Goku é uma vadia
O Desfile das Relíquias do Rei Cutelo
A manhã na Montanha Paozu nasceu com um brilho dourado, mas o ar dentro da casa de Goku ainda estava carregado com o peso da noite anterior. Após o encontro com os caçadores furtivos, Goku havia limpado o quarto, mas seu corpo ainda retinha aquela vibração elétrica de ter sido usado. Ele se sentia travesso, quase eufórico. Sabendo que Chi-Chi ainda passaria o dia fora com Goten na capital, Goku decidiu explorar um lado que raramente tinha coragem de mostrar: ele foi até a gaveta de roupas íntimas da esposa.
Lá, ele encontrou algo que Chi-Chi guardava para ocasiões especiais: uma calcinha de renda vermelha, minúscula e provocante. Com um sorriso bobo, Goku a vestiu. O tecido fino contrastava com sua pele bronzeada e seus músculos potentes, apertando sua retaguarda de forma deliciosa. Exausto pelas atividades noturnas e pelo treino matinal leve, ele acabou caindo em um sono profundo e seminu sobre a cama, coberto apenas por um lençol fino que, com o seu revirar, acabou escorregando, deixando à mostra a peça feminina em seu corpo másculo.
Ele não esperava, entretanto, que o Rei Cutelo decidisse fazer uma visita surpresa para devolver alguns pertences que Chi-Chi esquecera em seu castelo. O gigante entrou na casa com sua risada estrondosa, chamando pelo genro.
— Goku! Meu rapaz! Onde você se meteu? — O Rei Cutelo caminhou pela sala até chegar à porta do quarto, que estava entreaberta.
Ao entrar, o gigante parou bruscamente. Seus olhos quase saltaram das órbitas. Lá estava o lendário guerreiro, o homem que derrotara monstros e deuses, dormindo pesadamente enquanto usava uma calcinha de renda vermelha que claramente pertencia a Chi-Chi. O contraste era tão absurdo que Cutelo sentiu um calor súbito subir pelo rosto, mas não era de vergonha; era de uma curiosidade sombria e dominante.
— Mas o que é isso...? — murmurou o Rei Cutelo, aproximando-se da cama com passos pesados que fizeram o chão vibrar.
Goku despertou com o tremor. Ele piscou os olhos, vendo a figura imensa de seu sogro pairando sobre ele. Por um segundo, o pânico brilhou em seus olhos, mas foi rapidamente substituído por aquela submissão latente que ele vinha cultivando.
— Rei Cutelo! — Goku sentou-se rapidamente, mas não tentou se cobrir. Ele deixou que o sogro visse exatamente o que ele estava vestindo. — Eu... eu posso explicar.
O Rei Cutelo soltou uma risada ruidosa, uma que não tinha nada de paternal. Ele colocou as mãos enormes na cintura e encarou a peça vermelha esticada sobre os quadris de Goku.
— Não precisa explicar nada, meu rapaz — disse o gigante, sua voz tornando-se mais grave. — Eu sempre soube que você tinha um gosto... exótico. Mas parece que a Chi-Chi não está dando conta de satisfazer esses seus desejos, não é?
Goku sentiu o rosto queimar, mas inclinou a cabeça, olhando para o sogro de baixo para cima.
— Ela não gosta dessas coisas — sussurrou Goku. — Mas eu... eu adoro como elas apertam.
Cutelo deu um passo à frente, agarrando Goku pelo queixo com uma mão que cobria metade do rosto do guerreiro.
— Sabe, Goku — começou o Rei Cutelo —, eu trouxe uma mala cheia de roupas velhas da minha filha que estavam no castelo. Coisas que ela não usa há anos. Acho que agora encontrei uma utilidade melhor para elas.
O gigante arrastou Goku para fora da cama e o levou até a sala, onde uma mala de couro antiga estava aberta. Dentro, havia dezenas de peças de lingerie: rendas, sedas, cetins de todas as cores imagináveis.
— Você vai fazer um desfile para mim — ordenou Cutelo, sentando-se na poltrona reforçada de Goku. — Quero ver como cada uma dessas peças fica nesse seu corpo de guerreiro. E se você não rebolar direito, eu vou ter que te dar um corretivo.
Goku sentiu um calafrio de prazer. Ele se aproximou da mala, as mãos tremendo levemente de excitação. Ele pegou uma calcinha de seda azul-claro, com babados nas laterais.
— Esta? — perguntou Goku, olhando para o sogro com olhos suplicantes.
— Esta mesma — respondeu Cutelo. — Vá para trás daquela cortina e saia apenas quando estiver pronto.
Goku obedeceu. Momentos depois, ele emergiu. A seda azul mal conseguia conter seu volume frontal, e atrás, os babados enfatizavam a firmeza de suas nádegas musculosas. Ele caminhou timidamente, mas Cutelo bateu a mão no braço da poltrona.
— Mais atitude! — rugiu o gigante. — Rebola essa bunda, Goku! Mostra para o seu sogro o quanto você gosta de se sentir uma mocinha!
Goku respirou fundo e começou a caminhar de um lado para o outro na sala, forçando o balanço dos quadris. Ele sentia o olhar pesado de Cutelo sobre si, devorando cada detalhe. O guerreiro começou a dar voltas, empurrando a retaguarda para trás, sentindo o tecido deslizar entre suas pernas.
— Isso! — exclamou Cutelo, um brilho luxurioso nos olhos. — Agora a próxima! Aquela preta ali, transparente!
