Magia errada, Lugar errado
Armazenamento Espacial e Massa Crítica
Três meses haviam se passado desde a fatídica manhã em que o destino anatômico de Sunset Shimmer fora selado por meia década. Três meses inteiros de adaptação, cálculos desesperados e uma rotina que, aos poucos, encontrou um equilíbrio tão bizarro quanto engenhoso.
O maior triunfo prático daquela nova fase veio da própria Sunset. Afinal, a garota não fora a aluna prodígio da Princesa Celestia por mera formalidade. Cansada de ter que usar calças de moletom horrorosas e esconder a nova e monumental protuberância como se fosse uma criminosa contrabandista, a ruiva combinou seus conhecimentos de magia transdimensional com a física quântica humana para criar uma solução brilhante: um micro-portal de deslocamento espacial localizado.
O feitiço funcionava de maneira cirúrgica. Ao sair para as aulas na universidade, para os ensaios da banda ou para pilotar sua moto pelas ruas da cidade, Sunset ativava um pequeno anel rúnico no cós da calça. O feitiço criava uma dobra no continuum espaço-temporal ao redor de sua virilha, enviando sua pesada e imponente genitália mágica para uma fenda de vácuo suspenso — perfeitamente segura, indolor e ancorada dentro do armário do dormitório. Para todos os efeitos visuais e anatômicos, Sunset voltava a ficar plana como uma tábua sob o tecido, podendo desfilar livremente com sua adorada saia curta laranja com as cores da bandeira bissexual e suas botas de cano alto sem levantar uma única suspeita.
Ao cruzar o limiar do quarto compartilhado, bastava desarmar o feitiço com um estalar de dedos. O portal se desfazia, e o membro descomunal retornava instantaneamente ao seu lugar, quente, vivo e pesando contra suas coxas com toda a sua densidade titânica.
A questão mecânica estava resolvida. No entanto, havia outro desenvolvimento que Twilight Sparkle não havia previsto em nenhum de seus gráficos probabilísticos: Sunset Shimmer havia se tornado uma mestra do autocontrole.
Recorrendo a técnicas ancestrais de meditação focada dos monges de Canterlot, a ruiva aprendeu a trancar os instintos da poção sob sete chaves mentais. Sunset agora possuía uma disciplina de ferro. Não havia mais surtos famintos, nem investidas repentinas contra as paredes da cozinha. Ela acordava, tomava seu café, estudava, tocava guitarra e agia como a mais respeitável e pacata colega de quarto do mundo humano. Ela raramente, muito raramente, iniciava qualquer contato íntimo. Uma ou duas vezes por mês, no máximo, e com uma delicadeza quase monástica.
E isso estava deixando a Princesa Twilight Sparkle completamente, irrevogavelmente e perigosamente à beira da loucura.
Twilight nunca admitiria em voz alta diante de qualquer tribunal arcano, mas ela detestava aquela nova paz espiritual de Sunset. A memória daquela madrugada primal, da força avassaladora com que a ruiva a dominara sobre a mesa e do calor denso que a preenchera até a alma havia se enraizado em seu cérebro como uma obsessão febril. A princesa não queria um monge tibetano de jaqueta de couro no quarto; ela queria a fera incandescente de volta.
Porém, Twilight não era boba. Ela sabia que da primeira vez quase terminara em uma cadeira de rodas. Uma garota com a metade do peso e da musculatura de Sunset não poderia simplesmente exigir ser esmagada por aquele colosso sem o devido preparo estrutural.
Então, Twilight esperou. E treinou.
Durante noventa dias consecutivos, enquanto Sunset meditava ou estava fora, Twilight transformou o dormitório em um centro de engenharia corporal implacável. Ela não faltou a um único dia de agachamentos pesados, afundos búlgaros, elevações pélvicas com mochilas cheias de enciclopédias e séries infinitas de abdução com faixas elásticas de alta tensão. Ela ajustou sua dieta com uma ingestão hipercalórica e proteica calculada no miligrama.
O resultado biológico foi nada menos que um monumento à ciência.
