Goku é uma vadia
O Casulo do Desejo: A Absorção do Prazer
O silêncio do deserto era interrompido apenas pelo som do vento soprando entre as rochas e pelo estalar da quitina de Cell, que agora pairava em sua primeira forma, a criatura esguia e predatória que exalava uma aura de perigo primordial. Son Goku, caído aos seus pés, estava em um estado de êxtase que beirava o delírio. O fluido nutritivo do androide ainda escorria por suas pernas, mas o Saiyajin queria mais. Ele queria a experiência definitiva.
— Cell... — ofegou Goku, apoiando-se nos cotovelos e olhando para o rosto de inseto do monstro. — Aquilo foi... incrível. Mas eu sei que você pode fazer mais. Eu vi o que você fez com as pessoas nas cidades. Eu vi como você absorveu o Dezessete e a Dezoito.
Cell inclinou a cabeça, os grandes olhos amarelados e sem pupilas focando no guerreiro com uma mistura de desprezo e curiosidade.
— Você está sugerindo o que eu penso que está sugerindo, Goku? — A voz do androide saiu como um sibilo metálico. — Você quer que eu o consuma? Que eu acabe com a sua existência para alimentar a minha?
— Eu quero sentir como é estar dentro de você — disse Goku, levantando-se com dificuldade, a pele brilhando de suor e fluidos. — Não me mate de verdade. Mas me absorva. Deixe-me sentir o seu interior, o calor das suas células me apertando. Me use como combustível, nem que seja por um momento.
Cell soltou um som de clique profundo, uma risada gutural de inseto.
— Você é um louco, Son Goku. Um masoquista sem limites. Absorver um ser com o seu poder exigiria que eu terminasse o processo de digestão para não explodir. Se eu o ingerir e não o converter em energia imediatamente, meu corpo sofrerá uma sobrecarga.
— Então me cuspa antes de terminar! — insistiu Goku, dando um passo à frente e colando seu peito na carapaça fria do androide. — Eu faço o que você quiser depois. Qualquer coisa. Eu serei seu escravo, seu brinquedo... o que você pedir.
O androide silenciou-se por um longo momento. A ideia de ter o salvador da Terra implorando para ser devorado era tentadora demais para sua natureza sádica.
— Qualquer coisa? — perguntou Cell, a cauda chicoteando o ar com excitação. — Pois bem. Se eu o absorver e depois o devolver ao mundo, eu quero que você carregue uma marca permanente. Quero que você escreva o meu nome nas suas nádegas, para que todos saibam quem é o seu dono. E depois, você ficará inclinado no meu colo, levando tapas até que eu decida que você sentiu dor o suficiente.
Goku sentiu um frio na barriga, uma antecipação que fez seu membro latejar novamente.
— Eu aceito — sussurrou o Saiyajin, fechando os olhos. — Me leve.
Cell não esperou por uma segunda confirmação. A ponta de sua cauda se abriu como uma flor carnívora, expandindo-se até ficar larga o suficiente para envolver a cabeça de Goku. O androide agarrou os ombros do guerreiro com suas garras, forçando-o a se ajoelhar, e então a cauda desceu.
Goku sentiu o mundo desaparecer. O interior da cauda de Cell era quente, úmido e incrivelmente apertado. Ele sentia as paredes orgânicas se contraindo ao redor de seu rosto, depois de seus ombros. O oxigênio foi substituído por um muco espesso e nutritivo que ele era forçado a inalar. Era uma sensação de claustrofobia e prazer absoluto. Ele estava sendo engolido pelo predador perfeito.
Lentamente, centímetro por centímetro, Cell puxou Goku para dentro de seu canal de absorção. O Saiyajin sentia cada músculo de seu corpo sendo esmagado pela pressão interna do androide. Era como estar de volta ao útero, mas um útero feito de aço orgânico e fome. Ele ouvia o pulsar do coração de Cell, o fluxo de seu ki correndo pelas veias biológicas.
Por alguns minutos, Goku deixou de existir como indivíduo. Ele era apenas massa orgânica dentro de Cell, sentindo as enzimas começarem a formigar em sua pele, iniciando um processo de digestão que ele sabia ser o prelúdio de sua entrega total.
De repente, a pressão mudou. Cell soltou um rugido abafado e começou a expelir o guerreiro. O processo foi violento. Goku foi cuspido de volta para a luz, coberto de uma gosma transparente e brilhante, ofegante e tremendo. Ele caiu na terra, sentindo o ar frio queimar seus pulmões.
— Satisfeito? — sibilou Cell, voltando à sua postura ereta. — Agora, cumpra sua parte do trato.
Goku, ainda tonto e com os sentidos nublados, pegou uma pedra pontiaguda no chão. Com a mão trêmula, ele alcançou a própria retaguarda. A dor do corte na pele sensível era um deleite. Ele esculpiu as letras C-E-L-L em sua nádega esquerda, o sangue se misturando ao muco do androide.
— Pronto... — disse Goku, a voz falhando.
— Agora, venha aqui — ordenou o monstro, sentando-se em uma rocha plana.
Goku arrastou-se até ele e inclinou-se sobre o colo de Cell, deixando sua retaguarda marcada e ensanguentada exposta. O androide não teve piedade. A primeira palmada ecoou pelo deserto como um tiro de canhão. A mão de carapaça dura de Cell atingiu a carne macia de Goku com uma força que o fez gritar.
— Mais... — implorava Goku entre os soluços de prazer e dor.
Cell continuou. O ritmo era metódico. Tapa após tapa, a pele de Goku passava do rosa para o vermelho vivo, e depois para um roxo profundo. O androide parecia deliciar-se com o som do sofrimento do herói, rindo enquanto via o corpo do Saiyajin espasmar a cada impacto.
