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Encontro?!!

O Festival do Caos, Leite e Vitórias

O sol de Tempest brilhava com uma intensidade festiva, refletindo-se nas decorações coloridas que adornavam a capital da Federação Jura. O clima era de pura euforia. Rimuru, em sua forma feminina mais deslumbrante, havia organizado um festival de esportes monumental para celebrar a paz e, secretamente, para ver o circo pegar fogo entre os seres mais poderosos do mundo.

Rimuru vestia um conjunto esportivo desenhado por Shuna: um short curto de elastano preto e uma regata branca de tecido tecnológico com botões frontais reforçados — uma escolha estratégica, já que a pequena Camille, em seu colo, não aceitava ficar longe da "fonte" por mais de duas horas. Camille, por sua vez, usava um mini agasalho esportivo vermelho, combinando com a túnica de Guy, e uma chupeta de cristal azul que brilhava sob o sol.

— Atenção, competidores! — anunciou Rimuru, subindo ao palanque com Camille aninhada em um braço. — O prêmio para o vencedor geral será uma réplica perfeita de mim em forma de slime, um jantar de gala e um passeio exclusivo comigo e com a pequena Camille!

O silêncio que se seguiu foi quebrado pelo rugido de Veldora e pela aura assassina de Diablo.

— Esse prêmio... é meu! — sibilou Diablo, seus olhos brilhando em vermelho.

— Kua-ha-ha-ha! O Slime de pelúcia será o tesouro do meu labirinto! — gritou Veldora.

Guy Crimson, encostado em uma pilastra com uma arrogância preguiçosa, apenas sorriu. Ele não precisava gritar; sua intenção de esmagar qualquer um que tentasse tirar seu "passeio em família" era evidente.

Os jogos começaram com uma partida de vôlei que quase destruiu a quadra fortificada. Milim e Veldora formaram uma dupla de destruição, enquanto Guy e Carrion jogavam com uma precisão assustadora. Rimuru assistia de uma área VIP sombreada, sentada em uma poltrona macia.

— Mama... — murmurou Camille, puxando a gola da regata de Rimuru e soltando a chupeta.

— Já está com fome de novo, pequena? — Rimuru sorriu, os olhos cheios de uma ternura materna que derreteria o coração de um dragão.

Sem se importar com a multidão ou com os Lordes Demônios competindo a poucos metros, Rimuru abriu os botões da regata. Shuna, sempre precavida, posicionou-se ao lado com um leque, garantindo a privacidade parcial de sua mestre. Camille abocanhou o seio com avidez, suas mãozinhas gordinhas apertando a pele leitosa de Rimuru enquanto ela mamava ritmadamente.

Guy, do meio da quadra de vôlei, parou por um segundo para observar a cena. O suor escorria por seu peito nu, e a visão de Rimuru amamentando sua "filha" o atingiu com uma onda de desejo e possessividade tão forte que ele quase esqueceu de rebater a bola de Milim.

— Guy! Preste atenção! — gritou Milim, lançando uma bola carregada de energia nuclear.

Guy rebateu a bola com um soco seco, mandando-a para o outro lado do continente.

— Eu venci esta rodada — declarou Guy, sem tirar os olhos de Rimuru.

O festival seguiu para o "Sumô de Quadris" feminino, onde Shuna e Milim competiram ferozmente. Camille, já satisfeita e com a chupeta de volta à boca, batia palmas enquanto mexia no cabelo de Guy, que agora se sentara ao lado de Rimuru para um breve intervalo.

— Ela gosta de puxar seu cabelo porque é da cor do dela — observou Rimuru, ajeitando a blusa após Camille terminar.

— Ela tem bom gosto — respondeu Guy, pegando a menina e colocando-a em seus ombros. — Mas eu prefiro quando ela dorme, assim tenho você só para mim.

As competições de tiro ao alvo e corrida foram dominadas por Benimaru e Diablo, mas no final, a consistência de Guy Crimson prevaleceu. Ele venceu a última prova — uma luta de sumô tradicional contra Veldora que abriu uma cratera no estádio — e garantiu o primeiro lugar.

A noite caiu sobre Tempest, e enquanto o festival continuava com fogos de artifício e banquetes, Guy reivindicou seu prêmio.

Dentro dos aposentos privados de Rimuru, o silêncio era interrompido apenas pela respiração suave de Camille, que dormia em seu berço de seda ao lado da cama, segurando firmemente uma ponta do lençol de Rimuru.

Guy não esperou. Ele prensou Rimuru contra o colchão, seus olhos vermelhos ardendo com uma fome que o vôlei e as corridas não conseguiram saciar.

— Você passou o dia todo cuidando dela — sussurrou Guy, sua voz como um rosnado baixo. — Agora, eu quero a minha parte.

Ele desfez os botões da regata de Rimuru com uma urgência bruta. Quando os seios fartos e sensíveis de Rimuru foram expostos, Guy soltou um som gutural. Ele não foi gentil. Ele abocanhou um dos mamilos, mamando com uma força que fez Rimuru arquear as costas e soltar um gemido abafado.

