Voltar ao resumo

Não é por isso que sou lésbica

Sinfonia de Pele e Água: O Segredo do Chuveiro

O vapor já começava a embaçar o vidro do box antes mesmo de Jennie e Lisa cruzarem o umbral do banheiro luxuoso. O ambiente era um espetáculo à parte, revestido em mármore Carrara e detalhes em dourado, mas nada ali era tão estonteante quanto o contraste entre as duas mulheres que se despiam sob a luz suave das luminárias embutidas.

Jennie, a *it girl* da nação, deixou que o robe de seda deslizasse pelo chão como uma pétala que cai. Ela se virou de costas para o espelho, observando pelo reflexo como sua cintura fina se curvava em direção aos quadris generosos. Seus seios, firmes e do tamanho perfeito de laranjas maduras, recebiam o primeiro contato do ar úmido, fazendo seus mamilos reagirem instantaneamente.

— Você está me olhando de novo, Lili — comentou Jennie, um sorriso convencido brincando no canto dos lábios enquanto desprendia o cabelo ondulado.

Lisa, que já estava sob o jato de água quente, apenas suspirou. A tailandesa era a personificação da elegância atlética. Com os cabelos lisos colados ao rosto pela água, suas coxas grossas e a bunda empinada brilhavam sob o efeito do sabonete líquido. O corpo de Lisa, extremamente feminino e torneado, era um templo de suavidade. Ela passou a mão pelo abdômen definido, descendo até onde seu membro, já semi-ereto pela visão de Jennie, repousava entre suas pernas poderosas.

— É impossível não olhar, Nini — Lisa respondeu, estendendo a mão para puxar a amiga para debaixo da água. — Você foi feita para ser admirada. Mas aqui dentro, você é só minha.

Jennie entrou no box, sentindo a água quente relaxar seus músculos. Ela se encostou na parede de mármore, deixando que Lisa ensaboasse seus ombros. O toque da tailandesa era firme, mas carregado de uma delicadeza que só quem conhecia cada centímetro daquela pele poderia ter.

— Eu amo como você é lisinha — sussurrou Jennie, descendo as mãos pelas costelas de Lisa até alcançar a virgem de pelos. — É tão macio... parece que sua pele foi feita de seda.

— Eu detesto pelos, você sabe — Lisa murmurou, fechando os olhos quando Jennie começou a massagear suas coxas. — Gosto de sentir tudo. Gosto que não haja nada entre a minha pele e a sua.

Jennie ajoelhou-se no chão do box, indiferente à água que caía sobre seu rosto, arruinando qualquer resquício de maquiagem que pudesse ter sobrado. Seus olhos focaram imediatamente no que ela mais desejava. O pau de Lisa, com seus vinte centímetros de puro vigor, erguia-se imponente. Na claridade do banheiro, a cabeça era de um rosa tão vívido que parecia uma joia, enquanto o corpo do membro era branquinho, limpo e atravessado por veias que pulsavam ao ritmo do coração acelerado da tailandesa.

— Ele está com saudades de mim? — perguntou Jennie, a voz abafada pelo som da água.

— Ele nunca deixa de sentir sua falta, Nini — Lisa arqueou as costas quando sentiu os dedos pequenos e ágeis de Jennie envolverem a base grossa.

Jennie não perdeu tempo. Ela aproximou os lábios da glande rosada, depositando um beijo úmido e demorado ali, antes de começar a lamber a extensão lisa e macia. Ela adorava o sabor de Lisa, adorava a limpeza impecável que permitia que ela explorasse cada vinco, cada veia saltada com a ponta da língua.

— Ah, Jennie... assim não vamos sair daqui nunca — Lisa gemeu alto, as mãos apoiando-se no mármore frio para não perder o equilíbrio enquanto a boca de Jennie trabalhava com uma voracidade renovada.

Jennie olhou para cima, a água escorrendo por seus seios fartos, e sorriu antes de abocanhar Lisa por inteiro. Ela movia a cabeça em um ritmo frenético, sentindo o membro grosso preencher sua boca até o limite, enquanto suas mãos massageavam as coxas musculosas de Lisa. O prazer era audível; os gemidos de Lisa misturavam-se ao som da água batendo no chão, criando uma sinfonia particular de luxúria.

Depois de alguns minutos de uma felação intensa, Jennie se levantou, os olhos brilhando de desejo. Ela empurrou Lisa contra a parede do box e segurou seus ombros.

— Eu quero cavalgar em você aqui mesmo — disse Jennie, a respiração ofegante. — Quero sentir você batendo fundo enquanto a água cai sobre nós.

