Sem rumo
Lições de Anatomia e Entrega
O ar no quarto ainda estava pesado, carregado com o cheiro metálico do meu gozo e o perfume doce da S/N. Eu a sentia respirar contra o meu peito, o corpo dela relaxando aos poucos depois daquela descarga de adrenalina e descoberta. Porra, eu ainda estava processando o que tinha acabado de acontecer. Ver aquela mulher, que sempre se portou como a herdeira perfeita dos Marino, ajoelhada entre as minhas pernas e me olhando com aquela curiosidade científica enquanto limpava o meu esperma do rosto... aquilo acabou comigo de um jeito que eu não sabia explicar.
Eu passei a mão pelo cabelo dela, sentindo a maciez dos fios entre os meus dedos. Minha pica ainda estava sensível, latejando levemente enquanto voltava ao estado de repouso, mas minha mente estava a mil por hora. Eu queria mais. Eu queria enfiar a cara naquela boceta que eu vi brilhar de tão molhada e não parar até que ela estivesse implorando por misericórdia. Mas eu precisava ir devagar. Ela tinha confiado em mim para ser o seu guia, e eu não ia estragar isso agindo como um animal faminto.
— No que você está pensando? — a voz dela saiu abafada contra a minha pele, mas eu senti o sorriso dela contra o meu peito.
— Pensando que você é uma caixinha de surpresas, S/N — eu respondi, dando um beijo no topo da cabeça dela. — E que eu sou um homem de muita sorte.
Ela se afastou um pouco, apoiando o queixo no meu peito para me encarar. Os olhos dela ainda tinham aquele brilho de quem tinha acabado de descobrir um continente novo.
— Você disse que ia me ensinar sobre o meu corpo também — ela lembrou, a voz carregada de uma coragem que ela claramente estava recrutando do fundo da alma. — Você me ajudou a começar, mas... eu quero saber o que acontece depois. Como é quando uma mulher chega lá?
Senti um estalo no meu baixo ventre. Aquela curiosidade dela era a coisa mais perigosa que eu já tinha enfrentado.
— Você quer saber como é um orgasmo, S/N? — perguntei, deixando minha mão descer pelas costas dela, parando bem na curva do quadril.
— Quero. Eu quero saber o que eu perdi esses anos todos sendo a "filha perfeita" que só pensava em livros e etiquetas.
Eu soltei uma risada rouca e rolei na cama, ficando por cima dela, mas apoiando meu peso nos cotovelos para não sufocá-la. O contraste da minha pele mais bronzeada contra a brancura dela era um absurdo de lindo.
— Então vamos continuar a aula, pequena bióloga — eu sussurrei, roçando meu nariz no dela. — Mas agora, eu não quero que você só use as mãos. Eu vou te mostrar como o toque de outra pessoa pode mudar tudo.
Eu desci pelo corpo dela, distribuindo beijos lentos pelo pescoço, descendo pelo colo e parando nos seios. Ela soltou um suspiro pesado quando minha boca envolveu um dos seus mamilos, sugando com força.
— Namjoon... — ela murmurou, as mãos dela se perdendo no meu cabelo, puxando levemente.
— Shhh... só sente — eu disse contra a pele dela.
Eu continuei descendo. Minha língua traçou o caminho pelo abdômen dela, sentindo os músculos da barriga se contraírem a cada toque meu. Quando cheguei na altura do quadril, eu a vi abrir as pernas instintivamente, um convite silencioso que eu não ia recusar nem que me pagassem um bilhão de wons.
Eu me ajoelhei entre as pernas dela e olhei. Porra, era a coisa mais linda que eu já tinha visto. A boceta dela estava inchada, os pequenos lábios entreabertos e brilhando com uma umidade natural que me dizia o quanto ela estava pronta. O cheiro dela... era doce, viciante.
— Você é perfeita, S/N — eu disse, a voz grossa de desejo. — Olha para baixo. Olha o que você está fazendo comigo.
Ela levantou um pouco a cabeça, o rosto vermelho, mas os olhos fixos na cena. Eu levei meus dedos até o clitóris dela, o botãozinho rosado que estava implorando por atenção.
— Lembra do que eu te ensinei? Movimentos circulares — comecei a massagear o local, devagar no início. — Mas a diferença é que eu sei exatamente onde pressionar.
Eu vi o corpo dela dar um solavanco. S/N arqueou as costas, os calcanhares pressionando o colchão.
— Isso... caralho, Namjoon... dói de um jeito bom — ela arquejou, as mãos apertando os lençóis.
