Goku é uma vadia
O Julgamento da Carne no Palácio de Enma Daioh
O Outro Mundo era um lugar de burocracia infinita e filas que pareciam não ter fim, mas para Son Goku, as regras de trânsito espiritual nunca se aplicavam da mesma forma. Após os eventos exaustivos com Cell e as marcas ainda latentes em sua alma e corpo, Goku sentia uma inquietação que o treinamento no Planeta do Senhor Kaioh não conseguia aplacar. Ele precisava de algo mais sólido, algo que carregasse o peso da autoridade suprema.
Com o pretexto de perguntar sobre o destino de alguns vilões que havia derrotado, Goku usou o Teletransporte e apareceu subitamente no imenso salão de mármore do palácio de Enma Daioh. O teto perdia-se nas nuvens de incenso, e o som do carimbo gigante batendo contra papéis ecoava como trovões.
— Goku? O que faz aqui de novo? — A voz do Rei Enma trovejou, profunda e vibrante. O gigante de pele avermelhada e chifres imponentes mal levantou os olhos de sua papelada. — Eu estou ocupado, há uma fila de dez mil almas esperando para serem julgadas e o sistema está lento hoje.
Goku caminhou lentamente até a mesa monumental, seus passos ecoando no silêncio reverente do salão. Ele não estava usando seu uniforme alaranjado completo; a parte superior estava amarrada na cintura, expondo o peito largo e as cicatrizes de batalhas recentes.
— Oi, Enma-sama — disse Goku, sua voz soando estranhamente mansa. — Eu só queria saber se você viu o Cell por aí. Ele causou muitos problemas, sabe?
O Rei Enma finalmente largou a caneta e olhou para o pequeno guerreiro à sua frente. Ele percebeu algo diferente no olhar de Goku. Não era a ingenuidade habitual, mas uma espécie de fome contida, um brilho de submissão que ele só via nas almas que imploravam por misericórdia antes de serem enviadas para o inferno.
— O Cell foi enviado para o lugar de onde não se volta, Goku. Agora, se é só isso, saia. Eu tenho trabalho — disse o gigante, tentando retomar sua postura autoritária.
Goku, no entanto, não se moveu. Em vez disso, ele começou a subir os imensos degraus que levavam ao trono de Enma. Os ogros secretários pararam o que estavam fazendo, chocados com a audácia.
— Você parece muito cansado, Enma-sama — comentou Goku, parando bem ao lado da perna monumental do juiz dos mortos. — Deve ser difícil decidir a vida de todo mundo sozinho. Você nunca tira um tempo para... relaxar?
O Rei Enma sentiu um arrepio percorrer sua espinha colossal. Ele olhou para baixo e viu Goku passando a mão suavemente pelo couro de sua bota imensa. O contraste entre o tamanho do herói e a magnitude do deus era excitante.
— O que você está sugerindo, Saiyajin? — rosnou Enma, embora sua voz tivesse perdido parte da agressividade.
— Eu ouvi dizer que você é o juiz mais justo de todos — sussurrou Goku, olhando para cima com olhos suplicantes. — Mas eu também ouvi que você é muito rigoroso com quem quebra as regras. Eu tenho sido um garoto muito ruim ultimamente, Enma-sama. Tenho feito coisas que a Chi-Chi não aprovaria.
Enma Daioh sentiu o peso de sua própria autoridade aumentar. Ele era o senhor do julgamento, o homem que decidia quem sofria e quem descansava. Ver o homem mais forte do universo se oferecendo como um réu diante de seu tribunal privado era uma tentação que nenhum deus poderia ignorar.
— Saiam todos! — rugiu Enma para os ogros e as almas na fila. — Agora! O tribunal está em sessão fechada!
Em segundos, o vasto salão estava vazio, restando apenas o gigante vermelho e o guerreiro submisso. Enma inclinou-se para frente, sua sombra cobrindo Goku completamente.
— Então você quer ser julgado, Goku? — perguntou Enma, sua mão enorme agarrando o Saiyajin pela cintura e levantando-o como se fosse um boneco. — Você sabe que no meu tribunal, as sentenças são físicas.
