A ousadia
O Altar da Luxúria e a Rendição do Lorde Demônio
O sol pálido das terras gélidas mal tinha força para atravessar os vitrais do quarto real, mas o calor dentro dos aposentos de Guy Crimson era sufocante, carregado de uma tensão sexual que poderia ser cortada com uma faca. Rimuru, sentindo-se mais audaciosa do que nunca após a noite de excessos, decidiu que o jogo de dominação estava longe de terminar. Guy estava sentado em sua poltrona de veludo negro, observando cada movimento da slime com olhos que prometiam uma nova tempestade.
Rimuru caminhou até o closet mágico de Guy e escolheu algo que faria até mesmo um anjo cair em tentação: um vestido translúcido de seda branca, tão fino que parecia tecido com fios de névoa. Ela o vestiu sem nada por baixo. O tecido era uma sugestão, não uma cobertura; ele delineava a curva generosa de seus quadris, o vale profundo entre seus seios fartos e a sombra escura de sua feminilidade. Para completar o visual, ela prendeu ao pescoço uma coleira de couro preto adornada com uma fina corrente de prata, cujos elos tilintavam contra sua clavícula a cada passo.
— O que é isso, Rimuru? — Guy perguntou, sua voz uma vibração baixa que reverberou no estômago dela. — Decidiu aceitar seu papel de animal de estimação?
— Apenas me certificando de que você não se esqueça de quem realmente manda nesta diversão — Rimuru respondeu com um sorriso sarcástico, aproximando-se da mesa onde uma garrafa de vinho de alta qualidade esperava.
Ela pegou a garrafa gelada, sentindo a condensação molhar suas mãos. Com um movimento deliberado e lento, Rimuru começou a servir o vinho na taça de Guy. No entanto, "acidentalmente", ela inclinou a garrafa de forma que um pouco do líquido escorresse pelo seu próprio pescoço, descendo pelo colo e encharcando o tecido branco do vestido. Instantaneamente, a seda tornou-se completamente transparente, colando-se à pele leitosa como uma segunda pele, revelando a aréola rosada de seus seios pesados.
— Ops... que desastrada eu sou — ela ronronou, inclinando-se sobre a mesa de forma que seus seios ficassem bem diante do rosto de Guy.
Rimuru pegou a garrafa e a posicionou entre os próprios seios, apertando a carne macia contra o vidro frio. Ela esfregou a garrafa para cima e para baixo no sulco profundo de seu decote, observando a pupila de Guy dilatar até que o vermelho de seus olhos fosse quase todo negro.
— Quer um pouco, Guy? — ela provocou, oferecendo a garrafa enquanto a segurava apenas com a pressão de seus seios.
Guy não respondeu com palavras. Ele avançou, agarrando a garrafa com uma mão e, com a outra, prendeu Rimuru pela nuca, forçando-a a olhar para ele. Ele lambeu as gotas de vinho que escorriam pelo peito dela, seus dentes raspando propositalmente na pele sensível, arrancando um arquejo de prazer da slime.
— Eu adoraria ficar e destruir você agora mesmo — Guy rosnou contra a pele dela —, mas tenho assuntos urgentes com os outros Lordes Demônios que não podem esperar. Não se mova daqui.
— Ah, eu vou estar bem aqui... esperando — Rimuru disse, a voz carregada de uma falsa obediência que Guy sabia ser puro veneno.
Assim que Guy saiu, a aura de Rimuru mudou. Ela não ia apenas esperar; ela ia preparar o palco para a destruição total de ambos. Ela trocou o vestido por um biquíni de renda transparente, tão pequeno que mal cobria os mamilos e deixava quase tudo à mostra. Quando ouviu os passos pesados de Guy retornando, ela se posicionou no centro da cama imensa, ficando de quatro, empinando a bunda farta em direção à porta, a corrente da coleira pendendo entre seus braços.
— Você demorou — Rimuru disse, olhando por cima do ombro com o rosto corado e os lábios entreabertos. — Eu estou tão vazia, Guy... Por favor, me foda. Me foda até eu não lembrar meu próprio nome. Me preencha até eu transbordar.
O autocontrole de Guy quebrou como vidro. Ele nem sequer tirou toda a roupa, apenas abriu as calças e avançou sobre ela como um predador faminto. Ele a agarrou pelos quadris, os dedos cravando-se na carne macia, e entrou nela com uma estocada bruta que fez Rimuru gritar, sua cabeça batendo contra o colchão enquanto seu corpo era jogado para frente pelo impacto.
