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As punição de lamine yamal

A Queda do Pequeno Príncipe e a Redenção pela Disciplina

As seis semanas que se seguiram ao incidente do esfaqueamento de seu pai foram as mais intensas da vida de Lamine Yamal. Sob a vigilância constante de lendas como Messi, Cristiano Ronaldo e Ibrahimovic, o jovem não teve espaço para respirar fora das regras. Ele foi cuidado, alimentado, disciplinado e, acima de tudo, protegido. Seu pai estava se recuperando bem, e o pequeno irmão já voltara a sorrir. No entanto, o retorno aos gramados para o grande clássico contra o Real Madrid trouxe à tona a teimosia latente que nem as mil palmadas de Ibrahimovic haviam erradicado completamente.

O Estádio Olímpico de Montjuïc fervia. Lamine corria como se tivesse asas, mas aos sessenta minutos, após um choque brutal com Rüdiger, seu joelho estalou. O som foi ouvido de perto por Bellingham e Mbappé. Lamine desabou, o rosto contorcido em uma agonia que tentava esconder.

— Lamine, fica no chão! — gritou Raphinha, correndo em sua direção. — Eu vi o seu joelho virar, garoto!

— Eu estou bem! — rosnou Lamine, tentando se levantar com os dentes cerrados. — Me deixa jogar!

Ele se levantou, mancando visivelmente. O médico do Barcelona entrou em campo, mas Lamine o empurrou rudemente. No camarote de honra, a atmosfera mudou instantaneamente. Messi, Cristiano Ronaldo, Xavi, Suárez e Ibrahimovic se levantaram como um só corpo. Eles conheciam aquele olhar de teimosia cega.

— Ele vai se destruir — sibilou Messi, já se direcionando à saída do camarote.

— Ele não aprendeu a lição sobre limites — disse Ibrahimovic, com os nós dos dedos estalando. — Vamos descer.

No campo, a cena era patética e heroica ao mesmo tempo. Lamine tentou dar um pique, mas seu joelho cedeu completamente. Ele caiu, gritando de dor, socando a grama. Em segundos, ele estava cercado não apenas pelos médicos, mas pelos jogadores de ambos os times que o "adotaram". Bellingham e Mbappé ignoraram a bola; Vini Jr. e Modric correram para o lado dele.

— Acabou, Lamine! — gritou Lewandowski, ajoelhando-se ao lado dele. — Você vai sair de maca!

— Não! Eu não vou sair! — Lamine chorava, tentando se arrastar para longe dos médicos, usando os cotovelos para se mover pela grama como se estivesse fugindo de um campo de batalha. — Me deixem em paz!

Nesse momento, as figuras imponentes de CR7, Messi e Ibrahimovic surgiram na beira do gramado, ignorando os protocolos de segurança. O estádio silenciou diante da autoridade que emanava daqueles homens.

— O médico disse que ele precisa de uma injeção de anti-inflamatório e analgésico imediata para estabilizar o trauma e evitar um choque neurogênico — informou Xavi, com o rosto vermelho de raiva pela desobediência do pupilo. — Mas ele está resistindo.

Lamine, vendo a aproximação dos veteranos, tentou se rastejar mais rápido, o rosto sujo de grama e lágrimas.

— Nem mais um centímetro, Lamine Nasraoui Ebana — a voz de Cristiano Ronaldo ecoou, fria como gelo.

— Peguem-no — ordenou Ibrahimovic.

A bronca que se seguiu ali mesmo, no centro do gramado, diante de milhares de pessoas e câmeras do mundo todo, foi o "Século da Disciplina". Lewandowski, sem cerimônias, sentou-se sobre as costas de Lamine, imobilizando seu tronco contra a grama. Ibrahimovic segurou as pernas do garoto com uma força que tornava qualquer movimento impossível.

— Você é a criança mais teimosa que já pisou em um campo! — rugiu Ibrahimovic enquanto segurava os tornozelos de Lamine. — Você prefere ficar aleijado a ouvir seus mentores?

— Me soltem! É humilhante! — gritava Lamine, enterrando o rosto na grama enquanto as câmeras focavam na cena inacreditável.

— Humilhante é o seu comportamento — disse Messi, agachando-se perto da cabeça dele. — Agora você vai tomar essa injeção, e depois vamos ter uma conversa muito séria sobre o que significa ser um profissional.

O médico aproximou-se com a seringa. Raphinha baixou o calção de jogo de Lamine o suficiente para expor o quadrante superior da nádega tensa. O garoto soluçava desesperadamente.

— Não! Injeção não! — Lamine implorava, mas a agulha entrou firme. Ele deu um grito agudo, que foi abafado pela mão de Lewandowski em sua nuca.

— Pronto. Agora, para o vestiário. E prepare-se — avisou CR7.

Lamine não foi para o vestiário comum. Ele foi levado para a clínica particular do estádio, onde o grupo completo o aguardava. A lesão era séria: ele precisaria de repouso absoluto e de um ciclo de dez injeções dolorosas para acelerar a cicatrização dos tecidos. Mas a dor física não era nada perto da fúria dos veteranos.

— Mil palmadas não foram suficientes, pelo visto — disse Suárez, mascando um chiclete com impaciência. — Você mentiu para o médico, desobedeceu o capitão e tentou fugir diante do mundo todo.

— Eu só queria ganhar o jogo... — Lamine tentou dizer, sentado na maca, mas a voz falhou.

— Você não ganha nada se não tiver pernas, idiota! — Mbappé explodiu, dando um passo à frente. — Você nos fez descer do camarote como se fôssemos babás de uma criança de cinco anos!

