Ceo e sua esposa
Sinfonia de Marfim e Pecado
O silêncio da noite na cobertura era quebrado apenas pelo som rítmico das teclas do notebook de Arthur. No escritório revestido de madeira escura, a luz de um abajur de design minimalista criava sombras profundas, acentuando as linhas duras de seu rosto. Ele estava focado em um contrato de fusão multibilionário, mas sua mente, traiçoeira e obsessiva, não parava de projetar imagens da noite anterior. Ele ainda conseguia sentir o cheiro adocicado da pele de Celina impregnado em suas mãos.
A porta do escritório rangeu levemente. Arthur não desviou os olhos da tela, mas seus ombros ficaram tensos. Ele conhecia aquele perfume.
— Arthur... — A voz de Celina era um sussurro pecaminoso que cortou o ar condicionado gelado. — Eu não conseguia dormir. O quarto parece grande demais sem você me apertando.
Ele finalmente levantou o olhar. Celina estava parada sob o batente da porta, a personificação de uma tentação que nenhum homem, por mais poderoso que fosse, poderia ignorar. Ela vestia uma camisola de seda branca, tão curta e fina que era praticamente translúcida sob a luz direta. O tecido caía de forma fluida, mas o que roubava o fôlego de Arthur era o peso evidente de seus seios por baixo da seda, os mamilos marcando o tecido com uma urgência que ele conhecia bem.
— Volte para a cama, Celina — disse ele, embora sua voz tivesse perdido toda a autoridade, soando rouca e faminta. — Tenho trabalho a fazer.
Celina não obedeceu. Em vez disso, ela caminhou lentamente até o centro da sala, seus pés descalços não emitindo som algum. Ela parou diante da grande poltrona de couro de frente para a mesa dele e sentou-se, cruzando as pernas de forma lenta, o que fez a camisola subir até o limite de sua intimidade.
— Eu estou tão excitada, querido — confessou ela, os olhos brilhando com uma luxúria doce, mas devassa. — Meus seios estão doendo... eles estão pesados, Arthur. Latejando por você.
Arthur empurrou o notebook para o lado, o contrato esquecido. Ele se recostou na cadeira, cruzando os braços sobre o peito, observando-a com uma intensidade predatória.
— Você é uma safada, Celina. Sabe que eu estou tentando trabalhar e vem aqui me provocar com essa carinha de anjo e esse corpo de prostituta particular.
Celina sorriu, um sorriso que não tinha nada de inocente. Com movimentos deliberados, ela levou as mãos aos ombros e deslizou as alças finas da camisola para baixo. O tecido escorregou, revelando primeiro a curva superior de sua pele alva e, em seguida, libertando seus seios fartos. Eles saltaram para fora, pesados e visivelmente inchados, as veias azuladas pulsando sob a pele que parecia seda viva.
— Olhe para eles, Arthur — disse ela, começando a massagear a própria carne com as palmas das mãos, fechando os olhos e soltando um gemido longo e agudo. — Sinta como eles estão quentes. Eu passei a última hora tocando neles na cama, imaginando sua boca rude me sugando até eu não aguentar mais.
Arthur sentiu seu membro pulsar dolorosamente contra o tecido da calça social. Ele apertou os apoios de braço da cadeira, as veias de seu pescoço saltando.
— Você está se exibindo para mim como se fosse um banquete, não é? — rosnou ele. — Abra as pernas. Quero ver tudo enquanto você se toca.
Celina obedeceu prontamente. Ela descruzou as pernas e as abriu amplamente na poltrona, revelando que não usava calcinha. A visão era um paraíso de depravação: o contraste da pele branca com o couro escuro e a umidade que já brilhava entre suas coxas.
— Eu sou sua cadelinha de luxo, não sou? — provocou ela, as mãos agora apertando os mamilos com força, girando-os entre os dedos até que pequenas gotas de leite começassem a brotar. — Veja, Arthur... eu estou transbordando para você. Eu sou tão viciada em como você me usa que meu corpo nem consegue mais se segurar.
— Você é nojenta de tão perfeita — disse ele, a voz carregada de um fetiche sombrio. — Continue. Quero ver você usar esses peitos para se dar prazer. Me mostre o quanto você é devassa quando eu não estou te segurando.
Celina soltou um suspiro trêmulo. Ela inclinou o corpo para frente, unindo os seios com os braços, apertando-os um contra o outro até criar uma fenda profunda e úmida. Ela começou a roçar os mamilos um no outro, gemendo alto, o som ecoando pelo escritório silencioso.
