Kozoki Momosuke o garanhão insaciável
A Teia do Dragão: As Primeiras Capturas
A noite em Wano descia lentamente, tingindo o céu de tons alaranjados e roxos. A festa diminuíra em intensidade, mas a euforia ainda pairava no ar. Luffy, como de costume, roncava sonoramente em algum canto, alheio aos planos que se desenrolavam nas sombras. Momonosuke, com um sorriso calculista, observava à distância, as sementes da discórdia que plantara começando a germinar. Ele sabia que a lealdade das mulheres a Luffy era um obstáculo, mas a curiosidade e o desejo, habilmente manipulados, eram forças poderosas.
Ulti, a impetuosa Tobi Roppo, foi a primeira a cair na teia. A provocação de Momonosuke sobre a "frustração de ter perdido" e a promessa de um prazer que a faria "esquecer tudo" martelavam em sua mente. Ela o encontrou perto de uma cachoeira isolada, a luz da lua prateando a água que caía.
– Arinsu, Shogun-sama, – ela começou, sua voz tentando soar casual, mas com um brilho nos olhos. – Sobre o que você disse… sobre prazer.
Momonosuke virou-se, um sorriso lento e confiante em seus lábios.
– Ah, Ulti-san. Vejo que a sua curiosidade foi despertada. Não a culpo. Poucos homens podem oferecer o que eu posso.
– E o que é isso, arinsu? Um desafio? – Ulti cruzou os braços, sua postura desafiadora.
– Não, Ulti-san, – ele deu um passo à frente, a proximidade fazendo o coração dela acelerar. – É uma promessa. Uma promessa de que você sentirá o poder de um dragão de uma forma que seu corpo jamais experimentou.
Ele estendeu a mão, e Ulti, contra seu próprio julgamento, permitiu que ele tocasse seu rosto. Seus dedos eram fortes e quentes, e Ulti sentiu um arrepio percorrer sua espinha.
– Você se considera forte, Ulti-san. E é. Mas a verdadeira força não é apenas bater e quebrar. É também dominar e ser dominada. É sentir cada nervo do seu corpo vibrar de prazer.
Ulti engoliu em seco. Aquele homem não era o Luffy, que a tratava como uma companheira de brincadeiras. Momonosuke a via como uma mulher, uma guerreira, e estava a desafiando de uma forma totalmente nova.
– Prove, arinsu, – ela sussurrou, a máscara de dureza começando a desmoronar.
Momonosuke sorriu, um sorriso predatório.
– Com prazer, Ulti-san.
Ele a puxou para perto, seus lábios encontrando os dela em um beijo que a deixou sem fôlego. Não era um beijo gentil, mas um beijo de posse, de poder. Ulti sentiu-se invadida, dominada, e, para sua surpresa, gostou. Seus instintos selvagens, que Luffy nunca havia realmente despertado, estavam a ser atiçados por Momonosuke. O corpo musculoso dele contra o dela, a intensidade do beijo, a promessa implícita de algo mais… Ulti se viu respondendo com uma fúria e uma paixão que a surpreenderam.
Momonosuke, sentindo sua resposta, a ergueu nos braços sem esforço, e Ulti, em vez de resistir, envolveu as pernas em sua cintura. Ele a levou para uma pequena caverna escondida atrás da cachoeira, onde o som da água abafava qualquer som que pudessem fazer. A noite seria longa para Ulti, e a promessa de Momonosuke de "redefinir o prazer" estava prestes a ser cumprida de uma forma brutal e inesquecível.
Enquanto Ulti estava a ser "domada", Yamato estava a ser seduzida por uma abordagem mais sutil. Momonosuke a encontrou a praticar seus golpes com o kanabo, a frustração evidente em seus movimentos.
– Yamato-dono, – ele disse, aproximando-se com uma taça de sake e algumas frutas exóticas. – Você se esforça demais. Oden, ele sabia quando descansar, quando desfrutar dos prazeres da vida.
Yamato parou, o kanabo repousando no ombro.
– Eu quero ser forte, Momonosuke. Eu quero ser como Oden!
– E você é, Yamato-dono. Mas Oden também era um homem que sabia desfrutar de uma boa companhia, de um bom sake, de uma boa mulher. Ele não se privava de nada.
Ele ofereceu a taça a ela, e Yamato a aceitou, bebendo o líquido forte.
– Luffy… ele é um bom amigo, – Yamato disse, pensativa. – Mas ele não entende a complexidade de ser Oden.
– Ele não entende a complexidade de ser você, Yamato-dono, – Momonosuke corrigiu, sentando-se ao lado dela. – Ele a vê como uma parceira de aventura, uma guerreira. Mas você é mais do que isso. Você é uma mulher de paixão, de desejo. E Oden… Oden teria compreendido isso.
