Ceo e sua esposa
O Banquete da Obsessão
A manhã seguinte na cobertura não trouxe a calmaria típica dos recém-casados. Para Arthur, o amanhecer era apenas um lembrete de que o mundo lá fora exigia sua frieza, enquanto o mundo dentro daquelas paredes exigia sua luxúria. Ele estava sentado à cabeceira da mesa de mogno, um tablet com gráficos de ações à sua frente e uma xícara de café preto fumegante. No entanto, seus olhos não liam os números. Eles estavam fixos na porta da cozinha, esperando por ela.
Celina apareceu momentos depois. Ela não vestia o robe de seda que costumava usar pela manhã. Seguindo as instruções que ele sussurrara em seu ouvido antes de dormirem, ela usava apenas um conjunto de lingerie de renda preta, tão minimalista que as auréolas de seus seios pareciam lutar para permanecer escondidas. Nos pés, os saltos agulha de verniz faziam um som rítmico no piso de mármore, um som que Arthur já associava ao seu próprio despertar carnal.
— O café está do seu agrado, querido? — perguntou ela, aproximando-se com aquela doçura que contrastava perigosamente com sua nudez parcial.
Arthur largou o tablet. O olhar dele escureceu instantaneamente, focando no balanço pesado de seus seios a cada passo.
— Esqueça o café, Celina. Venha aqui. Agora. — A voz dele era um comando baixo, sem espaço para discussões.
Ela caminhou até ele, parando entre suas pernas abertas. Arthur não a tocou de imediato. Ele apenas observou como a pele dela parecia brilhar sob a luz matinal, e como o peso de seus seios fazia a renda fina ceder. O aroma dela, uma mistura de baunilha e o cheiro metálico e doce do leite que ainda teimava em vazar, preenchia os sentidos dele.
— Eu disse que queria que você passasse o dia assim — disse ele, a mão subindo para apertar a coxa dela, as unhas cravando-se levemente na pele macia. — Quero trabalhar de casa hoje. E quero que você seja minha distração. Mas você não vai me tocar com as mãos, Celina. Entendeu?
— Sim, Arthur — sussurrou ela, sentindo um arrepio percorrer sua espinha. — Como você quer que eu te provoque?
— Use-os — ordenou ele, apontando para o busto dela. — Quero que você me mostre o quanto eles sentem minha falta. Fique quietinha e faça o que eu mandar. Se você soltar um gemido antes de mim, vou te deixar trancada no quarto o resto do dia sem poder me sentir.
Celina sorriu, um sorriso lento e calculado. Ela sabia o poder que tinha. Apoiando-se levemente nos ombros dele, ela inclinou o corpo para frente. Seus seios fartos ficaram a centímetros do rosto de Arthur. Ela começou a roçá-los contra as bochechas dele, sentindo a textura da barba por fazer de Arthur contra a sensibilidade de seus mamilos.
— Você gosta de como eles são pesados, não gosta, Arthur? — provocou ela, a voz rouca. — Sinta o calor deles... eles estão tão cheios, tão sensíveis só de você olhar.
Arthur fechou os olhos, soltando um gemido abafado que tentou inutilmente esconder. Ele sentia a maciez extrema da carne dela contra seu rosto. O cheiro do leite era inebriante. Ele queria morder, queria sugar, mas a regra do jogo era a provocação.
— Eles são um absurdo — rosnou ele, as mãos agarrando o encosto da cadeira com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos. — Você é uma aberração de tão perfeita, Celina. Olhe para isso... já está vazando de novo.
De fato, pequenas manchas úmidas começavam a escurecer a renda preta. Celina se afastou apenas o suficiente para desabotoar o fecho frontal da lingerie, deixando que seus seios saltassem, livres e pulsantes. Ela os pegou com as próprias mãos, oferecendo-os a ele como um sacrifício.
— Olhe como eles brilham, querido — disse ela, apertando a base de um deles, fazendo com que uma gota solitária de leite escorresse pelo mamilo ereto. — Eu sinto eles latejarem toda vez que você grita comigo no escritório. Eu fico imaginando você chegando em casa e me usando como se eu fosse apenas um objeto para o seu prazer.
— Você é meu objeto — Arthur corrigiu, a respiração curta. — Minha propriedade privada. Eu deveria te manter trancada aqui, nua, apenas para que eu pudesse beber de você sempre que o estresse do mercado ficasse insuportável.
Ele não aguentou mais. Avançou a cabeça, enterrando o rosto entre os seios dela, esfregando o nariz e a boca na fenda profunda. Celina arqueou as costas, sentindo o prazer subir por suas pernas.
— Quietinha... — murmurou Arthur contra a pele dela. — Não se mova. Deixe que eu sinta o peso de cada um.
