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Point off view Giovana torres os dias passaram e eu e Maya tem se encontrado muito sempre q dava a hora d sair da delegacia e q ela estava livre do fórum eu ia busca lá e hoje a mesma queria passar noite comigo e mais uma vez ela sempre dando uma desculpa para nossa filha que i trabalhar tarde e a menina nem se importava as vezes agente tinha marcado de ir em um restaurante e agora tava perto de um local onde era perto da casa dela demorei escutei sua voz batendo no vídro Próximo capítulo Os dias foram passando, e eu e Maya começamos a nos encontrar com frequência. Sempre que dava a hora de eu sair da delegacia e ela estava livre do fórum, eu ia buscá-la. Naquele dia, ela queria passar a noite comigo. Mais uma vez, inventou uma desculpa para a nossa filha, dizendo que trabalharia até mais tarde. A menina nem parecia se importar; já estava acostumada com as ausências da mãe. Nós tínhamos marcado de jantar em um restaurante, mas, antes, paramos em um lugar próximo à casa dela. Eu estava esperando no carro quando ouvi sua voz batendo contra o vidro. — Ei! — Maya chamou, sorrindo. Levantei os olhos e a vi do outro lado da janela. Ela estava usando um vestido escuro, os cabelos soltos e aquele olhar que sempre fazia meu coração acelerar. Destranquei a porta, e ela entrou rapidamente. — Demorei? — perguntou, ajeitando o cinto. — Um pouco — respondi, fingindo estar impaciente. — Já estava pensando em ir embora. — Mentirosa. Você nunca iria embora sem mim. Ela se inclinou e depositou um beijo rápido em meus lábios. Mesmo depois de tantos encontros, aquele gesto ainda fazia meu corpo inteiro reagir. — Está linda — falei. Maya sorriu, desviando o olhar. — Você também não está nada mal. Arranquei com o carro, seguindo em direção ao restaurante. Durante o caminho, conversamos sobre coisas simples: o movimento no fórum, os problemas da delegacia e os planos para aquela noite. .. Chegamos ao restaurante e parei o carro em frente. Desci depressa, contornando a porta dianteira e abrindo a porta dela com um sorriso, estendendo a mão para ajudá-la a descer. Maya sorriu, colocou a mão na minha e se levantou devagar, ajustando o tecido do vestido. Ficou de pé bem pertinho de mim, soltou os dedos dos meus e passou a mão levemente pelo meu braço, descendo até a palma, entrelaçando de novo. — Que cavalheiresco — brincou, baixinho, com os olhos brilhando de um jeito que me fazia perder o fôlego. Fechei a porta com cuidado e fiquei de frente para ela, sem soltar sua mão. — Sempre pra você — respondi, apertando levemente seus dedos. Ela sorriu de canto, se aproximando mais e apoiando a outra mão no meu braço, e seguimos juntas em direção à entrada Assim que entramos no restaurante, uma recepcionista nos cumprimentou com um sorriso e perguntou se tínhamos reserva. — Em nome de Giovana Torres — respondi. Ela conferiu a lista e logo indicou uma mesa mais reservada, próxima à janela. Maya continuou segurando minha mão enquanto caminhávamos, como se não quisesse criar distância entre nós. Sentamo-nos uma de frente para a outra. Por alguns segundos, ficamos em silêncio, apenas nos observando. — O que foi? — Maya perguntou, inclinando a cabeça. — Nada. — Você está me olhando diferente. Sorri discretamente e apoiei os braços sobre a mesa. — Talvez eu só esteja tentando entender como alguém consegue ficar ainda mais bonita a cada vez que eu a vejo. Maya abaixou os olhos, claramente sem saber como responder. Pegou o cardápio, mas não chegou a abri-lo. — Você sempre sabe o que dizer. — Só quando estou com você. O garçom se aproximou para anotar nossos pedidos. Escolhemos o jantar e uma garrafa de vinho. Assim que ele se