Casamento
Point off view Giovana torres Garcia Passaram-se esses meses todos, e hoje, finalmente, chegou o nosso dia: o dia em que eu ia me casar com a Manoela, para selar de vez tudo o que a gente reconstruiu com tanto amor e cuidado. Estava parada em frente ao espelho, olhando para mim mesma — para o terno branco, para o brilho nos olhos, para a paz que eu sentia no peito, coisa que achei que nunca mais ia ter. — Finalmente, você vai ter a mulher da sua vida, Torres — falei baixinho, com a voz tremendo de emoção, e fechei os olhos por um instante. — Respira, Giovanna, respira… deu tudo certo, você merece isso. Desci as escadas devagar, as mãos ainda suadas de nervos e felicidade, e encontrei a Larissa me esperando lá embaixo, com um sorriso enorme no rosto. — Até que fim, né? — brincou ela, vindo me ajudar a arrumar o tecido do terno. — Já pensei que você ia mudar de ideia na porta do quarto. — Nunca mais — respondi, sorrindo firme. — Então vamos — disse ela, me dando o braço. — Você tem que chegar lá primeiro, antes da Manoela, para esperar ela no altar. E prepare o coração, amiga… porque a vista vai ser a mais linda da sua vida. Assenti, respirei fundo mais uma vez e segurei forte no braço dela. Não havia mais medo, nem dúvidas, nem culpa. Só a certeza de que, em poucos minutos, eu ia estar diante da mulher que amava, prometendo ser dela para todo o sempre. .... O caminho até os jardins suspensos de Sindria parecia flutuar. O perfume das flores exóticas e a brisa do oceano criavam uma atmosfera mágica. Quando cheguei ao altar, Sinbad, Albrecht e todos os nossos amigos já estavam lá. O sol começava a se pôr, tingindo o céu de laranja e violeta. Então, a música começou. meu coração quase parou de bater quando vi a entrada delas. Primeiro veio a Sofia, a nossa pequena dama de honra, com um vestidinho branco cheio de renda e flores nos cabelos, segurando a almofada com as alianças. Ela caminhou com toda a seriedade do mundo, mas seus olhinhos brilharam tanto quando me viram que não resistiu e mandou um beijinho para mim no meio do caminho. Depois, para a minha felicidade ainda maior, vi a Manoela surgir ao longe, entrando de braços dados com o meu pai. Ela estava deslumbrante, um anjo envolto em seda e renda que parecia brilhar com luz própria. Cada passo que ela dava em minha direção era como se todo o universo finalmente se encaixasse no lugar certo. — Você está maravilhosa — sussurrei, as lágrimas já lutando para escapar. — Você também, Gio — ela respondeu com aquele sorriso que era o meu porto seguro. A cerimônia foi carregada de significado. As palavras do celebrante falavam de superação, de fios do destino que, embora pudessem se emaranhar, nunca se rompiam quando o amor era verdadeiro. Trocamos votos que fizeram não apenas a nós, mas a todos os presentes chorarem. Quando finalmente dissemos o "sim" e o celebrante nos declarou casadas, o beijo que selou a união foi a explosão de tudo o que guardamos durante os meses de reconstrução. — Eu te amo, Manoela Torres Garcia — eu disse contra os lábios dela, sentindo a aliança fria e sólida no meu dedo, um contraste com o calor da sua pele. A festa que se seguiu foi digna de uma celebração em Sindria. Houve banquetes, danças coreografadas, risadas que ecoavam pelos corredores de pedra e muita bebida. Dançamos até nossos pés doerem, brindamos à vida e ao futuro. Mas, por mais que a festa estivesse incrível, meus olhos não conseguiam se desviar de Manoela. O desejo latente, guardado sob as camadas de etiqueta do casamento, começava a queimar. — Acho que já cumprimos nosso papel social, não acha? — Manoela sussurrou no meu ouvido enquanto a música ainda batia forte no salão. Sorri imediatamente, entendendo o seu recado — eu também já estava doida para escapar da festa e ficar só com ela. Mesmo de costas, sentindo a respiração dela bater levemente no meu pescoço, eu percebi que ela também tinha um sorriso brincando nos lábios, cheio de cumplicidade. E então ela sussurrou de novo, mais baixo, só para mim: — Quero você só para mim agora… vem comigo? Virei devagar para ela, rindo baixinho