— É exatamente isso que eu quero — respondeu Goku, sentindo a pressão dos dedos de Enma em suas costelas. — Eu quero que você me mostre o peso da sua lei.
Enma colocou Goku sobre a imensa mesa de despacho, espalhando pilhas de documentos de pecados e virtudes para todos os lados. O gigante levantou-se de seu trono, revelando sua estatura completa, e começou a desabotoar seu terno formal.
— Se você quer o meu julgamento, você o terá — disse Enma, sua voz ressoando nas paredes. — Tire essa roupa. Eu quero ver o corpo que ousou desafiar os deuses e agora implora por punição.
Goku obedeceu prontamente. Ele chutou suas botas e deixou a calça cair, ficando completamente nu sobre os papéis do destino humano. As marcas de Cell ainda eram visíveis em sua nádega, o nome do androide levemente cicatrizado na pele bronzeada.
— O que é isso? — perguntou Enma, apontando para a marca. — Você já foi reivindicado por outro?
— Ele tentou — disse Goku, arqueando as costas e empurrando o quadril para cima. — Mas ele é apenas um inseto. Você é o rei dos mortos. O seu julgamento deve ser muito mais... profundo.
Enma soltou uma risada ruidosa e sentou-se na borda da mesa. Ele abriu a braguilha, e o que emergiu era digno de um gigante. Era uma coluna de carne avermelhada e pulsante, proporcional ao seu tamanho divino, exalando um calor que parecia vir das próprias fornalhas do inferno.
— Ajoelhe-se, réu — ordenou Enma.
Goku rastejou pela mesa até ficar entre as pernas do gigante. Ele parecia uma criança diante daquela imensidão, mas seus olhos estavam cheios de uma luxúria voraz. Ele envolveu a base do membro de Enma com as mãos e começou a lamber a glande imensa, sentindo o gosto de poder e enxofre.
— Hummm... é tão grande... — gemia Goku, tentando abocanhar o que podia, embora sua boca mal conseguisse envolver a ponta.
— Use essa língua de guerreiro, Goku! — comandou Enma, puxando os cabelos do Saiyajin para guiar o ritmo. — Mostre-me que você sabe servir ao seu juiz!
Goku entregou-se à tarefa com um entusiasmo febril. Ele adorava a sensação de ser diminuído, de ser apenas um objeto de prazer para uma entidade tão poderosa. Ele usava a língua, as mãos e a garganta, engasgando deliberadamente para sentir o volume de Enma preencher cada espaço de sua face.
Após alguns minutos de adoração oral, Enma Daioh perdeu a paciência. Ele queria sentir a resistência da carne Saiyajin.
— Chega — disse o gigante, virando Goku de costas sobre a mesa. — Está na hora de ler a sua sentença.
Enma pegou o carimbo gigante que usava para selar o destino das almas. Ele o molhou em uma tinta vermelha especial e, com um movimento firme, carimbou a outra nádega de Goku. O som foi como um tapa, e Goku gritou quando sentiu o ardor da tinta mágica penetrando em seus poros.
— Agora você está marcado pelo tribunal — rugiu Enma. — E a execução começa agora.
Sem qualquer lubrificante além da própria saliva de Goku, Enma posicionou-se. Ele segurou os quadris de Goku com uma força que certamente deixaria hematomas permanentes. Quando ele empurrou, Goku sentiu como se estivesse sendo partido ao meio por um pilar de fogo.
— AHHHHHH! ENMA-SAMA! — O grito de Goku ecoou pelas abóbadas do palácio. — É demais... dói... eu sinto que vou quebrar!
— Silêncio no tribunal! — ordenou Enma, começando a se mover com um ritmo pesado e implacável. — Você pediu por isso, Goku! Sinta o peso de todos os pecados que você já cometeu! Sinta a justiça divina entrando em você!