— É isso que você quer, sua vadia insolente? — Guy rosnou, cada palavra pontuada por uma batida violenta de sua bacia contra a dela. — Quer ser preenchida por um Lorde Demônio?
— Sim! Mais... mais forte! — Rimuru implorava, as mãos agarrando os lençóis com força.
A primeira posição foi ali, de quatro, com Guy a possuindo com uma fúria animal. O som da carne batendo contra a carne ecoava pelo quarto, misturado aos gemidos guturais de Rimuru. Guy não tinha piedade; ele queria marcar cada centímetro interno dela. Depois de alguns minutos de puro frenesi, ele a virou de costas, puxando suas pernas para cima até que seus joelhos tocassem seus ombros, expondo-a completamente. Ele a penetrou novamente, desta vez explorando ângulos mais profundos, fazendo Rimuru revirar os olhos e soltar uma baba involuntária pelo canto da boca.
— Olhe para mim — Guy ordenou, e Rimuru obedeceu, sua visão turva de prazer vendo o rosto de Guy retorcido em êxtase.
Eles se moveram para a poltrona, com Rimuru montada nele, seus seios grandes balançando violentamente a cada movimento de descida. Ela usava sua habilidade de slime para apertar o membro de Guy de dentro para fora, criando uma sucção que o fazia delirar. Guy, por sua vez, agarrou os seios dela com uma fome desesperada, levando um mamilo à boca e sugando com tanta força que Rimuru sentiu um choque elétrico percorrer sua espinha.
— Guy... ah! — ela gritou quando ele começou a morder seu peito, uma dor doce que só aumentava a excitação.
Ele chupava e maltratava os seios dela com tamanha intensidade que, em um fenômeno bizarro causado pela manipulação mágica e pelo ápice do prazer, um líquido esbranquiçado, como leite, começou a brotar dos mamilos de Rimuru. Guy bebeu cada gota, rosnando de satisfação enquanto continuava o bombardeio entre suas pernas.
— Você é minha, Rimuru. Toda minha — ele declarou, levando-a para a varanda mais uma vez.
O ar frio da montanha atingiu a pele suada de Rimuru, mas ela mal sentiu. Guy a vestiu rapidamente com um mini vestido de renda preta e meias calças que terminavam no meio das coxas. Ele a forçou a desfilar pela sacada, sob a luz da lua, enquanto os guardas lá embaixo podiam ver apenas a silhueta de uma mulher divina se exibindo.
— Fique de quatro — ele comandou, e ela obedeceu instantaneamente, apoiando os cotovelos no parapeito.
O vestido curto subiu, revelando sua bunda empinada e as meias de renda. Guy a possuiu por trás com uma brutalidade renovada. As mordidas em seus ombros e pescoço deixavam marcas roxas, e Rimuru já não sabia mais onde terminava a dor e onde começava o prazer. Seu corpo tremia incontrolavelmente, as pernas fraquejando, mas Guy a segurava com firmeza, impedindo-a de cair enquanto continuava o ato sem misericórdia.
— Por favor... Guy... eu não aguento... — ela balbuciava, a mente se fragmentando. — Mais... não pare... piedade...
— Você não terá piedade, Rimuru — Guy sussurrou em seu ouvido, sua voz carregada de uma luxúria sombria. — Eu vou te foder até você esquecer que é um ser poderoso. Você vai ser apenas meu brinquedo.
O ápice chegou como uma explosão de supernova. Guy descarregou tudo dentro dela, um calor intenso que pareceu queimar as entranhas de Rimuru. Ela desabou no chão da varanda, o corpo ainda espasmando, os olhos revirados mostrando apenas o branco, enquanto o líquido de sua rendição escorria por suas coxas.
Guy a pegou no colo, limpando a baba de seu queixo com o polegar. Rimuru estava em um estado de estupor, sua consciência flutuando em um mar de endorfinas e exaustão. Ela olhou para Guy, um sorriso fraco e satisfeito em seus lábios trêmulos.
— Você... ganhou essa rodada... — ela conseguiu sussurrar antes de apagar completamente nos braços do Lorde do Orgulho, que a carregou de volta para o castelo, sabendo que aquele era apenas o começo de uma eternidade de excessos.