Goku é uma vadia
O Encontro na Cidade do Oeste
O céu sobre a Cidade do Oeste estava tingido de um azul brilhante, típico de um dia de verão sem nuvens. Son Goku voava preguiçosamente sobre os prédios futuristas da Corporação Cápsula, sentindo o vento bagunçar seus cabelos espetados. Ele tinha vindo à cidade para pedir a Bulma que consertasse o radar do dragão, mas a verdade era que sua mente estava longe de esferas místicas ou tecnologia avançada. Desde aquele encontro com o lenhador na Montanha Paozu, uma queimação constante residia no baixo ventre de Goku, um desejo que não podia ser saciado com comida ou treinamento pesado.
Ele pousou em um beco isolado, a poucos quarteirões da casa de Bulma. O lugar cheirava a asfalto quente e óleo de motor. Goku espreguiçou-se, sentindo a tensão em seus músculos. Ele não queria lutar; ele queria ser dominado. Ele queria sentir o peso de alguém sobre ele, a força bruta que o fizesse esquecer que era o homem mais forte do universo.
Foi então que ele o viu. Um mecânico de rua, trabalhando na traseira de um caminhão de carga quebrado. O homem era enorme, com braços cobertos de graxa e uma expressão de poucos amigos. Ele usava um macacão jeans surrado, aberto até a metade do peito, revelando pelos densos e suados. O nome "Bruno" estava bordado em um remendo sujo sobre o bolso.
Goku caminhou lentamente até ele, seu coração batendo num ritmo que nenhuma batalha jamais provocara.
— Ei, você parece estar tendo problemas com esse motor — disse Goku, sua voz saindo mais rouca do que o normal.
O mecânico se virou, limpando o suor da testa com o braço sujo. Ele olhou para o uniforme laranja de Goku e soltou um rosnado de desdém.
— O que um palhaço de artes marciais entende de mecânica? Cai fora, garoto, estou ocupado.
Goku deu um sorriso lento, um que não tinha nada de inocente. Ele se aproximou, ignorando o aviso, e parou a centímetros do homem. O cheiro de gasolina e suor masculino o atingiu como um soco, deixando-o tonto de desejo.
— Eu não entendo de motores, mas entendo de como aliviar a tensão — sussurrou Goku, baixando o olhar para o volume evidente nas calças do mecânico. — Você parece estar precisando de uma pausa. Uma pausa bem gostosa.
Bruno arqueou as sobrancelhas, surpreso com a audácia. Ele mediu o corpo atlético de Goku e um brilho predatório surgiu em seus olhos.
— Você sabe com quem está falando, seu merdinha? Eu não sou delicado.
— É exatamente disso que eu gosto — respondeu Goku, ajoelhando-se ali mesmo, no chão sujo do beco, entre as ferramentas e as poças de óleo.
Sem esperar por uma resposta, Goku abriu o cinto do mecânico com uma urgência febril. Quando o membro pesado de Bruno saltou para fora, Goku não hesitou. Ele o envolveu com a boca, fechando os olhos e gemendo abafado. Ele adorava o sabor acre do suor misturado à testosterona. Ele usava a língua com uma voracidade que fez os joelhos do mecânico tremerem.
— Porra... você é uma vadia gulosa, não é? — rosnou Bruno, enterrando a mão nos cabelos de Goku e forçando a cabeça do guerreiro para baixo, sem qualquer delicadeza.
Goku engasgou levemente, mas o som que saiu de sua garganta foi de puro prazer. Ele amava ser tratado assim, como um objeto, como algo cujo único propósito era servir. Ele olhou para cima, com os olhos lacrimejando e o rosto corado, enquanto continuava a mamar com um entusiasmo quase animalesco.
— Isso, engole tudo, sua puta — o mecânico ordenou, sua voz carregada de luxúria.
Depois de alguns minutos de uma felação intensa, Bruno puxou Goku pelos cabelos, forçando-o a se levantar. O mecânico o virou de costas contra a lateral fria e metálica do caminhão.
— Agora eu vou te mostrar como a gente trata vadias como você na cidade — disse Bruno, desabotoando a calça de Goku e puxando-a para baixo com um solavanco.
Goku se curvou sobre o para-choque do caminhão, empurrando a bunda para trás, oferecendo-se completamente. Ele sentiu um tapa estalado e forte atingir sua nádega direita, deixando uma marca vermelha instantânea.
— Ai! — gritou Goku, mas o grito terminou em um riso ofegante. — Mais forte! Me bate mais!
Bruno não se fez de rogado. Ele desferiu uma sequência de tapas pesados, fazendo a carne de Goku vibrar. O som dos impactos ecoava no beco deserto.