— Guy... devagar... — pediu Rimuru, sentindo a língua áspera do demônio e a pressão de seus dentes.

— Não — respondeu Guy, mudando para o outro seio, apertando a carne macia com as mãos grandes, deixando marcas vermelhas. — Eu vi aquela criança o dia todo recebendo o que eu queria. Agora é a minha vez.

O sexo que se seguiu foi intenso e visceral. Guy possuía Rimuru com uma ferocidade que refletia sua natureza primordial, enquanto Rimuru, entregue ao prazer, envolvia o Lorde Vermelho com suas pernas, clamando por mais. Entre beijos famintos e estocadas profundas, eles eram fogo e gelo colidindo. Guy maltratava os seios de Rimuru, mordendo e sugando até que o Slime estivesse tremendo e chorando de prazer.

Na manhã seguinte, o sol nasceu preguiçoso. Rimuru acordou sentindo o corpo dolorido, mas com um sorriso satisfeito. Guy ainda dormia ao seu lado, um braço possessivo jogado sobre sua cintura.

O passeio prometido começou logo depois. Eles caminharam pelas ruas de Tempest, atraindo olhares de adoração e medo. Camille, em um vestido de flores brancas, estava radiante.

— Olha, Camille! É o tio Veldora! — Rimuru apontou para o dragão, que estava tentando ensinar "golpes secretos" para um grupo de crianças.

Camille riu, mas quando viu Diablo se aproximando com sua elegância sombria, ela estendeu os braços. Diablo, o demônio que não dobrava o joelho para quase ninguém, ficou visivelmente emocionado.

— Oh... pequena senhorita... — murmurou Diablo, pegando-a com uma delicadeza quase religiosa.

Camille agarrou-se à gravata de Diablo e começou a brincar com os botões de seu colete. Ela parecia encantada pela aura negra e sofisticada do demônio primordial.

— Parece que ela gostou de você, Diablo — disse Rimuru, limpando uma manchinha de doce no canto da boca da menina.

— É uma honra que transcende a minha existência, Lorde Rimuru! — exclamou Diablo, uma lágrima solitária de alegria escorrendo por seu rosto.

Guy, no entanto, não gostou muito da proximidade.

— Já chega, Diablo. Devolva a minha filha — ordenou Guy, pegando Camille de volta.

A menina soltou um pequeno protesto, mas assim que Guy a aninhou em seu pescoço e começou a caminhar, ela se acalmou, brincando com as mechas vermelhas do pai.

Eles pararam em um parque para um piquenique. Rimuru sentou-se na grama, espalhando as iguarias que Shuna preparara. Camille corria ao redor deles, tropeçando nas flores e rindo alto.

— Ela é tão cheia de vida — observou Rimuru, encostando a cabeça no ombro de Guy.

— Ela é um caos — corrigiu Guy, mas ele sorria enquanto observava Camille tentar "caçar" uma borboleta.

De repente, Camille parou e correu de volta para Rimuru, esfregando os olhos e fazendo um biquinho. Ela puxou a blusa de Rimuru, o sinal universal de que a hora da brincadeira acabara e a hora do conforto chegara.

— Venha aqui, meu amor — disse Rimuru, sentando-a em seu colo.

Enquanto Rimuru amamentava Camille sob a sombra de uma árvore, Guy observava a cena com uma proteção absoluta. Ele era o pai protetor, o guerreiro que destruiria mundos para manter aquela paz. E Rimuru era a mãe cuidadosa, o coração daquela família improvável.

— Guy, olhe — sussurrou Rimuru.

Camille havia adormecido com a boca ainda no seio, uma mãozinha agarrada firmemente à blusa de Rimuru e a outra segurando o dedo de Guy, que se aproximara para acariciar seu rosto.

— Ela não solta — disse Guy, com um tom de voz que Rimuru raramente ouvia: pura doçura.

— Ela sabe que estamos aqui — respondeu Rimuru. — Ela sabe que nunca vai estar sozinha.

O Festival de Esportes de Tempest terminou não com uma medalha, mas com a consolidação de algo muito mais poderoso. Entre jogos de guerra, noites de paixão bruta e momentos de ternura materna, o Lorde Vermelho e o Slime Supremo haviam criado um refúgio.

— Vamos para casa? — perguntou Guy, pegando Camille no colo sem acordá-la.

— Sim — sorriu Rimuru, levantando-se e limpando a grama da saia. — Vamos para casa.

Enquanto caminhavam de volta para o castelo, com a pequena Camille dormindo profundamente entre eles, o povo de Tempest abria caminho, curvando-se não apenas para seus líderes, mas para a imagem da família mais poderosa e peculiar que o mundo já vira. E no centro de tudo, uma pequena menina de cabelos vermelhos sonhava com dragões, borboletas e o calor seguro de seus pais.