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Ceo e sua esposa

O Baralho da Luxúria e Marfim

O silêncio na cobertura de luxo era interrompido apenas pelo zumbido quase impercetível do sistema de ventilação e pelo som dos saltos de Celina contra o mármore. Ela entrou no escritório de Arthur, um santuário de vidro e aço que refletia as luzes da metrópole lá fora. Arthur estava sentado em sua poltrona de couro, as pernas cruzadas, um copo de uísque em uma mão e um baralho de cartas pretas na outra. Ele não sorriu. Seus olhos, escuros e predatórios, fixaram-se nos seios de Celina, que já pesavam sob o tecido fino de sua blusa de seda branca.

— Ajoelhe-se, Celina — ordenou ele, a voz baixa e carregada de uma autoridade que a fez estremecer. — Hoje não haverá negociações. Hoje, você é apenas o meu entretenimento.

Celina obedeceu prontamente, sentindo o tapete caro sob seus joelhos. Ela olhou para cima, seus olhos doces brilhando com uma mistura de devoção e luxúria. Ela sabia que Arthur tinha um fetiche que beirava a loucura por seus seios, e ela adorava ser o objeto dessa obsessão.

— Eu preparei algo especial — disse Arthur, espalhando as dez cartas sobre a mesa de vidro. — Cada carta contém uma instrução. Você vai segui-las, uma por uma, até que eu diga para parar. E se eu ouvir você hesitar, as consequências serão severas.

— Sim, meu amor — sussurrou ela, desabotoando a blusa com dedos trêmulos, revelando a pele alva e os seios fartos que já exibiam pequenas gotas peroladas de leite nos mamilos eretos. — Eu farei tudo o que você quiser.

Arthur gesticulou para a primeira carta. Celina a virou. A instrução era clara: "Massagem bruta com óleo até transbordar". Ela pegou o frasco de óleo sobre a mesa e derramou o líquido morno sobre o colo. Com as mãos, começou a apertar a própria carne, massageando os seios com força, gemendo enquanto o leite começava a fluir com mais intensidade, misturando-se ao óleo.

— Mais forte — rosnou Arthur, inclinando-se para frente. — Quero ver a marca dos seus dedos nessa pele de porcelana. Quero ver você se sujando para mim.

Celina obedeceu, apertando-se até soltar um grito abafado de prazer e dor. Ela virou a segunda carta: "Beliscar as auréolas até que fiquem rubras". Com as pontas das unhas, ela começou a torturar os próprios mamilos, puxando-os e torcendo-os enquanto olhava fixamente para o marido.

— Ah... Arthur... dói tanto — gemeu ela, a voz falhando. — Mas eu quero mais. O que diz a próxima?

A terceira carta exigia que ela usasse um grampo de prata que estava sobre a mesa para prender um dos mamilos enquanto massageava o outro. A quarta carta pedia que ela usasse o próprio leite como lubrificante para esfregar os seios um contra o outro em um ritmo frenético. Celina estava em transe. O cheiro doce do leite enchia o ar, e ela se sentia cada vez mais excitada pela forma rude como Arthur a comandava.

— Você é uma vadia tão dedicada, não é? — Arthur disse, sua mão descendo para o próprio colo, apertando-se por cima das calças de grife. — Olhe para você, coberta de leite, tremendo como uma folha. Pegue a quinta carta.

A quinta instrução era audaciosa: "Usar o peso de papel de cristal para esmagar os mamilos contra a mesa". Celina pegou o objeto pesado e frio, pressionando-o contra a carne sensível. O contraste térmico a fez arquear as costas.

— Isso... — Arthur sibilou. — Veja como o leite espirra contra o cristal. Você é uma fonte, Celina. Minha fonte particular de depravação.

A sexta, sétima e oitava cartas envolveram o uso de gelo, batidinhas rítmicas com uma palmatória de couro e a exigência de que ela descrevesse, com palavras sujas, como se sentia sendo tratada como um objeto de prazer. Celina não recuou. Ela chamava por ele, implorando pela sua atenção, querendo que ele visse cada gota que saía de seu corpo.

— A nona carta, Celina — disse Arthur, sua respiração agora audível e pesada.

Ela a virou. "Exposição total e sucção manual". Celina usou as duas mãos para oferecer os seios a Arthur, apertando-os por baixo para que eles ficassem ainda mais projetados. Ela começou a sugar o próprio mamilo, imitando o som que ele fazia quando a possuía, enquanto a outra mão continuava a estimular o seio oposto.

— Você gosta disso, não gosta? — Arthur rosnou, os olhos injetados de desejo. — Gosta de saber que eu estou vendo cada detalhe desse seu corpo sujo de leite. Você é minha, porra. Cada gota que sai de você me pertence.