Ele estendeu a mão e tocou os chifres dela, um gesto que Yamato nunca havia permitido a ninguém além de Luffy, e mesmo assim com hesitação. Mas o toque de Momonosuke era diferente. Era um toque de admiração, de reconhecimento.
– Seus chifres, Yamato-dono, são um símbolo de sua força, de sua natureza indomável. Eu, como um dragão, entendo essa natureza. Eu entendo o fogo que arde dentro de você.
Yamato sentiu um calor se espalhar por seu corpo. A forma como Momonosuke falava, como ele a via, era diferente de Luffy. Luffy a aceitava, mas Momonosuke a reverenciava.
– Você realmente entende? – ela perguntou, sua voz baixa.
– Mais do que você imagina, Yamato-dono, – ele sussurrou, aproximando-se. – Eu posso lhe mostrar um tipo de paixão que fará o fogo de Oden queimar ainda mais forte dentro de você. Uma paixão que fará você se sentir verdadeiramente viva, verdadeiramente Oden, em cada fibra do seu ser.
Ele a beijou, e Yamato, em vez de lutar, cedeu. O beijo era intenso, mas com uma reverência que a fez sentir-se adorada. Momonosuke a conduzia, não a dominava. Ele a elevava. E Yamato, que sempre buscou a liberdade, sentiu-se livre para explorar um lado de si mesma que nunca soubera que existia. A noite seria de descobertas, de uma paixão ardente que a conectaria ainda mais à lenda de Oden, através dos braços do Shogun.
Nami, com sua natureza pragmática, foi abordada de uma maneira mais calculista. Momonosuke a encontrou em um dos armazéns do castelo, onde ela estava a inspecionar os tesouros de Wano.
– Nami-san, – ele disse, sua voz suave. – Vejo que tem um olho para a beleza e o valor.
Nami virou-se, os olhos brilhando ao ver as pilhas de ouro e joias.
– Este é um verdadeiro paraíso, Shogun-sama!
– E tudo isso, Nami-san, é apenas uma fração do que Wano pode oferecer. E uma fração do que eu posso oferecer a você.
Ele pegou um colar de diamantes e pérolas, colocando-o em seu pescoço. Nami sentiu o peso frio das joias, o brilho cintilante.
– Luffy, ele é um aventureiro. Ele não se importa com riquezas. Mas você, Nami-san, você merece o melhor. Você merece ser cercada por beleza e luxo.
Nami olhou para o colar, depois para Momonosuke. A promessa era tentadora. Luffy era um homem bom, mas sua falta de interesse em riquezas era, por vezes, frustrante.
– E o que você espera em troca, Shogun-sama? – ela perguntou, sua voz um pouco desconfiada.
Momonosuke sorriu, um sorriso que não alcançava seus olhos, mas que era perigosamente charmoso.
– Apenas a sua companhia, Nami-san. E a sua… satisfação. Luffy, ele é um homem de espírito, mas ele não entende as necessidades de uma mulher como você. As necessidades de ser mimada, de ser adorada, de ser… preenchida.
Ele se aproximou, sua voz baixando para um sussurro.
– Eu posso lhe dar um prazer que fará você esquecer todas as suas preocupações financeiras, Nami-san. Um prazer que fará você se sentir a mulher mais rica do mundo, não apenas em joias, mas em sensações. E eu garanto, Nami-san, que eu tenho a capacidade de preencher cada desejo seu, de levar você a um êxtase que você nunca imaginou.
Nami, apesar de sua hesitação inicial, sentiu-se atraída pela promessa. A ideia de ser "mimada" e "preenchida" de uma forma que Luffy não poderia era um apelo poderoso. Ela havia sempre sido a "chefe" financeira, a que cuidava de tudo. Momonosuke estava a oferecer a ela a chance de ser cuidada, de ser o foco do desejo de um homem.
– E se eu não gostar? – ela perguntou, tentando soar desafiadora, mas com um rubor em suas bochechas.
– Então, Nami-san, eu lhe darei todos os tesouros que você quiser, e a deixarei em paz, – Momonosuke respondeu, com um tom de voz que não deixava dúvidas de sua confiança. – Mas garanto que você não se arrependerá.
Nami, incapaz de resistir à tentação do luxo e da promessa de um prazer inigualável, cedeu. Momonosuke a levou para seus aposentos privados, onde a noite seria de indulgência e descobertas. As joias cintilavam em seu pescoço, mas a verdadeira riqueza que ela estava prestes a experimentar era de uma natureza muito diferente.
