Goku é uma vadia
O Banquete dos Operários na Pedreira Abandonada
O sol começava a se pôr no horizonte, pintando o céu com tons de púrpura e laranja sangrento. Son Goku, voando em um ritmo constante, avistou uma imensa cratera artificial esculpida na lateral de uma montanha distante. Era uma pedreira de extração de mármore que parecia estar em seus momentos finais de expediente. O som de britadeiras e máquinas pesadas ecoava pelo vale, mas o que realmente atraiu a atenção do Saiyajin não foi o barulho, mas o ki coletivo de dezenas de homens rudes e exaustos.
Goku sentiu um frio na barriga, uma antecipação que o fez pousar no centro da pedreira, bem no meio de um canteiro de obras circular. Ele estava suado, seu uniforme laranja ligeiramente rasgado nas bordas, e a expressão em seu rosto era de uma fome que nenhuma semente dos deuses poderia curar.
— Ei, olha só quem apareceu! — gritou um homem alto, de barba cerrada, que segurava uma marreta pesada. — O que um sujeitinho como você faz num lugar perigoso desses?
Goku não respondeu de imediato. Ele olhou ao redor e viu que, aos poucos, os operários estavam parando o que faziam. Eram cerca de vinte homens. Alguns sem camisa, exibindo peitos peludos e suados; outros com macacões sujos de graxa e poeira de pedra. Todos tinham o olhar pesado de quem passou o dia em trabalho braçal e precisava de uma válvula de escape.
— Eu estava de passagem — disse Goku, sua voz saindo mais suave, quase provocante. — Mas vi que vocês trabalham duro aqui. Devem estar muito tensos.
Um homem mais jovem, com os braços cobertos de tatuagens, deu um passo à frente, rindo com deboche.
— E o que você tem com isso, gracinha? Veio aqui para nos dar um sermão ou para nos divertir?
Goku deu um passo em direção ao centro do grupo, fechando o círculo ao seu redor. Ele sentia a pressão física de vinte homens o cercando, uma massa de testosterona e desejo bruto. Ele poderia derrubar todos com um único movimento de dedo, mas a ideia de lutar era a última coisa em sua mente. Ele queria o oposto. Ele queria ser subjugado.
— Eu vim para servir — sussurrou Goku, desfazendo o nó da sua faixa azul e deixando-a cair na poeira. — Eu ouvi dizer que homens da montanha sabem como tratar alguém que gosta de ser usado.
O silêncio que se seguiu foi pesado, carregado de uma luxúria súbita que incendiou o ar. O líder do grupo, um homem gigantesco chamado Raul, com mãos que pareciam pinças de aço, caminhou até Goku e o agarrou pelo pescoço, não com ódio, mas com uma posse violenta.
— Você tem noção do que está dizendo, rapaz? — rosnou Raul. — Se a gente começar, não vamos parar até você não conseguir mais ficar de pé. Somos vinte aqui.
Goku olhou nos olhos dele, as pupilas dilatadas, a língua passando lentamente pelos lábios secos.
— Então é melhor começarem logo — desafiou Goku. — Eu quero todos vocês.
O que se seguiu foi um espetáculo de depravação que as paredes de pedra daquela pedreira jamais haviam testemunhado. Sem cerimônia, Raul empurrou Goku para o chão, forçando seus joelhos contra os cascalhos afiados. O guerreiro sentiu a dor, mas o prazer de ser dominado era infinitamente maior.
— Anda, comecem pela boca! — ordenou Raul para os outros.
Em segundos, Goku estava cercado. Dois homens se posicionaram à sua frente, enquanto outros começavam a rasgar o que restava de seu uniforme. O Saiyajin, o herói da Terra, abriu a boca com uma vontade faminta. Ele recebia os membros grossos e salgados de suor com uma maestria que deixava os operários boquiabertos. Ele alternava entre um e outro, usando a língua, a garganta, os olhos revirados em puro êxtase enquanto as mãos dos homens se perdiam em seus cabelos espetados, puxando-os com força.
— Olha como ele gosta! — gritou um dos operários, enquanto desabotoava a calça. — É uma verdadeira vadia de combate!
Goku não conseguia falar, apenas emitia sons abafados de satisfação enquanto era preenchido. Outros homens começaram a se revezar em seus ouvidos, sussurrando obscenidades, enquanto mãos calejadas apertavam seus mamilos e exploravam cada músculo de seu peito definido.
— Minha vez de usar esse rabo! — rugiu Raul, posicionando-se atrás de Goku enquanto o guerreiro ainda estava ocupado com outros dois à sua frente.
Raul não usou lubrificante. Ele simplesmente cuspiu e empurrou com toda a força de um homem que carregava pedras o dia todo. Goku soltou um grito que ecoou pelas montanhas, um som que misturava o choque da invasão com um prazer quase insuportável.
— Isso! — gemia Goku entre uma felação e outra. — Me rasga! Me usa como se eu fosse lixo!
O ritmo tornou-se frenético. Era um ataque coordenado de prazer. Enquanto um o possuía por trás, outros dois ocupavam sua boca, e o restante do grupo se masturbava ao redor, sujando o corpo de Goku com jatos de sêmen que cobriam seus ombros, suas costas e seu rosto. O Saiyajin estava no centro de um furacão de carne e desejo.
