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hot jikook

O Banquete da Carne

O quarto ainda ecoava o som abafado dos gemidos de Jimin, mas o clima mudou instantaneamente quando Jungkook o virou de costas. O mais alto não estava para brincadeiras; a ereção que pulsava, agora limpa da saliva de Jimin, mas latejando de sangue, exigia uma entrada bruta. Jungkook segurou as coxas grossas de Jimin, sentindo a maciez daquela pele branca contrastar com a aspereza de suas próprias mãos tatuadas.

— Abre mais essa bunda pra mim, Jimin. Eu quero ver tudo — Jungkook ordenou, a voz saindo como um rosnado baixo, enquanto empurrava o corpo do loiro contra o colchão.

Jimin obedeceu, arqueando as costas de um jeito pecaminoso, apoiando o peso nos cotovelos enquanto empinava o rabo farto na direção de Jungkook. Ele estava ofegante, o rosto enterrado no travesseiro, mas os olhos brilhavam com uma luxúria que beirava o insano.

— Anda logo, porra... me fode logo de uma vez — Jimin sibilou, sentindo o calor do membro de Jungkook roçando contra sua entrada.

Jungkook não usou lubrificante extra; a própria saliva de Jimin e o suor que já brotava de seus corpos eram o suficiente para aquela urgência. Ele posicionou a cabeça do pau na entrada apertada e, com um impulso violento, afundou tudo de uma vez.

— Ah, caralho! — Jimin soltou um grito agudo, as unhas cravando nos lençóis de seda enquanto seu corpo se esticava sob o impacto.

— Aperta, Jimin... aperta essa porra — Jungkook rosnou, as veias de seu pescoço saltando enquanto ele começava a se mover.

O ritmo era frenético, quase cruel. Cada estocada de Jungkook era profunda, atingindo o fundo de Jimin com uma força que fazia a cama ranger contra a parede. O som da carne batendo contra a carne — o impacto seco dos quadris de Jungkook contra a bunda grande de Jimin — preenchia o ar, misturando-se aos palavrões que ambos soltavam sem filtro.

— Você... você é um animal, Jungkook! — Jimin gemia, a voz falhando enquanto sentia o interior sendo preenchido e esticado ao limite. — Mais forte... me quebra no meio, seu filho da puta!

— É isso que você quer? — Jungkook segurou o cabelo loiro de Jimin, puxando a cabeça dele para trás para que pudesse ver o rosto distorcido de prazer do menor. — Você quer ser arrombado por mim, não quer? Gosta de sentir o quanto eu sou grande pra você?

— Eu amo... eu amo o jeito que você me rasga — Jimin confessou entre dentes, os olhos revirando enquanto Jungkook acelerava ainda mais, as estocadas agora curtas e rápidas, focadas em massacrar o ponto certo dentro dele.

Jungkook estava possesso. Ele via as marcas de suas mãos ficando vermelhas nas coxas de Jimin, via como a pele branca dele reagia a cada tapa que ele desferia naquela bunda farta entre uma estocada e outra. O prazer era tão intenso que a visão de Jungkook começava a escurecer. Ele sentia Jimin se contraindo ao redor dele, as paredes internas do loiro sugando seu pau como se quisessem arrancar sua alma.

— Eu vou gozar de novo... porra, Jimin, você me deixa louco! — Jungkook gritou, enterrando o rosto na curva do pescoço de Jimin, sentindo o cheiro de suor e desejo.

— Goza dentro! Enche tudo, Jungkook! — Jimin gritava de volta, o próprio corpo tremendo violentamente enquanto ele chegava ao ápice apenas com a penetração bruta, sem precisar tocar no próprio membro.

Jungkook deu as últimas três estocadas com toda a força que tinha, afundando o máximo que o corpo permitia, e descarregou. Ele sentiu os jatos quentes de seu sêmen inundarem o interior de Jimin, uma sensação de alívio e posse que o fez tremer da cabeça aos pés. Ele permaneceu ali por alguns segundos, pesado sobre as costas de Jimin, ambos tentando recuperar o fôlego enquanto o suor escorria por suas peles.

Lentamente, Jungkook começou a se retirar. O som de sucção quando ele saiu de dentro de Jimin foi alto e úmido. Ele se sentou nos calcanhares, ainda ofegante, e puxou Jimin para que ele ficasse de quatro novamente, querendo admirar o estrago que havia feito.

— Olha só pra isso... — Jungkook murmurou, a voz rouca, esticando a mão para afastar as nádegas de Jimin.

O que ele viu o fez soltar um riso soprado, carregado de uma satisfação sombria. A entrada de Jimin estava vermelha, pulsando e visivelmente aberta, incapaz de se fechar imediatamente após a violência do ato. E, de dentro dele, uma mistura espessa de sêmen e lubrificação natural começou a escorrer lentamente, deslizando pelas dobras da pele e pingando no lençol escuro.

— Caralho, loirinho... eu te deixei todo arrombado — Jungkook disse, passando o polegar pela borda da entrada de Jimin, que estremeceu ao toque. — Olha como essa porra tá escorrendo de você. Você tá todo aberto pra mim.

Jimin olhou por cima do ombro, a visão ainda meio turva, vendo o próprio fluido saindo de si. Ele não sentia vergonha; sentia orgulho. Ver o estrago que Jungkook causava em seu corpo era a prova definitiva de que ele pertencia àquele homem.

— Você não teve pena nenhuma, não é? — Jimin perguntou, a voz fraca, mas com um sorriso sacana nos lábios inchados.

— Eu nunca tenho pena de você quando você me olha desse jeito — Jungkook respondeu, inclinando-se para lamber uma gota do sêmen que escorria pela coxa de Jimin. — Você é um buraco sem fundo, Jimin. E eu vou passar o resto da vida garantindo que você fique exatamente assim: marcado, aberto e cheio de mim.

Jimin se virou, ficando deitado de lado, observando Jungkook se limpar com um desdém charmoso. Ele sentia o latejar entre as pernas, uma dor gostosa que o lembrava de cada segundo daquela foda.

— Então é melhor você se preparar — Jimin provocou, puxando o lençol para cobrir apenas parte do corpo, deixando a bunda propositalmente exposta. — Porque da próxima vez, eu não vou deixar você dormir nem cinco minutos.

Jungkook riu, jogando-se ao lado dele e puxando-o para um abraço possessivo, as mãos tatuadas repousando sobre a cintura de Jimin.

— Eu conto com isso, seu capeta. Eu conto com isso.