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O Labirinto de Prazer dos Gêmeos

A tensão em Neverland nunca foi sobre pó de pirlimpimpim ou voar em direção à segunda estrela à direita. Para mim, sempre foi sobre a gravidade pesada que Bash e Kas exerciam sobre o meu corpo. Eu sabia que Vane e Roc me matariam se descobrissem onde eu estava, mas a teimosia que corria no sangue da nossa família era o meu motor. Eu queria o perigo. Eu queria os filhos da Tinker Bell.

O esconderijo deles cheirava a musgo, couro e testosterona. Eu estava encurralada entre a parede de pedra fria e o calor irradiante de dois corpos que pareciam esculpidos em granito.

— Você não deveria ter vindo sozinha, passarinho — Kas rosnou, a voz vibrando contra o meu pescoço. Ele era o mais bruto, o que sempre parecia pronto para me quebrar ao meio. — Seus irmãos estão lá fora procurando por você, e você está aqui, entregando essa bucetinha de bandeja para nós.

— Eu não sou de ninguém — respondi, tentando manter a voz firme, embora minhas pernas estivessem tremendo. — Eu vim porque eu quis.

Bash, o gêmeo que sempre tinha um brilho mais cruel e sonhador nos olhos, deu um passo à frente, fechando o cerco. Ele tocou meu rosto com as costas dos dedos, uma carícia que contrastava com o olhar faminto que ele me lançava.

— Você é o nosso sonho, Nina — ele sussurrou, a voz carregada de uma promessa sombria. — E em Neverland, os sonhos são feitos para serem usados até não sobrar nada. Você quer ser tratada como a princesinha dos Lost Boys ou quer que a gente te mostre o que fazemos com putinhas teimosas como você?

Engoli em seco, o calor subindo entre minhas coxas. O desafio dele era o combustível que eu precisava.

— Mostrem — desafiei, arqueando as costas e sentindo o volume nos shorts de Kas pressionar meu quadril.

Kas não esperou. Suas mãos grandes agarraram a minha blusa e a rasgaram sem a menor cerimônia, expondo meus seios para o ar úmido da caverna. Ele soltou um rosnado baixo, um som puramente animal, enquanto seus olhos devoravam minha pele.

— Olha só para isso, Bash — disse Kas, apertando minha cintura com força suficiente para deixar marcas. — Ela está implorando por isso. Olha como os bicos dela estão duros.

Bash se aproximou, sua respiração quente atingindo meu ouvido.

— Ela quer ser a nossa cadela, Kas. Quer que a gente estrague ela antes que os irmãos cheguem.

**POV - KAS**

Eu não conseguia mais me controlar. Nina era uma tentação que eu vinha reprimindo há meses. Aquela buceta apertada, aquela língua atrevida... eu ia enfiar cada centímetro do meu pau nela até ela esquecer o próprio nome.

Agarrei-a pelo pescoço, não para machucar, mas para dominar. Ela gemeu, um som agudo que só me deixou mais duro.

— Você vai mamar agora, Nina — ordenei, empurrando-a para baixo. — Quero ver se essa boca é tão boa quanto a sua arrogância.

Eu a forcei a se ajoelhar entre nós. Bash já estava com o pau para fora, pulsando, enorme e pronto. Eu libertei o meu, sentindo o ar frio, mas logo o calor da mão dela me envolveu.

— Mame o seu dono, puta — Bash disse, segurando a cabeça dela pelos cabelos, guiando-a para o seu membro.

Nina não hesitou. Ela era teimosa, mas era uma safada de primeira. Ela envolveu o pau de Bash com os lábios, os olhos subindo para encontrar os meus enquanto ela trabalhava nele. O som da sucção, o estalo da saliva, era música para os meus ouvidos.

— Isso, abre bem essa boquinha — eu disse, sentindo meu próprio pau latejar perto do rosto dela. — Não esquece do meu.

Ela alternava entre nós dois, uma visão que eu tinha tido em mil sonhos eróticos. O contraste da pele pálida dela com a nossa força bruta era perfeito. Ela estava nos servindo, exatamente como deveria ser.

**POV - NINA**

Meus sentidos estavam em curto-circuito. O sabor deles, o cheiro de suor e desejo, a maneira como as mãos deles me tratavam sem delicadeza alguma. Eu me sentia uma completa vadia, e Deus, como eu amava aquilo.

Bash puxou meu cabelo com mais força, fazendo minha cabeça pender para trás enquanto ele gozava de prazer com a minha língua.

— Chega de preliminares — ele disse, a voz rouca. — Eu quero sentir o quão apertada ela está.

Kas me levantou do chão como se eu não pesasse nada. Ele me jogou sobre uma mesa de madeira rústica, espalhando mapas e ferramentas pelo chão. Minhas pernas foram abertas brutalmente, e eu me senti vulnerável e exposta.