e acariciando sua cintura por cima do tecido do vestido. — Amor, a gente não pode sumir assim do nada — falei suave, aproximando mais o rosto do dela. — Espera só um pouquinho, tá? Daqui a pouco a gente vai embora, e logo começa a nossa lua de mel… aí sim ninguém mais vai nos encontrar. Ela sorriu de um jeito travesso, passou a ponta dos dedos devagar pelo meu pescoço, subindo até a minha orelha, e mordeu levemente a ponta dela antes de sussurrar, com a voz carregada de malícia: — Então não demora muito não, minha linda esposa… porque eu já estou imaginando você tirando esse terno lindo, devagar, peça por peça… e aí vou te mostrar exatamente o que eu venho planejando para nós duas, desde que você pediu para casar comigo. — Então não demora muito não, minha linda esposa… porque eu já estou imaginando você tirando esse terno lindo, devagar, peça por peça… e aí vou te mostrar exatamente o que eu venho planejando para nós duas, desde que você pediu para casar comigo. Passou a mão ainda mais para baixo, apertando levemente a minha cintura, e olhou nos meus olhos com aquele brilho que me fazia perder o ar: — E garanto… vai ser muito melhor do que qualquer festa. Então corre logo com essas despedidas, antes que eu resolva te levar para qualquer canto mesmo. — Filha da mãe… — murmurei baixo, só para mim mesma, sentindo o rosto esquentar e o coração disparar. Sorri mordendo os lábios com força, vendo ela se afastar devagar, rebolando levemente, indo até um grupo de amigos como se não tivesse acabado de deixar todo o meu corpo em chamas. Aquele jeito dela, de provocar e depois agir como se nada tivesse acontecido, era o que mais me enlouquecia. Fiquei ali parada, olhando cada movimento seu, sabendo que a espera ia ser a pior — e a melhor — tortura da minha vida. — Filha? — escutei a voz do meu pai bem atrás de mim. Virei-me rápido, sorrindo: — Oi, papai! — Tem um tempinho pra mim? — pediu ele, com a voz suave. — Claro, pai — respondi de imediato, sentindo uma ponta de preocupação. — Aconteceu alguma coisa? Ele ficou em silêncio por um instante, só me olhando da cabeça aos pés, e foi então que percebi: os olhos dele estavam brilhantes, cheios de lágrimas que ele segurava com força. — Pai? — chamei, dando um passo em sua direção. Ele não aguentou mais, abriu os braços e veio me abraçar forte, apertando-me contra si como quando eu era pequena. — Ai, meu Deus… me dá um abraço, filha — disse ele com a voz embargada, chorando de alegria. — Você casou realmente… você conseguiu, minha menina. Ver você assim, sorrindo, completa… é o melhor presente que eu poderia receber na vida. Retribuí o abraço com toda a força do mundo, apertando ele contra mim, sentindo o quanto aquele momento era importante para nós dois. — Consegui sim, pai — falei com a voz tremida, deixando as lágrimas rolarem livremente agora. — Consegui ser feliz de novo, graças a tudo o que vocês sempre me ensinaram, e principalmente graças a elas. Ele se afastou um pouco só para me olhar melhor, passou a mão carinhosamente pelo meu rosto, secando uma lágrima que descia pela minha bochecha, e sorriu com tanto orgulho que meu coração quase transbordou. — Eu vi a sua luta, Giovanna — disse ele suavemente. — Vi quantas vezes você pensou que não ia aguentar, quantas vezes teve medo de não dar certo. Mas você não desistiu. Aprendeu, mudou, e hoje está aqui: ao lado da mulher que ama, construindo a família que sempre quis. Isso é o que mais me deixa feliz. Olhei para a Manoela ao longe, que já me olhava de volta com um sorriso doce e emocionado, e depois para a Sofia, que brincava perto da mesa dos doces. Virei-me de novo para o meu pai: — Não seria nada disso sem o apoio de vocês, pai. Obrigada por nunca virar a cara para mim, nem quando eu mesma não sabia quem era. Ele me abraçou de novo, mais uma vez, e sussurrou bem baixinho: — Agora vai lá, minha filha. Aproveita cada segundo. Você merece toda essa felicidade, e muito mais. ..... As despedidas foram um misto de risos e lágrimas contidas. Ver meu pai ali, com aquele orgulho genuíno, foi o fechamento de um ciclo de dor que eu achei