Voltar ao resumo

Goku é uma vadia

A Absorção do Desejo: O Banquete de Cell

O céu sobre o campo de batalha estava tingido de um verde doentio, refletindo a aura de Cell em sua forma perfeita. O bio-androide permanecia flutuando, os braços cruzados sobre o peito, observando com um sorriso de escárnio o guerreiro que deveria ser seu maior desafio. Son Goku estava arfante, mas não era apenas o cansaço do combate que fazia seus joelhos tremerem. Seus olhos, normalmente focados na estratégia de luta, desciam constantemente para a cauda longa e pulsante que balançava atrás de Cell.

— O que foi, Goku? — Cell pousou suavemente no chão, o som de seus pés atingindo a terra seca ecoando no silêncio do deserto. — A pressão de salvar o mundo é demais para você? Ou você finalmente percebeu que a perfeição é algo que você não pode derrotar, apenas aceitar?

Goku limpou o sangue do canto da boca com as costas da mão. Seu uniforme laranja estava em farrapos, revelando os músculos definidos que latejavam sob a pele suada. Ele sentia uma queimação que não vinha dos ataques de energia de Cell, mas de um desejo sombrio que o consumia desde que vira o androide absorver o Número 17 e a Número 18. A ideia de ser "tomado", de ter sua essência fundida àquela criatura perfeita, despertava nele uma luxúria que superava seu instinto de sobrevivência.

— Eu não estou com medo, Cell — disse Goku, sua voz saindo rouca, carregada de uma urgência que o androide não conseguiu identificar de imediato. — Eu só estava pensando... em como deve ser a sensação de ser parte de você.

Cell arqueou uma sobrancelha, o sorriso tornando-se mais predatório. Ele deu um passo à frente, sentindo a mudança no ki de Goku. Não era mais o ki de um guerreiro pronto para o contra-ataque; era o ki de uma presa que desejava ser devorada.

— Você tem fetiches estranhos para um salvador, Son Goku — Cell estendeu a mão, acariciando o rosto do Saiyajin com as pontas dos dedos frios. — Mas eu sou generoso. Se você quer tanto saber o que é a perfeição por dentro, eu posso lhe mostrar. Mas não será uma absorção rápida. Eu quero saborear cada pedaço do seu orgulho.

— Eu não tenho orgulho, Cell — sussurrou Goku, fechando os olhos e inclinando a cabeça para o toque do monstro. — Eu só quero sentir.

Sem aviso, Cell agarrou Goku pelo pescoço, levantando-o do chão. O guerreiro não resistiu; seus braços caíram ao lado do corpo, vulneráveis. O androide o jogou contra um pilar de pedra próximo, prendendo-o ali. A cauda de Cell, com sua ponta afiada e dilatável, começou a se desenrolar, movendo-se como uma serpente em direção às pernas de Goku.

— Você sabe o que eu fiz com os outros — disse Cell, sua voz vibrando contra o peito de Goku. — Eu os consumi. Mas você... você é especial. Eu quero que você sinta cada centímetro de mim antes de desaparecer.

Cell rasgou o que restava das calças de Goku com um movimento brusco. O guerreiro soltou um gemido de antecipação, suas nádegas firmes expostas ao ar frio da arena. A cauda de Cell posicionou-se, a abertura na ponta começando a pulsar e a secretar um fluido viscoso e biológico que brilhava sob a luz do sol.

— Por favor... — implorou Goku, olhando por cima do ombro, os olhos nublados de desejo. — Me usa. Me enche com o seu poder.

Cell soltou uma risada sombria e empurrou a ponta da cauda contra a entrada de Goku. Não era um pênis humano, era algo muito mais invasivo e orgânico. A extremidade da cauda começou a se expandir dentro dele, adaptando-se às paredes internas do Saiyajin. Goku soltou um grito que misturava dor agonizante com um prazer transcendental. Ele sentia o tecido vivo de Cell se movendo dentro dele, explorando suas entranhas, sugando seu calor.

— Olhe para você — zombou Cell, estocando com a cauda de forma rítmica e violenta. — O grande Son Goku, reduzido a um receptáculo para a minha biologia. Você aperta tanto... é como se o seu corpo estivesse tentando me devorar de volta.

— É tão... bom... — Goku arquejava, as mãos agarrando a pedra atrás de si até que ela começasse a rachar. — Eu sinto você em todo lugar... dentro de mim... Cell... mais!