— Eu sou sua, Arthur! — gritou ela, o orgasmo começando a se formar em seu ventre. — Sou sua esposa, sua cadela, sua fonte! Por favor, a última carta... eu preciso da última!

Arthur pegou a décima carta, mas não a entregou a ela. Ele a leu em voz alta, sua voz carregada de uma promessa perversa.

— A décima carta diz: "Penetração e performance". Você vai pegar aquele vibrador de vidro ali no canto. Quero que você o insira devagar, enquanto olha para mim e geme como se estivesse em um filme porno. Quero que você me chame, que implore por mim, enquanto continua a maltratar esses seus peitos maravilhosos.

Celina pegou o objeto de vidro longo e frio. Ela o posicionou entre as pernas, sentindo a umidade que já havia encharcado sua calcinha de renda. Ela começou a se penetrar, o olhar fixo no de Arthur.

— Ah... Arthur... amor... — ela começou a gemer de forma exagerada, jogando a cabeça para trás, enquanto a mão livre apertava o seio esquerdo com tanta força que o leite disparou em um jato fino, atingindo a borda da mesa. — Olhe para mim... veja como eu estou aberta para você... eu estou tão cheia... eu preciso do meu marido!

— Isso, sua vadia! — Arthur xingou, o rosto contorcido em uma careta de puro êxtase. — Geme para mim! Mostra o quanto você é depravada! Olha o estado desses peitos... todos vermelhos, cobertos de leite e óleo. Você é uma abominação deliciosa!

Celina aumentou o ritmo, o som do vidro contra sua pele misturando-se aos seus gemidos altos e desavergonhados. Ela começou a se masturbar com uma mão e a espremer o seio com a outra, criando uma cena de caos erótico que Arthur devorava com os olhos.

— Eu vou gozar, Arthur! — gritou ela, as pernas tremendo violentamente. — Eu vou gozar por você! Por favor, meu amor, olhe para o que você fez comigo!

— Eu estou vendo! — ele rugiu, levantando-se da poltrona e abrindo o cinto com uma urgência brutal. — Eu estou vendo cada detalhe dessa sua luxúria nojenta!

Arthur não aguentou mais. Ele contornou a mesa em dois passos largos e a agarrou pelos cabelos, puxando sua cabeça para trás enquanto ela ainda estava no auge do orgasmo. Ele a virou de costas, jogando-a sobre a mesa de vidro, espalhando as cartas e o uísque.

— Você quer mais, não quer? — ele rosnou no ouvido dela, enquanto a penetrava com uma estocada única e violenta que a fez perder o fôlego.

— Sim! — Celina gritou, as mãos agarrando a borda da mesa, seus seios balançando e disparando leite contra o vidro a cada impacto dele. — Me foda, Arthur! Me foda como o dono que você é!

Arthur a possuía com uma ferocidade que beirava o ódio, mas que era puro desejo acumulado. Ele segurava seus seios por trás, esmagando-os em suas mãos grandes, sentindo o calor do leite misturar-se ao suor de seus corpos. Ele a xingava, chamando-a de nomes que em qualquer outro contexto seriam ofensivos, mas que ali eram o combustível para o seu prazer.

— Você é minha... — ele repetia entre dentes, o ritmo tornando-se frenético. — Só minha... essa fonte é minha... esse corpo é meu...

Celina estava em um estado de êxtase completo. Ela sentia o peso de Arthur sobre ela, a força de suas mãos em seus seios, e o calor de sua posse. Ela era a esposa perfeita, a mulher elegante que todos admiravam de dia, mas que à noite, sob o comando de seu CEO, transformava-se em um altar de carne e leite para a sua obsessão.

O orgasmo de Arthur veio com um rugido, um som primitivo de triunfo. Ele se derramou dentro dela com uma força que a fez tremer, enquanto suas mãos davam um aperto final e doloroso em seus seios, extraindo as últimas gotas de leite daquela rodada.

Eles ficaram ali por alguns minutos, o único som sendo a respiração pesada de ambos. Arthur finalmente se afastou, limpando o suor da testa. Ele olhou para Celina, caída sobre a mesa, coberta de fluidos, o cabelo bagunçado e os seios marcados por seus dedos.

— Amanhã — disse ele, voltando ao seu tom frio e profissional, embora seus olhos ainda brilhassem — você vai para a empresa comigo. E você vai usar aquele vestido de seda branca sem nada por baixo. Eu quero passar o dia inteiro sabendo que, por baixo daquela elegância, você ainda está cheia de mim e do seu próprio leite.

Celina sorriu, um sorriso doce e carregado de uma promessa perversa.

— Como você quiser, meu amor. Eu estarei pronta para você.

Arthur a puxou para cima e a beijou com uma possessividade que dizia que o jogo das cartas estava longe de terminar. Naquela cobertura, o poder não era medido em ações ou contratos, mas sim em cada gota de marfim que Celina derramava para o seu único e verdadeiro dono.