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hot jikook

O Rubi do Pecado: O Retorno do Rei

O escritório da Jeon Enterprises, no coração de Seul, era um monumento à eficiência fria. Paredes de vidro, móveis de carvalho escuro e o som rítmico do ar-condicionado central criavam uma atmosfera de seriedade inabalável. No centro desse império, Jungkook estava sentado atrás de sua mesa, vestindo um terno cinza-chumbo que escondia as tatuagens sob o tecido caro. Ele estava no meio de uma videoconferência com investidores europeus, sua expressão era uma máscara de profissionalismo gélido, mas sua mente estava a quilômetros dali.

Ele ainda sentia o cheiro de Jimin em sua pele. Mesmo após o banho matinal, a memória olfativa do loiro — aquele misto de baunilha e luxúria — parecia impregnada em seus poros.

Seu celular, posicionado estrategicamente ao lado do laptop, vibrou. Uma notificação do KakaoTalk iluminou a tela. Jungkook tentou ignorar, mantendo o foco nos gráficos de rendimento trimestral, mas a vibração seguinte foi mais longa. E a terceira foi uma imagem.

Ele deslizou o dedo discretamente para desbloquear o aparelho. O que viu fez o sangue em suas veias ferver instantaneamente, transformando o frio do escritório em um forno insuportável.

Era uma foto de Jimin. O loiro estava no quarto deles, deitado de bruços sobre o edredom preto. Ele vestia uma lingerie de renda cor vinho, uma peça mínima que parecia mais um convite ao crime do que uma roupa. O tecido escuro destacava a brancura quase irreal da pele de Jimin. Mas o detalhe que fez a mão de Jungkook tremer sobre a caneta de luxo foi o plug anal de cristal que Jimin havia escolhido. Era enorme, a base de metal polido brilhava contra a fenda das nádegas fartas, esticando a entrada do loiro de forma pecaminosa.

A legenda dizia: "Está tão vazio aqui sem você, Kookie... e tão cheio aqui dentro. Sinto que vou explodir se você não vier me esvaziar. Ou me encher de algo melhor."

— Senhor Jeon? — A voz do investidor através do alto-falante o trouxe de volta. — O senhor concorda com os termos da fusão?

Jungkook fechou o laptop bruscamente, o som ecoando como um tiro no escritório silencioso.

— Cancelem a reunião — disse Jungkook, a voz saindo como um rosnado baixo, sem sequer olhar para a câmera. — Tenho um assunto urgente que não pode esperar.

Ele se levantou, pegou as chaves de seu carro e saiu da sala a passos largos. Sua secretária, assustada, mal teve tempo de perguntar sobre a agenda da tarde. Jungkook já estava no elevador, o maxilar travado e o membro pulsando contra o tecido apertado da calça social.

O trajeto até a cobertura foi um borrão de velocidade e adrenalina. Quando ele finalmente abriu a porta do apartamento, o silêncio era absoluto, exceto por uma música ambiente suave. Ele não se deu ao trabalho de tirar os sapatos na entrada. O paletó foi jogado no sofá, a gravata arrancada e descartada no corredor.

Ele abriu a porta do quarto com um estrondo.

Jimin estava exatamente como na foto, mas a realidade era mil vezes mais devastadora. Ele estava de joelhos, o rabo empinado na direção da porta, as coxas grossas e macias levemente abertas. O cristal cor de rubi captava a luz da tarde, parecendo uma joia encravada em carne viva.

— Você é um filho da puta, Jimin — Jungkook disse, a voz rouca, parando na beira da cama enquanto terminava de abrir os botões da camisa social.

Jimin olhou por cima do ombro, os lábios inchados e um sorriso predatório no rosto.

— Você demorou, Kookie. Eu estava começando a achar que os seus papéis eram mais interessantes do que eu.

— Você sabe muito bem que nada é mais interessante do que te colocar no seu lugar — Jungkook rebateu, subindo na cama e agarrando Jimin pelos cabelos loiros, puxando a cabeça dele para trás. — Você manda uma foto dessas enquanto eu estou trabalhando? Você quer me ver louco?

— Eu quero ver você perdendo o controle — sussurrou Jimin, gemendo quando sentiu o volume da ereção de Jungkook pressionando suas costas através do terno. — Eu quero que você me mostre o quanto ficou excitado com aquela foto.

Jungkook soltou os cabelos de Jimin e agarrou a base do plug. Ele não o retirou imediatamente. Ele começou a girar o objeto, sentindo a resistência da carne de Jimin, ouvindo os sons úmidos e obscenos que o corpo do menor produzia.

— Olha só pra isso... — Jungkook murmurou, admirando a forma como a pele de Jimin se esticava ao redor do metal. — Você está tão aberto pra mim, loirinho. E nem começamos de verdade.

— Tira... tira logo essa porra, Jungkook — Jimin implorou, as mãos cravando no edredom. — Eu quero sentir você. O cristal está frio... eu quero o seu calor.

Jungkook deu um puxão seco. O som de sucção quando o plug saiu foi alto, fazendo Jimin soltar um grito agudo que ecoou pelas paredes. Sem dar tempo para o outro respirar, Jungkook abriu o cinto, baixou a calça e libertou seu membro que latejava desesperadamente.

