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A ousadia

O Altar da Devassidão e a Runa do Êxtase Infinito

O silêncio nos aposentos privados de Guy Crimson era apenas aparente. No ar, pairava o cheiro residual de luxúria e o som suave de papéis sendo manuseados. Rimuru, recuperada de sua exaustão anterior, decidiu que a manhã exigia um novo tipo de tortura psicológica para o Lorde do Orgulho. Ela estava sentada em uma escrivaninha de ébano, fingindo estar profundamente concentrada em relatórios comerciais de Tempest. No entanto, sua vestimenta contava uma história diferente.

Ela usava apenas uma saia plissada preta, tão curta que o simples ato de respirar ameaçava revelar o que estava por baixo, e um sutiã de renda preta que mal continha o volume de seus seios. Rimuru não estava apenas sentada; ela estava arqueada sobre a mesa, os cotovelos apoiados de forma que seus seios fossem esmagados um contra o outro, criando um decote profundo e hipnotizante. Sua bunda farta empinava-se para trás, desafiando a gravidade e a sanidade de qualquer espectador.

Guy entrou no quarto, seus olhos vermelhos capturando a cena instantaneamente. Ele parou na porta, observando a pele leitosa de Rimuru brilhar sob a luz matinal.

— Você parece muito ocupada, Rimuru — comentou Guy, sua voz carregada de uma promessa perigosa. — Eu não sabia que a administração de uma federação exigia uma postura tão... ergonômica.

Rimuru olhou por cima do ombro, soltando um suspiro fingido enquanto mordia a ponta de uma caneta de pena, um gesto carregado de falsa inocência.

— Oh, Guy. Eu não vi você chegar. Estes relatórios são tão densos... sinto minhas costas tão tensas. Você não se importa se eu me alongar um pouco, não é?

Ela se espreguiçou, arqueando as costas ainda mais, fazendo com que o fecho do sutiã estalasse sob a pressão. Guy não deu mais um passo calmo. Em um borrão de velocidade demoníaca, ele atravessou o quarto. Suas mãos agarraram a renda do sutiã e, com um movimento violento, rasgaram a peça ao meio. Os seios de Rimuru saltaram para fora, balançando livremente, enquanto Guy já atacava seu pescoço com beijos famintos.

— Chega de papéis — rosnou ele, virando-a rudemente na cadeira e forçando suas pernas a se abrirem. — Você queria atenção, agora você terá toda ela.

Guy ajoelhou-se entre suas coxas e começou a chupá-la com uma ferocidade que fez Rimuru gritar e agarrar os cabelos ruivos dele. A língua de Guy era experiente e implacável, explorando cada dobra de sua intimidade enquanto suas mãos apertavam e maltratavam seus seios. Rimuru sentia-se derreter; sua natureza de slime tornava cada sensação dez vezes mais intensa.

— Guy... ah, deuses! — ela gemia, a cabeça jogada para trás, os olhos começando a revirar. — Mais... não pare... por favor!

Ele não parou. Ele a possuiu ali mesmo, na cadeira de madeira dura, por horas. O som das estocadas brutais ecoava, um ritmo constante de carne contra carne. Guy a usou até que Rimuru estivesse tremendo violentamente, incapaz de manter o foco em qualquer coisa que não fosse o preenchimento maciço que ele oferecia. Quando ele finalmente terminou, deixando-a encharcada e ofegante, Rimuru mal conseguia ficar de pé.

Mas o dia estava apenas começando. Guy tinha uma reunião de cúpula com seus generais e alguns emissários, e ele exigiu a presença de Rimuru.

— Você vai me acompanhar — disse ele, jogando sobre a cama um vestido de seda azul-escuro. — E tente se comportar.

Rimuru sorriu maliciosamente. Com as pernas ainda bambas, ela vestiu a peça. O vestido era uma armadilha: extremamente justo, com fendas laterais que subiam até o quadril e um decote em "V" que descia quase até o umbigo. Durante a reunião, enquanto Guy discutia táticas militares e expansão territorial, Rimuru agia como a "secretária" perfeita.

— Senhor Guy, você deixou cair esta caneta — disse ela com uma voz aveludada, curvando-se lentamente diante de todos os presentes.

Ao se inclinar, o decote do vestido se abriu completamente, oferecendo aos olhos de Guy (e para o terror dos súditos, que tentavam desesperadamente olhar para o outro lado) uma visão total de seus seios pesados. Rimuru permaneceu naquela posição por alguns segundos extras, "procurando" o objeto, enquanto sentia o olhar ardente de Guy queimar sua pele. Ela se levantou com um movimento fluido de quadris, lançando um olhar sarcástico para o Lorde Demônio.

Guy mal conseguia manter o fio de pensamento. Sua aura começou a vazar, uma pressão avermelhada que fez os emissários tremerem de medo. Assim que o último subordinado saiu da sala, Guy trancou a porta magicamente.

— Você se diverte brincando com o fogo, Rimuru — disse ele, caminhando até ela com uma intenção predatória.

— Eu sou uma slime, Guy. Eu não queimo... eu fervo — ela rebateu, puxando a alça do vestido para baixo.

