Oliver x Edward !
Segredos sob a Luz de Giz
O silêncio na sala escura era quebrado apenas pelo som da respiração pesada e descompassada de Oliver. Ele estava caído no chão, os fios brancos de seu cabelo longo, geralmente presos com perfeição, agora se espalhavam como teias desordenadas pelo piso frio. O suor brilhava em sua pele, misturando-se ao sêmen que sujava seu peito e abdômen, uma evidência viscosa do que acabara de acontecer. Edward, mantendo um sorriso malicioso nos lábios e as bochechas tingidas de um vermelho intenso, não perdeu tempo e subiu em cima dele, prendendo-o contra o chão.
— Edward, para... já chega — implorou Oliver, a voz falhando enquanto o desespero começava a tomar conta de seus olhos.
O valentão da escola, sempre tão seguro de si, agora parecia pequeno sob o peso de Edward. O medo era visível em seu rosto, temendo o que o outro seria capaz de fazer a seguir. Edward, ignorando os protestos, fixou o olhar na intimidade de Oliver, notando como a vagina dele ainda estava preenchida pelo fluido esbranquiçado. O desejo de explorar mais aquela vulnerabilidade brilhou nos olhos de Edward.
— Eu mandei você não abrir! — gritou Oliver, tentando fechar as pernas, mas Edward foi mais rápido e forte, forçando a abertura.
Ao abrir as pernas de Oliver, Edward observou detalhadamente a entrada preenchida. Com um movimento deliberado, ele usou os dedos para abrir as dobras da carne, fazendo Oliver soltar um grito agudo que misturava dor aguda e um prazer involuntário.
— Veja só como você está cheio, Oliver — provocou Edward, mergulhando um dedo lá dentro.
Oliver soltou um grito de dor, o corpo tremendo violentamente enquanto o prazer percorria sua espinha como um choque elétrico. Ele apertou o braço de lápis contra o chão, os nós dos dedos inexistentes naquele membro artificial parecendo latejar. Edward retirou o dedo lentamente, observando o fio de sêmen que se esticava, e então inclinou-se sobre o rosto de Oliver, o hálito quente batendo contra a pele do outro.
— Se você contar uma palavra disso para a Zip — sussurrou Edward, a voz carregada de uma ameaça sombria —, eu juro que vou fazer algo muito pior com você. Entendeu?
Oliver ficou paralisado, a imagem de um trauma futuro se formando em sua mente. Ele apenas assentiu levemente, incapaz de formular palavras. Edward, satisfeito com o silêncio, passou a mão pelo peito de Oliver, recolhendo um pouco do sêmen que ali estava. Oliver soltou um gemido baixo de surpresa quando sentiu o toque. Sem aviso, Edward levou o dedo sujo à boca de Oliver, forçando-o a abrir os lábios.
— Engula — ordenou Edward.
Oliver soltou um som abafado de protesto, mas acabou chupando o dedo de Edward, sentindo o gosto salgado e familiar. Quando Edward finalmente retirou o dedo, ele moveu a mão para o braço de lápis de Oliver, tocando a superfície rígida e funcional do objeto.
— Tira a mão daí! — Oliver explodiu, a irritação superando o medo por um breve momento. — Não toca no meu braço!
Edward não respondeu com palavras. Em vez disso, ele avançou e selou os lábios de Oliver com um beijo profundo e exigente. Oliver tentou resistir no início, emitindo sons abafados contra a boca de Edward, mas a tensão em seu corpo começou a ceder. O beijo, embora forçado no início, tornou-se algo mais profundo à medida que ambos coravam intensamente. Oliver, cedendo completamente, retribuiu o contato, suas línguas se encontrando em um ritmo desajeitado e urgente.
Quando se separaram para buscar ar, a atmosfera na sala parecia ainda mais carregada. Oliver, agora movido por um impulso de reciprocidade e desejo, inclinou-se para frente e começou a chupar o peito de Edward.
— Ah... Oliver... — Edward gemeu, a cabeça caindo para trás enquanto sentia a sucção quente em sua pele.
Oliver continuou, usando a língua para provocar Edward, sentindo o corpo do outro estremecer sob seu toque. Edward, sentindo um prazer avassalador, não conseguia parar de provocar Oliver com palavras desconexas, incentivando-o a continuar.
Depois de alguns minutos de troca intensa, Edward se afastou ligeiramente e mudou de posição. Ele se virou, oferecendo as nádegas para Oliver. Com as mãos, ele abriu levemente as bochechas, revelando sua própria vagina para o outro.
— Sua vez, Oliver — disse Edward, a voz falha pelo prazer. — Chupa.
Oliver, longe de recusar, aproximou-se. Ele parecia ter esquecido o medo inicial, entregando-se àquela dinâmica de poder e prazer. Ele começou a chupar a intimidade de Edward, explorando cada centímetro com a língua.
Edward soltou um gemido alto, o som ecoando pela sala escura. Ele provocava Oliver, movendo os quadris para frente e para trás, aumentando o contato.
— Isso... continue assim — Edward arfou, sentindo as ondas de prazer dominarem seus sentidos enquanto Oliver se perdia naquele ato, selando um segredo que nenhum dos dois estava pronto para revelar ao mundo exterior da escola de papel.