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Ceo e sua esposa

O Altar de Vidro e Poder

O prédio da corporação de Arthur se erguia sobre a cidade como um monumento à sua arrogância e sucesso. Lá dentro, o ar era filtrado, frio e carregado de uma tensão profissional que mantinha todos os funcionários em um estado de alerta constante. No entanto, no último andar, atrás das portas duplas de carvalho maciço que levavam ao santuário particular do CEO, a atmosfera era de uma natureza completamente diferente.

Celina caminhava pelo corredor da presidência com o som de seus saltos agulha ecoando como um metrônomo de luxúria. Ela vestia um conjunto de saia lápis cinza e uma blusa de seda branca, tão fina que a renda do sutiã era um convite óbvio. Arthur a esperava atrás de sua mesa de vidro temperado, observando-a pelas câmeras antes mesmo de ela entrar. Quando a porta se fechou e a trava eletrônica foi acionada, o CEO relaxou os ombros, embora seus olhos estivessem em chamas.

— Você está atrasada cinco minutos — disse Arthur, a voz baixa, fria como o gelo, mas com um subtexto que fez o ventre de Celina contrair.

— O trânsito estava terrível, querido — respondeu ela, aproximando-se da mesa com um sorriso doce que não condizia com o brilho depravado em seu olhar. — Mas eu vim preparada para compensar cada segundo perdido.

Arthur chutou sua cadeira de couro para trás e gesticulou para o espaço sob a mesa.

— Ajoelhe-se. Tenho três teleconferências hoje e quero que você esteja exatamente onde pertence enquanto eu decido o futuro desta empresa.

Celina não hesitou. Ela se ajoelhou no tapete persa caro, sentindo a textura contra seus joelhos. Ela abriu o cinto de Arthur com agilidade, libertando-o. O contraste do membro pulsante dele contra o ambiente estéril do escritório era a maior excitação de Celina. Ela olhou para cima, vendo o queixo rígido de Arthur enquanto ele atendia a primeira chamada no viva-voz.

— Sim, o fechamento em Londres foi satisfatório — disse Arthur, a voz firme, enquanto Celina envolvia a base dele com as mãos.

Ela começou o trabalho oral com uma devoção que beirava o religioso. Mas Celina queria mais. Ela queria que ele sentisse o que a tornava única. Enquanto usava a língua para provocá-lo, ela levou as mãos aos próprios seios, desabotoando a blusa de seda com uma mão só. O sutiã de renda preta saltou, incapaz de conter a fartura que já latejava.

— Arthur... — sussurrou ela, interrompendo o ato oral por um segundo, a voz abafada pela mesa. — Olhe para mim. Olhe para o que você está fazendo com a sua esposa.

Arthur olhou para baixo, o rosto contorcido entre o controle profissional e a luxúria animal. Ele viu Celina puxar um dos seios para fora da renda, a pele branca contrastando com o cinza do escritório. Ela começou a massageá-lo, apertando a base com força até que uma gota perolada de leite brotasse do mamilo ereto.

— Você é uma vadia tão dedicada, não é? — rosnou ele, esquecendo por um segundo que o microfone estava no mudo. — Use-o. Quero ver você se sujando enquanto me serve.

Celina sorriu de forma pervertida. Ela pegou o próprio seio e o levou à boca, sugando o mamilo enquanto olhava fixamente para Arthur. O som de sucção misturava-se ao barulho dos investidores falando sobre ações no viva-voz.

— Eu sou a sua vadia de luxo, Arthur — disse ela, as palavras saindo úmidas. — Veja como eu me excito com o meu próprio leite. Veja como eu sou suja para você. Eu quero que você bata neles. Quero sentir o peso da sua mão na minha pele enquanto eu te chupo.

Arthur não resistiu. Ele esticou a mão por baixo da mesa e desferiu um tapa estalado no seio direito dela. A carne balançou, e Celina soltou um gemido de puro prazer, a marca vermelha dos dedos dele surgindo instantaneamente na pele translúcida.

— Mais... — implorou ela. — Me xingue, Arthur. Diga o quanto eu sou depravada por estar aqui, no seu templo de poder, agindo como uma cadela no cio.

— Você é uma abominação deliciosa, Celina — disse ele, a voz falhando enquanto ele sentia a boca dela envolver seu membro novamente, agora lubrificado pelo leite que escorria do colo dela. — Você é a única coisa que me mantém são neste lugar, e a única coisa que me faz querer destruir tudo.

Arthur pegou um peso de papel de cristal, um objeto pesado e frio que ficava sobre sua mesa, e o entregou a ela.

— Use isso — ordenou ele. — Quero ver você se satisfazer com os meus pertences enquanto eu termino esta reunião.

