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D70

Ecos de Luxúria e o Trono do Deleite

A atmosfera no quarto real de Helheim estava carregada, o ar parecia denso e vibrante, saturado pelo cheiro de suor, sexo e a essência divina que emanava de Hades. O Rei do Submundo não conhecia a palavra "limite" quando se tratava de possuir seu Imperador. Qin Shi Huang, por sua vez, estava em um estado de entrega tão absoluto que sua consciência parecia flutuar entre a realidade e o puro êxtase.

Hades o possuía com uma ferocidade renovada. O membro de vinte e cinco centímetros entrava e saía com um ritmo impiedoso, atingindo a próstata de Qin com a precisão de um carrasco. Qin estava de quatro, os dedos enterrados nos lençóis de seda, a cabeça pendendo para baixo enquanto sua boca se abria em gritos mudos. O prazer era tão agudo, tão violento, que o corpo do humano começou a entrar em curto-circuito.

— H-Hades... eu... — Qin tentou falar, mas sua voz foi substituída por um arquejo desesperado.

Em meio a uma sequência de estocadas que pareciam tocar o fundo de sua alma, Qin atingiu um ápice tão devastador que seus músculos pélvicos relaxaram completamente. No auge do orgasmo, ele não conseguiu segurar e acabou urinando sobre os lençóis caros de Hades. O líquido quente se misturou ao suor e ao sêmen que já decoravam a cama.

Qin arregalou os olhos, a vergonha inundando seu rosto ruborizado, mas Hades, ao perceber o que havia acontecido, soltou um rosnado de aprovação. Longe de se importar com a sujeira, o deus sentiu seu peito inflar com um orgulho predatório. Ver o Imperador tão quebrado, tão reduzido a um ser de necessidades básicas em suas mãos, era o ápice de sua glória.

— Olhe para você, Qin — rosnou Hades, segurando a cintura dele com força suficiente para deixar hematomas. — Tão entregue que nem consegue mais controlar o próprio corpo.

Hades intensificou as estocadas. Qin começou a quicar com tanta força no pau do deus que a estrutura de madeira entalhada da cama real começou a ranger perigosamente. O som da madeira estalando misturava-se aos tapas da carne e aos gemidos de Qin, até que, com um estrondo final, os pés da cama cederam sob o peso da paixão divina. Eles desabaram no chão, mas Hades não parou por um segundo sequer, continuando a foder Qin em meio aos destroços da cama quebrada.

Depois que o ápice finalmente passou, Hades carregou Qin no colo em direção ao banheiro luxuoso. O Imperador estava mole, a cabeça descansando no ombro do deus, enquanto calafrios percorriam seu corpo de tempos em tempos. Hades entrou no chuveiro com ele, mas não o soltou. Ele manteve Qin em seu colo, com as pernas do humano envoltas em sua cintura, e permaneceu enterrado dentro dele.

— Você não vai gozar agora, Qin — sussurrou Hades no ouvido dele, enquanto a água morna caía sobre ambos. — Quero que sinta o peso de ser meu por mais um tempo.

Qin apenas tremia, sentindo o pau de Hades preencher seu interior sensível, os calafrios enviando choques de eletricidade por sua espinha toda vez que o deus se movia minimamente.

— Preciso resolver a questão da cama — disse Hades, depositando Qin cuidadosamente no chão do boxe, sentado sob a água. — Fique aqui. Vou mandar trocarem tudo.

Hades saiu, deixando Qin sozinho no chuveiro. O Imperador, no entanto, estava em um estado de carência insuportável. O vácuo deixado pela saída de Hades doeu. Sentado no chão, Qin começou a se masturbar, fechando os olhos e visualizando o rosto sério e os olhos intensos do marido.

— Hades... ah, Hades... — ele gemia, a voz ecoando nos azulejos.

Quando Hades retornou ao banheiro, cerca de dez minutos depois, encontrou Qin no auge de um orgasmo solitário, chamando seu nome com uma devoção que fez o coração do deus acelerar. Hades esperou que ele terminasse, admirando a cena, antes de ajudá-lo a se secar.

