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Ceo e sua esposa

Sinfonia de Marfim e Sombras

O crepúsculo havia caído sobre a cidade, tingindo o horizonte de um roxo profundo, mas dentro da cobertura, a escuridão era pontuada apenas por luzes de LED estrategicamente posicionadas para criar um cenário de voyeurismo e luxúria. Arthur não estava na sala. Ele havia deixado um bilhete curto na mesa de jantar, escrito com sua caligrafia firme e imponente: "Vá para o quarto de hóspedes do segundo andar. Não faça perguntas. Apenas obedeça."

Celina conhecia aquele tom. Era o tom de quando o CEO implacável decidia que a faceta de marido daria lugar ao dominador possessivo, transformando a casa em seu tabuleiro de xadrez particular onde ela era a peça mais valiosa e cobiçada. Ela subiu as escadas de mármore, o som de seus saltos agulha clicando contra o chão como um metrônomo de antecipação.

Ao entrar no quarto indicado, percebeu que o ambiente havia sido transformado. Não havia móveis, exceto por uma poltrona de veludo vermelho sangue no centro e um enorme monitor na parede oposta, que permanecia desligado. No entanto, ela sabia que as lentes das câmeras de alta definição, ocultas nos cantos do teto, já estavam capturando cada respiração sua.

O clique da fechadura eletrônica ecoou, selando a porta. Ela estava trancada.

— Arthur? — chamou ela, sua voz doce carregada de uma excitação que fazia seus mamilos arderem sob o tecido do vestido de veludo azul-noite.

A voz dele surgiu pelos alto-falantes ocultos, rouca, carregada de uma autoridade que a fez estremecer até a medula.

— Fique quietinha, Celina. E olhe diretamente para a câmera principal. Você sabe o que eu quero.

Ela obedeceu, fixando os olhos na pequena lente acima da porta.

— Tire o vestido — ordenou ele. — Quero ver o que você preparou para mim hoje. Quero ver como eles estão, pesados e implorando pelo meu toque.

Celina deslizou o zíper lateral com dedos trêmulos. O veludo escorregou pelo seu corpo, revelando que ela não usava nada por baixo, exceto por finas correntes de ouro que circulavam sua cintura e subiam em um desenho intrincado até seus seios, onde pequenos prendedores adornados com cristais apertavam a carne sensível das auréolas. A visão era de uma beleza obscena. Seus seios, fartos e já exibindo o brilho perolado do leite que começava a vazar pela pressão dos adornos, reluziam sob a luz fria.

— Você gosta das minhas joias, querido? — sussurrou ela, levando as mãos às coxas e subindo-as lentamente, sentindo a própria umidade.

— Elas são perfeitas para uma propriedade como você — respondeu Arthur. Através do sistema de som, Celina ouviu o som de um fósforo riscando; ele estava em seu escritório, observando-a em telas gigantes enquanto bebia um uísque caro. — Agora, comece. Massageie-os. Quero ver o leite escorrendo por essas correntes de ouro. Quero ver você se sujando para mim.

Celina fechou os olhos e começou a mover as mãos em círculos lentos. A maciez de sua pele contra as palmas era um gatilho avassalador. Ela apertava a base, empurrando o líquido morno para frente, sentindo a dor deliciosa das correntes puxando seus mamilos eretos.

— Ah... Arthur... eles estão tão cheios — gemeu ela, inclinando a cabeça para trás, oferecendo sua vulnerabilidade às lentes. — Estão latejando. Parece que vão explodir se você não vier aqui pessoalmente me esvaziar.

— Eu disse para ficar quietinha e apenas obedecer, Celina — retrucou ele, e ela pôde ouvir o ranger da cadeira de couro dele. — Não reclame. Olhe para a mesa lateral. Deixei alguns brinquedos novos para o seu banquete particular.

Celina caminhou até a pequena mesa. Havia um baralho pervertido, cartas com instruções gráficas de como ela deveria se tocar, e um frasco de óleo de sândalo. Ela pegou a primeira carta. O desenho mostrava uma mulher usando as mãos para esmagar os próprios seios enquanto usava um vibrador de vidro.

— Faça o que a carta diz — ordenou a voz de Arthur, agora mais baixa, quase um rosnado. — Quero ver você seguir o baralho. Comece pelo óleo.

Ela derramou o óleo morno sobre o colo. O líquido deslizou pelos sulcos de seus seios, misturando-se às gotas de leite que já manchavam sua pele. A mistura criava uma textura viscosa e brilhante. Celina começou a se massagear com uma força quase bruta, seguindo a instrução da carta, apertando a carne até que o leite espirrasse, sujando o chão de mármore e as correntes de ouro.

— Isso... — disse Arthur. — Veja como você é produtiva. Você é uma fonte, Celina. Minha fonte de prazer. Agora, pegue a próxima carta.

A segunda carta era ainda mais audaciosa. Instruía que ela usasse grampos de seda nos mamilos enquanto usava as mãos para bater na própria bunda.

— Arthur, isso é... — ela começou, mas foi cortada.

— Faça! — gritou ele pelo alto-falante. — Quero ouvir o som da sua mão na sua pele enquanto você olha para os seus peitos derramando para mim.