Celina pegou o cristal frio e o pressionou contra o mamilo que Arthur havia batido. O choque térmico a fez arquear as costas. Ela começou a passar o objeto liso pelos seios, espalhando o leite por todo o colo, criando uma máscara brilhante e pegajosa de luxúria. Ela gemia baixo, um som gutural que Arthur usava como combustível para sua própria excitação.

— Os termos são inegociáveis — disse Arthur para o telefone, sua mão livre agora enterrada nos cabelos de Celina, puxando-os para trás para que ele pudesse ver o rosto dela coberto de suor e desejo.

— Você é tão durão... tão implacável — provocou ela, soltando o cristal e voltando a usar as mãos para apertar os seios de forma rítmica. — Mas aqui embaixo, você é apenas um homem faminto. Você quer gozar nos meus peitos, não quer? Quer ver o seu porra se misturar com o meu leite e escorrer por esse tapete caro.

— Cala a boca e continua — rosnou ele, o ápice se aproximando. — Eu quero que você sinta cada gota.

Arthur desligou a chamada abruptamente, ignorando os milhões de dólares em jogo. Ele puxou Celina para cima, jogando-a sobre a mesa de vidro. Papéis voaram, um porta-canetas de prata caiu no chão, mas nada importava. Ele rasgou o que restava da blusa dela, deixando seus seios completamente expostos sob a luz fria do teto.

— Olhe para você — disse ele, a voz trêmula de desejo. — Toda marcada, toda suja. A esposa perfeita do CEO.

Ele pegou uma caneta-tinteiro de ouro da mesa e começou a traçar linhas na pele dela, contornando as auréolas inchadas. Celina tremia, o contraste do metal frio e a ponta fina da caneta a levando ao limite.

— Escreva seu nome em mim, Arthur — desafiou ela, as pernas envolvendo a cintura dele, os saltos agulha cravando-se no couro da cadeira dele. — Marque sua propriedade. Mostre para esse escritório quem manda em cada gota que sai de mim.

Arthur jogou a caneta longe e envolveu os seios dela com as duas mãos, apertando-os com uma força que a fez gritar. Ele começou a esfregar seu membro entre eles, usando o leite e o suor como lubrificante. O som era obsceno, o deslizamento da carne contra a carne no topo de uma mesa de vidro que valia mais do que o salário anual de muitos de seus funcionários.

— Você é minha — dizia ele, o ritmo tornando-se frenético. — Meu banquete particular. Minha perversão secreta.

— Eu sou... — ofegou Celina, as mãos agarrando a borda da mesa. — Eu sou a sua fonte... use-me, Arthur! Me foda com esse seu ódio e seu amor... me foda como se o mundo fosse acabar hoje!

Ele a penetrou com um movimento único e bruto. Celina gritou, o som ecoando pelas paredes à prova de som do escritório. Arthur não tinha ritmo; ele tinha urgência. Ele a segurava pelos seios, usando-os como manoplas para impulsionar seu corpo contra o dela. O leite jorrava a cada impacto, sujando o terno de grife de Arthur, manchando a seda da gravata que ele nem se dera ao trabalho de tirar.

— Olhe para baixo! — ordenou ele. — Veja o que estamos fazendo com esses documentos de fusão!

Celina olhou e viu o contrato bilionário sob suas costas, agora encharcado de fluidos corporais, as letras de lei borradas pelo prazer deles. Ela riu, uma risada doce e maníaca.

— Que se foda a empresa, Arthur! — gritou ela. — Me dê o que eu quero!

O orgasmo de Celina veio primeiro, um sismo que começou em seus seios e se espalhou por cada nervo de seu corpo. Ela sentiu o leite disparar, lavando o peito de Arthur. Logo em seguida, ele rugiu, um som de liberação total, enquanto gozava profundamente dentro dela, seu corpo tremendo enquanto ele se colapsava sobre o busto farto e úmido de sua esposa.

Eles ficaram ali por longos minutos, o único som sendo o da ventilação do prédio e a respiração pesada de ambos. Arthur levantou a cabeça, o rosto manchado, os olhos finalmente encontrando uma paz momentânea.

— Você arruinou meu terno — disse ele, embora houvesse um sorriso sombrio em seus lábios.

— E você arruinou minha reputação de esposa comportada — respondeu ela, limpando um rastro de leite do canto da boca com o dedo. — O que vamos fazer com esse contrato agora?

Arthur olhou para o papel desfeito sob eles e deu de ombros, beijando o topo de um dos seios de Celina.

— Eu mando redigir outro. Mas este aqui... — ele pegou o papel manchado — este eu vou guardar no meu cofre particular. Como um lembrete de quem realmente manda neste escritório.

Celina sorriu, ajeitando os cabelos e sentindo o calor do marido ainda dentro dela. Ela sabia que, enquanto houvesse poder para conquistar e seios para adorar, Arthur seria eternamente seu escravo, e ela, sua rainha depravada.