O bio-androide aumentou a intensidade. A cauda não apenas entrava e saía; ela vibrava, enviando choques elétricos de ki diretamente para o sistema nervoso de Goku. O guerreiro estava em transe. Ele sentia a força de Cell, a perfeição de suas células, fundindo-se com as suas. Ele não era mais um lutador; ele era um brinquedo, uma ferramenta para o prazer do androide.

— Você gosta de ser minha cadelinha, não gosta? — Cell inclinou-se, sussurrando no ouvido de Goku enquanto continuava o ataque brutal por trás. — Gosta de saber que eu estou tirando tudo de você? Sua força, sua dignidade, seu sêmen... tudo pertence a Cell agora.

— Sim! — gritou Goku, sua cabeça jogada para trás. — Tira tudo! Eu não quero ser nada! Eu só quero ser seu!

Cell retirou a cauda por um momento, apenas para virar Goku de frente. O rosto do Saiyajin estava corado, coberto de suor e lágrimas de êxtase. O androide agarrou o membro de Goku, que estava latejando e vazando precume.

— Você quer gozar, Goku? — Cell perguntou, um brilho cruel nos olhos. — Pois você vai gozar para mim. Mas antes, você vai me servir de outra forma.

Cell forçou Goku a se ajoelhar. A ponta da cauda, agora ainda mais dilatada e pulsante, foi empurrada contra a boca de Goku. O guerreiro a aceitou com uma voracidade animalesca. Ele envolveu o apêndice biológico com a língua, sentindo o gosto metálico e orgânico de Cell. Ele mamava com um entusiasmo que fazia o próprio androide soltar grunhidos de satisfação.

— Isso... engole a minha perfeição — ordenou Cell, segurando a cabeça de Goku e forçando-a para baixo, sem qualquer delicadeza. — Sinta o gosto do seu fim.

Goku estava engasgando, mas não parava. Ele adorava o peso, o poder, a sensação de ser preenchido por algo que não era humano. Quando Cell finalmente o puxou pelos cabelos, Goku estava ofegante, com um fio de fluido biológico escorrendo pelo queixo.

— Agora — disse Cell, sua voz tornando-se mais profunda e perigosa —, a absorção final começa. Não a do seu corpo, mas a da sua alma.

Cell jogou Goku de volta ao chão e subiu sobre ele. A cauda voltou a penetrar o Saiyajin, mas desta vez, pequenos filamentos começaram a sair da ponta da cauda, infiltrando-se nos tecidos de Goku. Era uma absorção sensorial. Goku sentia cada nervo de seu corpo sendo estimulado ao máximo. O prazer era tão intenso que ele começou a ter convulsões.

— Ahhh! Cell! Eu vou... eu vou explodir! — gritava Goku, sua aura dourada piscando fracamente enquanto seu ki era drenado e substituído pela energia escura do androide.

— Goze para mim, Goku! — rugiu Cell. — Entregue tudo o que sobrou de você!

Com um último grito que ecoou por quilômetros, Goku atingiu o clímax. O sêmen jorrou sobre seu próprio peito em ondas violentas, enquanto, ao mesmo tempo, Cell despejava uma torrente de fluido nutritivo e bioenergético dentro das entranhas do guerreiro. O impacto foi tão forte que Goku perdeu os sentidos por alguns segundos, flutuando em um mar de puro hedonismo.

Quando Goku abriu os olhos novamente, ele estava caído na poeira. Cell estava de pé sobre ele, limpando a cauda com um gesto elegante. O androide parecia ainda mais radiante, tendo consumido não apenas a energia, mas a vontade do maior herói da Terra.

— Você foi uma distração deliciosa, Goku — disse Cell, olhando para o guerreiro que tentava se levantar, trêmulo e coberto de fluidos. — Talvez eu não te mate hoje. Afinal, quem mais poderia me proporcionar tamanha diversão?

Goku olhou para cima, um sorriso fraco e devasso brincando em seus lábios. Ele sentia o peso de Cell dentro dele, uma presença constante que o fazia se sentir completo de uma forma que o treinamento nunca conseguira.

— Quando você quiser... Cell — sussurrou Goku, tentando ajeitar o que restava de suas roupas. — Eu estarei aqui. Para ser sua vítima.

Cell riu, uma risada que prometia muito mais dor e prazer no futuro, e decolou para o céu, deixando o guerreiro Saiyajin sozinho na arena, exausto, humilhado e desesperadamente ansioso pelo próximo encontro. Goku sabia que o mundo esperava que ele lutasse, mas naquele momento, tudo o que ele queria era sentir novamente o toque da perfeição o rasgando ao meio.