O desfile continuou por quase uma hora. Goku trocou de peça repetidas vezes: uma de cetim rosa choque, uma de renda branca virginal que parecia prestes a rasgar em suas coxas grossas, e uma fio-dental de leopardo que deixava absolutamente tudo à mostra. A cada troca, Goku tornava-se mais ousado. Ele começou a passar as mãos pelo próprio corpo, gemendo baixo enquanto desfilava diante do sogro.
— Você é uma verdadeira sem-vergonha, Goku — disse Cutelo, levantando-se da poltrona. — Quem diria que o herói da Terra era tão... maleável?
Ele caminhou até Goku, que estava usando agora uma peça de renda roxa minúscula. O gigante era muito mais alto e largo, e sua sombra engoliu o Saiyajin.
— Agora — disse Cutelo, pegando uma última peça no fundo da mala: uma calcinha de couro sintético com tachas metálicas —, esta aqui é a minha favorita. Vista-a.
Goku a colocou com dificuldade. O couro era rígido e frio contra sua pele, apertando-o de forma quase dolorosa.
— Agora — ordenou o Rei Cutelo, segurando Goku pelos ombros e forçando-o a se ajoelhar à sua frente —, você vai me mostrar o quanto gostou do desfile.
Goku não precisou de um segundo convite. Ele olhou para cima, vendo a braguilha do sogro já tensa e pronta.
— Eu adorei, Rei Cutelo — murmurou Goku, levando as mãos à cintura do gigante. — Por favor, me use como você quiser.
O Rei Cutelo soltou um rosnado de aprovação e abriu o cinto. Quando ele se libertou, Goku engoliu em seco diante da imponência do homem. Sem hesitar, o guerreiro envolveu-o com a boca, fechando os olhos e entregando-se ao sabor salgado e forte do sogro. Cutelo segurou os cabelos espetados de Goku, guiando o ritmo com uma força bruta que fazia o Saiyajin engasgar de prazer.
— Isso... engole tudo, seu genro imprestável — dizia Cutelo, a voz carregada de uma autoridade que deixava Goku trêmulo.
Depois de alguns minutos intensos, o Rei Cutelo puxou Goku para cima e o jogou sobre a mesa da cozinha, derrubando alguns vasos de flores. Ele puxou a calcinha de couro de Goku para o lado, expondo a retaguarda já ansiosa do guerreiro.
— Você quer sentir o peso do seu sogro, não quer? — perguntou Cutelo, desferindo um tapa estalado na nádega de Goku.
— Sim! — gritou Goku, cravando as unhas na madeira da mesa. — Me fode, Cutelo! Me mostra como um rei faz!
O impacto da entrada foi avassalador. O Rei Cutelo era maciço, e cada estocada fazia a mesa ranger e deslizar pelo chão da cozinha. Goku gritava de prazer, sua voz ecoando pelas paredes da casa. Ele adorava a sensação de ser preenchido por alguém tão grande, alguém que o tratava com a mesma brutalidade com que tratava seus inimigos no campo de batalha.
— Você é... incrível... — ofegava Goku, sua cabeça balançando enquanto o couro da calcinha roçava em sua pele, aumentando a estimulação.
— Cala a boca e leva! — rugiu Cutelo, segurando Goku pelo pescoço e batendo seu corpo contra o dele com um ritmo implacável.
O Rei Cutelo não tinha a velocidade de um lutador de elite, mas tinha uma potência esmagadora. A cada investida, Goku sentia que seus sentidos estavam sendo levados ao limite. Ele se masturbava furiosamente contra a mesa, sujando a madeira com seu próprio prazer enquanto o sogro o reivindicava por trás.
— Eu vou gozar! — gritou o Rei Cutelo, sentindo o ápice se aproximar. — Vou encher essa sua calcinha de porra, Goku!
Com uma série de estocadas profundas e violentas, o gigante despejou sua carga dentro de Goku. O guerreiro soltou um urro de êxtase, seu corpo tendo espasmos violentos enquanto ele também chegava ao clímax. O silêncio voltou à casa, interrompido apenas pelas respirações pesadas dos dois homens.
O Rei Cutelo se afastou, limpando o suor da testa e ajeitando suas roupas com uma calma surpreendente. Ele olhou para Goku, que ainda estava jogado sobre a mesa, com a calcinha de couro torta e o corpo coberto de suor e fluidos.
— Bem — disse o gigante, dando um último tapa amigável na bunda de Goku —, acho que isso encerra a nossa "reunião de família".
Goku se levantou com dificuldade, um sorriso radiante e exausto no rosto.
— Obrigado, Rei Cutelo. Isso foi... instrutivo.
— Guarde essas calcinhas, Goku — disse o sogro, caminhando em direção à porta. — Elas ficam muito melhor em você do que na minha filha. E não se preocupe, o nosso segredo está seguro. Afinal, quem acreditaria em mim?
O gigante saiu da casa, sua risada ecoando pela floresta enquanto ele se afastava. Goku ficou ali, no meio da sala bagunçada, olhando para a mala de lingeries. Ele sentia o preenchimento quente dentro de si e o ardor prazeroso na pele.
Ele começou a recolher as peças, guardando-as cuidadosamente em um esconderijo que Chi-Chi nunca encontraria. Ele sabia que a esposa voltaria em breve e que ele teria que voltar a ser o marido "inocente" e "puro". Mas, enquanto vestia seu uniforme laranja habitual, ele sentia o toque da renda vermelha por baixo, um lembrete secreto de que, na Montanha Paozu, o herói do universo tinha muitos outros papéis a desempenhar. E ele mal podia esperar pelo próximo figurante que batesse à sua porta.