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Bellingham teimosia

Disciplina e Rendição sob os Holofotes

O efeito analgésico da injeção aplicada pelo médico começou a circular pela corrente sanguínea de Jude Bellingham, mas a paz durou pouco. No vestiário do Real Madrid, o clima de acolhimento estava prestes a se transformar em uma lição de disciplina severa. Jude, sentindo-se um pouco mais forte, começou a se agitar novamente no colo de Modric e Mbappé. A teimosia do jovem inglês parecia não ter limites, e ele tentava, a todo custo, se desvencilhar do abraço protetor para tentar ficar de pé.

— Eu já estou melhor! — exclamou Jude, a voz ainda embargada, mas carregada de uma insistência irritante. — Eu preciso voltar lá para fora, o jogo ainda não acabou na minha cabeça. Eu não posso ficar aqui parado!

Zlatan Ibrahimovic, que observava a cena de braços cruzados, deu um passo à frente, sua sombra cobrindo o jovem jogador. A paciência do sueco havia se esgotado.

— Você não aprende, não é, garoto? — a voz de Ibrahimovic trovejou pelo vestiário. — Nós te demos carinho, nós te protegemos, e você continua agindo como um moleque mimado que não respeita as ordens dos veteranos.

— Zlatan tem razão — disse Mbappé, mudando seu tom de voz de doce para autoritário. — Nós dissemos para você descansar. Se você não quer fazer isso por bem, faremos você entender quem manda aqui.

Luka Modric, que até então era o porto seguro de Jude, suspirou e olhou para os outros jogadores. Cristiano Ronaldo, Lewandowski, Haaland, Vini Jr., Raphinha e Xavi formaram um círculo ao redor da maca. A decisão estava tomada. Para que Jude Bellingham entendesse a gravidade de sua situação e aprendesse a obediência absoluta, uma punição exemplar seria aplicada, e não seria entre quatro paredes.

— Levem-no para o centro do vestiário, onde todos possam ver — ordenou Ibrahimovic.

Jude entrou em pânico. Ele foi erguido por Haaland e Lewandowski como se fosse uma pluma. Seus protestos foram inúteis. Eles o deitaram de bruços sobre uma mesa de massagem centralizada, deixando-o completamente vulnerável diante de todos os seus ídolos e companheiros.

— Isso é para o seu próprio bem, Jude — disse Cristiano Ronaldo, assumindo a posição ao lado de Ibrahimovic. — Você precisa de disciplina.

O que se seguiu foi uma sequência rítmica e implacável. Ibrahimovic, Mbappé e Modric lideraram a punição. Cada um deles, seguido pelos outros jogadores na roda, começou a desferir palmadas firmes e sonoras no bumbum de Jude. O som dos estalos ecoava nas paredes de azulejo, um lembrete constante de sua desobediência.

— Uma... duas... três... — Lewandowski contava em voz alta.

Jude gritava, as lágrimas voltando a inundar seu rosto. A dor das palmadas era diferente da dor da lesão; era uma dor que queimava a pele e feria o orgulho. Ele tentava se debater, mas a força combinada de Haaland e Suárez o mantinha pregado à mesa.

— Por favor! Parem! Eu prometo que descanso! — Jude implorava, mas ninguém parecia disposto a parar.

— Você só vai parar quando chegarmos a quinhentas — sentenciou Ibrahimovic, desferindo uma palmada que deixou a marca de seus dedos na pele avermelhada do inglês. — Isso é para você aprender a respeitar seus pais neste esporte.

À medida que a contagem avançava para as centenas, Jude perdia as forças para lutar. Seu corpo tremia violentamente. Cada jogador que passava deixava sua marca. Vini Jr. e Raphinha, embora hesitantes no início, seguiram a ordem dos veteranos, aplicando correções que visavam domar o espírito rebelde do companheiro.

— Quatrocentas e noventa e oito... quatrocentas e noventa e nove... quinhentas! — gritou o grupo em uníssono.

Jude estava exausto, seu traseiro latejava intensamente, mas a lição estava apenas começando. Ibrahimovic inclinou-se sobre ele, segurando seu queixo com força para que ele olhasse nos olhos do sueco.

— Agora, para garantir que você não saia do lugar e que sinta cada fibra do seu corpo focada no prazer e na dor da obediência, temos um presente especial — disse Zlatan com um sorriso cruel.

Mbappé aproximou-se segurando um dispositivo eletrônico, um vibrador de alta potência, que foi ligado no nível máximo. Sem dar tempo para Jude processar o que estava acontecendo, o objeto foi introduzido, causando um choque de sensações que fez o jogador arquear as costas e soltar um grito agudo.

— Fique parado, Jude — ordenou Modric, sua voz agora fria e dominante. — Se você se mexer, a vibração só vai aumentar.

— Agora — continuou Mbappé, posicionando-se à frente de Jude —, eu quero ouvir. Quem somos nós para você?

Jude soluçava, o prazer involuntário se misturando à humilhação e à dor residual das palmadas. Ele tentou desviar o olhar, mas Ibrahimovic apertou seu rosto.

— Responda! — rugiu Zlatan.

— Papai... — sussurrou Jude, a voz quase inaudível.

— Mais alto! — exigiu Mbappé. — Diga para todos ouvirem.

— Vocês são... meus papais — Jude gritou, o rosto enterrado no estofado da mesa, enquanto a vibração o levava ao limite da sanidade.

— Isso mesmo — disse Modric, acariciando as costas suadas de Jude com uma mão, enquanto a outra permanecia pronta para mais um tapa caso ele vacilasse. — Você é o nosso menino teimoso, e meninos teimosos precisam de donos.

Mbappé, vendo que Jude estava completamente entregue, começou a dar tapas rápidos e fortes no rosto e no peito do jogador, estimulando-o enquanto a vibração interna fazia o trabalho de levá-lo ao ápice. O vestiário estava em silêncio, apenas o som do aparelho e os gemidos de Jude preenchiam o ar.

— Olha para mim, Jude — comandou Mbappé. — Olha o que você está fazendo. Você está gozando na frente de todos nós porque finalmente aprendeu a obedecer.

Com um último espasmo violento, provocado pela estimulação implacável de Mbappé e pela vibração constante, Jude Bellingham atingiu o ápice. Ele desabou na mesa, o corpo mole, o suor escorrendo por cada poro. Ele estava completamente quebrado, física e mentalmente.

— Bom menino — disse Ibrahimovic, retirando o dispositivo e limpando Jude com uma toalha de forma brusca, porém finalizadora.

Modric e Mbappé o pegaram novamente no colo. Desta vez, Jude não lutou. Ele se aninhou neles, escondendo o rosto, buscando o conforto que agora vinha acompanhado do peso da autoridade.

— Você aprendeu a lição? — perguntou Cristiano Ronaldo, cruzando os braços e olhando para o jovem com uma mistura de severidade e aprovação.

— Sim... — murmurou Jude, os olhos fechados. — Eu aprendi. Eu vou descansar. Eu vou obedecer aos meus papais.

— Ótimo — concluiu Mbappé, beijando a testa de Jude. — Agora, vamos cuidar dessa perna. E se você pensar em fugir de novo, lembre-se de que as quinhentas palmadas foram apenas o começo.

Jude Bellingham, o astro mundial, o prodígio do Real Madrid, dormiu ali mesmo, no colo de seus "papais", sob o olhar atento de uma elite do futebol que não aceitava nada menos que a rendição total. A ordem havia sido restaurada no Bernabéu.