Oliver
Sombras e Provocações no Dormitório
O silêncio nos corredores da escola parecia artificial, uma camada fina de tranquilidade que escondia o caos habitual dos alunos da Alice. Dentro de um dos quartos mais afastados, a iluminação era quase inexistente, exceto por uma fresta de luz que vinha do corredor, cortando a escuridão e destacando as partículas de poeira que dançavam no ar. Oliver estava parado, observando a silhueta à sua frente com uma mistura de choque e fascinação.
Edward não era de se render facilmente a jogos, mas naquela noite, algo estava diferente. Ele se posicionou de forma que suas nádegas ficassem empinadas na direção de Oliver. O detalhe que mais chamava a atenção era a cauda de diabinho preta, fina e pontiaguda, que balançava levemente, presa à sua cintura. A visão fez Oliver sentir um calor súbito subir pelo pescoço, tingindo suas bochechas de um vermelho intenso.
Oliver lambeu os lábios, seus olhos brilhando com uma intensidade que beirava o prazer puro. Ele se aproximou lentamente, o som de suas botas no chão sendo abafado pelo tapete gasto. A figura de Edward, tremendo levemente na penumbra, era um convite que ele não pretendia ignorar.
— Você realmente sabe como chamar a atenção, Edward — sussurrou Oliver, sua voz saindo mais rouca do que o pretendido.
Edward não respondeu com palavras, apenas soltou um suspiro pesado que ecoou no quarto fechado. Quando Oliver se inclinou e começou a usar a língua de forma audaciosa, Edward soltou um gemido agudo de prazer, apertando os lençóis da cama com as mãos. O som preencheu o ambiente, carregado de uma mistura de surpresa e entrega.
— Oliver... — Edward gritou baixinho, o rosto enterrado no travesseiro para abafar os sons, embora não conseguisse conter a euforia que percorria seu corpo.
A exploração continuou de forma rítmica. Oliver parecia determinado a testar todos os limites de seu amigo. Ele sentia a vibração de Edward a cada toque, a cada movimento mais ousado. Em um momento de audácia, Edward virou um pouco o rosto, os olhos nublados pela sensação.
— Faz... faz cócegas aí — pediu Edward, a voz falhando enquanto indicava a região onde a sensibilidade parecia estar no auge.
Oliver soltou uma risada baixa, uma vibração que Edward sentiu contra sua pele. Ele obedeceu, usando os dedos e a língua para provocar sensações que faziam Edward se contorcer. Os gemidos de prazer tornaram-se mais frequentes, subindo de tom conforme a estimulação aumentava. Oliver estava no controle total da situação, e ele sabia disso.
— Assim? — perguntou Oliver, provocando propositalmente com um toque mais leve antes de intensificar a pressão.
— Sim! Exatamente assim! — Edward exclamou, o corpo tremendo violentamente sob o toque de Oliver.
Desejando elevar ainda mais o nível da provocação, Oliver se afastou por um breve segundo, apenas para desferir um tapinha firme nas nádegas de Edward. O som do impacto estalou no quarto silencioso. Edward deu um solavanco, um tremor percorrendo sua espinha enquanto uma nova onda de choque e prazer o atingia.
— Isso foi por você ser tão impaciente — disse Oliver, com um sorriso travesso brincando em seus lábios.
Edward estava no limite. Sua respiração estava curta, rápida, e o suor começava a brilhar em sua testa. Ele sentia que não conseguiria aguentar muito mais tempo. O prazer era avassalador, uma força que o consumia de dentro para fora. Em um espasmo final, Edward gozou, o sêmen sujando o lençol e sua própria pele enquanto ele soltava um grito abafado de liberação.
A exaustão o atingiu imediatamente, mas Oliver ainda não havia terminado. A cauda de diabinho preta, que estivera presente durante todo o ato, agora parecia ser o foco da atenção de Oliver. Ele percebeu que a cauda estava posicionada de forma intrusiva e, com curiosidade, começou a mexer nela.
— Ah... Oliver, para... — Edward gemeu, mas seu corpo reagiu de forma oposta ao seu pedido, tremendo novamente sob a nova manipulação.
— Por que eu pararia agora? — Oliver questionou, movendo a cauda com cuidado, observando como cada centímetro de Edward parecia responder ao menor dos movimentos.
O quarto voltou a ser preenchido pelos sons de respiração pesada e gemidos baixos. Edward estava entregue, seus sentidos ainda processando a intensidade do que acabara de acontecer, enquanto Oliver, com sua marca de "A+" brilhando fracamente na penumbra, continuava a explorar o território que havia conquistado. Não havia mais espaço para desculpas ou hesitações; naquela escuridão, apenas a busca pelo próximo ápice importava.