Voltar ao resumo

Putari* no colégio pra vida

Avaliação Prática: No Limite do Prazer

O eco dos gemidos de Ana ainda parecia vibrar nas paredes da diretoria, misturando-se ao zumbido baixo do ar-condicionado. Ela sentia o fluido quente escorrer por suas coxas, uma prova viscosa da rendição total que acabara de protagonizar. Pablo e Lailson, no entanto, não pareciam satisfeitos. O olhar que trocavam sobre o corpo dela não era de quem havia terminado, mas de quem estava apenas começando a explorar um brinquedo novo e fascinante.

— Você achou que uma rodada seria o suficiente para compensar o seu comportamento distraído, Ana? — Pablo perguntou, a voz agora recuperando aquele tom de autoridade rude que a fazia tremer. Ele se levantou, ajeitando minimamente a camisa aberta, revelando o peito largo e suado.

Ana tentou se sentar na mesa, ajeitando os óculos que insistiam em escorregar pelo nariz. Suas pernas estavam bambas, a pele morena marcada pela pressão dos dedos de Lailson e pela força de Pablo.

— Eu... eu achei que tínhamos terminado — sussurrou ela, a timidez lutando para retornar, embora seu corpo ainda pulsasse de desejo.

Lailson soltou uma risada baixa e rouca, aproximando-se dela por trás. Ele segurou os cabelos cacheados de Ana, puxando a cabeça dela levemente para trás para expor a curva do pescoço.

— Terminado? — Lailson murmurou contra a pele dela, sua voz sendo um contraste delicado com a agressividade de Pablo. — Ana, querida, você é uma gordinha deliciosa demais para ser liberada tão cedo. Eu ainda sinto o cheiro da sua bucet* em mim, e isso só me dá vontade de te foder de novo, de formas que o currículo escolar não permite.

Pablo caminhou até a porta e girou a chave, o clique metálico ecoando como uma sentença. Ele se virou, os olhos brancos e frios fixos nas curvas de Ana.

— O professor Lailson é muito atencioso, como você sabe — disse o diretor, aproximando-se novamente. — Mas eu sou um homem de resultados. E o resultado que eu quero agora é ver você de quatro nesta mesa, implorando para que a gente não pare.

Ana sentiu um frio na barriga que se transformou rapidamente em um calor úmido entre as pernas. A grosseria de Pablo a excitava de uma maneira que ela tinha vergonha de admitir, enquanto a atenção quase predatória de Lailson a fazia se sentir especial.

— Por favor... — começou ela, mas a frase foi interrompida pela mão firme de Lailson, que a virou de costas para ele e a empurrou para baixo.

— Por favor, o quê, Ana? — Lailson perguntou, a voz carregada de uma malícia inteligente. — Por favor, me foda com força? Por favor, me use como a putinha que eu sou? Aprenda a pedir direito.

— Eu quero... eu quero que vocês continuem — confessou ela, a voz abafada contra o couro da mesa da diretoria. — Por favor, me fod*m.

Pablo deu um tapa estalado em uma das nádegas fartas de Ana, fazendo a carne vibrar. O som preencheu a sala, seguido pelo suspiro de choque e prazer da jovem.

— Isso é música para os meus ouvidos — rosnou Pablo. — Lailson, segure os braços dela. Quero que ela sinta cada centímetro da minha autoridade entrando nela por trás.

Lailson obedeceu prontamente. Ele se inclinou sobre as costas de Ana, prendendo os pulsos dela acima da cabeça com

Entrar com Telegram

Confirme o login no bot.