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Oie

O Trono da Luxúria

A dinâmica do Big Brother Brasil nunca foi apenas sobre estratégia; era sobre território. E no quarto do líder, Jonas observava os monitores como um predador que acaba de encontrar a brecha perfeita na cerca. Ele tinha visto tudo: a ousadia de Marciele na piscina, o surto de ciúmes de Ana Paula e, principalmente, a forma como Milena havia dominado a loira entre quatro paredes. O telão de alta definição não deixava escapar nenhum detalhe da pele suada, dos gemidos abafados e da possessividade latente.

Jonas sentia o sangue pulsar. Ele estava sentado na poltrona giratória, com o roupão de líder aberto, a mão direita descendo inevitavelmente para o volume que se destacava em sua cueca. O pau estava duro, latejando contra o tecido, impulsionado pela imagem de Milena — aquela negra de curvas monumentais — comandando a situação.

— Puta que pariu... — ele sussurrou para o quarto vazio, fechando os olhos por um segundo enquanto imaginava o cheiro daquela zona de guerra que o Quarto Colorido havia se tornado.

A porta do quarto do líder se abriu com o bipe eletrônico. Milena entrou sozinha, ainda com os cabelos úmidos do banho, procurando por Jonas para conversar sobre o próximo paredão. Ela o encontrou naquela posição comprometedora, mas não desviou o olhar. Pelo contrário, um sorriso de lado, repleto de malícia, surgiu em seu rosto.

— O líder está muito ocupado ou eu posso entrar? — Milena cruzou os braços, encostando-se no batente da porta.

Jonas não parou o movimento da mão. Ele olhou para ela, os olhos injetados de desejo.

— Você viu o que eu vi, Milena? Ou melhor, você viveu o que eu acabei de assistir por essas câmeras? — Ele apontou com a cabeça para o monitor que ainda mostrava Ana Paula deitada, recuperando o fôlego.

— O Brasil inteiro viu, Jonas. Por que com você seria diferente? — Milena caminhou até ele, parando a poucos centímetros da poltrona.

— Ela é uma piranha deliciosa, Milena. Mas o jeito que você trata ela... — Jonas soltou um suspiro pesado, a mão apertando o membro com mais força. — Me deixou louco. Eu quero saber uma coisa. Você deixa eu fuder a Ana Paula?

Milena soltou uma risada roncada, profunda. Ela se inclinou, apoiando as mãos nos joelhos de Jonas, ficando cara a cara com ele.

— Você quer a minha loira, Jonas? Acha que dá conta do furacão?

— Eu dou conta de qualquer coisa que você me entregar — ele respondeu, a voz rouca. — Mas eu quero com você assistindo. Ou melhor... com você participando.

Milena umedeceu os lábios. A ideia de ver Ana Paula, aquela loira desbocada e submissa ao seu prazer, sendo usada por um homem como Jonas enquanto ela mesma comandava a cena, era o ápice do que ela considerava controle total.

— Só se eu estiver junto, Jonas. E só se for do meu jeito — Milena sentenciou, os olhos brilhando. — Eu não divido o que é meu, eu apenas distribuo o uso. Vamos para o quarto. Ela ainda deve estar quente.

Eles desceram as escadas em silêncio, uma tensão elétrica os seguindo. Quando entraram no Quarto Colorido, Ana Paula estava apenas de calcinha, jogada por cima do edredom. Ela se assustou ao ver Jonas entrando logo atrás de Milena, mas a expressão de medo durou pouco, logo substituída pela curiosidade perversa.

— Milena? O que ele está fazendo aqui? — Ana Paula perguntou, sentando-se e cobrindo os seios instintivamente.

— Cala a boca, Ana — Milena disse, a voz fria e autoritária, o que fez a loira estremecer de imediato. — O Jonas quer brincar. E eu decidi que você vai ser o brinquedo dele hoje.

— O quê? — Ana Paula olhou para Jonas, que já estava tirando o roupão, revelando o corpo atlético e o pau latejando, pronto para o combate. — Você enlouqueceu?

— Eu mandei você calar a boca — Milena caminhou até a cama e segurou Ana Paula pelo pescoço, não com força para machucar, mas para mostrar quem mandava. — Você não disse que era minha? Que era a minha piranha? Pois uma boa cadela obedece à dona. Fica de quatro. Agora.

Ana Paula engoliu em seco. O olhar de Milena era inabalável. O tesão que sentia pela negra era tão avassalador que a humilhação se tornava combustível. Ela obedeceu, virando-se de costas, empinando a bunda farta e branquinha em direção a eles, os joelhos afundando no colchão macio.

— Isso... olha para essa visão, Jonas — Milena deu um tapa estalado na nádega de Ana, deixando a marca dos dedos vermelha na pele clara. — Não parece uma cachorrinha no cio?

— A visão mais bonita dessa casa — Jonas se aproximou, posicionando-se atrás de Ana Paula. Ele sentiu o calor que emanava dela.

— Ana, você vai dar tudo para ele — Milena sussurrou no ouvido da loira, enquanto sua mão descia para a frente, brincando com o clitóris de Ana que já estava ensopado novamente. — Eu quero ver você dar o cu e a buceta para o Jonas. Quero ver você ser usada como a piranha que você é. Você vai fazer isso por mim?

