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Depois do treino

Devoção e Delírio no Tatame

Uerick a mantinha suspensa, seus braços musculosos servindo de suporte inabalável enquanto os pés de Lívia perdiam o contato com o tatame. O peso dela parecia nada para ele, que a sustentava com a força de quem dominava cada centímetro daquele espaço. A penetração por trás era profunda, atingindo ângulos que faziam Lívia perder o fôlego, enquanto Henrique, ajoelhado à frente dela, não dava trégua.

— Abre bem as pernas para ele, Lívia — ordenou Henrique, sua voz saindo como um rosnado baixo. — Eu quero ver tudo o que o Uerick está fazendo com você.

Com uma das mãos, Henrique segurava o queixo de Lívia, forçando-a a manter o contato visual, enquanto a outra mão descia com precisão cirúrgica para o clitóris dela. Seus dedos, ágeis e impiedosos, começaram a trabalhar em movimentos circulares rápidos, pressionando o pequeno botão de prazer que já estava inchado e hipersensível.

— Ah! Por favor... — Lívia gemia, a cabeça balançando de um lado para o outro. — Uerick, você vai me quebrar... Henrique, mais rápido!

Uerick respondeu com uma estocada ainda mais violenta, o som do impacto da sua pelve contra a bunda avantajada de Lívia ecoando pelo galpão silencioso. Ele soltou um dos braços da cintura dela e, com a mão livre, desferiu um tapa estalado na bochecha dela, seguido por um puxão firme em seus cachos longos.

— Você não vai quebrar, morena — sussurrou Uerick no ouvido dela, sua respiração quente enviando arrepios por toda a espinha de Lívia. — Você foi feita para aguentar isso. Olha como você aperta o meu pau... você quer que eu goze dentro, não quer?

Lívia não conseguia articular palavras, apenas sons desconexos de puro êxtase. O estímulo duplo era insuportável de uma forma maravilhosa. Enquanto Uerick a preenchia com força bruta por trás, os dedos de Henrique faziam seu clitóris pulsar em agonia e prazer. Henrique, percebendo que ela estava no limite, parou o movimento dos dedos por um segundo, apenas para substituí-los pela sua língua quente e experiente.

Ele se inclinou, mergulhando o rosto entre as pernas dela enquanto Uerick continuava a erguê-la e penetrá-la. A sensação da língua de Henrique lambendo seu clitóris em sincronia com as estocadas de Uerick foi o gatilho final.

— Eu vou... eu vou de novo! — gritou Lívia, o corpo inteiro entrando em espasmos.

As paredes internas de Lívia se fecharam com força em torno do pênis de Uerick, ordenhando-o freneticamente. Ao mesmo tempo, a sucção faminta de Henrique em seu clitóris a fez descarregar um jato de lubrificação natural que banhou o rosto do homem pardo. Ela gozou alto, um grito agudo que preencheu o centro de treinamento, enquanto sua cabeça pendia para trás, descansando no ombro de Uerick.

— Isso, garota... goza para nós — murmurou Henrique, limpando o canto da boca com o polegar, olhando para ela com um brilho de adoração e luxúria nos olhos. — Mas ainda não acabamos.

Uerick a colocou de volta no chão, mas suas pernas estavam tão trêmulas que ela quase desabou. Henrique a segurou pela cintura, impedindo-a de cair, enquanto Uerick se posicionava à frente dela. O moreno mais velho estava com o pênis pulsando, as veias saltadas sob a pele bronzeada, e o desejo de Lívia, longe de estar saciado, inflamou-se novamente ao ver o tamanho daquela necessidade.

— De joelhos — comandou Uerick, apontando para o tatame.

Lívia obedeceu instantaneamente. Ela se ajoelhou, sentindo o suor frio do tatame em seus joelhos, enquanto os dois homens a cercavam como as feras que eram. Henrique se posicionou atrás dela, puxando seu cabelo para trás com força, expondo seu pescoço e forçando-a a empinar a bunda.

— Você gosta de chupar, não gosta, Lívia? — perguntou Henrique, desferindo um tapa ruidoso em cada nádega dela, deixando marcas vermelhas que contrastavam com sua pele morena. — Mostra para o Uerick o que você aprendeu.