Eles não chegaram à cama. Guy a jogou sobre a mesa de reuniões, espalhando mapas e documentos pelo chão. Ele a possuiu com uma força renovada, como se quisesse puni-la por cada provocação na frente de seus homens. Rimuru envolvia a cintura dele com suas pernas, puxando-o para mais fundo, gritando o nome dele enquanto o mármore frio da mesa contrastava com o calor febril de seus corpos. Eles fizeram amor de forma tão bruta e prolongada que, quando o último espasmo de prazer finalmente passou, os sentidos de Rimuru simplesmente se desligaram. Ela desmaiou nos braços dele, um sorriso de puro êxtase gravado em seu rosto.

Quando Rimuru recuperou a consciência, algumas horas depois, ela estava de volta aos aposentos reais. O sol já começava a se pôr. Em vez de se sentir intimidada, ela sentiu um novo surto de audácia. Ela se levantou e procurou algo novo no guarda-roupa. Encontrou uma saia que consistia apenas em dois painéis de tecido presos por correntes nas laterais, deixando as coxas e os quadris totalmente expostos. Para a parte de cima, escolheu um top feito de dois triângulos mínimos de renda, mal cobrindo os mamilos.

Ela encontrou Guy na sacada, observando o horizonte. Rimuru aproximou-se e começou a desfilar, fazendo poses ousadas, empinando a bunda em direção a ele e usando a língua para molhar os próprios lábios de forma sugestiva.

— Você nunca se cansa, não é? — Guy perguntou, virando-se para ela, a luxúria brilhando novamente em seus olhos.

— Eu estou apenas começando — Rimuru provocou, mas antes que pudesse continuar, Guy a agarrou pelo braço.

— Eu tenho algo novo para você, Rimuru. Um pequeno experimento.

Guy desenhou uma runa mágica no ar com o dedo. A runa brilhava em um tom de violeta profundo. Com um toque rápido, ele a inseriu no baixo ventre de Rimuru. Instantaneamente, ela soltou um grito agudo. A runa não era dolorosa, mas emitia ondas constantes de estimulação mágica diretamente em seu núcleo. Era como se milhares de dedos invisíveis a estivessem tocando ao mesmo tempo, sem parar.

— O que... o que é isso? — Rimuru arquejou, caindo de joelhos, suas coxas já começando a ficar molhadas.

— Uma runa de estimulação contínua — explicou Guy, sentando-se em sua poltrona e observando-a. — Ela vai reagir à sua própria energia mágica. Quanto mais excitada você ficar, mais forte ela agirá. Vamos ver quanto tempo você aguenta antes de implorar para que eu pare.

Rimuru tentou se levantar, mas suas pernas cederam. Ela começou a se esfregar no tapete de pele, buscando qualquer alívio para a queimação de prazer que a consumia. Seus olhos reviravam, mostrando apenas o branco, e sua língua pendia para fora de sua boca enquanto ela ofegava pesadamente.

— Guy... ah... isso é... demais... — ela balbuciava, os dedos cravados no chão.

Guy a observou por algum tempo, deliciando-se com a visão da poderosa Rimuru Tempest reduzida a uma massa trêmula de desejo. Finalmente, ele se levantou e a levou para a cama, destruindo-a novamente com uma série de posições que exploravam cada milímetro de seu corpo maleável. Ele a usou de lado, com uma perna jogada sobre seu ombro; a usou de pé, contra a parede, enquanto a runa continuava a vibrar dentro dela.

Rimuru estava em um estado de delírio puro. Ela usava seus seios para envolver o membro de Guy enquanto ele a penetrava, criando uma sensação de preenchimento duplo que a fazia gritar até ficar rouca. A cada orgasmo, a runa brilhava mais forte, impedindo que o prazer diminuísse, mantendo-a em um pico constante de agonia e êxtase.

Eles experimentaram tudo. Guy a explorou de formas que desafiavam a anatomia, aproveitando sua natureza de slime para dobrá-la e moldá-la. Rimuru, mesmo em seu estado de estupor, retribuía com uma paixão selvagem, suas mãos deixando marcas de unhas nas costas de Guy.

No final do dia, quando a runa finalmente se dissolveu, Rimuru estava deitada em meio aos lençóis desfeitos, o corpo ainda espasmando levemente. Ela estava coberta de suor, vinho e fluidos, sua mente um borrão de imagens de Guy e sensações avassaladoras.

Guy deitou-se ao lado dela, passando a mão pelos cabelos azul-prateados de Rimuru.

— Então? — ele perguntou, um sorriso vitorioso nos lábios. — Ainda quer escolher as roupas da próxima vez?

Rimuru tentou responder, mas apenas um suspiro fraco e satisfeito saiu de seus lábios. Ela se aconchegou no peito de Guy, fechando os olhos enquanto o sono finalmente a reivindicava. Ela sabia que, em Tempest, ela era um deus, um líder, um herói. Mas aqui, nos braços de Guy, ela era algo muito mais perigoso e excitante. E ela mal podia esperar pelo que o amanhã traria.