— Vou... — Ana Paula arfou, a voz sumindo. — Eu faço tudo o que você mandar, Milena. Por favor...

— Ótimo — Milena se afastou um pouco, dando espaço para o homem. — Jonas, destrói ela. Mas olha bem nos meus olhos enquanto faz isso.

Jonas não precisou de um segundo convite. Ele segurou os quadris de Ana Paula com firmeza e, sem muita cerimônia, empurrou a cabeça do pau contra a entrada estreita da loira. Ana soltou um grito agudo, que foi prontamente abafado pela mão de Milena que cobriu sua boca.

— Shhh... sem barulho, cadela — Milena ordenou. — Só sente o tamanho do problema que você arrumou.

Jonas começou a estocar com força. O som da carne batendo contra a carne preenchia o quarto silencioso. Ana Paula revirava os olhos, as unhas cravadas no lençol, enquanto recebia as investidas brutas do líder. Milena não ficava parada; ela se posicionou na frente de Ana, oferecendo seus seios fartos para que a loira os chupasse enquanto era fodida por trás.

— Isso, mama na sua dona enquanto o macho te usa — Milena dizia, sentindo o prazer vicário de controlar aquela cena. — Você gosta, não gosta? Ver que eu posso te dar para quem eu quiser?

— Ahhh... Milena! — Ana Paula conseguia dizer entre um puxão de mamilo e outro. — É muito... é grande demais...

— É o que você merece — Jonas rosnou, aumentando o ritmo, as veias do pescoço saltadas. — Você é muito apertada, Ana. Puta que pariu.

— Não para, Jonas — Milena comandava, seus dedos agora explorando a entrada traseira de Ana Paula, preparando-a para o que viria a seguir. — Eu quero que ela sinta cada centímetro. Ana, prepara esse rabo, que eu quero ver o Jonas entrar aí também.

A loira soltou um gemido de puro terror e deleite. A dominação de Milena era absoluta. Jonas mudou o ângulo, retirando o membro da buceta de Ana, que ficou aberta e latejando, para pressionar o bico do pau no ânus contraído da loira.

— Milena, dói... — Ana choramingou, olhando suplicante para a negra.

— Eu não perguntei se dói, eu mandei você dar — Milena desferiu outro tapa na bunda dela. — Relaxa para ele, ou eu mesma vou te punir depois. Abre para ele, Ana!

Com um empurrão decidido, Jonas invadiu o território proibido. Ana Paula soltou um urro abafado contra o corpo de Milena, as lágrimas de prazer e dor misturando-se no rosto. Jonas começou um movimento lento, sentindo a pressão absurda das paredes anais de Ana.

— Nossa... isso é outro nível — Jonas disse, suando frio. — Milena, ela é perfeita.

— Eu sei que é. Eu treinei bem a minha piranha — Milena sorriu, sentindo o próprio ápice chegar apenas observando a submissão total da loira.

O quarto parecia pequeno demais para tanto desejo. Milena agora se masturbava freneticamente enquanto via Jonas levar Ana Paula ao limite. A loira já não tinha mais controle sobre o próprio corpo, apenas recebia, gemia e obedecia. Era uma sinfonia de luxúria onde Milena era a maestrina, Jonas o instrumento e Ana Paula a melodia sofrida e deliciosa.

— Eu vou gozar! — Jonas avisou, a voz falhando.

— Dentro dela! — Milena gritou. — Goza tudo dentro dessa cachorrinha! Marca ela por dentro também!

Jonas deu as últimas estocadas, profundas e violentas, antes de despejar todo o seu sêmen dentro de Ana Paula. Ele desabou sobre as costas dela, ofegante. Ana Paula continuava de quatro, tremendo, o corpo exausto, mas os olhos fixos em Milena, buscando aprovação.

Milena se aproximou, limpando uma lágrima do rosto da loira e dando-lhe um beijo casto na testa, um contraste bizarro com a cena anterior.

— Boa menina — Milena sussurrou. — Viu como é bom obedecer?

Ana Paula apenas assentiu, incapaz de falar. Jonas se levantou, limpando-se com o lençol e olhando para as duas com um respeito renovado.

— Vocês são loucas — ele riu, recuperando o fôlego. — Mas foi a melhor coisa que já aconteceu nessa casa.

— O jogo está apenas começando, Jonas — Milena disse, puxando o edredom para cobrir a si mesma e a Ana Paula. — Agora sai daqui. O líder já teve o que queria. O resto da noite... ela é só minha.

Jonas saiu do quarto ainda em transe, deixando para trás o cheiro de sexo e a certeza de que, naquele BBB, o poder não estava apenas no colar do líder, mas nas mãos de quem sabia dominar o desejo alheio. Milena abraçou Ana Paula por trás, sentindo o corpo da loira ainda vibrar.

— Você foi perfeita, loira — Milena murmurou no pescoço dela. — Amanhã, a Marciele vai olhar para você e vai saber. Todo mundo vai saber que você tem dona.

Ana Paula fechou os olhos, finalmente relaxando nos braços da única mulher que conseguia domá-la, sentindo-se completa em sua própria entrega. No fim das contas, o edredom escondia segredos, mas as marcas na pele e na alma eram o que realmente contava a história daquela edição.