— Olha para essa bucetinha — Kas disse, passando o polegar pela minha fenda úmida. — Tão pequena. Você acha que aguenta nós dois, Nina? Ou vai chorar pelos seus irmãos?

— Cala a boca e me fode — eu gritei, a luxúria nublando meu julgamento.

Kas não perdeu tempo. Ele se posicionou e, com um único empurrão violento, entrou. O grito que escapou da minha garganta foi de pura dor e prazer misturados. Ele era enorme, preenchendo cada espaço, esticando as paredes da minha vagina até o limite.

— Porra, Nina! — Kas rosnou, começando a estocar com força. — Você é tão apertada... parece que vai me esmagar.

— Fode ela, irmão — Bash incentivou, aproximando-se do meu rosto. — Deixa ela bem moída.

Enquanto Kas me bombardeava por baixo, Bash se inclinou sobre mim. Suas mãos apertaram meus seios, e ele começou a mamar com uma fome desesperada. A sensação da língua dele rodeando meu mamilo enquanto Kas me arrombava era demais. Eu estava sendo usada por dois lados, dois monstros que eu mesma tinha invocado.

**POV - BASH**

Sentir o corpo de Nina reagir a nós era a melhor droga que Neverland poderia oferecer. Eu mamava o peito dela, sentindo o coração dela disparado contra a minha bochecha, enquanto os gemidos dela se tornavam súplicas incoerentes.

— Mais... por favor, Kas... mais forte! — ela implorava, as unhas cravando nos ombros dele.

— Você quer forte, sua putinha? — Kas respondeu, aumentando o ritmo, a mesa rangendo sob o impacto. — Você quer que eu te quebre?

Eu saí do peito dela, deixando o mamilo vermelho e molhado, e olhei nos olhos dela. A confusão de prazer e entrega ali era divina.

— Minha vez — eu anunciei.

Kas saiu de dentro dela com um estalo úmido, e eu vi o quanto ela estava aberta, latejando, implorando por mais. Sem dar tempo para ela respirar, eu a virei de quatro.

— Bash... — ela tentou dizer, mas eu a silenciei com um tapa firme na bunda. A pele dela ficou marcada instantaneamente.

— Fica quieta e aceita o que você veio buscar — eu disse, segurando os quadris dela.

Eu entrei nela por trás, sentindo o calor sufocante daquele lugar. Nina soltou um ganido alto, a cabeça caindo contra a madeira. Eu comecei a foder com um ritmo selvagem, sem nenhuma piedade. Eu queria que ela sentisse cada polegada, queria que ela soubesse que, a partir de hoje, ela pertencia aos gêmeos.

Kas se ajoelhou na frente dela, puxando o rosto dela para cima.

— Mame o meu pau enquanto meu irmão te fode, Nina. Mostra para a gente o quanto você é uma vadia boa.

Ela obedeceu. Com o corpo sendo sacudido pelas minhas estocadas brutas, ela envolveu o pau de Kas, os olhos revirando de prazer. Era uma cena de depravação total. Os irmãos dela nunca a veriam assim. Eles a viam como a irmãzinha que precisava de proteção, mas nós víamos a mulher faminta que não tinha medo de se sujar.

**POV - NINA**

Eu estava no paraíso e no inferno ao mesmo tempo. A sensação de Bash me preenchendo por trás, batendo contra o meu colo do útero, enquanto eu me engasgava com o pau de Kas na minha boca, era o ápice de tudo o que eu sempre desejei em segredo.

Eu não era mais a irmã de Vane ou Roc. Eu era apenas um receptáculo para o desejo dos gêmeos.

— Isso... — Bash rosnou atrás de mim, o ritmo ficando frenético. — Eu vou gozar, Nina... vou encher você todinha.

— Eu também — Kas disse, a voz falhando enquanto ele se aproximava do limite.

Eu senti o jato quente de Bash atingir o fundo da minha buceta, um calor que parecia se espalhar por todo o meu ventre. Quase ao mesmo tempo, Kas se retirou da minha boca e gozou no meu rosto, no meu peito, cobrindo minha pele com a marca da sua posse.

Eu desabei na mesa, o corpo tremendo, o suor colando meu cabelo na testa. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelas nossas respirações pesadas.

Kas passou a mão pelo meu cabelo, um gesto quase carinhoso, se não fosse pelo brilho de triunfo nos olhos dele.

— Agora você sabe, passarinho — ele sussurrou. — Você pode voltar para os seus irmãos, mas sempre vai carregar o nosso cheiro.

— E você sempre vai voltar — Bash completou, beijando meu ombro mordido. — Porque ninguém em Neverland vai te foder como nós.

Eu fechei os olhos, sentindo o sêmen escorrer pelas minhas coxas. Eles estavam certos. Eu era teimosa, eu era difícil, mas eu era deles. E a próxima vez não demoraria a chegar.

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