Lívia envolveu o pênis de Uerick com as mãos, admirando a imponência dele antes de levá-lo à boca. Ela começou a chupá-lo com dedicação, usando a língua para contornar a glande e descendo até a base, enquanto seus olhos subiam para encontrar os de Uerick. O homem de 33 anos soltou um gemido baixo, fechando os olhos por um breve momento enquanto sentia o calor da boca dela.

— Puxa com força, morena — disse Uerick, sua mão descendo para o topo da cabeça dela, guiando o ritmo. — Isso... usa essa boquinha gostosa.

Enquanto ela se concentrava em Uerick, Henrique não ficou ocioso. Ele se inclinou sobre as costas dela, suas mãos grandes massageando os seios de Lívia por baixo do top de treino, enquanto seus lábios mordiam a nuca dela. Henrique deslizou uma das mãos para baixo, encontrando novamente o clitóris de Lívia, que ainda estava hipersensível do orgasmo anterior.

— Você é tão perfeita, Lívia — sussurrou Henrique. — O cheiro do seu suor, o gosto da sua pele... você me deixa louco.

O estímulo nos mamilos e no clitóris, combinado com o prazer de sentir Uerick em sua boca, levou Lívia a um novo estado de transe. Ela acelerou o movimento, querendo sentir o gosto dele, querendo agradá-lo. Uerick, sentindo que estava chegando perto, segurou o rosto dela com firmeza.

— Para, Lívia. Agora eu quero sentir você de outro jeito — disse Uerick, sua voz carregada de autoridade.

Ele a puxou para cima, fazendo-a ficar de pé novamente. Henrique a virou de costas para ele e a inclinou sobre um dos sacos de pancada que pendiam do teto. O couro frio do saco contra o peito de Lívia era um contraste gritante com o calor dos corpos dos homens.

— Segura firme — ordenou Henrique.

Ele a penetrou por trás sem aviso, uma estocada longa que a fez soltar um ganido de surpresa e prazer. Uerick se posicionou à frente dela, entre o saco de pancada e o corpo de Lívia. Ele segurou os braços dela, esticando-os acima da cabeça, e começou a beijá-la com uma selvageria que misturava carinho e posse.

— Você é nossa, Lívia — disse Uerick entre os beijos. — De mais ninguém.

— Eu sou de vocês... — ela ofegava, o corpo balançando rítmicamente com os movimentos de Henrique. — Só de vocês!

Henrique aumentou a velocidade, suas mãos batendo na bunda de Lívia com uma cadência rítmica que parecia uma música de percussão bruta. Cada tapa era seguido por um puxão de cabelo, e Lívia sentia-se no epicentro de um furacão de sensações. Uerick, vendo a entrega total dela, soltou os braços de Lívia e desceu a mão para o clitóris dela, trabalhando em conjunto com Henrique.

A pressão era perfeita. A penetração de Henrique era profunda e constante, enquanto os dedos de Uerick no clitóris eram rápidos e firmes. Lívia sentia que ia explodir a qualquer momento. Suas unhas cravavam no couro do saco de pancada, deixando marcas profundas.

— Eu vou gozar! — Henrique exclamou, sua voz falhando.

— Eu também! — Uerick respondeu, sua mão não parando o estímulo por um segundo.

Lívia sentiu o ápice chegando como uma onda gigante. Ela começou a gritar, seu corpo arqueando-se enquanto Henrique descarregava dentro dela com estocadas finais e potentes. No mesmo instante, sob o toque frenético de Uerick, Lívia gozou novamente, um orgasmo tão intenso que suas pernas cederam completamente.

Henrique a segurou antes que ela atingisse o chão, puxando-a para um abraço apertado, enquanto Uerick se juntava a eles, envolvendo os dois em seus braços poderosos. Ali, no meio do tatame, cercados pelo cheiro de suor, couro e desejo realizado, Lívia sentiu-se completa.

— Bom treino, morena — sussurrou Uerick, beijando o topo de sua cabeça.

— O melhor de todos — respondeu Lívia, com um sorriso de exaustão e felicidade nos lábios.