— E é exatamente assim que vamos te tratar — declarou Ibrahimovic. — Você provou que não tem maturidade para usar calças de homem.

O castigo foi imediato. Ali mesmo, na sala médica, Lamine recebeu a "Bronca do Século". Cada um dos doze jogadores presentes deu sua parcela de repreensão, palavras que doíam mais que a injeção. E, para selar a lição, Ibrahimovic o colocou sobre os joelhos mais uma vez. O som das palmadas ecoou pela clínica, uma correção firme e rítmica que deixou o bumbum de Lamine em brasas.

— Agora, as injeções — anunciou o médico, trazendo a bandeja.

Lamine viu as dez seringas e entrou em pânico. Ele tentou pular da maca, mas foi como se uma rede de aço se fechasse sobre ele. Haaland e Vini Jr. seguraram seus braços; Raphinha e Modric seguraram seus ombros. Mbappé e Bellingham, em uma demonstração de força coordenada, sentaram-se em cima das coxas e das costas de Lamine, impedindo qualquer milímetro de movimento.

— Não! Por favor! Todas de uma vez não! — Lamine berrava, perdendo a compostura completamente.

— Shh... fica quieto, Lamine — disse Mbappé, mudando o tom para algo mais protetor enquanto o segurava. — Quanto mais você lutar, mais vai doer.

Vendo que o garoto estava entrando em hiperventilação, Mbappé o puxou para o colo, virando-o de bruços sobre suas pernas, em uma posição de total rendição. Bellingham segurava a cabeça de Lamine contra seu peito, tentando abafar os gritos.

As injeções foram aplicadas uma a uma, cinco em cada nádega. Lamine soluçava, o corpo tremendo violentamente a cada picada.

— Oh, meu bebê... não chore assim — consolou Messi, aproximando-se e acariciando o rosto suado de Lamine. — A criança do Leo está sofrendo, hum? Mas é para o seu bem.

— Vem cá, vem no colinho do papai Cris — disse Ronaldo, pegando o garoto dos braços de Mbappé assim que a última agulha foi retirada.

Lamine se agarrou ao pescoço de Cristiano, chorando como um bebê de verdade, escondendo o rosto na curva do ombro do português. Ele estava exausto, humilhado e com o bumbum latejando terrivelmente pelas injeções e pelas palmadas.

— Você vai ficar de castigo no nosso centro de recuperação — disse Xavi, limpando as lágrimas do menino. — E desta vez, não haverá escapatória.

No entanto, a teimosia de Lamine parecia não ter fim. Duas semanas depois, ainda longe de estar recuperado, ele foi pego por Haaland treinando escondido no campo de areia da academia, forçando o joelho lesionado. Como se não bastasse, na mesma noite, os jogadores o encontraram em um canto escondido do vestiário com uma garrafa de vodca que ele havia conseguido com um funcionário negligente.

A fúria de Ibrahimovic e Cristiano Ronaldo atingiu níveis catastróficos.

— Álcool, Lamine? Você é menor de idade e está em tratamento médico! — rugiu CR7, arrancando a garrafa de sua mão.

A punição não foi privada desta vez. Eles o levaram para o centro do pátio da academia, onde outros jovens da base passavam. Diante de todos, para que a vergonha servisse de lição definitiva, Ibrahimovic o colocou sobre os joelhos.

— Você quer agir como um bebê desobediente? Então será tratado como um — disse Zlatan.

As palmadas foram as mais fortes que Lamine já sentira. Ele contava cada uma em voz alta, sob ordens de Cristiano, soluçando diante dos olhares dos colegas.

— Uma... duzentas... trezentas... — a voz de Lamine falhava.

Após o castigo físico, a humilhação final foi preparada. Devido à mistura de álcool, medicamentos e ao estresse emocional, Lamine havia perdido o controle de suas funções básicas naquela noite.

— Você não tem controle sobre suas ações, nem sobre seu corpo — sentenciou Messi, com uma tristeza severa nos olhos.

Lamine foi levado para o quarto de recuperação. Lá, diante do grupo de elite, ele foi despido. O bumbum estava vermelho e inchado das palmadas em público. Raphinha e Vini Jr., com rostos sérios, trouxeram o pacote de fraldas geriátricas de alta absorção.

— Não... por favor, isso não — implorou Lamine, cobrindo o rosto com as mãos. — Eu sou um jogador profissional! Eu sou o Lamine Yamal!

— No momento, você é apenas um menino que precisa de direção — disse Lewandowski, ajudando a levantar o quadril de Lamine para que a fralda fosse posicionada. — Se você não consegue se cuidar, nós cuidaremos de você.

A fralda foi fechada com o som característico dos adesivos. Lamine sentiu o volume desconfortável entre as pernas, o símbolo máximo de sua perda de autonomia. Ele foi colocado em uma cama com grades laterais, e um cronograma de medicação e sono foi afixado na porta.

— Você vai usar isso até que os médicos e nós decidamos que você recuperou o juízo — disse CR7, cobrindo-o com o cobertor. — E se tentar tirar, as palmadas de hoje vão parecer um carinho perto do que virá.

Lamine chorou até dormir, sentindo o bumbum arder e a fralda lembrando-o de sua posição. Ele era o futuro do futebol, sim, mas para aqueles doze homens, ele era apenas o "bebê da equipe", um pequeno príncipe que precisava de mãos de ferro para não se perder no próprio brilho. E enquanto ele dormia, os gigantes se revezavam na poltrona ao lado da cama, garantindo que ninguém, nem mesmo o próprio Lamine, pudesse ferir o menino que eles haviam jurado proteger.