Não é por isso que sou lésbica
Ritmos de Cetim e o Êxtase do Controle
A luz da lua filtrava-se pelas cortinas de seda do quarto de Jennie, desenhando linhas prateadas sobre o tapete felpudo. O silêncio da noite era quebrado apenas pelo som suave da respiração de ambas, mas a atmosfera ainda vibrava com a eletricidade do que havia acabado de acontecer. Jennie, no entanto, não estava satisfeita apenas com o repouso. Ela se sentia revigorada, sua pele brilhando com uma leve camada de suor que acentuava suas curvas de *it girl*.
Ela se afastou do abraço de Lisa e sentou-se, deixando que o robe de seda escorregasse totalmente pelos seus ombros, revelando seus seios fartos e a cintura que parecia esculpida à mão. Lisa, deitada de costas, observava a amiga com um olhar de adoração. O corpo da tailandesa era uma visão de perfeição atlética; as coxas grossas e torneadas contrastavam com a suavidade de sua pele branca e impecável.
— O que foi, Nini? — perguntou Lisa, a voz ainda rouca, enquanto seus olhos desciam para o baixo ventre de Jennie. — Pensei que estivesse exausta.
— Eu estava — respondeu Jennie, um sorriso malicioso brincando em seus lábios enquanto ela se ajoelhava sobre o colchão, engatinhando lentamente em direção a Lisa. — Mas olhar para você me deu novas ideias.
Jennie parou entre as pernas de Lisa. Seus olhos se fixaram no membro da amiga, que já começava a despertar novamente sob o olhar atento da coreana. O pau de Lisa era, para Jennie, a coisa mais fascinante do mundo. Com vinte centímetros de comprimento e uma espessura impressionante, ele se erguia com uma elegância bruta. A pele era tão clara e macia que parecia porcelana, e a ausência total de pelos tornava cada detalhe visível: as veias pulsantes que subiam pelo corpo do membro e a glande perfeitamente rosada, que brilhava levemente na penumbra.
— Você gosta tanto dele, não gosta? — Lisa provocou, sentindo o calor do corpo de Jennie se aproximando.
— Eu sou obcecada por ele, Lili — confessou Jennie, passando a língua pelos lábios. — E sou obcecada pelo que você sente quando eu tomo o controle.
Sem esperar por uma resposta, Jennie inclinou-se para frente. Ela envolveu a base do pau de Lisa com uma das mãos, sentindo a firmeza e o calor emanando da carne. Com uma lentidão torturante, ela começou a depositar beijos úmidos ao longo da extensão, subindo centímetro por centímetro. Quando sua língua encontrou a cabeça rosada, Lisa soltou um suspiro longo, fechando os olhos e arqueando levemente o quadril.
— Nini... — murmurou Lisa, as mãos buscando os lençóis para se segurar.
Jennie não parou. Ela abriu a boca e envolveu a glande, sugando com força, sentindo a textura aveludada contra seu palato. Ela sabia exatamente como Lisa gostava. Seus movimentos eram rítmicos, a mão subindo e descendo em sincronia com sua boca, criando uma pressão que fazia Lisa gemer o nome de Jennie como se fosse uma prece. A coreana olhava para cima, mantendo contato visual enquanto trabalhava, adorando ver a expressão de entrega total no rosto da tailandesa.
Depois de alguns minutos de uma felação intensa e profunda, Jennie sentiu Lisa tencionar, os músculos das coxas saltando enquanto ela se aproximava do limite. Jennie retirou a boca lentamente, deixando um rastro de saliva para trás, e sorriu ao ver o estado de Lisa.
— Ainda não, Lili — sussurrou Jennie. — Eu quero sentir você dentro de mim quando você chegar lá.
Jennie se posicionou, ficando de pé sobre os joelhos e guiando a cabeça rosada do membro de Lisa até a sua entrada. Ela estava encharcada, o desejo pulsando entre suas pernas. Com um movimento fluido e decidido, ela se abaixou, empalando-se de uma vez só.
— Ah, meu Deus... — Lisa exclamou, as mãos voando para a cintura fina de Jennie para ajudar no equilíbrio.