Mais tarde, já com uma cama nova instalada e os dois devidamente vestidos com túnicas leves, Hades sentou-se para ler um de seus muitos pergaminhos. Qin, inquieto e ainda vibrando de desejo, rastejou até ele. Sem dizer uma palavra, Qin se posicionou entre as pernas de Hades e começou a chupá-lo. Ele o fazia devagar, usando a língua para contornar cada veia, focando na glande da maneira exata que sabia que Hades gostava. Ele olhava para cima, fazendo uma carinha de tesão absoluta, os olhos brilhando com uma mistura de malícia e amor.

Qin continuou até que Hades soltasse um suspiro profundo e gozasse em sua boca. O Imperador afastou-se apenas o suficiente para mostrar a língua coberta de porra branca e espessa.

— Engula — ordenou Hades, a mão enterrada nos cabelos negros de Qin.

Qin obedeceu com um movimento de garganta audível e sorriu.

— Eu amo a sua porra, Hades. É o meu sabor favorito.

Ele se deitou apoiado no peito de Hades, o cansaço finalmente vencendo a luxúria, e dormiu um sono sem sonhos, protegido pelos braços do Rei de Helheim.

Alguns dias depois, Qin estava em seu escritório improvisado, tentando revisar alguns tratados comerciais entre a China e o Submundo. Ele estava concentrado quando a porta se abriu com estrondo. Hades entrou, a expressão sombria e os ombros tensos, exalando um estresse que Qin reconheceu imediatamente como fruto de uma reunião desastrosa com Zeus.

— Tire a calça, Qin — ordenou Hades, sem preâmbulos.

Qin piscou, surpreso pela brusquidão, mas o tom de voz de Hades não aceitava recusas. Ele se levantou, desfez o nó de suas vestes e deixou a calça cair.

— Sente no meu rosto — disse Hades, sentando-se no sofá de couro do escritório.

Qin hesitou, o rosto esquentando de vergonha.

— Hades... aqui? No meio do trabalho?

— Agora, Qin.

Com as pernas tremendo levemente, Qin aproximou-se e sentou-se sobre o rosto de Hades. O deus começou a comer o cu do Imperador com uma vontade desesperada, usando a língua para explorar cada centímetro sensível. Qin se desequilibrou para frente, as mãos espalmadas na mesa para não cair, mas Hades agarrou seus quadris com força, mantendo-o no lugar.

Depois de algum tempo, Hades mudou a posição. Ele deixou Qin esparramado na mesa de trabalho, com o quadril empinado para cima, e continuou a chupar o cu dele com uma intensidade que fazia Qin chorar e implorar por mais. O Imperador estava em frangalhos, a dignidade real esquecida enquanto ele soluçava sob o tratamento implacável de Hades.

Horas depois, quando Hades finalmente se deu por satisfeito, Qin tentou se levantar da mesa. Ao ficar de pé, sentiu uma umidade escorrendo. Era a baba de Hades, misturada aos fluidos de Qin, que o deus havia deixado em abundância.

— Está escorrendo... — sussurrou Qin, olhando para as próprias coxas. — Hades, por favor... foda-me com os dedos. Eu preciso sentir algo lá dentro.

Hades sorriu e começou a enfiar os dedos, um por um, enquanto Qin quicava contra sua mão, pedindo por mais, feliz por estar marcado pela saliva do marido. Quando ele finalmente foi tomar banho, a baba pingava no chão, um rastro de sua rendição.

Naquela noite, Qin decidiu fazer uma surpresa. Antes de Hades ir para o quarto, Qin colocou um consolo de tamanho médio no cu, querendo sentir-se preenchido enquanto dormia. Quando Hades entrou e o viu deitado de lado, percebeu o objeto. Em vez de retirá-lo, o deus começou a foder Qin usando o próprio consolo como auxílio, até que o Imperador desmaiasse de exaustão.

No dia seguinte, durante uma brincadeira matinal, Hades inseriu um vibrador potente em Qin e o ligou.

— Preciso resolver uns problemas no Tártaro, Qin. Continue com isso aí. Não desligue até eu voltar.

Hades partiu, mas o que deveria ser uma hora transformou-se em três devido a uma rebelião imprevista. Quando ele finalmente retornou, encontrou Qin destruído no chão do quarto, o corpo sacudindo em espasmos involuntários, o rosto banhado em lágrimas e suor. O vibrador ainda zumbia furiosamente.