que me consumiria para sempre. Mas agora, o ar de Rio de janeiro parecia mais leve. O peso da culpa tinha sido substituído pela aliança de ouro em meu dedo e pela certeza de um futuro ao lado de Manoela. — Ela vai ficar bem, Gio. Pare de conferir a mochila dela pela décima vez — Manoela brincou, aproximando-se enquanto eu dava um último beijo no topo da cabeça de Sofia. — Eu sei, eu sei... é só que... — Suspirei, olhando para a nossa pequena. — É a nossa primeira viagem longa sem ela. Sofia, alheia à minha ansiedade de mãe coruja, estava ocupada demais tentando convencer meu pai a lhe dar mais um doce de pistache. — Vovô, só mais um! A mamãe nem vai ver, ela está casada agora — a pequena sussurrou, achando que eu não estava ouvindo. Meu pai riu, cúmplice, e piscou para mim. — Pode ir tranquila, minha filha. A Clara e eu vamos cuidar dessa pequena princesa como se fosse um tesouro nacional. E vocês duas... — ele olhou para nós, com um brilho de diversão nos olhos — tratem de aproveitar cada segundo desse presente da Ana Clara e da Larissa. A Suíça não é para qualquer um. — Pode deixar, sogrão — Manoela disse, abraçando-o. — Vou cuidar muito bem da sua filha. Após os últimos abraços e as recomendações de praxe, finalmente nos afastamos. O jato particular, cortesia das nossas amigas, já nos esperava. Quando as portas se fecharam e o luxo silencioso da cabine nos envolveu, a ficha finalmente caiu: éramos só nós duas. O voo para os Alpes Suíços foi um prelúdio do que estava por vir. Entre taças de champanhe e olhares que prometiam tudo, o cansaço da festa parecia ter desaparecido, substituído por uma adrenalina doce. Quando pousamos e o carro nos levou até o chalé isolado em Zermatt, o cenário era de tirar o fôlego. A neve caía suavemente do lado de fora, contrastando com o calor da lareira que já estava acesa nos esperando. — Meu Deus, Manu... — murmurei, deixando minha mala de lado e caminhando até a imensa janela de vidro que dava vista para o Matterhorn iluminado pelo luar. — Isso é um sonho. Senti os braços dela envolverem minha cintura por trás. O calor do corpo de Manoela era o único aquecedor que eu realmente precisava. Ela apoiou o queixo no meu ombro, depositando um beijo úmido no meu pescoço que me fez estremecer da cabeça aos pés. — Não é um sonho, Gio — ela sussurrou, a voz rouca contra a minha pele. — É a nossa realidade agora. Sem segredos, sem fantasmas. Só eu e você. Virei-me em seus braços, prendendo meus dedos nos fios macios do seu cabelo. O vestido de seda que ela usava para viajar — algo simples, mas que delineava cada curva que eu tanto amava — parecia um convite perigoso. — Você lembra do que me disse na festa? — perguntei, minha voz falhando levemente enquanto eu traçava o contorno do seu lábio inferior com o polegar. — Cada palavra — ela respondeu, os olhos escurecendo de desejo. — Eu disse que ia te mostrar exatamente o que planejei para nós. Manoela não esperou por uma resposta. Ela selou nossos lábios em um beijo urgente, faminto, que carregava toda a saudade dos meses em que fomos apenas cautela e reconstrução. Ali, naquele chalé, não precisávamos mais de cautela. Minhas mãos desceram pelas costas dela, puxando-a para mais perto, querendo fundir nossos corpos. O terno branco que eu ainda vestia parecia pesado demais, uma barreira desnecessária. Manoela percebeu minha impaciência e começou a desabotoar o meu paletó com uma lentidão torturante, seus olhos fixos nos meus. — Eu esperei tanto por esse momento — ela murmurou, deslizando o tecido pelos meus ombros até que ele caísse no tapete de pele de carneiro. — Ver você no altar hoje... você estava tão linda que eu quase esqueci como se respira. — E eu achei que ia desmaiar quando te vi entrar — confessei, ajudando-a a se livrar da blusa de seda. — Você é a minha cura, Manu. Ela sorriu, aquele sorriso que sempre ganhava o jogo, e me guiou em direção ao quarto principal. A cama era imensa, coberta com lençóis de fios egípcios e pétalas de rosas brancas, mas nada ali era mais bonito do que a mulher à minha frente. Com movimentos suaves, Manoela terminou de