afastou, Maya apoiou o queixo na mão e me encarou com uma expressão mais séria. — Giovana… — Diga, meu amor — falei suavemente, inclinando-me um pouco para frente sobre a mesa. Ela respirou fundo, como se estivesse reunindo coragem, e entrelaçou os dedos, mantendo o olhar firme no meu. — Isso… nós. Tudo isso que estamos vivendo… é real? Ou é só mais um momento bom que vai acabar quando o sol nascer? Senti o coração apertar de leve no peito. Estendi a mão sobre a mesa até encontrar a dela, cobrindo seus dedos com carinho. — É real, Maya. Mais real do que qualquer coisa que eu já tenha vivido. Ela fechou os olhos por um instante, apertando minha mão de volta. — Eu tenho medo, Gio. Medo de acordar e perceber que foi tudo um sonho. Medo de que a gente se perca de novo. Apertei seus dedos com firmeza, querendo que sentisse toda a minha certeza. — Dessa vez não. Dessa vez eu não vou a lugar nenhum. Prometo. Vamos devagar, do nosso jeito, escondidas se precisar… mas não vamos nos perder. Nunca mais. Ela abriu os olhos devagar, brilhantes e úmidos, e um sorriso leve e verdadeiro cresceu nos seus lábios. Inclinou-se um pouco mais e tocou suavemente minha mão com os lábios. — Obrigada — sussurrou. — Por não desistir de nós. — Jamais desistiria — respondi, olhando-a com todo o amor que guardava só para ela. — E agora… vamos aproveitar o nosso jantar. E toda a noite que ainda temos pela frente. Só nós duas. Ela sorriu de um jeito mais tranquilo, assentiu, e pareceu finalmente conseguir respirar sem peso. O vinho chegou, e quando nossas taças se tocaram, foi como selar uma promessa: de que, por enquanto, bastava estarmos juntas. E isso era tudo. Point off view Maya Manoela Garcia Nosso jantar estava perfeito. Cada palavra, cada olhar, cada toque debaixo da mesa… era como se eu tivesse voltado no tempo, de volta àqueles dias em que éramos casadas e o mundo parecia caber só nós duas. Nada pesava, nada doía. Era só nós, rindo e conversando como se nunca tivéssemos nos afastado.Ficamos ali saboreando cada momento até terminar tudo. O vinho tinha cumprido o seu papel: minhas bochechas estavam quentes e um sorriso constante não saía do meu rosto. Quando Giovana pediu a conta, percebi que a minha mão já havia escorregado por baixo da mesa e encontrado a coxa dela, os dedos repousando ali como se fosse o lugar mais natural do mundo. Ela não disse nada. Só apertou levemente a minha mão por cima da mesa e sustentou aquele olhar que dizia tudo sem precisar de palavras. Saímos do restaurante lado a lado, e a noite estava mais fria do que antes. Giovana passou o braço pelos meus ombros e me puxou contra o corpo dela, e eu afundei a mão no bolso do casaco dela, entrelaçando nossos dedos ali dentro. O caminho até o carro foi curto, mas cada passo parecia carregar uma eletricidade silenciosa entre nós. Quando chegamos, ela abriu a porta do passageiro para mim de novo, mas dessa vez eu não a deixei se afastar. Segurei o rosto dela entre as minhas mãos e a beijei — devagar, com todo o sabor do vinho e da saudade que eu guardava em algum lugar do peito. — Vamos pra sua casa? — murmurei contra os lábios dela, quase sem fôlego. Giovana sorriu, aquele sorriso de canto que fazia minhas pernas falharem, e desceu a mão até a minha cintura. — Pensava que você nunca ia sugerir isso — respondeu, rouca. — Vamos (...) O carro percorreu o caminho em silêncio. Mas não era um silêncio vazio: era daquele tipo que antecede uma tempestade. Eu sentia o olhar dela sobre mim a cada semáforo, a mão dela descansando sobre o meu joelho, o polegar desenhando círculos lentos no tecido da minha calça. E cada círculo era como uma promessa de tudo aquilo que estava por vir. Quando Giovana abriu a