Naquela noite de sexta-feira, Twilight estava diante do espelho de corpo inteiro do guarda-roupa, encarando seu reflexo de perfil. O que antes fora uma traseira tímida, reta e discreta sob saias pregueadas havia se transformado em uma obra-prima de curvas densas, empinadas e maciças. Suas nádegas tinham literalmente dobrado de volume. Duas esferas perfeitas de puro músculo tonificado, cobertas por uma camada irresistivelmente macia de carne firme, projetavam-se para trás em um arco pronunciado que desafiava a gravidade. Um verdadeiro escudo de amortecimento cinético, capaz de suportar o impacto de um aríete.
Ela vestia apenas um par de shorts minúsculos de lycra branca — tão justos que o tecido esticado parecia quase translúcido nas curvas mais salientes — e uma camisa azulada de botões amarrada logo abaixo dos seios, deixando a cintura fina e a barriga lisa completamente à mostra. Os cabelos roxos estavam soltos, caindo em ondas volumosas sobre os ombros pardos, e os óculos de armação quadrada repousavam com charme na ponte do nariz.
— Estrutura estabilizadora concluída — murmurou Twilight para si mesma, sentindo o coração martelar de ansiedade e excitação. — Massa muscular otimizada. Tolerância à carga duplicada. É hoje.
O clique familiar da fechadura quebrou o silêncio.
Twilight respirou fundo, endireitou a postura para acentuar a curvatura lombar e fingiu estar muito compenetrada na leitura de um pesado tomo de bioquímica sobre a escrivaninha, posicionando-se de costas para a porta, com os quadris voluptuosos estrategicamente projetados para trás.
A porta se abriu. Sunset Shimmer entrou, parecendo cansada após um longo ensaio de bateria e baixo. Ela usava sua clássica jaqueta preta de couro aberta sobre a camiseta cinza e a saia laranja.
— Cara, a Rainbow Dash inventou de colocar um solo de dez minutos no meio da música e... — Sunset parou de falar no meio da frase.
A ruiva ergueu a mão esquerda, fez um movimento circular com dois dedos e desarmou a dobra espacial com um suave estalo mágico arroxeado no ar.
No segundo em que o feitiço cessou, a anomalia voltou. A saia curta de Sunset foi imediatamente arremessada para a frente em uma tenda agressiva quando o membro volumoso e pesado se rematerializou entre suas coxas, pulsando com o choque térmico do retorno à dimensão física.
Sunset suspirou, soltando um grunhido de alívio e levando a mão à frente do tecido para acomodar o peso que voltava a repuxar suas pernas.
— Ah, deuses... essa coisa pesa uma tonelada quando volta do vácuo... — resmungou Sunset, tirando a jaqueta e a jogando na poltrona.
Foi então que seus olhos ciano finalmente focaram na figura parada junto à mesa de estudos.
Sunset congelou.
A ruiva piscou uma, duas, três vezes. Suas pupilas se dilataram tão rápido que a cor azul de suas íris quase desapareceu. Seu queixo caiu levemente, e a mochila que ela segurava com uma das mãos deslizou pelos dedos, colidindo contra o piso de linóleo com um baque surdo.
Ali, debruçada sobre os livros em uma pose que parecia calculada pelo próprio demônio da tentação, estava Twilight Sparkle. Mas não a Twilight de três meses atrás. Aquela Twilight exibia uma curvatura traseira tão monumental, tão escandalosamente arredondada e farta sob o shortinho branco, que o ar na quitinete pareceu evaporar em um vácuo instantâneo. A fenda profunda entre as duas massas volumosas repuxava a costura da lycra ao ponto de quase rasgá-la, desenhando uma silhueta que faria qualquer estátua de mármore perder a postura.
Um calor colossal, violento e elétrico explodiu na virilha de Sunset.
O membro recém-retornado, que estava apenas relaxado e pesado sob a saia, despertou com uma violência cataclísmica. Veias grossas latejaram em espasmos frenéticos, sangue máquico jorrou em torrente para a base e, em menos de três segundos, uma haste monstruosa, completamente ereta e incandescentemente rígida esticou a saia de Sunset para o alto, quase atingindo a linha de seu estômago.
