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Sua vadia geme com as palmadas que eu vou te dar

O Espetáculo da Submissão: Sob o Olhar do Mundo

A luz dos refletores na sala de conferências do estádio era cegante, mas nada comparado ao calor que emanava do corpo de Jude Bellingham. Ele estava sentado entre Kylian Mbappé e Luka Modric, enquanto Zlatan Ibrahimovic permanecia de pé logo atrás dele, uma mão pesada e possessiva descansando no ombro do jovem inglês. O que o mundo acreditava ser uma coletiva de imprensa histórica para celebrar a união das maiores estrelas do futebol era, na verdade, o palco para a degradação final de Jude.

Debaixo da mesa, escondido pelas toalhas longas com os logotipos dos patrocinadores, o vibrador que Modric havia inserido nele horas antes ainda trabalhava em uma frequência insidiosa. Jude tremia, os nós dos dedos brancos de tanto apertar as próprias coxas. Ele tentava manter a compostura, mas seus olhos estavam vermelhos e úmidos, um contraste gritante com os sorrisos predatórios dos homens ao seu redor.

— Senhoras e senhores — começou Ibrahimovic, sua voz ressoando pelo salão lotado de jornalistas e câmeras de transmissão ao vivo —, hoje não estamos aqui apenas para falar de táticas. Estamos aqui para mostrar quem realmente manda no jogo.

Um repórter da primeira fila levantou a mão, confuso.

— Zlatan, os rumores de tensões no vestiário são reais? Jude parece... abatido.

Mbappé soltou uma risada curta e sombria, aproximando-se do microfone de Jude. Ele deslizou a mão por baixo da mesa, apertando com força a coxa já marcada do inglês, arrancando-lhe um arquejo sufocado.

— Ele não está abatido — disse Mbappé, olhando diretamente para a câmera principal. — Ele está apenas aprendendo a lidar com a pressão de ser nossa propriedade. Não é, Jude?

Jude tentou falar, mas o zumbido entre suas pernas aumentou repentinamente. Modric, com um controle remoto escondido na palma da mão, aumentou a intensidade. O inglês inclinou a cabeça para trás, os lábios entreabertos, uma lágrima solitária escorrendo.

— Responda, pequeno — sussurrou Modric, a voz carregada de uma doçura cruel.

— S-sim... — gaguejou Jude, a voz vacilante ecoando pelos alto-falantes para milhões de telespectadores. — Eu... eu sou o que eles quiserem que eu seja.

O choque na sala foi palpável. Os flashes das câmeras se intensificaram como uma tempestade. Mas o castigo estava apenas começando. Ibra, com um movimento brusco, puxou a cadeira de Jude para trás, expondo-o parcialmente. Ele não se importava com as consequências; ele queria que o mundo visse a marca de sua autoridade.

— Jude tem sido um garoto muito insolente ultimamente — declarou Ibra, ignorando os murmúrios horrorizados dos jornalistas. — Ele achou que o talento dele o tornava igual a nós. Ele precisava de uma lição pública.

Sem qualquer aviso, Mbappé segurou Jude pela nuca e o forçou a se curvar sobre a mesa de conferência, bem na frente dos microfones e das lentes. O movimento foi tão rápido que Jude não teve tempo de reagir, apenas soltou um grito de surpresa que foi captado com clareza cristalina.

— O que vocês estão fazendo?! — gritou uma jornalista do fundo, mas foi silenciada pelo olhar gélido de Cristiano Ronaldo, que observava tudo da lateral do palco, de braços cruzados, junto com Messi e Lewandowski. Eles eram cúmplices silenciosos, guardiões daquela infâmia.

— Estamos mostrando ao mundo o lugar dele — respondeu Modric, enquanto começava a desferir palmadas pesadas e rítmicas na bunda de Jude, que já estava exposta pela posição em que fora colocado.

O som do impacto — *estalo, estalo, estalo* — era amplificado pelos microfones da mesa. Jude chorava abertamente agora, o rosto pressionado contra a madeira fria, enquanto as câmeras transmitiam cada detalhe de seu sofrimento e de sua excitação forçada.

— Conte, Jude — ordenou Mbappé, inclinando-se sobre ele, o hálito quente na orelha do mais novo. — Deixe que o mundo ouça o quanto você gosta de ser punido por nós.

— Um... — soluçou Jude, após um golpe particularmente forte de Modric. — Dois... por favor... três...

— Mais alto! — rosnou Ibrahimovic, assumindo o lugar de Modric e desferindo um golpe que fez o corpo de Jude saltar sobre a mesa.

— Quatro! — gritou Jude, a voz quebrada pela dor e pelo prazer insuportável do vibrador que ainda o castigava por dentro. — Cinco! Eu pertenço a vocês! Por favor, me usem!

Os repórteres estavam em estado de choque absoluto, alguns tentavam filmar com seus celulares, outros estavam paralisados. O escândalo seria global, mas para aqueles homens, isso não importava. Eles eram intocáveis. Jude era o sacrifício que selava o domínio deles.