Jennie soltou um gemido agudo, a cabeça jogada para trás enquanto sentia os vinte centímetros de Lisa preencherem cada espaço de sua intimidade. Era uma sensação de plenitude absoluta. Ela começou a cavalgar, subindo e descendo com um ritmo frenético e possessivo. Seus seios balançavam livremente com o impacto de cada movimento, e ela adorava a forma como a pele de sua bunda batia contra as coxas musculosas de Lisa.
— Isso... assim, Nini — Lisa dizia, a voz embargada pelo prazer. — Cavalga em mim... você é tão perfeita.
— Eu amo... o jeito que você me preenche — arfou Jennie, aumentando a velocidade. — Sinta como eu estou apertada para você, Lisa!
Jennie começou a rebolar enquanto subia e descia, fazendo com que o membro grosso de Lisa atingisse pontos profundos que a faziam ver estrelas. O som do quarto era uma sinfonia de prazer: o estalo da pele se encontrando, os gemidos desavergonhados de Jennie e a respiração pesada de Lisa. A influenciadora usava todo o seu peso para pressionar Lisa, querendo sentir cada veia, cada pulsação do membro dentro de si.
— Lisa, eu estou quase... — Jennie gritou, as unhas cravando-se nos ombros da tailandesa. — Eu quero que você goze muito, Lili! Eu quero sentir tudo!
Lisa, sentindo que o ápice era inevitável, segurou as coxas de Jennie com força, impulsionando o quadril para cima para encontrar cada descida da amiga com uma estocada profunda e poderosa. O corpo de Lisa tremia; o prazer era tão intenso que ela sentia como se estivesse perdendo a consciência.
— Eu vou... Nini, eu vou gozar! — Lisa avisou, a voz falhando.
— Goza para mim! Agora! — ordenou Jennie, dando as últimas cavalgadas desesperadas.
O clímax as atingiu como uma onda avassaladora. Jennie contraiu-se violentamente ao redor de Lisa, seu corpo inteiro tremendo enquanto ela gozava alto, o rosto escondido no pescoço da amiga. No mesmo instante, Lisa atingiu seu ápice. Foi uma descarga intensa e prolongada; ela sentia cada jato de seu sêmen sendo disparado profundamente dentro de Jennie, preenchendo-a completamente.
Lisa soltou um grito de puro êxtase, sua cabeça caindo para trás enquanto seu corpo relaxava após a explosão de prazer. Jennie continuou sentada sobre ela por alguns momentos, sentindo as pulsações finais do membro de Lisa dentro de si, saboreando a sensação de calor que se espalhava por seu interior.
Lentamente, Jennie se inclinou para frente, desabando sobre o peito de Lisa. Ambas estavam ofegantes, os corações batendo em um ritmo frenético e sincronizado.
— Você... você me mata, Jennie Kim — murmurou Lisa, os braços envolvendo a cintura da coreana para mantê-la por perto.
— E você é a única que me faz sentir viva — respondeu Jennie, dando um beijo suave na clavícula de Lisa. — Eu amo quando você goza assim. Sinto como se você pertencesse totalmente a mim.
Lisa sorriu, acariciando os cabelos ondulados de Jennie que agora estavam bagunçados e úmidos de suor.
— Eu sempre pertenço a você, Nini. Você sabe disso.
Elas ficaram ali, enroladas uma na outra sob a luz da lua, o mundo exterior esquecido. Para Jennie, não importava quantos seguidores ela tivesse ou quantas capas de revista estampasse; nada se comparava à sensação de estar nos braços de Lisa, sentindo a conexão crua e verdadeira que compartilhavam.
— Lisa? — chamou Jennie baixinho, após um tempo.
— Sim?
— Não se vista ainda. Eu quero dormir sentindo você dentro de mim por mais um pouco.
Lisa deu um beijo na testa de Jennie, apertando-a mais contra si.
— Como você quiser, minha *it girl*. Eu não vou a lugar nenhum.
E assim, entre os lençóis de seda e o perfume de baunilha, elas se entregaram ao sono, unidas por um laço que ia muito além da amizade, em um universo particular onde apenas o prazer e a verdade importavam.