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Bellingham teimosia

O Espetáculo da Fragilidade e a Marca da Posse

A conferência de imprensa havia deixado o mundo em estado de choque, mas para Jude Bellingham, o verdadeiro pesadelo — ou seria o seu mais profundo refúgio? — estava apenas começando. Ele ainda estava nos braços de Kylian Mbappé enquanto cruzavam os corredores internos do Santiago Bernabéu, longe dos flashes, mas ainda sob o olhar atento de funcionários e seguranças que desviavam o olhar, divididos entre o respeito e o temor pela hierarquia que acabara de ser estabelecida.

O corpo de Jude ainda tremia. A fralda volumosa roçava em suas coxas, um lembrete constante de que sua autonomia havia sido revogada. O bumbum ardia, pulsando em um ritmo doloroso que parecia compassado com as batidas de seu coração acelerado. Mbappé não o soltou. Ele o carregou até uma sala privativa, um camarote luxuoso onde Cristiano Ronaldo, Ibrahimovic e Modric já aguardavam, cercados por garrafas de água mineral e telas que mostravam a repercussão imediata da "Conferência da Rendição" nas redes sociais.

— Ele ainda está acordado? — perguntou Ibrahimovic, sua voz grave ecoando no ambiente luxuoso.

— Quase — respondeu Mbappé, depositando Jude em um divã de couro negro. — O efeito do prazer e da vergonha é exaustivo, não é, pequeno?

Jude abriu os olhos lentamente. Ele se sentia pesado, a mente nublada pelos resquícios da estimulação anterior. Ao ver o círculo de veteranos ao seu redor, ele tentou instintivamente fechar as pernas, mas a dor no tornozelo enfaixado e a rigidez de seus "papais" o impediram.

— Você foi muito bem lá fora, Jude — disse Cristiano Ronaldo, aproximando-se com um olhar que misturava aprovação e uma promessa de mais rigor. — Mas notei que você hesitou quando Kylian mandou você abrir a boca para a mamadeira. Você tentou resistir por um segundo.

— Eu... eu só fiquei assustado, papai Cris — sussurrou Jude, a voz falha.

— Susto não é desculpa para desobediência — sentenciou Modric, sentando-se à beira do divã. — Nós combinamos que a rendição seria total. Se você hesita diante das câmeras, você nos desonra. E desonra a si mesmo como nosso protegido.

Mbappé, que já havia retirado o paletó do terno, ajoelhou-se entre as pernas de Jude. Com um movimento rápido, ele desfez as abas adesivas da fralda, abrindo-a completamente. A pele de Jude estava em um tom de carmesim profundo, marcada pelas palmadas da coletiva.

— Você ainda está muito tenso — observou Mbappé, passando os dedos frios pela pele quente e castigada do inglês. — Precisamos garantir que você entenda que cada centímetro do seu corpo é um canal para a nossa autoridade.

Sem qualquer preâmbulo, Mbappé aplicou uma generosa quantidade de gel lubrificante na ponta dos dedos. Jude soltou um arquejo, tentando se afastar, mas as mãos de Ibrahimovic prenderam seus ombros contra o divã.

— Fique parado, Jude — ordenou o sueco. — Ou as palmadas vão recomeçar aqui mesmo, e desta vez não haverá fralda para abafar o som.

Jude paralisou, as lágrimas voltando a inundar seus olhos. Ele sentiu o primeiro dedo de Mbappé pressionar sua entrada, que ainda estava sensível. Mas não foi uma entrada lenta ou carinhosa. Mbappé começou a mover os dedos de forma frenética, uma técnica de dedadas rápidas e profundas que visava sobrecarregar o sistema nervoso do jovem jogador.

— Ahn! Não! Papai Kylian! — Jude gritou, as costas arqueando-se violentamente.

— Shhh... — sibilou Mbappé, aumentando a velocidade. — Isso é para limpar qualquer resquício de orgulho que tenha sobrado em você. Sinta o que acontece quando você tenta nos desafiar.

O som das dedadas era rítmico e úmido, preenchendo o silêncio da sala VIP. Cristiano Ronaldo observava tudo, segurando um tablet onde monitorava os batimentos cardíacos de Jude através de um sensor no pulso do garoto.

— O pulso dele está em cento e sessenta — comentou Cristiano. — Ele está no limite. Continue.