Celina obedeceu. O som dos tapas rítmicos em suas nádegas ecoava no quarto vazio, um som carnal que a deixava em um estado de transe. Ela gemia alto, o prazer e a dor se misturando enquanto o leite continuava a fluir, lubrificando todo o seu torso.

— Mais forte, Celina! — Arthur comandava, sua voz agora embargada pela excitação extrema. — Mostre-me o quanto você é devassa. Use o vibrador de vidro que deixei aí. Quero que você o deslize entre os seios, usando o leite como lubrificante.

Ela pegou o objeto de vidro, frio e pesado. Ao encostá-lo na pele quente e oleosa, um choque percorreu seu corpo. Ela começou a rolar o vidro sobre o busto, espremendo a carne entre o objeto e suas mãos. O leite agora fluía com uma intensidade absurda, lavando o vidro e escorrendo pelos seus braços.

— Oh, Deus... Arthur... eu estou no limite — gritou ela, esquecendo-se da ordem de silêncio. — Eu preciso de você! Venha aqui e me possua! Me morda!

— Eu mandei... ficar... calada! — Arthur exclamou, e o som de algo caindo no escritório dele indicava que ele havia perdido o controle. — Mas você não consegue, não é? Você precisa de plateia. Olhe para o que você está fazendo... você está completamente coberta pelo seu próprio desejo.

— Então venha beber! — desafiou ela, massageando os seios com as duas mãos agora, apertando-os com tanta força que as marcas de seus dedos ficavam vermelhas na pele alva. — Venha aqui e me mostre quem é o dono desta fonte!

O silêncio do alto-falante foi substituído pelo som de passos rápidos e pesados no corredor. Segundos depois, a porta do quarto foi aberta com um estrondo. Arthur apareceu, o terno desgrenhado, a gravata frouxa e o rosto transfigurado por uma sede predatória que nenhuma fortuna poderia saciar.

Ele atravessou o quarto em três passos largos e agarrou Celina pelos cabelos, puxando sua cabeça para trás enquanto seus olhos devoravam a visão de sua esposa nua, coberta de óleo, leite e ouro.

— Você é uma desobediente — rosnou ele contra os lábios dela, o hálito de uísque e charuto a inebriando.

— Eu sou a sua esposa — respondeu ela, sorrindo entre as lágrimas de prazer. — E eu sei exatamente como trazer você para mim.

Arthur não disse mais nada. Ele a virou de costas e desferiu um tapa forte e certeiro em sua bunda, que já estava vermelha. Celina soltou um grito de surpresa e deleite.

— Ajoelhe-se na poltrona — ordenou ele, sua voz agora vibrando de uma necessidade animal. — Quero ver seus seios balançarem enquanto eu te tomo por trás.

Ela obedeceu, apoiando-se nos braços da poltrona de veludo. Arthur se posicionou atrás dela, libertando sua ereção maciça que pulsava contra as nádegas dela. Ele a penetrou com um movimento único e bruto, uma estocada que a fez perder o fôlego. Ao mesmo tempo, suas mãos grandes e calejadas passaram por baixo dos braços dela, agarrando seus seios com uma força possessiva.

— Olhe para isso! — rosnou ele no ouvido dela, enquanto se movia com uma fúria rítmica. — Veja como você derrama para mim! Você é minha fábrica de prazer, Celina!

— Sim! — gritou ela, a cabeça jogada para trás, sentindo cada centímetro dele dentro dela e a pressão esmagadora de suas mãos em seu busto. — Sou sua... use-me! Me esvazie!

O som do ato era visceral. O tilintar das correntes de ouro contra o veludo da poltrona, o som da carne batendo contra a carne e os gemidos desenfreados criavam uma sinfonia de depravação. Arthur não tinha pressa; ele queria que cada gota de leite fosse extraída, que cada centímetro da pele dela fosse marcado por ele.

Ele a puxou para cima, forçando-a a ficar de pé enquanto ele continuava a penetrá-la, segurando-a apenas pelos seios. Celina sentia-se flutuar, o prazer era tanto que sua visão começava a escurecer nas bordas.

— Eu vou gozar, Arthur! — avisou ela, o corpo entrando em espasmos rítmicos.

— Goze para mim! — ordenou ele. — Quero sentir o seu leite e o seu prazer ao mesmo tempo!

O orgasmo de Celina veio como uma explosão de fogos de artifício. Ela sentiu o leite disparar em jatos, sujando o espelho à frente deles e o próprio peito de Arthur. Segundos depois, com um rugido de triunfo, ele atingiu o seu próprio ápice, inundando-a com seu sêmen enquanto a apertava contra si com tanta força que ela mal conseguia respirar.

Eles ficaram ali, entrelaçados, enquanto a respiração voltava ao normal. Arthur enterrou o rosto no pescoço dela, lambendo a mistura de suor, óleo e leite da pele de sua esposa.

— Amanhã — murmurou ele, a voz voltando ao tom frio de CEO — você vai usar aquele vestido decotado na reunião de diretoria. E eu vou passar a tarde inteira lembrando a todos quem é o dono do que está escondido ali.

Celina sorriu, exausta e satisfeita, sabendo que no mundo de Arthur, ela era a única coisa que ele nunca conseguiria colocar um preço, mas que ele sempre estaria disposto a pagar qualquer valor para possuir.