Robin, a enigmática arqueóloga, foi atraída pela promessa de "novos conhecimentos". Momonosuke a encontrou na biblioteca, imersa em antigos pergaminhos.
– Nico Robin-san, – ele disse, sua voz ressoando na quietude do local. – Você busca a verdade, os segredos do mundo. Mas o maior segredo de todos, Nico Robin-san, reside no prazer humano.
Robin ergueu os olhos, um brilho de interesse neles.
– E você é um mestre desses segredos, Shogun-sama?
– Eu sou o dragão, Nico Robin-san. E os dragões possuem conhecimentos que vão além da compreensão humana. Conhecimentos sobre a vida, sobre a morte, e sobre o prazer. Luffy, ele é um homem de instinto. Ele não entende a sutileza, a profundidade do prazer que pode ser alcançado através do corpo e da mente.
Ele se sentou ao lado dela, seu olhar intenso.
– Eu posso lhe mostrar um novo tipo de conhecimento, Nico Robin-san. Um conhecimento que fará você entender o verdadeiro poder do corpo, o verdadeiro poder da paixão. Um conhecimento que fará você se sentir mais viva do que nunca.
Robin, sempre curiosa, sentiu-se intrigada. A ideia de um "novo tipo de conhecimento" era irresistível para ela. Ela havia dedicado sua vida a desvendar os mistérios do mundo, e Momonosuke estava a oferecer a ela um mistério diferente, um mistério mais íntimo.
– E qual é o preço desse conhecimento, Shogun-sama? – ela perguntou, sua voz calma, mas com um leve tremor.
– O preço é a sua entrega, Nico Robin-san, – Momonosuke respondeu, estendendo a mão para tocar a dela. – A sua mente e o seu corpo. Eu garanto que você não se arrependerá. Você descobrirá segredos sobre si mesma que jamais imaginou.
Robin, com sua natureza cerebral, sentiu-se dividida. Mas a promessa de desvendar "segredos" era um imã poderoso. Ela permitiu que Momonosuke a levasse, não para a biblioteca, mas para um lugar mais privado, onde os segredos do prazer seriam revelados. A noite seria de descobertas, de uma nova forma de conhecimento que transcenderia os livros e os Poneglyphs.
Boa Hancock, a imperatriz pirata, foi a mais desafiadora. Sua devoção a Luffy era inabalável. Momonosuke sabia que precisaria de uma abordagem diferente, uma que apelasse ao seu ego e à sua insegurança.
– Imperatriz Pirata Boa Hancock-sama, – ele disse, encontrando-a sozinha, a observar o mar. – Sua beleza é incomparável, sua devoção a Luffy-dono é… tocante. Mas ele… ele é um homem que não entende o que é ter uma mulher como você.
Hancock virou-se, seus olhos fixos nele com desprezo.
– Ninguém pode entender meu amor por Luffy-sama!
– Ah, mas eu posso, Imperatriz, – Momonosuke respondeu, sua voz suave e sedutora. – Eu entendo a necessidade de ser adorada, de ser o centro do universo de um homem. Luffy-dono, ele a vê como uma amiga. Ele não a vê como a deusa que você é.
Hancock sentiu uma pontada. A verdade, por mais dolorosa que fosse, era que Luffy a via mais como uma amiga do que como uma amante.
– E você me vê como uma deusa, Shogun-sama? – ela perguntou, sua voz um pouco mais suave.
– Eu a vejo como a mulher mais bela e poderosa do mundo, Imperatriz, – Momonosuke respondeu, ajoelhando-se diante dela. – E eu posso lhe oferecer uma adoração, uma devoção, um prazer que fará você esquecer a necessidade de qualquer outro. Luffy-dono, em sua ingenuidade, não pode lhe dar o que você realmente merece.
Ele estendeu a mão, e Hancock sentiu-se dividida. Sua lealdade a Luffy era forte, mas a promessa de ser "adorada" e "possuída" por um homem que a via como uma deusa era um apelo poderoso ao seu ego.
– E o que você pode me dar, que Luffy-sama não pode? – ela perguntou, sua voz quase um sussurro.
– Eu posso lhe dar a sensação de ser a única mulher no mundo, Imperatriz, – Momonosuke respondeu, seu olhar intenso. – Eu posso lhe mostrar o que é ser verdadeiramente adorada, verdadeiramente possuída por um homem que entende a profundidade do seu desejo. E, Imperatriz, eu tenho a capacidade de fazê-la sentir-se a mulher mais desejada do mundo, de uma forma que Luffy-dono, com suas… limitações físicas, simplesmente não pode.
