promessas.
Mais tarde, o desafio da rotina se impôs. Luiz precisava ir ao banheiro e tomar banho. Ele não desencaixou Natan. Com uma habilidade nascida da prática e do desejo de controle, ele caminhou até a suíte, mantendo o menino pendurado em seu corpo. No chuveiro, a água morna relaxou os músculos de Natan, mas Luiz foi implacável. Ele lavou o corpo do filho com movimentos bruscos, nunca permitindo que a conexão física se quebrasse.
Em um momento de cansaço ou talvez um lampejo de rebeldia infantil, Natan tentou se afastar enquanto Luiz passava o sabon