— Você gosta disso, não é, Goku? — dizia Cell, desferindo um golpe especialmente forte sobre a marca de seu nome. — Gosta de ser humilhado pelo monstro que deveria destruir.
— Eu... eu adoro... — gemia Goku, sua testa encostada nos joelhos de Cell, as lágrimas escorrendo livremente.
Após o que pareceram horas de punição, Cell parou. Ele agarrou Goku pela cintura e o levantou, mas não o soltou completamente.
— Eu ainda não terminei com você — sibilou o androide. — Eu disse que o cuspiria, mas não disse que seria por inteiro.
Cell ativou novamente sua cauda, mas desta vez o processo foi diferente. Ele absorveu Goku apenas da cintura para baixo, prendendo as pernas e os quadris do guerreiro dentro de seu apêndice, enquanto o tronco e os braços de Goku ficavam livres, pendurados para fora como se ele estivesse fundido ao monstro.
— O que você está fazendo? — perguntou Goku, sentindo a pressão intensa em sua metade inferior.
— Vou lhe mostrar um segredo da minha biologia — respondeu Cell.
Na base de seu corpo, entre as pernas de inseto, uma fenda oculta pela carapaça começou a se abrir. O que emergiu não era nada que Goku tivesse visto antes. Era um órgão carnudo, escuro e pulsante, que parecia uma mistura de ferrão e pênis, coberto por pequenas ventosas e veias que brilhavam com um ki purulento.
Cell posicionou o corpo de Goku, que estava preso em sua cauda, de modo que a abertura do Saiyajin ficasse perfeitamente alinhada com aquele novo apêndice.
— Isso... — Goku arregalou os olhos, sentindo a ponta quente e rígida cutucar sua entrada. — O que é isso?
— É a minha ferramenta de procriação celular — explicou Cell, sua voz vibrando de luxúria. — Algo que eu raramente uso, mas para você, abrirei uma exceção.
Sem aviso, Cell penetrou. A entrada foi devastadora. O órgão era muito mais largo do que qualquer coisa humana, e as ventosas ao longo de sua extensão começaram a sugar as paredes internas de Goku, criando um vácuo de prazer e dor que fez o guerreiro soltar um grito desumano.
— AHHH! CELL! — Goku jogou a cabeça para trás, as mãos agarrando as asas do androide. — É tão grande... está me rasgando!
— Shhh... — sibilou o monstro, começando a se mover. — Sinta a perfeição entrando em você. Sinta cada célula minha reivindicando o seu interior.
O movimento era hipnótico. Cell usava a força de suas pernas de inseto para impulsionar o corpo contra o de Goku, enquanto a cauda mantinha o Saiyajin preso em um abraço inquebrável. Goku sentia que estava sendo empalado por um deus sombrio. O prazer era tão denso que ele não conseguia respirar. Cada estocada de Cell parecia atingir sua própria alma.
— Eu... eu estou derretendo... — gemia Goku, sua visão escurecendo. — Mais forte, Cell! Me destrói!
O androide obedeceu. O ritmo tornou-se frenético, animal. O som da carapaça batendo contra a pele suada de Goku era o único ruído no deserto. Cell não tinha limites; ele estocava com uma precisão cirúrgica, atingindo pontos dentro de Goku que o faziam ter orgasmos múltiplos e involuntários. O sêmen do Saiyajin jorrava sem parar, sujando o próprio peito e o colo do androide.
— Você é meu! — rugiu Cell, seus olhos brilhando intensamente. — O herói da Terra é a minha puta pessoal!
No ápice do ato, o órgão de Cell pulsou violentamente. Goku sentiu uma inundação. Não era apenas sêmen; era um fluido quente, denso e carregado de energia vital que parecia queimar suas entranhas. O volume era imenso, prechendo o estômago de Goku até que ele se sentisse estufado, como se tivesse devorado um banquete inteiro de uma só vez.
Goku soltou um último grito de êxtase puro, seu corpo ficando completamente flácido nos braços de Cell. Ele estava em choque, o cérebro incapaz de processar tamanha sobrecarga sensorial.
Cell retirou-se lentamente, o som da sucção ecoando no silêncio. Ele soltou a cauda, e a metade inferior de Goku caiu pesadamente no chão. O guerreiro estava deitado em posição fetal, o abdômen visivelmente inchado pelo fluido do androide, a marca de sangue na nádega brilhando sob a luz da lua que começava a surgir.
O monstro limpou-se com indiferença, observando o estado deplorável de seu rival.
— Você foi útil, Goku — disse Cell, sua voz voltando ao tom calmo e arrogante. — Agora, vá para casa. Mostre à sua esposa o que o seu novo dono fez com você. E lembre-se: toda vez que você olhar para aquela marca, você sentirá o meu peso dentro de você.
Goku não respondeu. Ele apenas sorriu, um sorriso quebrado e cheio de uma satisfação doentia. Ele sentia o líquido de Cell latejando dentro de si, uma promessa silenciosa de que ele voltaria. Ele sempre voltaria.
Enquanto Cell decolava, desaparecendo no horizonte como um borrão verde, Goku permaneceu ali, na poeira, saboreando a dor e o prazer de sua traição. Ele era Son Goku, o salvador do universo, mas naquele momento, ele era apenas o brinquedo marcado de um monstro, e ele nunca se sentira tão vivo. Ele se levantou lentamente, sentindo o fluido escorrer por suas coxas, e começou a caminhada de volta para casa, já imaginando qual seria a desculpa que daria a Chi-Chi para a marca em sua bunda e o brilho de luxúria em seus olhos.