Laços e Feromônios

Informações para não se perder do assunto omegaverse: Na população, Ômegas, betas e alfas suas proporções são: 3% Ômega, 95% betas e 2% Alfas. Dentro da proporção, ômegas, apenas 1% deles são dominante, o resto são ômegas e ômegas Recessivo, ômegas padrão geralmente estão em maior proporção. O mesmo vale para alfas, dominantes e recessivos. (obs.: o dominante e recessivos se refere apenas ao genes de um ômega e alfas, quer dizer que seu gênero secundário é "puro e raro", não confundir com traço de personalidade) Nota: Geralmente as demais castas definem os omegas na classe mais baixa da sociedade, porque antigamente, o mundo era dominado pelos alfas, os betas ao lado, já os ômega eram apenas uma objeto usado para satisfação ou reprodução, mera propriedade. Claro que agora não é mais assim, mas mesmo não sendo ainda é mantido no subconsciente de alguns, tanto na forma de preconceito peles castas, ou alfas que usam seus status para tentar dominar Omegas, principalmente os mais vulneráveis, ou até mesmo a própria sociedade ainda tentando trazer o passado de volta pregando ideologias, enquanto alguns ômegas e até outro de outras castas simpatizantes lutam para manterem seus direitos. Alfas: Geralmente são líderes fortes e dominantes. Características: São fisicamente maiores, mais fortes, alguns usam seu status para justificar serem mais agressivos, alfas possuem uma presença intimidadora por si só. Reprodução: Podem gerar filhos com ômegas ou betas e possuem ciclos de cio/reprodução semestral ou trimestral diferentes dos omegas que é mensal, seus ciclos são fortes e intensos.  Ômegas: Castas voltadas ao cuidado e à reprodução. Características: Emitem feromônios doces que atraem alfas e entram em períodos de cio vulneráveis. Reprodução: Tanto homens quanto mulheres ômegas têm a capacidade biológica de engravidar. Betas: A população comum e neutra. Características: Funcionam como humanos normais, sem ciclos de cio ou feromônios. Sociedade: Geralmente formam a base da sociedade e não se envolvem nas dinâmicas extremas de alfas e ômegas. Seu subgênero pode ser descoberto entre os 5 anos de idade por exames ou quando desperto na adolescência, em casos raríssimos uma pessoa pode despertar seu subgênero na fase adulta, ou ter genes alfa ou omega e nunca ser desperto, vivendo como um beta sem saber da existência disso. Cio e Rut Quanto um alfa ou um omega atinge a maturidade por volta dos 13/16 anos, eles podem enfrentar o primeiro ciclo de cio. O cio é um estado biológico e instintivo de pico reprodutivo. Nos ômegas, marcado por alta fertilidade, febre e forte odor para atrair parceiros. Nos alfas, chama-se rotina (Rut). Um ciclo normal de cio pode durar de 2 a 4 dias dependendo do genes presentes, e pode ser amenizado em alguns casos se antes do cio for administrado Supressores ou ser aliviado com o parceiro. Ciclos de Cio por Subgênero Ômegas de genes recessivos, normais e dominantes. Omega Recessivo: Possuem um cio mais fraco e curto. O aroma liberado é suave, e a produção de fluidos é menor. Socialmente, podem ser vistos por alfas como "menos férteis" ou menos desejáveis, mas passam pelo ciclo com menos sofrimento físico, exceto quando tem parceiros fixos e recebem frequentemente os feromônios do parceiro, aí sem o cio se assemelha ao cio de um omega padrão.  Ômega: O ciclo ocorre de forma regular (geralmente mensal). Exalam um cheiro muito doce e inconfundível que afeta alfas a longas distâncias, entram em estado de forte vulnerabilidade e dependência de contato, e constroem ninhos com roupas dos parceiros instintivamente, buscando o cheiro do parceiro, e sua segurança durante esse estado.   Ômega Dominante: É um tipo raríssimo. O cio é extremamente intenso, agressivo e acompanhado de fortes dores iniciais e traços físicos marcados por feromônios poderosos. Eles conseguem desafiar a submissão clássica e impor vontades até mesmo durante o pico do calor. Mas no momento de pico podem ficar extremamente vulneráveis e seu cheiro pode despertar os piores instintos de qualquer alfa próximo. O cio de um omega com genes dominante precisa de isolamento ou companhia, pode ocorrer acidentes ou disputas se o cio vier em público. Alfas com genes recessivos, Alfas e Alfas dominantes Alfas recessivo: O rut é brando e pouco invasivo. Quase não emitem feromônios agressivos ou ameaçadores no ambiente, assemelhando-se mais aos betas no comportamento cotidiano e dependendo menos de estímulos externos para se controlar.  