— Pelos deuses, Qin! — Hades desligou o aparelho correndo. — Eu esqueci o tempo... me perdoe, meu amor.

Qin, no entanto, olhou para ele com um sorriso fraco e delirante.

— Eu... eu gozei tanto, Hades... foi maravilhoso.

Hades, sentindo-se culpado e protetor, passou o restante do dia carregando Qin no ombro para todos os lugares. Qin adorava a sensação de segurança, rindo e sorrindo toda vez que Hades dava um tapinha carinhoso em sua bunda.

Mais tarde, Qin dormiu profundamente. Hades saiu do quarto sem fazer barulho, indo para a cozinha real. Ele queria preparar algo especial para o seu Imperador, sabendo que ele precisava recuperar as energias. Enquanto mexia uma sopa aromática, ouviu o som de passos arrastados.

Qin apareceu na porta da cozinha, vestindo apenas uma blusa preta de Hades que ficava enorme nele, cobrindo metade de suas coxas. Ele tinha uma carinha de sono adorável e segurava contra o peito uma pelúcia de dragão que Hades lhe dera no primeiro ano de namoro. Sem dizer nada, Qin subiu no balcão da cozinha e ficou ali, sentado, observando Hades cozinhar com um olhar de pura adoração.

— Você deveria estar descansando — disse Hades, aproximando-se com uma colher para dar uma prova da comida a Qin.

— Eu senti falta do seu cheiro — murmurou Qin, aceitando a comida e soltando um suspiro de satisfação.

Eles trocaram beijos calmos, o sabor da sopa misturando-se ao carinho. Depois de comerem, Hades levou Qin no ombro até a sala de estar.

— Hades, os servos podem nos ver! — Qin protestou, embora estivesse rindo.

— Deixe que vejam quem é o dono do meu palácio.

Eles se acomodaram no sofá para assistir a um filme. Hades sentou-se e puxou Qin para o seu colo. O deus enterrou o rosto nos cabelos negros de Qin, segurando-o firmemente pela cintura. Qin se ajeitou, acomodando o quadril sobre o colo de Hades, e sem querer soltou um gemido quando sentiu a ereção do deus contra sua entrada sensível.

— Parece que alguém ainda tem energia — provocou Hades.

Eles fizeram amor ali mesmo, no sofá, de uma forma lenta, profunda e carregada de uma ternura que só existia entre eles. Foi um encontro de almas tanto quanto de corpos.

Semanas depois, a rotina de paixão continuava. Hades chegou do trabalho e encontrou Qin em uma posição provocante: empinado no braço do sofá, mexendo no telefone. O susto que Qin levou quando sentiu as mãos de Hades em seus quadris foi o prelúdio para uma foda que durou horas, até que Qin implorasse para parar, soluçando de prazer.

Após o término, Hades sentou-se no sofá, exausto mas satisfeito. Qin, agindo como um gato manhoso, foi até o colo dele e sentou-se devagar sobre o pau de Hades, deixando que ele entrasse completamente. Ele não se moveu para foder; apenas encostou a cabeça no ombro de Hades, sentindo-se completo, e dormiu ali mesmo, unido ao seu Rei.

Na manhã seguinte, quando a luz de Helheim começou a filtrar pelas janelas, Qin finalmente saiu de cima de Hades, sentindo o vazio imediato. Hades levantou-se logo depois, deu um beijo demorado na testa de Qin e foi preparar o café.

Minutos depois, Qin apareceu na cozinha usando outra camisa de Hades, que batia no meio de suas coxas. Ele caminhou em direção à fruteira para pegar uma maçã, mas, ao passar por Hades, recebeu um tapão tão forte e estalado na bunda que deu um gritinho e deixou a maçã cair no chão.

— Hades! — Qin exclamou, esfregando a nádega latejante enquanto olhava para o deus com uma mistura de indignação e puro desejo.

Hades apenas piscou para ele, pegando uma nova maçã e entregando-a ao seu Imperador.

— Bom dia, Qin. Espero que esteja pronto para hoje, porque eu ainda não terminei com você.

Qin sorriu, mordendo a fruta e sabendo que, no império de Hades, ele era o soberano mais feliz de todos os mundos.