Ele não usou lubrificante. A própria lubrificação natural de Jimin e o resquício do que estava no plug eram o suficiente para a urgência daquele momento. Jungkook segurou o quadril de Jimin com força, as tatuagens em seus dedos contrastando com a pele cor de vinho da lingerie.

— Aguenta, Jimin. Porque eu vou te quebrar no meio por ter me provocado daquele jeito.

Com um impulso violento, Jungkook afundou tudo de uma vez.

— AH, CARALHO! — Jimin gritou, o corpo arqueando em um arco de dor e prazer absoluto. Suas unhas rasgaram o lençol enquanto ele sentia a espessura de Jungkook o preencher até o limite.

— Apertado... porra, Jimin, você está sempre tão apertado pra mim — Jungkook rosnou, começando a se mover com estocadas brutas e rápidas.

O impacto era seco. Cada vez que os quadris de Jungkook batiam na bunda farta de Jimin, o som preenchia o quarto. Jungkook não tinha paciência naquela tarde. Ele estava possesso. Ele segurou o pescoço de Jimin com uma mão, mantendo-o pressionado contra o colchão enquanto o fodia com uma fúria animal.

— Você gosta disso, não gosta? — Jungkook perguntou, a respiração curta e quente no ouvido de Jimin. — Gosta de ser usado como a puta safada que você é? Gosta de saber que eu deixei milhões de dólares de lado só pra vir aqui te arrombar?

— Eu amo... ah, porra! Sim! — Jimin gritava, a voz falhando. — Me fode com força, Jungkook! Me marca! Eu sou seu... todo seu!

Jungkook mudou o ângulo, puxando Jimin para que ele ficasse deitado de costas na beira da cama, com as pernas grossas jogadas sobre os ombros do moreno. Nessa posição, a penetração era ainda mais profunda. Jungkook via tudo: a expressão de agonia e êxtase no rosto de Jimin, a forma como a lingerie cor vinho estava agora amarrotada e úmida, e a sua própria carne entrando e saindo do loiro.

— Olha pra mim, Jimin! — Jungkook ordenou, desferindo um tapa estalado na coxa de Jimin, deixando uma marca vermelha instantânea. — Olha quem está te possuindo.

Jimin abriu os olhos, a visão turva pelas lágrimas de prazer. Ele viu o homem que amava e temia na mesma medida. Jungkook parecia um deus do pecado, o suor escorrendo pelo peito tatuado, os olhos negros fixos nele com uma possessividade que o consumia.

— É você... sempre foi você — Jimin ofegou, esticando as mãos para acariciar os braços fortes de Jungkook.

O ritmo tornou-se insano. Jungkook não conseguia mais se segurar. Ele sentia as paredes internas de Jimin se contraindo ao redor dele, uma sucção rítmica que parecia querer arrancar sua alma. Ele acelerou, as estocadas agora eram curtas e violentas, focadas inteiramente no ponto que fazia Jimin perder a sanidade.

— Eu vou gozar! Jungkook, eu vou gozar! — Jimin gritou, o corpo entrando em convulsão.

— Espera por mim! — Jungkook rosnou, segurando o membro de Jimin com força, impedindo-o de chegar ao ápice sozinho. — Vamos juntos, seu merda. Você vai sentir cada gota do que você me causou hoje.

Jungkook deu as últimas cinco estocadas com toda a força que possuía, enterrando-se tão fundo que parecia querer se fundir ao corpo de Jimin. No momento do ápice, ele soltou o pau do loiro e ambos explodiram ao mesmo tempo.

Jimin gritou, um som gutural que morreu em um soluço enquanto ele gozava sobre o próprio abdômen e sobre a camisa social de Jungkook que ainda estava pendurada em seus ombros. Segundos depois, Jungkook soltou um rosnado profundo, as veias de seu pescoço saltando enquanto ele descarregava jatos quentes e intermináveis dentro de Jimin.

O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelas respirações descompassadas e pelo som do relógio na parede. Jungkook desabou sobre o peito de Jimin, o rosto enterrado na curva de seu pescoço.

— Você... você é a minha ruína — Jungkook sussurrou minutos depois, a voz ainda trêmula.

Jimin riu fraquinho, passando os dedos pelos cabelos negros de Jungkook.

— E você é o meu rei, Kookie. Mesmo que eu tenha que te tirar do trono de vez em quando pra você lembrar quem é que manda no seu pau.

Jungkook levantou a cabeça, um sorriso sacana surgindo em seus lábios. Ele se retirou lentamente, observando o sêmen começar a escorrer da entrada de Jimin, misturando-se à cor vinho da renda.

— Você não manda em nada, loirinho — Jungkook disse, dando um beijo possessivo nos lábios de Jimin. — Mas eu admito que a sua estratégia de marketing é impecável.

Jimin se espreguiçou como um gato satisfeito, sentindo o latejar gostoso entre as pernas.

— Então... você vai voltar para o escritório?

Jungkook olhou para o relógio e depois para a bunda de Jimin, que ainda pulsava levemente.

— O escritório que se foda. Eu ainda não terminei de te punir por aquela foto.

Jimin sorriu, puxando Jungkook para outro beijo. Ele sabia que a tarde seria longa, e que o rubi do pecado era apenas o começo de uma noite que Seul nunca esqueceria.