Hancock, apesar de sua fúria inicial, sentiu-se seduzida pela promessa. A ideia de ser a "única", de ser adorada de uma forma mais… completa, era um veneno doce para sua alma. Ela permitiu que Momonosuke a levasse, não lutando, mas cedendo à tentação. A noite seria de uma adoração intensa, de um prazer avassalador que a faria questionar sua devoção a Luffy.
Vivi, a gentil princesa de Alabasta, foi abordada com uma promessa de proteção e segurança. Momonosuke a encontrou a observar as crianças de Wano a brincar.
– Princesa Vivi-sama, – ele disse, sua voz suave e preocupada. – Seu coração é puro, sua devoção ao seu povo é inspiradora. Mas o mundo é um lugar cruel. E Luffy-dono, ele é um aventureiro. Ele não pode estar sempre lá para protegê-la.
Vivi virou-se, seus olhos azuis cheios de preocupação.
– Eu confio em Luffy para me proteger!
– Sim, mas ele é apenas um homem. Eu, como Shogun de Wano, como um homem com o poder de um dragão, posso lhe oferecer uma proteção que Luffy-dono jamais poderia. Uma proteção que se estende não apenas ao seu corpo, mas também à sua alma.
Ele pegou a mão dela, seus olhos fixos nos dela.
– Eu posso lhe oferecer um refúgio, Princesa. Um lugar onde você se sentirá completamente segura, completamente amada. Um lugar onde você esquecerá todas as suas preocupações. E eu posso lhe dar um prazer que fará você se sentir a mulher mais protegida e desejada do mundo, um prazer que Luffy-dono, com sua… natureza desinteressada, não pode compreender.
Vivi, com sua natureza gentil, sentiu-se desconfortável, mas ao mesmo tempo intrigada pela promessa de tal segurança e prazer. Ela sempre se sentiu vulnerável, e a promessa de Momonosuke de uma proteção absoluta era tentadora.
– E o que você espera em troca, Shogun-sama? – ela perguntou, sua voz baixa.
– Apenas a sua confiança, Princesa, – Momonosuke respondeu, seus olhos cheios de uma falsa sinceridade. – E a sua entrega. Eu garanto que você se sentirá mais segura e amada do que nunca.
Vivi, em sua inocência, cedeu. Momonosuke a levou para um jardim isolado, onde a noite seria de uma proteção que se transformaria em posse, de um prazer que a faria questionar a natureza de sua gentileza.
E, finalmente, Uta, a diva, foi seduzida pela promessa de um palco maior e uma inspiração que Luffy não poderia dar. Momonosuke a encontrou a cantar uma melodia triste, a solidão evidente em sua voz.
– Uta-san, – ele disse, sua voz ressoando na noite. – Sua voz é um presente dos deuses. Mas Luffy-dono, ele aprecia a comida mais do que a música. Ele não entende a profundidade da sua arte, a paixão que você coloca em cada nota.
Uta baixou os olhos, uma pontada de ressentimento em seu coração. Ela amava Luffy, mas ele realmente não parecia entender sua música.
– E você entende, Shogun-sama?
– Eu entendo a arte, Uta-san. Eu entendo a paixão. Eu posso lhe oferecer um palco onde sua música será verdadeiramente apreciada, onde sua voz será celebrada como nunca antes. E eu posso lhe dar um prazer que fará sua música soar ainda mais bela, ainda mais poderosa. Um prazer que fará você esquecer todas as suas tristezas e cantar com uma alegria que você nunca experimentou. Um prazer que Luffy-dono, com sua… falta de sensibilidade artística, não pode lhe proporcionar.
Uta, que sempre buscava o reconhecimento e a conexão através de sua música, sentiu-se profundamente tocada pelas palavras de Momonosuke. A ideia de uma "nova inspiração" e de um prazer que a faria cantar com mais paixão era irresistível.
– E o que você espera em troca, Shogun-sama? – ela perguntou, sua voz hesitante.
– Apenas a sua voz, Uta-san, – Momonosuke respondeu, estendendo a mão para ela. – E a sua entrega. Eu garanto que você cantará com uma paixão que jamais sentiu.
Uta, seduzida pela promessa de uma nova inspiração e um prazer que a faria cantar com mais beleza, cedeu. Momonosuke a levou para um palco particular, onde a noite seria de uma performance diferente, de uma melodia que seria tocada em seu corpo e em sua alma.
Momonosuke observava as estrelas, um sorriso vitorioso em seus lábios. As sementes haviam germinado. As "flores de Wano", como ele as chamava, estavam agora em suas mãos. Luffy, o herói ingênuo, continuava a dormir, alheio à teia que o dragão havia tecido. A noite estava apenas a começar, e Momonosuke sabia que o verdadeiro prazer estava em colher as recompensas, uma por uma, sem que o Chapéu de Palha jamais desconfiasse.