— Você gosta disso, não gosta? Gosta de ser minha putinha? — Bruno perguntou, a voz rouca no ouvido de Goku.
— Sim! Eu sou sua puta! Me usa! — implorou Goku, sentindo o próprio pau latejar de excitação contra o metal do caminhão.
Sem qualquer aviso ou lubrificação, o mecânico se posicionou e empurrou com toda a força. Goku soltou um urro que misturava dor e um prazer transcendental. Era bruto, seco e profundo. Bruno não tinha a técnica de um mestre de artes marciais, mas tinha a força bruta de um homem comum possuído pelo desejo, e para Goku, isso era melhor do que qualquer treinamento no Planeta do Senhor Kaioh.
O ritmo era violento. A cada estocada, o corpo de Goku batia contra o caminhão, o metal rangendo sob o impacto. Bruno segurava Goku pelo pescoço com uma mão, enquanto a outra continuava a desferir tapas em sua retaguarda já avermelhada.
— Olha só como essa vadia aperta — Bruno comentou, rindo de forma cruel. — Você foi feito para levar pau, não foi?
— Foi... ahhh... sim! — Goku gemia, a cabeça jogada para trás, os olhos revirados. — Me fode... me quebra no meio!
Goku adorava a sensação de ser preenchido daquela forma. Ele se sentia pequeno, submisso, uma ferramenta nas mãos daquele estranho. Ele não pensava em Chi-Chi, não pensava nos filhos, não pensava no destino da Terra. Naquele momento, ele era apenas um receptáculo para a luxúria de Bruno.
A intensidade aumentou. Bruno começou a estocar com uma rapidez frenética, seus grunhidos tornando-se mais altos. Goku sentia que ia explodir. Ele começou a se masturbar furiosamente, acompanhando o ritmo das investidas atrás de si.
— Eu vou gozar! — gritou o mecânico. — Vou encher essa sua cara de porra, sua vadia!
Bruno puxou Goku pela cintura, tirando-o de dentro de si no último segundo e virando-o de frente. Antes que Goku pudesse recuperar o fôlego, o mecânico despejou uma torrente de sêmen quente sobre o rosto do guerreiro. O líquido viscoso cobriu os olhos, o nariz e a boca de Goku.
Goku abriu a boca, tentando capturar cada gota. Ele passou a língua pelos lábios, saboreando o gosto forte e característico, sentindo um prazer que o fazia tremer da cabeça aos pés. Ele estava coberto de graxa, suor e sêmen, e nunca se sentira tão vivo.
Bruno se afastou, ofegante, limpando-se com um pano sujo de óleo que estava no bolso. Ele olhou para Goku, que ainda estava encostado no caminhão, com um olhar de deboche.
— Você é realmente uma puta de primeira, rapaz. Pode ficar com o troco.
O mecânico jogou uma nota amassada no chão e voltou para o seu trabalho como se nada tivesse acontecido.
Goku, com um sorriso de satisfação plena, limpou o rosto com a manga do uniforme, embora tenha deixado um pouco do sêmen secar em sua pele de propósito. Ele vestiu as calças e pegou a nota do chão, guardando-a como um troféu silencioso.
— Obrigado! — disse Goku, a voz alegre novamente, como se estivesse apenas agradecendo por uma refeição. — Você é muito forte!
Ele decolou silenciosamente, subindo em direção ao prédio da Corporação Cápsula. Quando entrou pela janela do laboratório de Bulma, ela estava distraída com alguns circuitos.
— Goku! Finalmente chegou — disse ela, sem se virar. — O que aconteceu? Você está todo sujo de... o que é isso no seu rosto? Graxa?
Goku riu, coçando a nuca com aquele jeito desajeitado que todos conheciam.
— Ah, sabe como é, Bulma. Eu vi um caminhão quebrado no caminho e resolvi ajudar o mecânico. Acabou sendo um trabalho bem pesado!
Bulma suspirou, balançando a cabeça.
— Você não muda mesmo, sempre ajudando os outros. Vá se lavar, você está cheirando a... bem, a suor e óleo.
Goku caminhou em direção ao banheiro, sentindo o ardor agradável em sua bunda e o peso do segredo em seu peito. Ele sabia que logo teria que voltar para a Montanha Paozu, para as reclamações de Chi-Chi e para a rotina pacata. Mas a lembrança do mecânico, dos nomes que foi chamado e da forma como foi usado, o manteria aquecido até sua próxima viagem. Afinal, o mundo estava cheio de figurantes, e Goku mal podia esperar para conhecer o próximo.