— Não é dor, querida. É tensão acumulada — eu expliquei, aumentando a velocidade. — E o único jeito de soltar essa tensão é se entregando.
Eu não parei por aí. Enquanto meu polegar trabalhava no clitóris dela, eu enfiei o dedo médio na entrada dela. Ela soltou um grito abafado, os olhos se arregalando.
— Você está tão apertada, porra... — eu xinguei, sentindo as paredes dela abraçarem meu dedo. — E tão meladinha. Você gosta disso, não gosta?
— Gosto... eu... ah! — Ela não conseguia mais formar frases completas.
Eu decidi que os dedos não eram suficientes. Eu queria sentir o gosto dela. Eu queria que a primeira experiência real dela fosse algo que ela nunca esqueceria. Eu baixei minha cabeça e, com uma lambida longa, cobri toda a extensão da intimidade dela.
S/N deu um grito que provavelmente os vizinhos ouviram, mas eu não dei a mínima. Minha pica estava latejando tanto que eu achei que ia rasgar o couro do sofá se estivéssemos lá, mas aqui, na cama, eu só queria devorá-la. Minha língua trabalhava com precisão, sugando o clitóris dela enquanto meus dedos entravam e saíam dela em um ritmo constante.
— Namjoon, eu vou... eu vou quebrar! — ela gritou, as pernas tremendo de forma descontrolada.
— Não vai quebrar, S/N. Você vai explodir — eu disse, parando por um segundo apenas para olhar para ela. — E eu vou estar aqui para te segurar.
Eu voltei a lambê-la com mais vigor, usando a sucção que eu sabia que a levaria ao limite. O corpo dela começou a se debater, os gemidos se transformando em choros baixinhos de puro prazer. Eu sentia as paredes da boceta dela pulsarem ao redor dos meus dedos, um espasmo atrás do outro.
— Vai, S/N! Goza para mim, porra! — eu ordenei, a voz abafada contra a carne dela.
E ela foi. Ela desmoronou em meus braços, o corpo todo retesando antes de amolecer completamente. O líquido dela inundou meus dedos e minha boca, e eu bebi cada gota como se fosse o elixir da vida. Ela ficou ali, ofegante, os olhos vidrados no teto, enquanto eu subia de volta para beijar o rosto dela, limpando as lágrimas que tinham escapado.
— Viu? — sussurrei, colando nossas testas. — Isso é você. Isso é o seu prazer.
Ela demorou alguns minutos para recuperar a fala. Quando finalmente conseguiu, ela me olhou com uma vulnerabilidade que me fez querer protegê-la do mundo inteiro.
— Foi... foi como se tudo tivesse sumido por um segundo — ela disse, a voz falha. — Namjoon, eu nunca imaginei...
— Eu sei — eu a cortei, sorrindo e deixando as minhas covinhas aparecerem. — Mas agora você sabe. E isso é só o começo.
Ela sorriu de volta, um sorriso mais confiante agora. Mas então, o olhar dela desceu para o meu pau, que ainda estava ereto e apontando para o céu, reclamando da falta de atenção.
— E você? — ela perguntou, esticando a mão para tocar a ponta da minha pica, fazendo-me soltar um rosnado baixo. — Você me ensinou a me tocar, me ensinou a te dar prazer com a boca... mas e sobre o resto?
Eu respirei fundo, sentindo o autocontrole escorregar por entre os meus dedos como areia.
— O resto, S/N, é o que acontece quando duas pessoas se tornam uma só — eu disse, a voz carregada de uma promessa perigosa. — Mas isso é algo que exige que você esteja pronta para me sentir dentro de você. Sem medo.
— Eu não tenho mais medo — ela disse, e eu acreditei. — Eu quero aprender isso também. Agora.
Porra. Eu não era de ferro. Eu a puxei para mais perto, sentindo o calor dos nossos corpos se fundindo.
— Tem certeza? — perguntei uma última vez, segurando o rosto dela com as duas mãos. — Depois que eu entrar, não tem mais volta, S/N. Eu vou ser o seu primeiro, o seu único, e eu vou marcar você de um jeito que ninguém mais vai conseguir apagar.
— É exatamente o que eu quero, Namjoon — ela respondeu, puxando minha cabeça para um beijo urgente e profundo. — Me marca. Me ensina a ser sua.
Eu não precisei de mais nenhum incentivo. Eu a posicionei debaixo de mim, abrindo suas pernas o máximo que podia. Peguei um pouco do lubrificante que estava na cabeceira — eu sempre fui um homem prevenido — e espalhei pela minha pica e pela entrada dela, que ainda estava sensível do orgasmo anterior.