— Twilight... — a voz de Sunset saiu num tom tão profundo, rouco e quebrado que parecia arranhar o chão. — O que... o que é isso?
Twilight virou a cabeça devagar por cima do ombro. Ela empurrou os óculos para cima com a ponta de um dedo inocente, fingindo surpresa enquanto um sorriso lento e incrivelmente vitorioso curvava seus lábios.
— O que foi, Sunset? — perguntou a arroxeada, a voz mansa, modulada com uma sensualidade calculada. — Estou apenas revisando as leis da termodinâmica antes de dormir. O quarto está muito quente, então achei prudente usar roupas com menor coeficiente de retenção térmica.
Sunset deu um passo à frente. Suas botas pesadas ecoaram no chão como uma ameaça iminente. O tecido da saia laranja estava prestes a ceder sob a pressão descomunal do volume que apontava diretamente para a garota de óculos. A respiração da ruiva tornou-se pesada, soprando ar quente pelas narinas dilatadas.
— Roupas... com menor retenção... — Sunset rosnou baixo, fechando os punhos ao lado do corpo enquanto suas defesas mentais e sua meditação de três meses ruíam como um castelo de areia diante de um maremoto. — Sparkle... desde quando você tem essa bunda desse tamanho?
Twilight soltou uma risadinha suave, virando o corpo de lado e apoiando as duas mãos na borda da mesa, empinando os quadris ainda mais. A carne farta oscilou com uma firmeza hipnótica a cada movimento milimétrico.
— Desde que eu passei doze semanas realizando uma rotina de hipertrofia específica para corrigir uma falha estrutural — declarou ela, erguendo o queixo com arrogância deliciosa. — Você não se lembra, Sunset? Você disse que minhas pernas pareciam gelatina. Disse que preferia um ponto de apoio muito mais firme para quando as coisas ficassem "intensas de verdade".
Sunset engoliu em seco, sentindo a saliva queimar em sua garganta seca.
— Eu disse isso... — admitiu a ruiva, dando mais dois passos predatórios, diminuindo a distância entre elas para menos de um metro. O aroma almiscarado e denso da poção começou a se espalhar pelo ambiente com força renovada.
— Pois é — Twilight deu um passo em direção a Sunset, reduzindo o espaço até que o calor dos seus corpos quase se tocasse. A princesa olhou para baixo, fitando o volume colossal que tensionava a saia da colega com um olhar faminto e destemido. — E você passou os últimos meses brincando de esconder seu probleminha em fendas dimensionais e agindo como se fosse uma monja celestial. Mas eu terminei meus preparativos, Sunset. Eu dobrei a minha densidade glútea. Eu reforcei cada ligamento pélvico.
Twilight deu as costas para Sunset novamente, debruçou-se sobre a escrivaninha de madeira maciça, apoiando os cotovelos no tampo e empinando aquela obra-prima de curvas volumosas diretamente contra o quadril da ruiva.
— Eu não sou mais gelatina, Sunset Shimmer — sussurrou Twilight por cima do ombro, a voz gotejando desejo, desafio e volúpia pura. — Meu amortecimento está pronto. E agora... eu quero ver se você consegue me quebrar.
O último fio de sanidade de Sunset estalou.
— Você pediu por isso, princesa... — rosnou Sunset em um tom gutural e faminto.
Duas mãos calejadas, quentes como ferro em brasa, avançaram no mesmo instante. Os dedos longos e fortes de Sunset se espalmaram com força bruta sobre as duas bandas gigantescas da traseira de Twilight, afundando na carne macia antes de apertá-la com uma possessividade violenta.
— Ah! — Twilight arqueou as costas com um grito sôfrego e deleitado quando o impacto das palmas fez suas coxas tremerem.