— Ele aguenta muito! — comentou um dos homens, maravilhado com a resiliência de Goku. — Parece que quanto mais a gente bate e entra, mais ele quer!
— Eu sou... a puta de vocês... — ofegou Goku, quando Raul saiu para dar lugar a outro operário. — Não parem... eu quero sentir todos!
A fila não diminuía. Cada vez que um homem chegava ao seu limite e despejava sua carga dentro de Goku, outro já estava pronto para ocupar o lugar, mantendo o guerreiro em um estado constante de preenchimento. Goku sentia suas entranhas latejarem, o calor acumulado de tantos homens diferentes criando uma sensação de plenitude que ele nunca encontrara no treinamento.
Ele adorava o cheiro de suor barato, o gosto de tantos homens diferentes, a sensação das mãos ásperas que não tinham medo de machucá-lo. Para Goku, a dor física era apenas um tempero para a submissão total. Ele se sentia como um poço sem fundo, pronto para absorver toda a virilidade daquele grupo.
— Vamos, rapazes! — gritou Raul, que já estava pronto para a segunda rodada. — Vamos encher esse balão laranja até ele transbordar!
O "estupro" coletivo — que de forçado não tinha nada, já que Goku se oferecia com uma luxúria animal — durou horas. A lua já estava alta no céu quando o ritmo começou a diminuir. O chão da pedreira estava marcado por fluidos e poeira. Goku estava deitado de lado, completamente nu, seu corpo brilhando sob a luz lunar, coberto da cabeça aos pés por uma camada espessa e esbranquiçada de sêmen.
Ele parecia um boneco descartado, mas seu rosto exibia o sorriso mais satisfeito de sua vida. Ele sentia o líquido quente escorrendo de seu interior, uma prova física de que vinte homens haviam deixado sua marca nele.
— Caramba... — disse o jovem tatuado, limpando-se com um trapo velho. — Eu nunca vi nada parecido. Você é de ferro, rapaz.
Goku tentou se levantar, mas suas pernas tremeram e ele caiu de volta na poeira, rindo baixinho.
— Vocês... vocês são incríveis — disse Goku, a voz rouca de tanto gemer e gritar. — Foi o melhor treino que já tive.
Os homens começaram a rir, uma risada cúmplice e bruta. Eles começaram a se vestir, pegando suas marmitas e ferramentas para irem embora. Alguns davam tapinhas de despedida na bunda de Goku, que ainda estava avermelhada e sensível.
— Se aparecer por aqui de novo, já sabe o que te espera — disse Raul, colocando seu boné sujo. — A gente sempre tem uma vaga para uma vadia como você.
— Eu vou lembrar disso — respondeu Goku, finalmente conseguindo se sentar, ignorando o desconforto agudo em sua retaguarda.
Ele observou os caminhões dos operários partindo, as luzes dos faróis desaparecendo na estrada sinuosa. Quando ficou sozinho no silêncio da pedreira, Goku usou um pouco de seu ki para limpar superficialmente o corpo, embora tenha feito questão de não se lavar completamente. Ele queria levar aquele cheiro e aquela sensação para casa.
Vestiu os restos de seu uniforme, que agora mais pareciam trapos, e decolou lentamente. O voo de volta para a Montanha Paozu foi calmo. Ele sentia o peso do "leite" dentro de si, cada movimento no ar fazendo-o lembrar da força de Raul e dos outros dezenove.
Ao chegar em casa, a luz da cozinha estava acesa. Chi-Chi apareceu na porta, com uma expressão de puro horror ao ver o estado do marido.
— Goku! Por todos os deuses, o que aconteceu com você? — gritou ela, correndo em sua direção. — Você lutou contra algum monstro? Suas roupas estão destruídas! E que cheiro estranho é esse?
Goku coçou a nuca, dando aquela risada clássica que escondia sua natureza devassa.
— Ah, Chi-Chi, você não vai acreditar! — disse ele, tentando manter a voz firme apesar do cansaço prazeroso. — Eu encontrei um grupo de operários numa pedreira... eles estavam com um problema enorme com umas pedras gigantes que caíram. Eu tive que usar toda a minha força para ajudar, e a poeira e o óleo das máquinas me deixaram assim.
Chi-Chi suspirou, cruzando os braços, mas o olhar de preocupação diminuiu.
— Você sempre se sacrificando pelos outros, Goku. Mas olhe só para você, está todo lambuzado de... seja lá o que for esse óleo branco das máquinas. Vá direto para o banho! Agora!
— Sim, senhora! — respondeu Goku, caminhando para o banheiro com um passo ligeiramente torto.
Enquanto a água quente caía sobre seu corpo, lavando as evidências de sua noite de excessos, Goku fechou os olhos e reviveu cada momento. Vinte homens. Vinte figurantes que o trataram como o objeto que ele desejava ser. Ele sabia que Chi-Chi nunca entenderia, e que o mundo continuaria a vê-lo como o herói puro e ingênuo. Mas ali, no vapor do banheiro, Son Goku sorria, sabendo que, para aqueles vinte operários, ele era apenas a melhor puta que já havia passado por aquela pedreira. E ele mal podia esperar para encontrar o próximo grupo de desconhecidos.