— Eu imagino seu pau aqui no meio... — ela ofegou, a voz embargada pelo desejo. — Imagino você me fodendo o rosto com essa sua força bruta enquanto eu espremo seus ovos com meus peitos. Eu quero sentir você gozando em todo o meu colo, misturando seu porra com o meu leite.
Arthur soltou um rosnado animal. Ele se levantou, mas não foi até ela imediatamente. Ele parou do outro lado da mesa, abrindo o cinto e libertando sua ereção maciça, que pulsava em direção a ela.
— Olhe para o que você faz comigo, Celina. Você me transforma em um animal. Eu deveria te foder até você perder a voz, para aprender a não interromper meu trabalho com essa sua safadeza.
— Então venha... — desafiou ela, levando uma das mãos lá embaixo, brincando com seu clitóris enquanto a outra mão continuava a massagear o seio esquerdo, fazendo o leite escorrer por seu abdômen. — Venha me calar. Me use como a fonte de prazer que eu nasci para ser. Eu quero sentir o peso do seu corpo me esmagando contra esse couro. Quero que você morda meus peitos até eles ficarem marcados com os seus dentes.
Arthur contornou a mesa com passos pesados. Ele parou entre as pernas abertas dela, agarrando seu queixo com força e forçando-a a olhar para ele.
— Você gosta de ser tratada assim, não gosta? — perguntou ele, a face a centímetros da dela. — Gosta que eu seja rude, que eu te chame de nomes sujos enquanto bebo de você.
— Eu amo... — ela sussurrou, as unhas cravando-se nos braços musculosos dele. — Eu amo ser sua propriedade. Eu amo que você tenha fetiche em cada gota que sai de mim. Me possua agora, Arthur. Me foda como o CEO implacável que você é.
Sem mais palavras, Arthur a puxou para a ponta da poltrona. Ele não teve paciência para delicadezas. Ele a penetrou com uma estocada violenta e profunda, fazendo o corpo de Celina arquear e seus seios balançarem freneticamente. O som da carne batendo contra a carne era rítmico e obsceno.
— Olhe para eles! — ordenou Arthur, sua mão grande envolvendo o seio direito dela, apertando-o com uma possessividade brutal. — Veja como eles reagem a cada vez que eu te enterro. Você é minha fábrica de prazer, Celina.
— Sim! — gritou ela, a cabeça jogada para trás, o suor fazendo sua pele brilhar. — Me use! Me esvazie! Eu sou toda sua... use meus peitos, Arthur... use-os!
Ele a puxou para cima, forçando-a a ficar de joelhos na poltrona, de costas para ele. Ele a segurou pelos cabelos com uma mão, enquanto a outra passava por baixo, agarrando os dois seios e puxando-os para trás. Ele a penetrava por trás com uma força que fazia a poltrona ranger contra o chão.
— Você é tão apertada... e tão cheia — rosnou ele no ouvido dela. — Eu vou gozar tanto dentro de você que você vai sentir o meu calor até amanhã de manhã. E depois, eu vou beber cada gota de leite que você produziu enquanto eu te fodia.
— Por favor... agora! — implorou Celina, sentindo o orgasmo se aproximar como uma onda gigante.
Arthur aumentou a velocidade, suas estocadas tornando-se curtas e potentes. Ele sentia as paredes dela se contraindo ao redor dele, e a visão de seus seios sendo espremidos por suas próprias mãos era o gatilho final. Com um rugido de triunfo, ele atingiu o ápice, inundando-a com seu sêmen enquanto Celina gritava, seu corpo entrando em colapso em um prazer tão intenso que ela mal conseguia respirar.
O leite jorrava livremente de seus seios, manchando o couro da poltrona e o corpo de Arthur. Ele permaneceu dentro dela por alguns momentos, desfrutando das pulsações finais. Em seguida, ele a virou de frente, sentando-se na poltrona e puxando-a para o seu colo.
Ele não disse nada. Apenas envolveu um dos seios dela com a boca, sugando com uma voracidade que mostrava que, para ele, o banquete estava apenas começando. Celina acariciou os cabelos dele, um sorriso doce e satisfeito nos lábios, apesar da respiração ainda ofegante.
— Amanhã você vai para o escritório comigo — murmurou Arthur entre uma sucção e outra, a voz vibrando contra a pele dela. — E você vai passar o dia na minha sala, debaixo daquela mesa, me servindo exatamente como você fez agora.
Celina sentiu um novo calafrio de excitação.
— Como você desejar, meu senhor — respondeu ela, sabendo que sua vida de esposa de CEO era o mais delicioso e pervertido dos contos de fadas.