Mbappé inseriu um segundo e um terceiro dedo, movendo-os em um padrão de tesoura dentro de Jude. A sensação era avassaladora. Jude começou a delirar, a cabeça balançando de um lado para o outro enquanto seus gemidos se tornavam gritos de puro desespero e prazer forçado.

— Por favor! Eu não aguento mais! — Jude implorava, o rosto enterrado na almofada. — Eu sou um bom menino! Eu prometo!

— Você será um bom menino quando eu disser que terminou! — rebateu Mbappé, desferindo um tapa estalado no bumbum de Jude com a mão livre, bem no meio da estimulação.

O choque da dor física cruzando com a invasão interna fez Jude perder o controle. Ele soltou um grito que foi abafado pela mão de Modric, que cobriu sua boca com firmeza.

— Silêncio, Jude — murmurou Modric no ouvido dele. — Lembre-se de que ainda estamos no estádio. Se alguém ouvir seus gritos de prazer lá fora, eles saberão que você gosta de ser tratado assim. Você quer que eles saibam o quanto você é vulnerável?

Jude negou com a cabeça freneticamente, as lágrimas molhando a palma da mão de Modric. Ele estava completamente à mercê deles. As dedadas de Mbappé tornaram-se ainda mais rápidas, um borrão de movimento que levava Jude ao ápice repetidas vezes, sem permitir que ele descansasse.

— Olhe para mim, Jude — comandou Mbappé, retirando os dedos por um breve segundo apenas para forçar Jude a se virar de lado. — Quem é você?

— Eu... ahn... eu sou o bebê de vocês — Jude soluçou, o corpo tremendo em espasmos incontroláveis.

— E por que você está sendo castigado? — perguntou Cristiano, aproximando-se e dando um tapa seco na bochecha esquerda de Jude, não para machucar, mas para manter o foco.

— Porque eu... eu fui teimoso na frente das câmeras — Jude respondeu, a voz quebrada. — Porque eu tentei fingir que ainda tinha vontade própria.

— Exato — disse Ibrahimovic, satisfeito. — Você não tem vontade. Você tem necessidades, e nós somos os únicos que podem suprir essas necessidades.

Mbappé retomou a estimulação, mas desta vez ele usou uma técnica ainda mais agressiva, pressionando o ponto mais sensível de Jude com o polegar enquanto os outros dedos continuavam o trabalho interno. Jude atingiu um clímax violento, o corpo esticando-se como uma corda de violino antes de desabar, exausto e trêmulo, sobre o divã.

O silêncio que se seguiu foi apenas quebrado pela respiração ofegante de Jude e pelo som de Mbappé limpando as mãos em uma toalha de seda.

— Limpe-o e coloque uma fralda limpa — ordenou Cristiano. — Ele vai dormir no centro de treinamento esta noite, sob a minha supervisão direta.

Modric pegou Jude no colo, limpando o rosto do jovem com a ternura de um pai que acaba de disciplinar um filho amado. Jude estava em um estado de catatonia emocional, aceitando cada toque, cada movimento. Ele foi limpo, polvilhado com talco e envolto em uma nova fralda, desta vez ainda mais ajustada.

— Você aprendeu a lição, Jude? — perguntou Modric, beijando a testa do inglês.

— Sim, papai Luka — sussurrou Jude, fechando os olhos. — Eu aprendi. Eu não sou mais o Jude Bellingham. Eu sou apenas o menino de vocês.

— Bom — disse Mbappé, vestindo o paletó. — Amanhã teremos treino tático. Você vai assistir da lateral, sentado em uma cadeira especial, para que todos vejam que você ainda está sob disciplina. E se você reclamar do desconforto, as quinhentas palmadas de ontem parecerão um carinho.

Jude não respondeu. Ele não precisava. Sua submissão estava escrita em cada marca vermelha em sua pele, em cada soluço que ainda escapava de seu peito e na forma como ele se aninhava no colo de Modric enquanto eram conduzidos para a saída privativa.

O mundo poderia continuar debatendo as imagens da coletiva, mas ali, naquelas sombras luxuosas, a verdade era muito mais simples: o prodígio do futebol havia sido domesticado. E, enquanto Jude mergulhava em um sono profundo e sem sonhos, ele sabia que, ao acordar, a primeira coisa que veria seria o olhar vigilante de seus donos, garantindo que ele nunca mais esquecesse o seu lugar. A era da rebeldia havia acabado; a era da obediência absoluta acabara de começar.