Quando as palmadas cessaram, a pele de Jude estava de um carmesim vivo, ardendo sob as luzes do estúdio. Ele estava desfeito, tremendo violentamente, a saliva escorrendo pelo canto da boca enquanto ele tentava recuperar o fôlego. Mas o "Grand Finale" ainda estava por vir.

Ibrahimovic, com uma expressão de possessividade selvagem, desfez o próprio cinto. Ele empurrou Jude ainda mais para a frente na mesa, afastando os microfones para abrir espaço.

— Agora — disse Ibra, a voz num tom baixo e perigoso que arrepiou os pelos de todos na sala —, vou responder às perguntas de vocês enquanto mostro como se doma um prodígio.

Ele se posicionou atrás de Jude e, com um movimento bruto e sem qualquer delicadeira, entrou nele. Jude soltou um grito tão alto que alguns jornalistas taparam os ouvidos. Foi um som de entrega total, de um homem sendo quebrado e reconstruído pela vontade de outro.

Ibra começou a dar estocadas profundas e poderosas, cada movimento fazendo com que a mesa de conferência tremesse. Jude estava de bruços, as mãos agarrando as bordas da mesa, os olhos revirados. Ele gemia sem parar, sons agudos e desesperados que se misturavam ao barulho rítmico do ato.

— Alguém tem... mais alguma pergunta? — perguntou Ibrahimovic, a respiração começando a acelerar, mas mantendo uma calma assustadora.

Um repórter corajoso, com a voz tremendo, perguntou:

— Como... como vocês esperam que o mundo aceite isso? Isso é um crime!

Mbappé, que estava ao lado de Jude, acariciando o cabelo suado do inglês enquanto ele era possuído por Ibra, respondeu com um sorriso cínico:

— O mundo aceita o que os vencedores decidem. Jude não é uma vítima. Olhem para ele. Ele está se derretendo. Ele nunca foi tão feliz quanto agora, sendo usado pelos melhores.

Jude soltou um gemido longo e agudo, o corpo arqueando sob o peso de Ibra.

— É verdade... — murmurou Jude, as palavras saindo entre respirações curtas, captadas pelo microfone que Mbappé segurava perto de sua boca. — Eu... eu amo... ser deles... continuem... por favor...

Modric aproximou-se e começou a beijar o pescoço de Jude, enquanto Mbappé usava as mãos para estimular o inglês por baixo, garantindo que ele estivesse no ápice do sofrimento e da luxúria diante das câmeras.

— Ele é nosso pequeno troféu — disse Modric para a sala. — E troféus são feitos para serem exibidos.

As estocadas de Ibra tornaram-se mais rápidas e violentas. Ele não tinha pressa de terminar; ele queria que cada segundo daquela humilhação fosse gravado na memória de todos. Jude estava em transe, o prazer forçado e a dor da submissão fundindo-se em uma névoa que nublava sua visão. Ele via os flashes, ouvia os cliques das câmeras, mas a única coisa real era o preenchimento bruto de Ibra e o toque possessivo de Mbappé e Modric.

— Ele está se derretendo — comentou Lewandowski lá de trás, com um tom de aprovação. — Ele finalmente aprendeu.

— Diga seu nome, Jude — comandou Ibra, dando uma estocada final que fez Jude gritar o nome do sueco com uma devoção quase religiosa.

— Zlatan... Kylian... Luka... — Jude desmoronou sobre a mesa, o corpo tendo espasmos violentos enquanto chegava ao ápice na frente de milhões de pessoas. — Eu sou de vocês... apenas de vocês...

Ibrahimovic terminou logo depois, deixando Jude largado sobre a mesa, um objeto descartado, mas marcado para sempre. O silêncio que se seguiu na sala de imprensa era ensurdecedor, quebrado apenas pelos soluços baixos e satisfeitos de Bellingham.

Mbappé inclinou-se e deu um beijo casto, porém carregado de domínio, na testa de Jude.

— A coletiva está encerrada — anunciou Kylian, olhando para os jornalistas chocados. — Podem publicar as fotos. Queremos que o mundo saiba que, no topo desta cadeia alimentar, Jude Bellingham é o nosso brinquedo.

Eles o ergueram da mesa, as pernas de Jude mal conseguindo sustentá-lo. Ele foi carregado para fora do palco entre Mbappé e Modric, enquanto Ibra caminhava logo atrás, como um rei que acabara de demonstrar seu poder absoluto sobre seu súdito mais precioso.

Nas sombras do túnel, longe das câmeras, Jude sentiu o aperto firme de seus donos. Ele sabia que o castigo público havia acabado, mas a vida como propriedade privada deles estava apenas começando. E, no fundo de sua mente quebrada, ele percebeu que não queria mais ser livre. Ele queria apenas o calor daquela posse, a segurança de saber que pertencia aos deuses do futebol, não importa o quão alto ele tivesse que gemer para provar isso.