A ruiva apertou a massa tonificada, testando a consistência. Era inacreditável. Cedia suavemente aos dedos como veludo quente, mas possuía uma base densa, firme e estruturada por baixo que desafiava qualquer fraqueza. Sunset soltou uma risada rouca, embriagada de luxúria pura, enquanto amassava a bunda farta de Twilight com as duas mãos, puxando os quadris da arroxeada contra a própria virilha com uma força assustadora.
— Pelos deuses... — murmurou Sunset, colando a boca quente no pescoço suado de Twilight e distribuindo mordidas leves que faziam a princesa se contorcer inteira. — Você é inacreditável, Sparkle. Isso é uma loucura... tá macio demais, tá gigante... tá perfeito pra mim!
Sem pedir licença, Sunset agarrou o cós dos shorts brancos de elastano de Twilight e os puxou para baixo em um movimento impaciente, arrastando junto a calcinha de renda roxa até os joelhos da garota. As duas nádegas rechonchudas, rosadas e imensas foram libertadas na meia-luz do quarto, brilhando com um viço que fez o sangue de Sunset ferver ainda mais.
Sunset livrou-se da própria saia e da roupa íntima com um único puxão desajeitado, deixando-as caírem sobre suas botas pretas.
Ali estava a fera. A haste descomunal, grossa como o antebraço de uma pugilista, pulsava com um brilho arroxeado nas veias salientes, com a cabeça túrgida e brilhante vertendo uma quantidade absurda de fluido seminal translúcido que pingava sem cessar.
Sunset não perdeu tempo. Posicionando-se atrás de Twilight, ela bateu a parte frontal de seu quadril contra a curvatura avantajada da princesa com uma estocada seca.
*CLAP!*
O som de pele colidindo contra pele ecoou como um trovão pela quitinete pequena. O membro monumental de Sunset descansou pesadamente ao longo da fenda profunda entre os glúteos de Twilight, queimando a pele sensível da arroxeada como uma barra de metal quente.
Twilight gemeu alto, enterrando as unhas na madeira da mesa de estudos. Seus óculos escorregaram um pouco pelo nariz suado, mas ela não se importou. O amortecimento funcionara: a dor aguda que temia não veio; em vez disso, sentiu uma onda arrebatadora de plenitude sólida e prazer sísmico subir por sua espinha dorsal.
— Aguentou bem o tranco, princesa? — zombou Sunset, a voz vibrando de malícia enquanto usava a ponta brilhante para afastar a carne macia e posicionar-se diretamente na entrada encharcada e desesperada de Twilight.
— Você... você ainda nem começou... — provocou Twilight entre dentes, jogando os quadris para trás em um convite explícito e desavergonhado. — Pare de falar... e fode essa bunda como você prometeu!
Sunset perdeu qualquer resquício de cavalheirismo.
Segurando firmemente as ancas fartas de Twilight com as duas mãos, usando a nova largura dos quadris da garota como uma alavanca perfeita, Sunset enterrou-se de uma só vez.
A invasão foi avassaladora. Twilight jogou a cabeça para trás em um grito abafado pelo ar quente quando sentiu cada centímetro colossal rasgar passagem por seu canal apertado, esticando suas paredes internas até o limite absoluto. O membro de Sunset preencheu tudo, esmagando qualquer vazio, atingindo o fundo mais íntimo de seu ser em uma estocada impiedosa e completa.
— Deuses... Twilight! — gemeu Sunset, fechando os olhos em puro êxtase quando a carne apertada e febril da princesa abraçou seu comprimento como uma luva viva.
A ruiva não esperou que Twilight se acostumasse. Impulsionada pela fome reprimida de meses de abstinência forçada, Sunset começou a estocar com um ritmo brutal, constante e ensurdecedor.
*CLAP! CLAP! CLAP!*
A cada investida pesada de Sunset, o impacto das coxas musculosas da motoqueira colidia em cheio contra as nádegas fartas e recém-construídas de Twilight. O som carnal de carne contra carne ressoava pelo quarto em uma cadência implacável. Mas, exatamente como Twilight calculara, o volume dobrado de seu traseiro agia como um amortecedor magnífico: absorvia a violência cinética dos golpes, redistribuindo o impacto e transformando a brutalidade de Sunset em ondas contínuas, profundas e alucinantes de puro prazer físico.