A mesa de mármore vibrava a cada estocada do gigante. Goku estava esmagado contra os papéis, seu rosto pressionado contra o registro de uma alma qualquer. Ele sentia que seus órgãos internos estavam sendo deslocados pela massa imensa de Enma. Era uma dor sublime, uma sensação de ser preenchido por algo tão vasto que sua própria identidade começava a se dissolver.
— Isso... me pune... me julga... — ofegava Goku, suas pernas tremendo descontroladamente.
Enma não tinha sutileza. Ele era um juiz, não um amante. Cada investida era um golpe de autoridade, uma afirmação de sua dominância sobre o mortal. Ele açoitava as costas de Goku com a mão livre enquanto o possuía, deixando marcas vermelhas que brilhavam no escuro do salão.
— Você é apenas um verme diante de mim, Goku! — dizia Enma, o suor vermelho pingando de seu rosto sobre o corpo do guerreiro. — Não importa o quanto você treine, você sempre terminará aqui, aos meus pés, implorando para ser usado!
— Sim! Eu sou seu verme! — gritava Goku, atingindo um ápice de prazer que o fez soltar um jato de sêmen que atravessou a mesa, sujando as estátuas distantes.
O ritmo de Enma tornou-se frenético. O gigante rugia como um vulcão prestes a entrar em erupção. Ele sentia a pressão das paredes de Goku, que eram milagrosamente resistentes graças à sua natureza Saiyajin, permitindo que o deus descarregasse toda a sua fúria sem medo de matá-lo.
— Prepare-se para o veredito final! — clamou Enma Daioh.
Com uma estocada final que quase jogou Goku para fora da mesa, o Rei Enma liberou sua carga. Foi como se uma represa tivesse se rompido. Goku sentiu uma inundação de sêmen quente e espesso, uma quantidade divina que parecia não ter fim, prechendo-o até que ele sentisse que sua barriga estava prestes a estourar. O fluido era tão potente que Goku sentiu seu próprio ki oscilar, absorvendo a energia vital do juiz dos mortos.
Goku desabou sobre a mesa, o corpo coberto de suor, tinta de carimbo e fluidos divinos. Ele estava em choque, os olhos revirados, a boca aberta em um mudo grito de satisfação.
Enma Daioh retirou-se lentamente, soltando um suspiro de alívio que fez as cortinas do palácio balançarem. Ele ajeitou suas roupas e voltou ao seu trono, observando o guerreiro caído com um olhar de satisfação sombria.
— A sessão está encerrada, Son Goku — disse Enma, retomando sua caneta. — Você foi devidamente punido. Pode voltar para o seu treinamento.
Goku levou algum tempo para conseguir se mover. Ele se levantou trêmulo, sentindo o líquido de Enma escorrer pesadamente de seu corpo. Ele olhou para a marca do carimbo em sua nádega e sorriu.
— Obrigado... Enma-sama — disse Goku, vestindo suas roupas com dificuldade. — Eu me sinto... muito mais leve agora.
— Não se acostume com isso — advertiu o gigante, sem olhar para ele. — Mas, se sentir que precisa de outro julgamento... a fila para você sempre será curta.
Goku riu e, com dois dedos na testa, desapareceu em um estalo de Teletransporte.
Ele reapareceu no Planeta do Senhor Kaioh, caindo de cara na grama. O Senhor Kaioh correu até ele, preocupado.
— Goku! Onde você estava? E o que são essas marcas no seu corpo? E por que você está cheirando a... incenso e enxofre?
Goku apenas rolou de costas, olhando para o céu estrelado do Outro Mundo, sentindo o peso do sêmen do Rei Enma ainda quente dentro de si.
— Ah, Senhor Kaioh... eu só fui resolver uns problemas burocráticos — disse Goku, fechando os olhos com um sorriso satisfeito. — O Rei Enma é realmente um juiz muito... rigoroso.
Enquanto o Senhor Kaioh gritava confuso, Goku adormeceu, sonhando com o próximo figurante poderoso que teria o prazer de encontrar, sabendo que, não importa onde fosse, ele sempre encontraria uma forma de ser o brinquedo de alguém maior que ele.