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Lições e Conexões
A porta do quarto de Natan se abriu suavemente, revelando a figura imponente de Luiz. Ele trajava seu terno habitual, a expressão fria e os olhos analíticos que sempre faziam o pequeno Natan estremecer, entre o medo e a antecipação. Natan estava sentado em sua cama, cercado por pelúcias, vestindo uma de suas saias plissadas favoritas e uma calcinha de renda que mal cobria o necessário. Em sua boca, uma chupeta azul clara se movia ritmicamente enquanto ele fingia ler um livro de colorir.
— Boa noite, Natan. — Luiz disse, fechando a porta e girando a chave. O som do clique da fechadura era o sinal de que o mundo lá fora, incluindo a mãe de Natan que já havia saído para seu encontro, não existia mais.
Natan tirou a chupeta por um momento, os olhos brilhando.
— Oi, papai.
Luiz caminhou até a escrivaninha de madeira escura no canto do quarto e sentou-se na cadeira giratória. Ele abriu a pasta de couro e retirou algumas folhas de exercícios de matemática e caligrafia.
— Venha aqui, pequeno. Sente-se no meu colo. Temos muito o que estudar hoje.
Natan obedeceu prontamente, largando o urso de pelúcia e caminhando com seus passos curtos até o professor. Ao sentar-se de costas para Luiz, acomodando-se sobre as coxas fortes do homem, ele sentiu imediatamente o volume rígido e pulsante por baixo do tecido da calça social contra sua retaguarda sensível. Um arrepio percorreu sua espinha.
— Papai está muito animado hoje? — sussurrou Natan, voltando a colocar a chupeta na boca.
Luiz não respondeu com palavras imediatas. Em vez disso, suas mãos grandes e firmes apertaram a cintura fina de Natan, trazendo-o ainda mais para perto. Com uma mão, Luiz abriu o zíper da própria calça, libertando sua ereção já totalmente desperta. Com a outra, ele levantou a saia de Natan e afastou o tecido da calcinha para o lado, expondo a entrada rosada e ansiosa do submisso.
— Vamos ficar quentinhos enquanto você trabalha, Natan — murmurou Luiz perto do ouvido do menor, sua voz grave e sem emoção aparente.
Sem qualquer aviso ou lubrificação prévia além da umidade natural do desejo de Natan, Luiz posicionou-se e empurrou, preenchendo o pequeno de uma vez só. Natan soltou um gemido abafado pela chupeta, arqueando as costas enquanto sentia cada centímetro do professor ocupando seu espaço interno. O sentimento de estar "cheinho", como ele chamava, era sua coisa favorita no mundo. Ele detestava o vazio.
— Agora, pegue o lápis — ordenou Luiz, segurando uma folha de papel à frente de Natan na escrivaninha. — Vamos resolver as equações. Mas preste atenção: cada erro resultará em uma estocada profunda. Se você acertar, eu fico quietinho. Se errar, você sentirá as consequências.
Natan tremia, a mão segurando o lápis com incerteza. A presença de Luiz dentro dele era esmagadora, um calor constante que nublava seus pensamentos. Ele começou a ler o primeiro problema.
— Dois mais dois são... quatro — disse Natan, a voz trêmula.
— Correto. Continue.
Natan passou para a próxima. O esforço para se concentrar com o pau de Luiz pulsando dentro de seu corpo era hercúleo.
— Sete vezes três são... vinte e dois?
No instante em que o erro saiu de seus lábios, Luiz desferiu uma estocada violenta e profunda, atingindo o fundo do colo do útero de Natan. O pequeno soltou um grito agudo, a chupeta quase caindo da boca, enquanto suas mãos batiam na mesa.
— Errado, Natan. São vinte e um. Concentre-se.
— Desculpa, papai! Dói... mas é bom — choramingou o pequeno, reajustando-se no colo.