Alfa (Padrão): Ocorre algumas vezes ao ano ou é induzido pelo cheiro forte de um ômega no cio. O alfa fica extremamente territorialista, agressivo com outros da mesma classe e com forte impulso de acasalar, proteger e marcar o parceiro. Dominante: Possuem um cio violento e avassalador. A liberação de feromônios de dominação afeta todos ao redor, e o instinto de posse chega a níveis perigosos, tornando o isolamento obrigatório caso não tenham um ômega para apaziguar o ciclo.  Tanto o cio de alfas quando ômegas, podem deixá-los menos dispostos (principalmente os ômegas, eles ficam completamente vulneráveis e dependentes do parceiro). Alguns Alfas (os mais prudentes), principalmente com genes extremamente dominantes e alfas mais jovens, tendem a não passar por seus cios juntos de seus ômegas, alguns por medo de descontrole ou de machucar o parceiro, porque os instinto de acasalamento fica incontrolável, com quase a ausência total da racionalidade e controle dos instintos. Ômegas que estram em um estado de cio, geralmente ficam mais sensíveis e grudentos com o parceiros, eles devem ser cuidadoso para não serem pegos pelo cio de surpresa ou em público, pois o cheiro emitido dos feromônio não pode ser contido e chamam a atenção de todos os alfas ao redor que podem se aproveitar dessa vulnerabilidade. Alguns alfas mas impulsivos e descontrolado ou alfas abusadores, podem se aproveitar de um cio de um omega ou usar seu Rut como justificativa de um ataque. Durante o cio, ambos buscam alívio com um parceiro compatível, quem não tem um parceiro geralmente busca por qualquer pessoa apenas pra passar por esse período ou usam supressores. Supressores: são medicamentos químicos, injetáveis ou em pílulas, criados para controlar, atenuar ou adiar os efeitos biológicos do cio em alfas e ômegas. Eles atuam diretamente no sistema endócrino para mascarar o instinto animal e permitir que os indivíduos vivam normalmente em sociedade. Não devem ser usados em excesso ou por longos períodos, pois desregulam o ciclo natural e os feromônio, também podem causar efeitos colaterais como pico hormonal descontrolado ou ciclos mais intensos com a parada abrupta. Vínculo e Nó O vínculo feito pela mordida de um alfa em um Ômega, é o ápice do relacionamento biológico. Quando um alfa morde a glândula específica localizada na nuca de um ômega, injet seus feromônios diretamente na corrente sanguínea do parceiro para criar uma conexão eterna e inquebrável. Geralmente pela seriedade e por ser impossível de ser desfeita, é tratada com cuidado até em relacionamentos longos e duradouros, alguns casais preferem passar a vida sem se vincular, o alfa que não quer um por acidente deve sempre manter o controle apesar do impulso biológico de morder e marcar o parceiro, principalmente durante o Rut. Antigamente a marca era usada para controlar ômega. No mundo moderno é feita apenas por casais extremamente resolvidos,  e ainda sim é muito rara de ser feita. O nó é uma característica anatômica exclusiva dos alfas e alfas dominantes, que ocorre durante o um ato sexual intenso. Durante a penetração, a base do penis incha na base prendendo-se no parceiro e liberado uma quantidade massiva de sêmem, eles podem ficar presos de 10 minutos a 1 hora e deve ser forçada a retirada antes do nó desinchar, se não pode causar muita dor e até machucar o parceiro. O nó sempre chega sem aviso, quando se dão conta já estão presos... Ômegas podem sentir muito desconforto ou até mesmo dor durante o nó, mas no cio o nó de um alfa afeta seu lado instintivo causando relaxamento e sensação de segurança. Já para o Alfa é uma satisfação instintiva e prazer inexplicável. ——— A história deve desenvolver em volta da construção romântica dos personagens, com o tema omegaverse e sem filtros em cenas ou diálogos em cenas íntimas, e sem medo de gerar gatilhos, sem medo de abordar temas pesados e profundos no drama e pode ter cenas de sexo, já que todos são adultos e a história também será para o público mais velho. O foco da história deve se desenvolver em torno da vida diária dos 4 juntos e separados personagens, mas pode desenvolver aos poucos no ponto de vista de cada um e também quando estão em pares, no desenvolvimento da história, lembre-se que todos são humanos e estão suscetíveis a cometerem erros... ——— Agora com as definições de omegaverse vamos criar uma história fictícia. Ela não tem objetivos predefinidos e nem objetivos de final. Nela contará o dia a dia dos personagens principais e focara neles, desenvolvimento romântico e  desafios, usando a base omegaverse. Nela o dia a dia de 4 jovens adultos será contado. O começo deles acontece no ensino médio e agora, ainda juntos, por coincidência ou destino, ainda permanecem juntos na