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Gay love

Jogos de Poder e o Sabor do Pecado

A penumbra do quarto de Luiz era apenas quebrada pela luz azulada da lua que filtrava pelas cortinas semiabertas, mas o calor ali dentro era suficiente para derreter qualquer resquício de hesitação. Já se passara uma semana, e o que começou como uma curiosidade mútua havia se transformado em uma fome voraz que nenhum dos dois conseguia saciar. Luiz estava sentado na ponta da cama, observando Lizanes se despir lentamente. O loiro sabia o poder que tinha; ele deslizava a camiseta branca para cima, revelando a pele clara e o abdômen definido, enquanto seus olhos castanhos desafiavam o moreno.

— Você gosta de assistir, não gosta? — provocou Lizanes, deixando a peça de roupa cair no chão.

Luiz soltou uma risada baixa, o som vibrando em sua garganta de forma perigosa. Seus olhos castanhos escuros percorreram cada centímetro do corpo de Lizanes, desde as clavículas marcadas até a linha da cintura que desaparecia sob o jeans.

— Eu gosto de tudo o que envolve você, loirinho. Mas hoje, eu quero que você jogue o meu jogo — Luiz disse, levantando-se e caminhando até uma gaveta da mesa de cabeceira.

Ele tirou de lá uma gravata de seda preta. Lizanes arqueou uma sobrancelha, o coração acelerando contra as costelas. Ele nunca fora dominado daquela forma, mas a ideia de estar sob o controle total de Luiz fazia seu corpo formigar de antecipação. Luiz aproximou-se, o cheiro de seu perfume amadeirado inundando os sentidos de Lizanes.

— Mãos para trás — comandou Luiz, a voz suave, mas carregada de autoridade.

Lizanes obedeceu, sentindo a seda fria apertar seus pulsos. Luiz deu um nó firme, mas cuidadoso, garantindo que o loiro estivesse preso, mas não machucado. Em seguida, Luiz o empurrou gentilmente para a cama. Lizanes caiu de costas, o cabelo loiro médio espalhado pelo travesseiro, os olhos brilhando de desejo.

— Agora — começou Luiz, ajoelhando-se entre as pernas dele —, vamos ver o quanto você consegue aguentar.

Luiz começou a beijar a parte interna das coxas de Lizanes, subindo lentamente. Suas mãos grandes e firmes apertavam a carne macia, deixando marcas avermelhadas que contrastavam com a pele branca do adolescente. Lizanes soltou um gemido contido, tentando se soltar das amarras, mas a restrição apenas tornava cada toque dez vezes mais intenso.

— Luiz... por favor — implorou Lizanes, a respiração falha.

— Shh... eu ainda não comecei — sussurrou Luiz contra a pele sensível do abdômen dele.

O moreno subiu o corpo, sentando-se sobre o peito de Lizanes, forçando-o a encarar sua ereção pulsante através do tecido da calça. Ele começou a roçar-se contra o rosto de Lizanes, provocando-o, enquanto suas mãos desciam para brincar com os mamilos do loiro, tor