porta de casa e me puxou pela mão para dentro, a luz da rua que entrava pela porta entreaberta iluminou por um segundo o contorno do corpo dela. Fechei a porta atrás de nós, e no mesmo instante as mãos dela encontraram a minha cintura, me encostando contra a madeira. — Finalmente — ela sussurrou, e a boca dela veio sobre a minha. Dessa vez não foi um beijo calmo. Foi faminto, urgente, como se aquelas semanas todas sem nos tocar de verdade tivessem estourado de uma vez. Minha mão subiu pela nuca dela, prendendo nos cabelos, enquanto a outra descia pelas costas e apertava a curva da cintura. Giovana gemeu baixo contra os meus lábios, e o som foi o suficiente para me fazer derreter inteira. Espera — eu disse, ofegante, encostando a testa na dela. — Deixa eu acender a luz. Ela riu, baixinho, e me soltou. Procurei o interruptor, e quando a luz suave do hall acendeu, ela ainda estava ali me olhando do mesmo jeito — como se eu fosse a única coisa digna de olhar naquele mundo. A luz suave se espalhou pelo ambiente, e eu fiquei ali parada por um instante, sentindo o olhar dela queimar sobre mim como fogo. Sem desviar os olhos dos dela, levei as mãos devagar até a alça do vestido, descendo o tecido ombro abaixo, devagar, sem pressa, saboreando cada segundo em que seus olhos percorriam cada pedaço de pele que ia sendo revelado. O tecido escorregou até o chão, ficando aos meus pés. E ali fiquei, de pé, só com aquela lingerie rendada branca — a mesma que eu usava com frequência na época em que éramos casadas, aquela que ela amava acima de tudo, que ela dizia ter sido feita só para me ver assim. Vi a respiração dela se cortar, vi os olhos escurecerem de desejo puro, e senti o ar ficar denso entre nós. — Reconhece? — perguntei, com a voz rouca e carregada de malícia, dando um passo lento na sua direção. — Ainda lembra de cada detalhe? Giovanna não respondeu de imediato. Engoliu em seco, os olhos presos em mim, percorrendo cada curva, cada ponto de renda, cada pedaço de pele descoberta com uma fome que fazia meu corpo inteiro queimar. ... Vi a respiração dela se cortar, vi os olhos escurecerem de desejo puro, e senti o ar ficar denso entre nó Point off view Giovana torres Quando o vestido deslizou até o chão, fiquei alguns segundos sem conseguir dizer absolutamente nada. Meu Deus... Ela percebeu meu silêncio e abriu um sorriso convencido. Gostou do que ta olhando ? -Que tu acha . Respondi -Acho que tu quer me comer ! — Você... — passei a língua pelos lábios, tentando recuperar alguma dignidade. — Você é uma bandida safada, sabia? Ela soltou uma risada gostosa e cruzou os braços. — Bandida? Eu? — Você sabe exatamente o que está fazendo. Maya deu um passo na minha direção. — Talvez eu saiba. Balancei a cabeça, rindo. — Eu deveria ter imaginado que aquela carinha inocente era tudo mentira. — Nunca disse que era inocente. — Não mesmo. Ela parou bem na minha frente, tão perto que precisei inclinar um pouco a cabeça para encará-la. A respiração dela batia nos meus lábios, quente e convidativa, e eu senti o sangue ferver nas veias de um jeito que só ela conseguia provocar. — Então não finge que não quer — sussurrou, baixinho, com aquele brilho malicioso nos olhos que me desmontava por inteiro. — Não finge que não lembra de cada vez que eu ficava assim… só pra você. Apertei os dentes, lutando contra a vontade de jogá-la contra a parede naquele mesmo instante. — Lembro — respondi, a voz saindo rouca e pesada. — Lembro de cada detalhe. De cada gemido. De cada vez que você pedia mais, fingindo que era inocente. Ela sorriu de canto, deslizando a ponta dos dedos devagar pelo meu pescoço, descendo até o peito, e me olhou de um jeito que parecia me despir de novo. — E