Nem por um segundo
Quatro anos. Esse é o tempo que separa a vida que **Emma Swan** e **Regina Mills** construíram da realidade solitária em que vivem hoje. Emma, a CEO implacável que herdou o império da família Swan, domina o mundo dos negócios com uma precisão cirúrgica. Emma é a verdadeira *Alpha* da relação, exercendo um controle silencioso e possessivo sobre tudo o que diz respeito a Regina. Já Regina, uma desembargadora cuja autoridade e sensualidade impõem respeito e atrai pretendes. governa sua vida com a rigidez de quem não pode se permitir falhas — exceto quando se trata de Emma, a única que consegue desestabilizá-la. No centro desse turbilhão estão **Henry**, de 12 anos, que começa a perceber as complexidades adultas atrás das brigas constantes, e a pequena **Helena**, de apenas 5 anos, o elo que obriga as duas a manterem um contato constante. As discussões, carregadas de um ciúme corrosivo e ressentimentos mal resolvidos, escondem uma verdade que ambas se recusam a admitir: o amor que as separou ainda é o que as mantém presas uma à outra. Por trás das trocas de farpas e da convivência, existe uma dinâmica perigosa: as raras, porém avassaladoras, recaídas. Momentos de fraqueza onde a autoridade de Regina se rende à postura dominante de Emma, e o orgulho de ambas cede lugar a uma saudade que nenhuma das duas consegue ignorar. Na manhã seguinte, porém, o ciclo recomeça: Emma mantém sua vigilância possessiva sobre Regina, e a desembargadora usa sua toga como um escudo para esconder a confusão que sente após cada entrega. O que começou com a ambição desenfreada e a falha de comunicação transformou-se em um jogo viciante de desejo e negação.