me despir, deixando seus dedos percorrerem cada centímetro da minha pele como se estivesse mapeando um território sagrado. Quando foi a minha vez de despi-la, ela me jogou na cama. Cai sorrindo entre os dentes, e levantei somente a cabeça para olhar. Ela tirou o próprio vestido numa lentidão que puta que pariu, fazendo meu coração disparar de ansiedade. Quando o tecido escorregou e caiu no chão, vi que ela usava uma lingerie branca, linda, perfeita em cada detalhe. — Maya… — suspirei, quase sem voz. Ela sorriu, mordendo o lábio inferior. — Gostou, loirinha? Balancei a cabeça sem conseguir responder nada, só com os olhos grudados nela. Ela se aproximou devagar, sem tirar os olhos dos meus nem por um segundo. Eu me sentei na cama, e ela passou as unhas suaves pelo meu rosto. — Comprei especial pra você. Sabia que você ia adorar — sussurrou ela. — E tem razão… eu adorei — respondi, me inclinando e dando um beijo demorado na sua barriga, passando a língua devagar pela pele macia. — Você tá uma gostosa nessa lingerie… mas prefiro sem. Puxei ela de uma vez para o meu colo, e ela soltou um gritinho surpreso, agarrando-se logo ao meu pescoço. O gritinho saiu baixo e doce, e logo virou uma risada manhosa contra o meu ouvido. Ela apertou as pernas ao redor da minha cintura, se encaixando perfeitamente no meu colo, e olhou para mim com os olhos brilhantes de desejo e alegria. — Que ansiedade é essa, minha esposa? — brincou, passando os dedos pelo meu pescoço, arrepiando toda a minha pele. — Você não tem nem um pouco de paciência, né? — Com você? Nunca — respondi, beijando o seu pescoço, bem devagar. — E eu já falei: quero ver só você, sem nada entre nós. Ela sorriu, se aproximando mais dos meus lábios, e sussurrou com voz rouca: — Então tira você mesma… é seu presente, afinal. Tudo seu. Point off view Maya Manoela torres Garcia Eu não conseguia acreditar direito: finalmente tinha a grande Giovanna Torres como minha esposa. Parecia um sonho, ainda mais para nós duas — duas mulheres que um dia se odiaram tanto, que juraram que nunca iriam se entender. Quem diria que o destino ia virar tudo de cabeça pra baixo, e que hoje eu ia tê-la como a mulher da minha vida, o meu amor inteiro? Sentir os lábios dela nos meus, o toque da sua língua… era uma coisa que eu não sabia descrever, parecia que incendiava cada pedacinho meu. E agora sentia as mãos dela, firmes e carinhosas ao mesmo tempo, desfazendo devagar o fecho do sutiã nas minhas costas, tirando a peça que ainda nos separava. Fechei os olhos, entregue de vez a ela, sabendo que não havia mais volta — e que eu não queria nenhuma. — Caralho… — escapou baixo, rouco, quando o tecido caiu e vi ela toda pra mim. — Agora você tá ainda mais gostosa, Maya. Sorri, sem conseguir esconder o quanto estava admirado, e voltei a beijá-la com tudo. Ela enfiou a mão devagar por dentro da minha calcinha, e seus dedos encontraram logo a minha intimidade, completamente úmida, escorregadia e cheia de desejo por ela. o mesmo tempo, a sua boca desceu para os meus seios, chupando e beijando com uma intensidade que me fez perder o fôlego. Não segurei mais: cravei as unhas com força nas suas costas, arqueando o corpo todo contra o dela, entregue de vez ao prazer que só ela sabia me dar. — Ahhh… — escapou alto dos meus lábios, num gemido longo Ela, com uma força impressionante, me virou de um só movimento, deitando-me devagar sobre a cama — mas sem parar nem por um instante o que fazia, com a mão ainda ali, me tocando com a mesma intensidade. — Giovanna… meu Deus… — chamei, ofegante, os olhos fechados e o corpo todo tremendo, sentindo que eu não ia mais aguentar tanto prazer. Me chupa, quero sua boca em mim. Deitada entre as pernas da maya, a Giovanna olha para a amada e pergunta: - Onde você quer a minha boca? - Em mim. - Assim não amor, fala direito. - sorri mordendo os lábios - Tá certo sua danada, quero sua boca na minha buceta, me chupa gostoso. escreve isso Quero todos os detalhes do sexo e Maya TB usava vibrador brinquedos q ela levou q falou q noite ia ser inesquecível Dps faz dia seguinte passeio café. Sexo dbv