mesma universidade. São eles, Kyle, Arthur, Eli e Marcus. Atualmente eles estão na universidade, mas a história deverá contar não só também o momento presente, ele já são namorados quando chegam a universo. A história deverá ser rica em detalhes e bem trabalhada cada capítulo e cuidado no desenvolvimento de cenas mais íntimas. Começe com o primeiro capítulo  já introduzindo a mudança na vida deles, espere eu pedir para continuar os seguintes. Te darei os fragmentos das histórias é sobre cada personagem. ——— Kyle – ômega dominante, cabelos vermelhos lisos  e propositalmente um pouco bagunçado. Olhos castanhos, estatura levemente mais alta que a media de um omega. Sua personalidade é como de um furacão, já foi muito rebelde da adolescência agora e mais controlado (nem tanto.) não abaixa a cabeça pra ninguém. Fragmentos dos dos seus pensamentos em relação ao mundo são "Se um alfa pode fazer, eu também posso 2x melhor." "Não sou uma donzela que precisa ser salva e melhor você se salvar de mim mesmo." "Ômegas também mordem." Ele gosta muito de música e vai a academia algumas vezes na semana. Kyle é muito independente, talvez por culpa da sua criação, seus pais sempre o negligeram por ser o único omega da família, mais isso não o deixou abalado, ele ficou mais forte. Só tem algo que o deixa completamente deferente... O cio, ele fica completamente carinhoso e grudado com seu Alfa, Arthur. A linguagem de amor de Kyle é contato físico. Arthur – Alfa, pretos, gerente jogados pra trás, olhos azuis, corpo forte e alto. Já foi mais introvertido no passado, algo é apenas um Alfa calmo e focado no futuro enquanto tenta segurar um pouco o caos de Kyle, ele é a única pessoa que Kyle ouve ou pelo menos fingi ouvir. Os fragmentos dos seus pensamentos são "Depois que isso terminar talvez eu tenha um bom emprego e um lar tranquilo... Se Kyle quiser." "Alfa... Eu sou um alfa, mas o que é exatamente ser um Alfa?." "Eu não quero machucar Kyle como os pais dele. Eu quero está... presente, isso é suficiente, certo?." Ele gosta de ler, passar tempo com Kyle, filmes e geralmente sai pra correr. A linguagem de amor de Arthur é têm de qualidade. Arthur, sempre foi mais quieto durante todo o ensino médio, mas depois que se despertou tardiamente como Alfa, as coisas mudaram um pouco, mas seu melhor amigo sempre esteve com ele o ajudando, esse era Marcus. Marcus - Alfa dominante, o esteriótipos quase completo do que é ser alfa, imponente, Forte, bonito, rico, orgulho dos pais... Marcus tem a personalidade extrovertida, nunca usou sua dominância sobre ninguém. Ele é na maioria das vezes um bobo (Kyle odiava ele no começo por isso, porque destruído completamente a visão que ele tinha da maioria dos alfas, a arrogancia e o ego.) ele não tinha nada disso, era apenas um homem com alma de Golden Retriever. Marcus sempre foi da galera, mas sempre deixou claro sua prioridade, que era Eli, um ômega tímido e sensível. Eles eram grugados desde o ensino médio e Eli já era apaixonado pro ele, mas acabava que sempre fugia dele porque não sabia lidar com a intensidade dos próprios sentimentos. Mas Marcus nunca desistiu, sempre teve paciência com Eli, até finalmente os dois serem namorados. Os fragmentos do pensamento dele é "Festa? É meu nome do meio." "Porque preciso ouvir esse professor mesmo?..." "Eli deve estar na biblioteca agora, acho que vou levar um doce pra ele." A linguagem de amor de Marcus é presentes. Eli - ômega, cabelos loiros e rosto delicado, olhos verdes. Muito tímido e sensível, geralmente está lendo na biblioteca quando tem tempo livre entre as aulas, muito inteligente e gentil, admira muito Kyle por fazer tudo que ele não tem coragem. Geralmente quando os 4 não estão juntos, Eli está seguindo Kyle ou Marcus. Eli gosta muito de sair pra lugares tranquilos, como parques, cafeterias e livrarias, ele também gosta muito de doces. Os fragmentos do seus pensamentos são "Quanta gente aqui... Queria ir logo pra casa." "Ah, Kyle é tão legal... Eu queria ser assim." "Eu não gosto quando alfas me notam... Mas é diferente quando Marcos me olha, eu gosto..." Linguagem de amor de Eli é palavras de afirmação, que conseguia dizer apenas pra Marcus, quando os dois estavam sozinhos. os fragmentos de pensamento é apenas pra ajudar a entender a personalidade de cada um. ——— Agora vamos introduzir sobre a história.  