Lisa não disse nada, apenas segurou a cintura fina de Jennie e a ergueu com uma facilidade impressionante. Jennie entrelaçou as pernas ao redor da cintura de Lisa, sentindo a ereção grossa e pulsante pressionar contra sua entrada já encharcada.

— Se segura em mim, Nini — Lisa avisou, a voz rouca de desejo.

Com um movimento preciso, Lisa guiou seu membro para dentro de Jennie. A penetração foi profunda, e o choque térmico da água quente com o calor interno de Jennie fez ambas soltarem um grito em uníssono. Jennie começou a se mover, usando a força das pernas para subir e descer no colo de Lisa, enquanto a tailandesa a mantinha suspensa, suas coxas grossas servindo de base inabalável.

— Isso! Mais fundo, Lili! — Jennie gritava, as unhas cravadas nas costas de Lisa. — Eu amo como você é grande... eu amo como você me preenche!

— Você é tão apertada, Jennie... — Lisa estocou para cima com força, sentindo a cabeça rosada de seu pau atingir o colo do útero da coreana. — Eu sinto você me abraçando por dentro... é a melhor sensação do mundo.

O vapor no banheiro tornava tudo mais intenso, quase onírico. Jennie cavalgava com uma energia inesgotável, seus seios batendo contra o peito de Lisa a cada movimento. Ela adorava o controle, adorava sentir que, naquele momento, ela era o centro do universo de Lisa.

— Lisa, eu vou... eu estou chegando! — Jennie exclamou, seu corpo começando a ter espasmos rítmicos.

— Vai, Nini! Goza para mim! — Lisa aumentou a velocidade das estocadas, sentindo o próprio prazer atingir o ponto de não retorno.

Jennie atingiu o ápice com um grito que ecoou por todo o banheiro, seu corpo tremendo violentamente enquanto ela se apertava contra Lisa. Poucos segundos depois, Lisa seguiu o mesmo caminho. Ela sentiu a pressão acumulada explodir, enviando jatos quentes e potentes de sêmen para dentro de Jennie, um após o outro, até que ela estivesse completamente preenchida.

Lisa soltou um suspiro exausto, encostando a testa no ombro de Jennie enquanto o prazer diminuía lentamente para uma dormência deliciosa. Elas ficaram ali, abraçadas sob a água, enquanto o ritmo cardíaco de ambas voltava ao normal.

— Agora... — Lisa começou, dando um beijo molhado no ombro de Jennie — ... agora nós realmente precisamos nos lavar. O motorista vai chegar em vinte minutos.

Jennie riu, soltando-se lentamente e voltando a colocar os pés no chão, embora suas pernas estivessem bambas.

— Valeu cada minuto de atraso — Jennie disse, pegando o sabonete e começando a limpar o corpo de Lisa com carinho. — Mas você tem razão. A It Girl precisa aparecer.

— E a sua fotógrafa favorita estará lá para garantir que você saia perfeita — Lisa piscou, ajudando Jennie a enxaguar o cabelo.

Elas terminaram o banho rapidamente, trocando carícias suaves e beijos que prometiam mais para o final do dia. Enquanto se secavam com toalhas felpudas, Jennie olhou para Lisa, que já estava vestindo sua roupa íntima, a silhueta torneada e feminina destacando-se mesmo na simplicidade.

— Sabe, Lili — Jennie disse, enquanto passava hidratante em suas pernas — às vezes eu acho que as pessoas têm inveja da nossa amizade porque elas sentem que há algo mais.

— E elas estão certas — Lisa se aproximou, abraçando Jennie por trás e olhando para o reflexo das duas no espelho agora limpo. — Há algo muito mais. Há uma verdade que ninguém mais consegue tocar.

Jennie sorriu, sentindo-se completa. Ela sabia que, em poucas horas, estaria sob as luzes dos flashes, sendo o centro das atenções do mundo. Mas a única atenção que realmente importava era a da mulher tailandesa ao seu lado, que a conhecia em seus momentos mais crus, mais vulneráveis e mais intensos.

— Vamos? — perguntou Lisa, estendendo a mão.

— Vamos — respondeu Jennie, segurando a mão de Lisa com firmeza. — O mundo está esperando, mas o meu mundo já está bem aqui.

Elas saíram do quarto, prontas para enfrentar as câmeras, carregando consigo o segredo de uma manhã que pertenceria apenas a elas, guardado entre lençóis de seda e o vapor de um chuveiro inesquecível.