A aula prosseguiu por quase uma hora. Natan errou propositalmente algumas vezes apenas para sentir o impacto de Luiz contra seu corpo, mas o professor, percebendo o jogo, começou a ser mais rigoroso, exigindo perfeição. Ao final da última folha, Natan estava suado, ofegante e completamente entregue ao prazer daquela conexão ininterrupta.
— Acabamos a lição — declarou Luiz, fechando o caderno. — Você foi um aluno razoável. Agora, acho que merecemos uma recompensa. Vamos brincar de cavalinho.
Os olhos de Natan se iluminaram. Ele amava quando a dinâmica mudava para algo mais ativo. Luiz o segurou pelas coxas e o levantou ligeiramente, permitindo que Natan começasse a subir e descer com vigor sobre seu membro.
— Isso, pequeno. Cavalga para o papai — incentivou Luiz, suas mãos agora apertando as nádegas de Natan, deixando marcas vermelhas na pele clara.
Natan se movia com entusiasmo, o som da carne colidindo e o estalar da sucção preenchendo o quarto silencioso. Ele gemia alto, a chupeta agora esquecida sobre a mesa.
— Papai, tá chegando! — gritou Natan, sentindo o ápice se aproximar. — Por favor, solta o leitinho dentro de mim! Não me deixa vazio, papai! Eu quero ficar cheinho!
Luiz, sentindo que também estava no limite de seu controle, segurou Natan com força extrema, enterrando-se o mais fundo possível enquanto o pequeno descarregava seu prazer. Segundos depois, Luiz rosnou baixo, sentindo as contrações de Natan ao redor de seu pau, e jorrou seu sêmen quente e abundante dentro do submisso.
Natan desabou contra o peito de Luiz, ofegante, sentindo o líquido quente preenchê-lo. Ele sorriu, sentindo-se completo.
— Tão bom... — sussurrou Natan.
Luiz permaneceu em silêncio por alguns minutos, apenas apreciando o peso de Natan sobre ele. Lentamente, ele se retirou, limpando o excesso com um lenço que mantinha no bolso. Com uma eficiência quase clínica, ele levou Natan até o banheiro, lavou-o rapidamente e o trouxe de volta para o quarto.
Ele escolheu uma nova calcinha de babados, um shortinho jeans curtíssimo e uma blusa de algodão macio para o pequeno. Natan deixou-se vestir como uma boneca, os olhos pesados de sono.
— Durma agora — disse Luiz, deitando-se ao lado dele na cama pequena, ocupando quase todo o espaço com seu corpo largo.
A manhã chegou com o som da chave na porta da frente. A mãe de Natan havia retornado. Luiz já estava de pé, impecavelmente vestido, enquanto Natan terminava de tomar seu café na cozinha, agindo como se nada tivesse acontecido. Natan sabia as regras: o que acontecia no quarto com o papai Luiz era um segredo sagrado. Se ele contasse, Luiz seria afastado, e o vazio seria permanente.
Quando a mãe entrou na cozinha, Luiz a cumprimentou com um aceno polido de cabeça.
— Bom dia. Natan progrediu muito nos estudos ontem à noite.
— Fico feliz em ouvir isso, professor — respondeu ela, parecendo cansada mas satisfeita.
— Na verdade — continuou Luiz, mantendo o tom profissional —, eu gostaria de sugerir que Natan passasse o final de semana na minha residência. Tenho uma biblioteca mais vasta e poderíamos fazer uma imersão completa nas matérias que ele tem dificuldade.
A mãe olhou para Natan, que a encarava com olhos pidões e inocentes.
— Oh, se o senhor não se importa com o trabalho extra... por mim, tudo bem. Ele gosta tanto das suas aulas.
Natan conteve um sorriso vitorioso. Ele olhou para Luiz, que lhe devolveu um olhar frio e proprietário. Ele passaria o final de semana inteiro sendo preenchido pelo papai, longe de qualquer olhar curioso, exatamente como ele gostava.