lembra do que eu fazia quando você ficava assim… sem saber o que fazer? — aproximou a boca do meu ouvido, roçando os lábios na minha pele. — Eu te deixava louca, Gio. Te deixava sem ar. Sem juízo. — Maya… — chamei, quase um rosnado, segurando sua cintura com força. Ela se esfregou de leve em mim, devagar, provocando, e sorriu contra minha orelha: — Me come, Gio… — Filha da puta… — rosnei, perdendo de vez o último fio de controle que me restava. Puxei-a com força contra mim e coloquei os lábios nos dela num beijo intenso e faminto. Ela sorriu de um jeito safado, convencida, e aquele sorriso só atiçou ainda mais o fogo que queimava em mim. Virei-a de costas, empurrando-a suavemente contra a parede, e puxei seus cabelos para trás com firmeza, expondo o pescoço lindo e branco. Desci os lábios com fogo sobre aquela pele, beijando, mordendo, marcando cada centímetro como se quisesse deixar claro que ela era minha. Ela mordeu os lábios, ofegante, e eu sentia cada tremor do seu corpo contra o meu. Já estava dura, pulsante, desesperada por ela. — Você acaba comigo, sabia, Manoela? — falei contra sua pele, a voz carregada de desejo e rendição. Ela passou as unhas afiadas sobre minha nuca, arranhando de leve, fazendo-me estremecer inteira. Olhou por cima do ombro, os olhos brilhantes e cheios de malícia, e sorriu de um jeito que me partiu ao meio: — Sabia. A luz do corredor projetava sombras longas contra a parede, mas meus olhos só conseguiam focar nela. Maya sabia exatamente o que estava fazendo. A lingerie branca, o contraste da renda contra a pele morena, o cheiro de vinho e perfume que emanava dela… tudo era uma armadilha na qual eu caía de bom grado. — Você não tem ideia do quanto eu senti falta disso — murmurei, a voz saindo mais como um rosnado enquanto eu a mantinha prensada entre a parede e o meu corpo. Minhas mãos desceram pelas costas dela, sentindo a textura da pele arrepiada. Maya soltou um suspiro pesado, inclinando a cabeça para trás, oferecendo-me mais espaço. Eu não perdi tempo. Ataquei seu pescoço com beijos ávidos, sentindo o pulsar acelerado da sua veia carótida contra meus lábios. Ela estava tão excitada quanto eu. — Então para de falar, Gio… — ela arfou, as mãos subindo pela minha camisa, puxando o tecido para fora da calça com urgência. — Eu quero sentir você. Agora. Eu a peguei no colo com um movimento brusco, e ela imediatamente entrelaçou as pernas na minha cintura. Seus braços envolveram meu pescoço, e ela me beijou com uma fome que parecia querer consumir minha alma. Caminhei tropeçando em direção ao quarto, sem nunca quebrar o contato dos nossos lábios. Quando chegamos à cama, eu a depositei sobre os lençóis de seda. A visão dela ali, espalhada, com os cabelos escuros bagunçados e aquela lingerie que eu tanto amava, quase me fez perder o controle ali mesmo. Minha ereção pulsava contra o jeans, dolorosa e insistente. Livrei-me da camisa com pressa, jogando-a em qualquer canto, e logo depois desfiz o cinto. Maya observava cada movimento meu com os olhos semicerrados, a respiração curta fazendo seus seios subirem e descerem rapidamente sob a renda. Quando finalmente me livrei da calça e da peça íntima, revelando minha masculinidade já totalmente desperta e rígida para ela, vi suas pupilas dilatarem. — Meu Deus, Gio… — sussurrou ela, estendendo a mão para me tocar. O toque dos seus dedos frios contra a pele quente e sensível me fez fechar os olhos e soltar um gemido baixo. Ela me envolveu com firmeza, movendo a mão em um ritmo lento, torturante, enquanto seus olhos nunca deixavam os meus. — Você está tão pronta para mim — ela provocou, sorrindo de lado. — Eu estou sempre pronta para você, Maya. Você sabe disso. Ela sorriu, e