Papai
Dominação e Punição no Parque
O sol da tarde começava a baixar, pintando o céu do parque com tons alaranjados, mas o clima entre Jonatan e Ravi estava longe de ser tranquilo. Jonatan, com seus 1,89m de altura e expressão gélida, mantinha uma das mãos firmemente apertada na cintura fina de Ravi, enquanto seus olhos fuzilavam o homem que, minutos antes, tivera a audácia de sorrir e flertar com o loiro. Para Jonatan, Ravi não era apenas seu protegido; era sua propriedade, um objeto de adoração e controle absoluto.
Ravi, trêmulo e com os olhos marejados, apertava sua naninha contra o peito. Ele sentia a aura pesada de Jonatan e sabia que o comportamento possessivo do mais velho estava prestes a transbordar. O pequeno loiro tentou se encolher, mas a mão de Jonatan o puxou com força bruta em direção a uma área isolada e densamente arborizada no fundo do parque, longe das trilhas principais.
— J-Jonatan... dói... — sussurrou Ravi, tentando acompanhar os passos largos do homem.
Jonatan não respondeu. Ele apenas o arrastou até um banco de pedra escondido atrás de arbustos altos. Sem dizer uma palavra, ele se sentou e puxou Ravi para o seu colo de forma ríspida. O contraste de tamanhos era evidente: o corpo de 1,59m de Ravi parecia desaparecer contra a musculatura rígida de Jonatan.
— Você gosta de chamar atenção, não é, Ravi? — a voz de Jonatan era um rosnado baixo e perigoso. — Gosta de ver outros homens olhando para o que é meu?
— Não, papai... eu não fiz nada... — Ravi soluçou, sentindo o medo gelarem suas espinhas.
Jonatan ignorou o apelo. Com um movimento rápido, ele levantou a sainha plissada que Ravi usava, revelando a calcinha de renda rosa que adornava o corpo delicado do rapaz. A visão da peça íntima, tão contrastante com a virilidade agressiva de Jonatan, só serviu para aumentar sua fúria possessiva. Ele afastou o tecido da calcinha para o lado com um puxão seco e libertou o próprio membro, já pulsante e rígido.
Sem qualquer preparação ou delicadeza, Jonatan forçou a entrada em Ravi. O loiro soltou um grito abafado, as mãos pequenas agarrando os ombros largos de Jonatan na tentativa inútil de se afastar.
— Fique parado — ordenou Jonatan, cravando os dedos na carne macia das coxas de Ravi.
O ato não era sobre prazer mútuo; era sobre marcação de território. Jonatan estabeleceu o *cockwarming*, mantendo-se enterrado profundamente dentro de Ravi sem se mover, apenas sentindo o aperto involuntário do corpo do menor. Ravi, em puro instinto de desconforto e dor, tentava se levantar, empurrando o tronco de Jonatan para tentar se livrar da invasão.
— Sai... por favor, papai, dói muito! — Ravi choramingava, as lágrimas escorrendo pelo rosto bonito.
Sempre que Ravi conseguia deslizar alguns centímetros para fora, Jonatan o puxava de volta com um solavanco violento, enterrando-se ainda mais fundo, fazendo o ar escapar dos pulmões do loiro.
— Eu disse para ficar parado. Você vai aprender a quem pertence, nem que eu tenha que te manter espetado assim a noite toda — Jonatan declarou, a face endurecida pela arrogância e pelo desejo de controle.
Depois de um tempo que pareceu uma eternidade para Ravi, Jonatan o levantou bruscamente, ajeitando as roupas do menor de qualquer jeito, embora o desconforto de Ravi fosse visível em cada passo trôpego. Eles caminharam de volta para o carro em silêncio absoluto, um silêncio que pesava mais do que qualquer grito.
Assim que entraram no veículo de vidros escuros, Jonatan travou as portas. O ambiente confinado exalava o perfume de Ravi misturado ao cheiro metálico de excitação e suor. Jonatan não ligou o motor. Em vez disso, ele inclinou o banco do passageiro e forçou Ravi a se ajoelhar entre suas pernas.
— A chupeta, Ravi. Agora — ordenou ele, entregando o objeto de silicone.
Ravi colocou a chupeta na boca, os olhos grandes e úmidos implorando por clemência. Mas Jonatan não estava satisfeito. Ele queria a submissão total. Ele tirou a chupeta da boca de Ravi com um movimento brusco e substituiu-a por si mesmo, forçando o loiro a aceitá-lo enquanto ainda soluçava.
— Chupa. Mostre que você sabe quem manda em você — disse Jonatan, acariciando os cabelos lisos de Ravi com uma falsa ternura que escondia sua possessividade doentia.
Ravi obedecia, o som rítmico da sucção preenchendo o interior do carro. Quando Jonatan finalmente atingiu o ápice, ele não permitiu que Ravi se afastasse, obrigando-o a ingerir cada gota de sua semente, tratando-o como uma mamadeira humana, um recipiente para sua dominação.
— Bom menino — sussurrou Jonatan, embora o tom fosse desprovido de real carinho.
O caminho para casa foi curto, mas a punição estava longe de terminar. Ao chegarem na mansão, Jonatan carregou Ravi para o quarto principal. O loiro estava exausto, o corpo pequeno pedindo por descanso, mas Jon