Eu posicionei a cabeça do meu pau na entrada daquela boceta apertadinha e respirei fundo, tentando não virar um animal e simplesmente estocá-la com tudo.
— Vai doer um pouco no começo — eu avisei, olhando fixamente nos olhos dela. — Mas eu vou parar se você pedir.
— Não para — ela pediu, as unhas cravando nos meus ombros. — Só entra logo.
Eu empurrei. Devagar. Centímetro por centímetro. O aperto era surreal, como se eu estivesse sendo engolido por seda quente. Eu senti a resistência do hímen dela e parei por um segundo, vendo-a franzir o rosto e soltar um gemido de dor.
— Respira, S/N. Olha para mim — eu comandei.
Ela abriu os olhos, e o que eu vi lá não era arrependimento, era determinação. Eu dei o último empurrão, rompendo a barreira e me enterrando nela até a base. O som que saiu da boca dela foi um misto de dor e surpresa.
— Caralho... você é tão apertada, porra... — eu gemi, enterrando o rosto no pescoço dela, tentando me controlar para não gozar no primeiro segundo.
— Namjoon... está... está cheio — ela arquejou, tentando se acostumar com a sensação.
Eu fiquei parado por um longo tempo, dando ao corpo dela o tempo necessário para se ajustar. Comecei a distribuir beijos suaves pelo rosto dela, sussurrando palavras de encorajamento, dizendo o quanto ela era linda e o quanto eu a queria. Aos poucos, vi a tensão deixar os ombros dela.
— Pode... pode se mexer — ela sussurrou, e aquele foi o sinal verde que eu precisava para a minha perdição.
Comecei com movimentos lentos, saindo quase completamente e voltando a entrar, sentindo cada nervo da minha pica ser massageado pelas paredes dela. A dor no rosto da S/N foi substituída por uma expressão de puro êxtase. Ela começou a acompanhar o meu ritmo, jogando o quadril para cima para me encontrar a cada estocada.
— Isso, S/N... desse jeito — eu rosnava, aumentando a velocidade. — Você sente isso? Sente como a gente se encaixa?
— Sinto... ah, meu Deus, Namjoon! Mais rápido!
Eu perdi o resto da minha civilidade naquele momento. Comecei a estocá-la com força, o som da nossa pele batendo uma na outra preenchendo o quarto silencioso. Eu era um homem de 32 anos, experiente, mas ali, com aquela garota de 21 que não sabia nada sobre a vida mas sabia tudo sobre como me enlouquecer, eu me sentia um adolescente perdendo o controle.
Minha pica batia no fundo do útero dela, e a cada vez que eu entrava, ela soltava um gemido que me fazia querer foder com ela por dias seguidos. Eu mudei o ângulo, puxando as pernas dela para cima dos meus ombros, entrando ainda mais fundo.
— Eu vou gozar, S/N! Eu vou me virar do avesso dentro de você! — eu gritei, sentindo o ápice chegando como uma onda gigante.
— Vai! Goza dentro de mim! — ela gritou de volta, o corpo dela começando a ter espasmos novamente.
Eu dei as últimas estocadas, as mais fortes e profundas, e então explodi. Senti meu esperma jorrar dentro dela, quente e abundante, enquanto ela tinha seu segundo orgasmo da noite, apertando meu pau com uma força que quase me fez desmaiar de prazer.
Nós desabamos um sobre o outro, suados, exaustos e completamente ligados. O silêncio que se seguiu não era mais o silêncio de dois estranhos em um casamento arranjado. Era o silêncio de duas pessoas que tinham acabado de descobrir que, por trás dos sobrenomes e das expectativas, existia uma conexão que nem a ciência da S/N ou os negócios do meu pai poderiam explicar.
Eu me retirei dela devagar, vendo o rastro do nosso encontro escorrer pelas coxas dela. Eu a puxei para o meu lado, cobrindo-nos com o lençol.
— E então, bióloga? — perguntei, a voz rouca de cansaço. — O que os seus livros dizem sobre isso?
S/N deu uma risadinha fraca, encostando a cabeça no meu ombro.
— Eles dizem que a prática é muito melhor que a teoria — ela respondeu, fechando os olhos. — E que o meu instrutor merece uma nota dez.
Eu sorri, sentindo as covinhas aparecerem enquanto o sono começava a nos levar. O casamento arranjado? Porra, se fosse para ser assim todos os dias, eu me casaria com ela dez vezes seguidas.