acidentalmente sexy
O Eco das Sombras e o Despertar de Noelle
O silêncio do quarto de Kris no Mundo das Trevas foi subitamente preenchido pelo som pesado da respiração de Noelle. Ela sentia o mundo oscilar sob seus pés, mas antes que pudesse processar o turbilhão de emoções, Kris agiu. Com um movimento fluido e decidido, ele envolveu a nuca dela com uma das mãos, puxando-a para um beijo profundo e faminto. Não era o tipo de beijo que Noelle imaginava em seus sonhos de infância; era carregado de uma urgência sombria, um gosto de determinação que a fez soltar um gemido abafado contra os lábios dele.
Kris a conduziu para trás, sem romper o contato, até que os joelhos de Noelle tocaram a borda da cama macia. Com um empurrão firme, mas controlado, ele a jogou sobre os lençóis de tons arroxeados. Noelle afundou no colchão, os cabelos loiros espalhando-se como uma auréola desordenada, enquanto via Kris começar a se despir com uma agilidade predatória.
Ele removeu a armadura prateada, as peças de metal caindo no tapete com baques surdos. Por baixo, ele usava uma blusa regata preta extremamente justa, que delineava perfeitamente sua musculatura magra e a cintura fina e definida que Noelle tanto admirara no mundo real. Quando ele deslizou as calças de combate, ficando apenas com uma peça íntima também preta, a visão foi avassaladora para a rena. O tecido elástico não deixava nada para a imaginação, marcando com clareza a rigidez latejante que denunciava o quanto ele a desejava.
Kris subiu na cama, engatinhando sobre ela como um felino. Ele se posicionou entre as pernas de Noelle, sentindo o calor que emanava dela. Sem pressa, ele começou a roçar seu volume contra a coxa dela, um movimento rítmico que fez Noelle arquear as costas, as mãos apertando os lençóis com força.
— Kris... — ela sussurrou, a voz falhando enquanto seus olhos castanhos buscavam os dele, escondidos sob a franja.
— Shhh... — ele murmurou, a voz rouca e baixa. — Apenas sinta.
Com movimentos hábeis, Kris livrou-se do restante de suas roupas e, com uma delicadeza surpreendente, começou a despir Noelle. Ele removeu a túnica branca dela, revelando a pele clara e os seios pequenos e delicados que subiam e desciam rapidamente com a respiração ofegante. Kris começou a tocá-la com as pontas dos dedos, traçando círculos lentos em torno de sua auréola, massageando a carne macia antes de levar um dos mamilos à boca.
Noelle soltou um grito contido quando sentiu a língua quente dele e a sucção firme. O contraste entre a gentileza do toque e a intensidade da situação a estava levando à loucura. Enquanto ele se concentrava em seus seios, uma das mãos de Kris deslizou para baixo, encontrando o caminho por entre as pernas dela.
Ele começou a massagear seu clitóris com movimentos precisos, enquanto se inclinava para beijar o pescoço sensível de Noelle, deixando marcas leves que ela levaria como segredos para casa.
— Você é tão macia, Noelle — sussurrou ele contra a pele dela. — Tão quente.
A estimulação era demais para ela suportar. Noelle sentia que ia explodir a qualquer momento. Quando Kris finalmente se posicionou para entrar nela, ele o fez com uma lentidão torturante, permitindo que ela se acostumasse com sua presença preenchendo-a.
— Dói? — perguntou ele, a voz subitamente suave.
— Não... — ela ofegou, envolvendo as pernas na cintura dele para puxá-lo mais fundo. — Por favor, Kris... não para.
Ele começou a se mover, inicialmente com estocadas gentis, mas o controle de Kris parecia estar se esvaindo. Ele começou a sussurrar coisas pervertidas em sua orelha, descrevendo exatamente o que queria fazer com ela, como o corpo dela reagia a cada movimento dele, e como ele a observava há muito tempo. As palavras sujas eram o combustível que faltava para o incêndio interno de Noelle.
O ritmo tornou-se frenético. Kris a fodia com força agora, o som da carne colidindo e os gemidos de Noelle ecoando pelas paredes de pedra do quarto. Ela sentiu a