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Não é por isso que sou lésbica

Entre o Êxtase e a Eternidade no Amanhecer

O sol começou a espreitar por entre as frestas das cortinas de veludo, pintando o quarto com tons de âmbar e mel. Jennie despertou primeiro, sentindo o peso reconfortante do corpo de Lisa sobre o seu. Elas ainda estavam conectadas, uma união física que parecia ter selado um pacto silencioso durante a noite. A sensação de preenchimento ainda estava lá, embora agora fosse apenas um eco suave e quente do prazer avassalador de horas atrás.

Jennie moveu o quadril ligeiramente, sentindo o membro de Lisa, agora mais relaxado, mas ainda presente dentro de si. A pele de Lisa era tão macia contra a sua que Jennie se pegou traçando padrões invisíveis nas costas da tailandesa. Ela amava cada detalhe daquele corpo: a força das coxas que a seguravam com firmeza, a curva delicada da cintura e, acima de tudo, a pureza daquela pele impecável, livre de qualquer vestígio de pelos, apenas a perfeição de uma feminilidade que Lisa abraçava com orgulho.

— Eu sei que você está acordada, Nini — sussurrou Lisa, a voz vibrando contra o pescoço de Jennie, enviando arrepios por toda a sua espinha.

— Como você sabe? — Jennie sorriu, virando o rosto para encontrar os olhos escuros e sonolentos de Lisa.

— Seu coração acelerou assim que eu me mexi — Lisa deu um beijo casto na ponta do nariz de Jennie antes de se retirar lentamente de dentro dela. O som úmido da separação fez Jennie soltar um suspiro de perda momentânea. — E porque você não consegue ficar quieta quando está tramando algo.

Jennie riu, rolando para o lado e observando Lisa se espreguiçar. A luz da manhã realçava os músculos torneados da tailandesa. O pau de Lisa, mesmo em repouso, era uma visão que Jennie nunca cansava de admirar; a cabeça rosada contrastando com a haste branquinha e limpa, as veias como rios delicados sob a pele fina. Era a combinação perfeita de força e suavidade.

— Não estou tramando nada — mentiu Jennie, sentando-se e deixando que seus cabelos ondulados caíssem sobre os seios, que ainda guardavam as marcas avermelhadas dos beijos de Lisa. — Só estava pensando que não quero que esse momento acabe. Temos aquele ensaio fotográfico em duas horas, e o mundo vai querer a "Jennie Kim, a It Girl", mas eu só quero ser a sua Jennie.

Lisa sentou-se atrás dela, puxando-a para que Jennie encostasse as costas em seu peito. As mãos de Lisa desceram para a barriga de Jennie, acariciando a pele macia antes de subirem para sustentar o peso de seus seios.

— Você sempre será a minha Jennie — afirmou Lisa com convicção. — Mas sabe o que eu mais gosto? É saber que, enquanto os fotógrafos pedem para você sorrir e os fãs gritam seu nome, eu vou estar lá, no fundo, lembrando de como você gritou o meu nome ontem à noite.

Jennie mordeu o lábio inferior, virando-se nos braços de Lisa para ficar de frente para ela. A proximidade fez com que seus mamilos roçassem no peito de Lisa, e o desejo, que nunca parecia totalmente saciado, começou a queimar novamente.

— Você é muito convencida, Lalisa Manobal.

— Só quando o assunto é você — Lisa sorriu, aquele sorriso de canto que desarmava Jennie completamente.

Jennie desceu o olhar para o colo de Lisa. O membro da tailandesa já reagia à proximidade, pulsando levemente. Jennie estendeu a mão, envolvendo-o com delicadeza. A textura era indescritível; era como seda quente. Ela deslizou o polegar pela glande rosada, colhendo uma gota de lubrificação natural que brilhava como um cristal.

— Ele é tão lindo — murmurou Jennie, quase para si mesma. — Tão limpo, tão perfeito. Eu amo o fato de você se cuidar tanto para mim.

— Eu me cuido para nós — corrigiu Lisa, fechando os olhos enquanto Jennie começava a mover a mão em um ritmo lento e exploratório. — Mas ver o quanto você o deseja... isso me deixa louca, Nini.

Jennie não resistiu. Ela se inclinou, deixando os cabelos caírem como uma cortina ao redor delas, e envolveu o pau de Lisa com a boca. O contraste do calor de sua garganta com a pele macia de Lisa fez a tailandesa soltar um gemido rouco que reverberou pelo quarto. Jennie era mestre naquilo; ela usava a língua para contornar a coroa da glande, antes de sugar com uma intensidade que fazia Lisa perder o fôlego.