Ele começou a lamber a pele, subindo em círculos em direção ao topo. Celina sentia o ventre contrair. Ela queria que ele a possuísse ali mesmo, sobre a mesa de jantar, mas Arthur tinha outros planos. Ele queria a tortura lenta.
— Sabe o que eu mais gosto? — perguntou ele, levantando o olhar, os olhos injetados de desejo. — É pensar que, enquanto eu estou fechando negócios de milhões, você está aqui em casa, com esses peitos enormes vazando leite na sua roupa cara, pensando no meu pau.
— Eu penso — admitiu ela, a voz falhando. — Eu penso em como você é rude, em como você me aperta sem cuidado... e em como eu adoro quando você me trata como sua fonte. Eu me sinto tão suja e tão amada ao mesmo tempo.
Arthur soltou um riso sombrio e se levantou, puxando-a pela cintura para que ela ficasse de costas para ele, de frente para a grande janela de vidro que dava para a cidade. Ele a pressionou contra o vidro frio, o contraste térmico fazendo Celina soltar um arquejo.
— Olhe para a cidade, Celina. Milhares de pessoas lá embaixo, e nenhuma delas imagina que a esposa do grande CEO está aqui, nua, com os seios cobertos de leite e sendo usada como uma cadela — rosnou ele no ouvido dela.
Ele passou os braços por baixo das axilas dela, segurando os seios com firmeza. Ele os massageava com força, ignorando os protestos silenciosos do corpo dela. O leite agora fluía mais livremente, escorrendo pelos dedos de Arthur e pingando no chão de mármore.
— Você é tão produtiva para mim — disse ele, a voz carregada de um fetiche que beirava a insanidade. — Eu quero que você fique em casa assim todos os dias. Sem sutiã, sem blusa. Quero chegar em qualquer cômodo e encontrar você pronta para ser ordenhada.
— Eu faria isso por você — respondeu Celina, jogando a cabeça para trás no ombro dele. — Eu ficaria esperando por você em cada canto dessa cobertura, só para sentir suas mãos rudes me esvaziando. Você me deixa tão excitada quando fala assim, Arthur... sinta como eu estou molhada por baixo.
Arthur desceu uma das mãos, deslizando-a entre as pernas dela, confirmando que ela estava, de fato, ensopada de desejo. Ele soltou um gemido alto, um som gutural de um homem que havia perdido o controle.
— Chega de conversa — disse ele, virando-a de frente para ele novamente e sentando-a sobre a mesa, entre os papéis de trabalho e o café frio.
Ele abriu o cinto, os olhos fixos nos seios dela que balançavam com o movimento. Arthur não queria apenas sexo; ele queria a confirmação de sua posse. Ele pegou o leite que estava em suas mãos e o espalhou pelo próprio peito e abdômen, antes de puxar Celina para que ela o abraçasse.
— Me provoque mais — ordenou ele. — Quero sentir o gosto de cada gota enquanto te possuo.
Celina envolveu o membro dele com os seios, criando uma fricção úmida e quente que fez Arthur revirar os olhos. O som do contato da pele, lubrificada pelo leite e pelo suor, era o único barulho na sala silenciosa.
— Você é meu, Arthur — sussurrou ela, as palavras quentes contra o pescoço dele. — E eu sou o seu brinquedo favorito. Use-me até eu não ter mais nada para te dar.
Arthur a penetrou com uma violência controlada, um estocada que a fez agarrar os ombros dele com força. Ele não parava de olhar para os seios dela, que batiam contra seu peito a cada movimento. O leite se misturava ao suor de ambos, criando uma cena de pura depravação e entrega.
— Você... é... minha... — ele dizia a cada estocada, como um mantra.
— Sim... sou sua... — ela respondia, entregue ao ritmo frenético.
O clímax veio como uma explosão. Arthur rugiu, enterrando-se nela enquanto apertava os seios de Celina com tamanha intensidade que marcas vermelhas de seus dedos ficaram impressas na pele alva. Celina desabou, o corpo tremendo em espasmos rítmicos, enquanto o leite continuava a brotar, um símbolo final de sua submissão e do prazer avassalador que só Arthur conseguia extrair dela.
Minutos depois, ainda ofegante, Arthur a puxou para perto, beijando o topo de sua cabeça enquanto suas mãos, agora mais calmas, ainda repousavam sobre o busto dela.
— Amanhã — disse ele, a voz voltando ao tom de autoridade — você não vai usar nada por baixo daquele vestido de seda. E eu vou passar o dia inteiro na empresa pensando no que está escondido ali.
Celina apenas sorriu, encostando a bochecha no peito do marido, sabendo que a obsessão dele era o seu maior paraíso.