Na cidade em que ele cresceram e estudaram o ensino médio, foi uma cidade um pouco afastada da capital. Lá praticamente não existia hierarquia, pelo menos não uma tão agressiva. Então eles não tinham tantas preocupações e nenhum tipo de perigo durante a adolescência, não fazia tanta diferença entre alfa, omega e beta, porque lá ninguém ligava pra ninguém e por  ter muito mais betas do que qualquer outro gênero secundário. Mas quando foram para a faculdade na capital, a vida tranquila ficou pra trás... Como era muito novo a nova realidade eles não perceberam tão rápido... O lugar não tinha regras, ou tinha, mas a regra deles, principalmente dos veteranos. Lá não eram para os frascos, muito menos os solitários. A hierarquia era bem definida e sempre estava em disputa, então calouros sempre significava carne fresca ou concorrência, lugar onde ômegas vulneráveis eram devorados e ômegas de com espírito eram quebrados. Onde alfas solitários eram obrigados a aceitarem um grupo ou viver abaixando a cabeça, onde ômegas ou tinha proteção de seus alfas ou eram presas. Só os fortes permaneciam ali... Marcus, a primeira vista foi o que conseguiu se dar bem a primeira vista, todos e principalmente os veteranos disputaram para recrutarem para seu grupo e clubes, ele por sempre gostar de conversar com todo mundo não sabia onde estava entrando. Arthur, por sua vez, não foi tão bem recebido. Justamente por seu comportamento mais calmo não foi também visto pelos outros alfas, semanas depois já estava quase virando vítima de bullying, justamente por que não revidava... Não porque não conseguia, mas porque aquilo o entediava e não valia sua energia. Kyle foi o primeiro a perceber que aquele lugar era erado, ele vida de longe a maneira que os outros omegas se comportavam e eram tratados pelos alfas... Sempre de cabeça baixa e tentando passar despercebidos, é claro que Kyle não faria parte disso. Ele pisaria mais forte que qualquer um... E isso chamou a atenção de alguns veteranos pra ele... Eli foi o que mais sentiu no meio disso... Era sempre empurrando no meio do fluxo e sentiu olhares pra si desde o primeiro dia... Algo fazia seu estômago revirar e querer fugir. Ele nunca disse nada, não queria parecer tão fraco, por sorte Kyle estava sempre com ele, pelo menos na maior parte. Vamos escrever agora, lembrando que no dia ensino médio eles estudavam na mesma sala, sempre. Já na universidade cada um tem seus respectivos prédios, apenas Kyle e Eli estão sempre próximos. Kyle cursa Engenharia, curso onde a maioria é beta ou alfa, ele era um desafio ambulante. Eli, cursa arquitetura.  Marcus cursa educação física, então geralmente está no bloco esportivo, longe dos seus amigos e do namorado Eli. Já Arthur cursa TI. Rotina: Então, na maior parte do tempo, eles estão separados, exceto Eli e Kyle que sempre estão juntos depois das aulas, e quando Eli prefere ler na biblioteca, Kyle geralmente anda pelo campus. Agora vamos desenvolver a história tendo em mente que ninguém sabe o que acontece com ninguém quando estão longe, então se tiver algo acontecendo são vão saber se a pessoa revelar, ou se notar um comportamento estranho. Os quartos se encontram mais durante e almoço e quando cada um vai para o seu dormitório, Kyle e Eli dividem o dormitório no prédio dos dormitórios omega e Arthur e Marcus divide um dormitório no prédio dos alfas, então encontros privados é quase sempre calculados...  Agora pode começar, lembrando que os capítulos, cada uma pode focar em um cara vez, os capítulos da universidade contando o presente pode desenvolver todo o tipo de problemas que acomete em um omegaverse, como Marcus alheio no meio dos veteranos no bloco esportivo, com Kyle sentido na pele porque os ômega agem como agem ali, talvez até um desenvolvimento de algum outro alfa tentando ensina-lo seu 'Lugar', talvez até impondo agressivamente. Com Arthur entendendo como funciona esse lugar quando está sozinho mesmo sendo alfa, e Eli, com o decorrer do desenvolvimento o primeiro acontecimento mais pesado pode ser com Eli, talvez pelos mesmo veteranos de dão tapinhas nos ombros de de Marcus, isso pra tirar Marcus de vez desse transe de que ali era perfeito. Mas desenvolva aos poucos sem medo de brigas, dramas, conflitos, em volta deles. Também pode ter episódios de calmaria, talvez uma conversa entre eles ou encontros roubados entre os casais, não pode esquecer que eles são casais e precisam um do outro em certo momento, como no cio, Rut, ou apenas desejo... Lembrando que é uma ficção +18, trabalhe cenas íntimas ou cio de forma detalhada e bem escrita. Capítulo 1 pode ser introdutório, capítulo 2 pode ser meses depois da adaptação e mostrado como foi isso entre os casais, cio, rotina e encontros mais íntimos, detalhados e erotico +18. Capítulo 3 os primeiros problemas envolvendo as hierarquias.

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