de repente estendeu a língua, passando-a devagar e com toda a malícia na ponta, bem na cabeça do meu membro, fazendo um movimento lento e úmido que me atingiu como um choque. — Porra! — exclamei alto, jogando a cabeça para trás, sentindo todo o ar fugir dos meus pulmões de uma vez. Ela, por fim, me envolveu inteira com a boca, lenta e profunda, fazendo-me perder o fôlego de vez. Voltei a olhar para ela, os olhos turvos de desejo, e desci as mãos pesadas e trêmulas sobre o seu pescoço, sentindo a pele quente sob os meus dedos. — Porra, Maya… você é uma filha da puta com essa boca… — rosnei, a voz quebrada e rouca, sentindo cada movimento dela me despedaçar de prazer. — Exatamente assim… não para… Apoiei as mãos firmes na parede, mantendo uma na nuca dela e a outra guiando o ritmo com pressa, empurrando devagar e puxando de volta, sentindo cada vez mais o meu membro inchar e pulsar dentro daquela boca quente. Ela acelerou a chupada, ávida e perfeita, e eu senti o ápice se aproximar rápido demais. — Vou gozar… avisei, a voz rouca e partida. — Porra, Maya… vou gozar… Ela não parou. Continuou, insistente, e então veio: um jato forte, depois outro, e mais outro… perdi a conta de quantos foram. Enchi a boca dela por completo, tanto que ela não conseguiu segurar tudo, e o meu gozo escorreu pelos cantos dos lábios, descendo devagar pelo queixo, brilhando úmido contra a pele morena. Respirei ofegante, com o peito subindo e descendo sem controle, ainda tremendo inteira, enquanto ela me olhava de baixo, com aquela boca cheia e os olhos brilhantes, satisfeita por ter me desmontado todinha. Sorri ao vê-la limpar os lábios devagar, com aquele brilho nos olhos que me despedaçava. A puxei para um beijo, e ela me puxou de volta com força, fazendo-me cair por cima do seu corpo. Point of View Maya Manoela Garcia Ali, deitada sob ela, senti algo diferente. Essa noite estava sendo única, diferente de todas as outras que já passamos juntas. Transar com Giovanna era sempre uma delícia, mas naquela noite parecia haver algo a mais — uma intensidade, uma entrega que ia além do prazer. Mordi os lábios dela com calma, e ela gemeu baixo contra a minha boca. Senti então que ela ficava dura de novo, pulsando e ansiosa entre nós. Giovanna desceu os lábios pelo meu corpo, traçando caminhos lentos e quentes de beijos por toda a pele, descendo cada vez mais. Tirou minha calcinha de uma vez e jogou para o outro lado do quarto, sem desviar o olhar de mim nem um segundo. — Você fica linda nela… mas sem ela fica melhor ainda — sussurrou com a voz rouca de desejo.. E então desceu de vez, e senti a sua boca quente e úmida se colar à minha intimidade. Gemi alto, apertando os lençóis com força entre os dedos, jogando a cabeça para trás e arqueando as costas. As pernas tremeram, o ar fugiu dos meus pulmões, e eu só conseguia sentir aquela sensação avassaladora tomando conta de mim, cada toque, cada movimento, fazendo-me perder o juízo de vez. — Gê… ahhhhh, meu Deus! — gritei, o nome dela se partindo em um grito longo e sem fôlego, as pernas se fechando e tremendo ao redor da sua cabeça. Ela não parou. Pelo contrário, aprofundou mais, com mais fogo, com mais desejo, sabendo exatamente onde me tocar para me desmontar inteira. Senti o prazer subir avassalador, queimando-me por dentro, levando-me a perder qualquer noção do que era real. Segurei os lençóis com tanta força que os dedos doeram, o corpo inteiro arqueado, tremendo, à mercê daquela boca que me conhecia melhor do que eu mesma. — Gê… por favor… ah, continua… — implorei entre gemidos, sem conseguir falar coisa com coisa, só sentindo. Só sentindo ela. Chat lembrando q Gio tem pau continua o sexo e Gio pega a vida d Maya aperta