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Bellingham teimosia

Sombras e Submissão sob o Luar

A noite em Madri estava gélida, mas o clima dentro da van de luxo que deixava o Santiago Bernabéu era de uma tensão abafada e autoritária. Jude Bellingham, ainda zonzo pelo coquetel de analgésicos e pela exaustão emocional da punição anterior, estava deitado no banco traseiro, com a cabeça apoiada no colo de Luka Modric. O croata acariciava seus fios cacheados com uma ternura que escondia a severidade dos eventos recentes. No entanto, o destino não era a casa de Jude, nem um hospital de elite.

— Para onde estamos indo? — sussurrou Jude, a voz falha, sentindo o latejar constante em seu bumbum, que ainda ardia pelas quinhentas palmadas.

— Para um lugar onde você vai aprender que o mundo inteiro pode ver a sua rendição, Jude — respondeu Mbappé, que estava sentado à frente, virando-se para encarar o jovem inglês com um olhar predatório e um sorriso de canto. — Você achou que a lição tinha acabado no vestiário? Aquilo foi apenas o aquecimento.

A van parou em uma área isolada de um parque luxuoso, cujos portões haviam sido abertos apenas para aquele grupo seleto. Haaland e Ibrahimovic desceram primeiro, garantindo que não houvesse ninguém por perto, exceto as câmeras de alta definição que Lewandowski e Cristiano Ronaldo carregavam. Eles não queriam apenas disciplinar Jude; queriam documentar a queda do "Rei Jude" para que ele nunca esquecesse a quem pertencia.

— Fora do carro. Agora — ordenou Ibrahimovic, abrindo a porta lateral com um solavanco.

Jude tentou protestar, mas a dor no joelho e o medo paralisante o impediram. Ele foi carregado por Haaland até um banco de pedra circular, iluminado apenas pela luz prateada da lua e pelos flashes ocasionais das câmeras dos outros jogadores.

— De bruços, Jude. No banco — comandou Mbappé, retirando o cinto de suas calças com um estalo seco que fez o inglês estremecer.

— Por favor... aqui não... alguém pode ver — implorou Jude, as lágrimas voltando a escorrer enquanto ele era forçado a se deitar sobre a pedra fria.

— Esse é o ponto, pequeno — disse Lewandowski, posicionando a câmera para captar cada detalhe da expressão de agonia e vergonha de Jude. — Você é uma figura pública. Sua obediência também deve ser.

Mbappé não perdeu tempo. Com um movimento brusco, ele abaixou o calção de treino de Jude, expondo a pele já avermelhada e sensível. Sem aviso, o francês desferiu uma sequência de palmadas pesadas, cada uma ecoando pelo parque silencioso.

— Isso é por cada vez que você pensou que era maior que o time! — gritou Mbappé, intercalando os golpes com a mão aberta e o cinto dobrado.

— Aaah! Papai, para! Por favor, papai! — Jude gritava, o rosto pressionado contra a pedra, os soluços quebrando o silêncio da noite.

— Chame-nos de papais o quanto quiser, mas as palmadas só param quando eu decidir — retorquiu Mbappé.

Após uma série exaustiva de golpes que deixaram o traseiro de Jude em um tom de púrpura vibrante, Mbappé mudou de tática. Ele pegou um frasco de lubrificante e despejou o líquido frio sobre a entrada de Jude, que se contraiu violentamente.

— Agora, a parte que vai fazer você esquecer até o próprio nome — sussurrou o francês no ouvido de Jude.

Mbappé começou a introduzir os dedos, um a um, de forma lenta e deliberada. Jude soltou um gemido agudo, uma mistura de dor física e uma estimulação que sua mente tentava rejeitar, mas seu corpo traía.

— Não... para... papai, dói! — Jude implorava, tentando fechar as pernas, mas Haaland segurava seus tornozelos com mãos de ferro.

— Relaxa para o papai, Jude — disse Mbappé, aumentando o ritmo das dedadas, atingindo pontos que faziam o corpo do inglês arquear e tremer. — Veja como você gosta disso. Veja como você geme para nós.

Enquanto Mbappé trabalhava com os dedos, ele sacou o vibrador novamente, desta vez pressionando-o contra o clitóris masculino de Jude enquanto continuava a penetração digital. A combinação era avassaladora. Jude começou a delirar, a cabeça balançando de um lado para o outro.

— Eu vou... eu vou... — Jude gaguejava, o prazer subindo como uma maré incontrolável.

— Você só goza quando eu mandar! — rugiu Mbappé, desferindo um tapa estalado no bumbum dele bem no momento em que Jude estava prestes a explodir.

O choque do tapa interrompeu o ápice, deixando Jude em um estado de agonia e desejo insuportável. Cristiano Ronaldo aproximou-se com o celular, gravando o rosto suado e destruído de Bellingham.

— Diga para a câmera, Jude — ordenou CR7. — Diga quem é o dono desse corpo.

— O... o Mbappé... o Zlatan... todos vocês — Jude soluçava, a saliva escorrendo pelo canto da boca. — Eu sou o brinquedo de vocês. Por favor, me deixa gozar, papai!

Mbappé sorriu, satisfeito com a rendição total. Ele aumentou a velocidade dos dedos e ligou o vibrador na potência máxima, enquanto Modric se aproximava para segurar a mão de Jude, oferecendo um conforto cruel.

— Agora, meu menino. Goze para os seus papais — comandou Mbappé.

Jude soltou um grito que pareceu rasgar a noite do parque. Seu corpo teve espasmos violentos enquanto ele atingia um orgasmo devastador, sujando o banco de pedra e suas próprias pernas. Ele ficou ali, tremendo, completamente vazio de qualquer vontade própria, enquanto o som dos obturadores das câmeras registrava sua ruína.

— Muito bem — disse Ibrahimovic, aproximando-se para cobrir o corpo trêmulo de Jude com um casaco caro. — Agora você sabe o seu lugar. No campo, você é um craque. Fora dele, você é nosso.

Modric pegou Jude nos braços, limpando o rosto do jovem com um lenço de seda. O inglês não tinha mais forças para chorar ou protestar. Ele apenas enterrou o rosto no peito do croata, aceitando o seu destino.

— Vamos para casa — disse Mbappé, guardando o celular que continha o vídeo que garantiria a lealdade eterna de Jude. — Amanhã, você será o primeiro a chegar na fisioterapia. E você vai sorrir para todos, sabendo exatamente o que aconteceu aqui esta noite.

A van partiu, deixando o parque em silêncio novamente. Jude Bellingham, o garoto de ouro do futebol mundial, agora era apenas um segredo compartilhado por lendas, um segredo que ardia em sua pele e em sua alma a cada passo que dava.