— Ah! Ah! Sunset... mais! — gritava Twilight, os óculos tortos no rosto, a saliva escorrendo pelo queixo enquanto seus quadris balançavam freneticamente para trás ao encontro de cada estocada, exigindo mais profundidade, mais peso, mais tudo.
Sunset rosnava como um animal faminto. A visão daquelas nádegas monumentais ondulando, tremendo e acolhendo sua força a cada estocada a deixava cega de luxúria. Ela cravou os dedos na carne farta das ancas de Twilight, puxando-a com tanta violência que a mesa de compensado rangeu sob os cotovelos da princesa, empurrando livros e pergaminhos para o chão em um turbilhão esquecido.
— Você queria isso, não queria?! — rugiu Sunset, acelerando os quadris em estocadas cada vez mais curtas, rápidas e implacáveis que faziam a cama ranger a metros de distância pelo tremor do assoalho. — Ficou gostosa desse jeito só pra mim... pra aguentar essa porra inteira dentro de você!
— Sim! Porra, sim! — confirmou Twilight em um delírio febril, rebolando desesperada contra a haste que a perfurava com precisão cirúrgica. — É sua... essa bunda é toda sua, Sunset! Me preenche... me enche de novo!
A cadência atingiu um ponto crítico. As pernas de Sunset tremiam com a força do impulso, os músculos de suas costas esculpidos pelo suor brilhavam sob a luz fraca. Twilight sentiu as paredes internas de seu corpo começarem a convulsionar em espasmos incontroláveis, puxando a ruiva para ainda mais fundo.
— Twilight... eu vou gozar! — Sunset avisou, a voz falhando em um gemido dolorosamente rouco. — Não consigo segurar... vai ser muito!
— Joga tudo dentro! — berrou a princesa, erguendo o quadril na altura máxima do arco. — Não ouse parar!
Com uma última estocada titânica que afundou até a base do membro na intimidade da garota parda, Sunset congelou seus quadris contra os dela, pressionando-se com todo o peso de seu corpo contra a traseira firme de Twilight.
O jato seminal rompeu como uma represa destruída. Ondas densas, ferventes e intermináveis de fertilidade mágica inundaram o útero de Twilight, disparando jato após jato com uma força que arrancou um grito mudo e arrebatador da garganta da princesa. Seus olhos reviraram para trás por baixo das pálpebras trêmulas enquanto seu clímax a arrastava para um abismo de eletricidade pura.
Sunset enterrou o rosto nos cabelos roxos de Twilight, ofegando convulsivamente, as mãos ainda cravadas na carne generosa do quadril da amiga, despejando cada gota acumulada de semanas de contenção dimensional até que ambas estivessem esgotadas, trêmulas e encharcadas de suor.
Lentamente, o silêncio voltou a reinar no quarto pequeno, quebrado apenas pelas respirações pesadas e pelo gotejar denso no linóleo sob seus pés.
Sunset desabou para a frente, apoiando o peito largo contra as costas suadas de Twilight, sem se dar ao trabalho de retirar a haste que ainda descansava, amolecendo devagar, dentro do calor apertado da princesa.
— Twilight... — sussurrou a ruiva, beijando o ombro trêmulo da garota com ternura exausta. — Pela deusa Celestia... aquilo foi... o que foi aquilo?
Twilight riu, uma risadinha rouca, desgrenhada e completamente satisfeita, ajeitando os óculos tortos com um dedo trêmulo antes de virar um pouco o rosto para encará-la.
— Isso, minha cara Sunset... — murmurou Twilight, com um sorriso sonolento e triunfante iluminando seu rosto — ...foi o triunfo definitivo do método científico sobre o autocontrole.
Sunset soltou uma risada baixa e vibrante, dando uma palmada estalada e afetuosa na nádega volumosa da princesa.
— É — concordou a ruiva, fechando os olhos com um suspiro preguiçoso. — Acho que a dobra espacial vai ficar desativada pelos próximos cinco anos. Nós temos muito trabalho pela frente.