— Jennie... — Lisa arqueou as costas, enterrando os dedos nos fios ondulados da coreana. — A gente... a gente tem um compromisso...

— O compromisso pode esperar dez minutos — disse Jennie, interrompendo o boquete apenas para olhar nos olhos de Lisa com uma expressão de pura luxúria, antes de voltar ao seu trabalho com ainda mais vigor.

Ela queria que Lisa fosse ao limite novamente. Ela amava o controle, amava sentir Lisa tremer sob seu toque. Jennie intensificou o vácuo, usando a mão para massagear a base e os testículos lisinhos de Lisa, enquanto sua boca explorava cada centímetro dos vinte centímetros de prazer que a tailandesa oferecia.

Lisa sentia que ia explodir. A técnica de Jennie era impecável, uma mistura de carinho e selvageria que a deixava completamente vulnerável.

— Chega, Nini... eu não vou aguentar se você continuar — Lisa pediu, a voz falhando.

Jennie parou, mas não se afastou. Ela se levantou, ficando de joelhos sobre Lisa, e posicionou-se. Ela não queria apenas dar prazer; ela queria sentir a conclusão de Lisa dentro de si, o selo final de sua conexão matinal.

— Então goza em mim, Lili — desafiou Jennie, baixando-se lentamente sobre o membro erguido.

A entrada de Jennie estava tão úmida e receptiva que Lisa deslizou para dentro como se estivesse voltando para casa. Jennie soltou um suspiro longo, sentindo a grossura de Lisa expandir suas paredes internas. Ela começou a se mover, não com a pressa da noite anterior, mas com uma cadência preguiçosa e profunda, saboreando cada sensação.

— Ah, isso... — Lisa segurou a cintura fina de Jennie, ajudando-a a ditar o ritmo. — Você é tão deliciosa de manhã, Nini. Sinto cada contração sua.

— É porque eu te amo — confessou Jennie entre gemidos curtos. — Eu amo como você me completa, Lisa. Eu amo o seu corpo, a sua alma... e amo como você me fode.

Lisa não aguentou mais. A confissão de Jennie, misturada ao aperto incrível de sua buceta, foi o gatilho final. Ela envolveu as coxas de Jennie com força, trazendo-a para baixo enquanto subia com o quadril em estocadas rápidas e certeiras.

— Eu vou... eu vou gozar muito, Nini! — gritou Lisa, os olhos revirando de prazer.

— Sim! Me dá tudo, Lisa! — Jennie clamou, cavalgando com força total, seus seios balançando ritmicamente enquanto ela buscava o próprio ápice.

O quarto foi preenchido por um coro de gemidos altos e o som da carne se chocando. Quando o clímax veio, foi devastador. Jennie sentiu as paredes de sua intimidade se apertarem em espasmos incontroláveis, e no segundo seguinte, sentiu os jatos quentes e abundantes de Lisa inundarem seu interior. Foi uma sensação de êxtase puro, um calor que parecia atingir sua alma.

Lisa continuou a pulsar dentro dela por um longo tempo, o corpo tremendo em uma descarga de endorfina. Jennie desabou sobre ela, escondendo o rosto no pescoço de Lisa, sentindo o cheiro de suor e desejo que as envolvia.

— Uau — foi tudo o que Lisa conseguiu dizer quando recuperou o fôlego.

— É — concordou Jennie, rindo baixinho contra a pele de Lisa. — Definitivamente vamos chegar atrasadas para o ensaio.

— Valeu a pena — Lisa a apertou mais forte. — Cada segundo.

— Valeu — Jennie levantou o rosto, os olhos brilhando. — Agora, vamos tomar um banho juntas?

— Só se você prometer que vamos realmente tomar banho, e não começar tudo de novo no chuveiro — Lisa brincou, embora soubesse que não resistiria se Jennie tentasse.

— Eu não prometo nada, Lili. Absolutamente nada.

Elas se levantaram da cama, deixando para trás os lençóis de seda bagunçados e as lembranças de uma noite e uma manhã inesquecíveis. Enquanto caminhavam em direção ao banheiro, de mãos dadas, Jennie olhou para Lisa e sorriu. O mundo podia ver a *it girl*, mas só Lisa conhecia a mulher por trás da imagem. E para Jennie, esse era o maior luxo de todos.