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Sua vadia geme com as palmadas que eu vou te dar

Vitrine de Carne: O Delírio no Templo do Consumo

O escândalo da coletiva de imprensa ainda reverberava em cada tela de celular e televisão do planeta, mas para os donos de Jude Bellingham, aquilo fora apenas o aperitivo. Eles queriam mais. Queriam que a humilhação do prodígio fosse mundana, que ele sentisse o peso da coleira invisível em um lugar onde as pessoas comuns pudessem testemunhar sua queda sem entender a profundidade do abismo. O destino escolhido foi o shopping center mais luxuoso da capital, fechado "exclusivamente" para o grupo, embora os funcionários e alguns convidados VIP permanecessem como plateia involuntária.

Jude caminhava com dificuldade. O vibrador ainda estava lá, uma presença constante e cruel que Modric se recusava a desligar. Harry Kane, que vinha mantendo uma postura de observador desde o vestiário, parecia ter perdido a paciência com a própria passividade. Ele se aproximou de Jude enquanto o grupo entrava em uma loja de grife de três andares, com paredes de vidro que davam para o átrio central do shopping.

— Você está muito devagar, Jude — Harry disse, a voz ríspida. Sem aviso, ele desferiu uma palmada sonora na bunda do jovem, que ecoou pelo mármore da loja. — Parece que as palmadas daquela noite não foram suficientes para te manter alerta.

Jude deu um pulo, soltando um gemido abafado.

— Harry, por favor... dói... — sussurrou o inglês, tentando esconder o rosto dos funcionários que fingiam organizar prateleiras próximas.

— Dói? — Harry riu, puxando Jude pelo cós da calça de moletom caríssima que ele vestia. — Eu acho que você está adorando. Olhe para você, tremendo só de ser tocado em público de novo.

Kane começou a apertar as nádegas de Jude com força bruta, os dedos afundando na carne macia e já sensibilizada. Ele não parou por aí; aproveitando o ângulo, começou a simular estocadas rítmicas contra o corpo de Bellingham, empurrando-o contra um balcão de vidro repleto de relógios de ouro.

— Veja como ele se encaixa bem, não acham? — Harry perguntou aos outros, desferindo mais uma sequência de palmadas rápidas que deixaram marcas nítidas através do tecido fino.

A reação, porém, não foi a que Harry esperava. O ar na loja ficou subitamente gélido. Mbappé, que analisava um terno, parou o que estava fazendo. Modric fechou o rosto, e Ibrahimovic deu um passo à frente, sua aura de predador alfa emanando uma fúria silenciosa. O ciúme possessivo, que antes era direcionado apenas a Jude, agora se voltava contra Kane. Eles não aceitavam que ninguém, nem mesmo um companheiro de seleção, tocasse no que consideravam sua propriedade exclusiva sem permissão.

— Solte-o, Harry — a voz de Mbappé era como uma lâmina. — Você está sendo descuidado. Jude não é um brinquedo para suas diversões baratas. Ele é nosso.

— Eu só estava ajudando na disciplina — rebateu Harry, embora tenha soltado Jude imediatamente ao ver o brilho nos olhos de Ibra.

— Você o tocou sem que nós ordenássemos — disse Modric, aproximando-se de Jude e puxando-o para longe do balcão. O croata acariciou o rosto de Bellingham, mas o toque não era de conforto. — E agora, por causa da sua falta de modos, Jude terá que pagar o preço em dobro. Para que você aprenda a não cobiçar o que não te pertence, e para que ele aprenda que só nós podemos tocá-lo assim.

Ibrahimovic apontou para o centro do átrio do shopping, visível através das imensas vitrines.

— Ali — ordenou o sueco. — Naquela fonte. Todos vão ver o que acontece com um prodígio que se deixa tocar por qualquer um.

O grupo arrastou Jude para fora da loja. O shopping, embora vazio de público geral, tinha seguranças e funcionários em cada andar, observando das sacadas superiores. Jude foi forçado a se ajoelhar na borda da fonte de mármore. A água jorrava atrás dele, mas o barulho do líquido era abafado pelo som do controle remoto nas mãos de Mbappé.

— Potência máxima — anunciou Kylian.

Jude arqueou as costas, um grito agudo escapando de sua garganta enquanto o vibrador atingia um nível insuportável.

— Agora, a punição pelo ciúme que você causou — disse Modric, retirando o cinto de couro de sua calça. — Mil palmadas não foram o suficiente na sala privativa? Pois aqui, diante do vazio deste templo de consumo, cada golpe vai servir para marcar sua alma.

O castigo recomeçou, mas desta vez era carregado de uma fúria possessiva muito mais sombria. Modric e Mbappé se revezavam. Cada palmada de mão aberta ou golpe de cinto era seguido por um aperto cruel de Ibra, que mantinha Jude imobilizado.

— Conte para o shopping inteiro, Jude! — gritou Mbappé entre um golpe e outro. — Conte para os seguranças, para as câmeras, para o mundo!

— Dez... doze... quinze... — Jude soluçava, as lágrimas caindo na água cristalina da fonte. — Por favor... Kylian... Luka... eu sou de vocês! Eu juro!

— Você é de quem, Jude? — perguntou Ibra, segurando-o pelos cabelos e forçando-o a olhar para as galerias superiores, onde olhos curiosos os observavam.

— De vocês! Só de vocês! — gritou Jude, o corpo em espasmos.

— Mentira — sibilou Modric, desferindo um golpe seco. — Se fosse verdade, não teria deixado Kane se aproximar. Você gosta da atenção, não gosta? Gosta que todos queiram um pedaço de você.

— Não! Eu odeio! — Jude mentia, a mente nublada pela mistura de dor e a excitação que o dispositivo em seu interior provocava.

A punição se intensificou. Lewandowski, CR7 e Messi observavam de uma distância segura, como juízes de um espetáculo bárbaro. Eles não intervinham; o ciúme de Mbappé, Modric e Ibra era algo que ninguém ousava desafiar.

— Chega de palmadas — declarou Mbappé, os olhos escuros de desejo e raiva. — Ele precisa ser preenchido aqui mesmo. Quero que o Harry veja o que acontece quando alguém tenta brincar com o que é meu.

Mbappé empurrou Jude contra a borda da fonte, baixando as calças do inglês até os joelhos. A pele de Jude estava em carne viva, um tom de roxo e vermelho que denunciava a brutalidade do que acabara de acontecer. Sem qualquer preparação, Mbappé o possuiu ali mesmo, à luz do dia, sob o teto de vidro do shopping.

Jude soltou um som que não era mais humano. Era um lamento de quebra total. Suas mãos batiam na água da fonte, espirrando para todos os lados, enquanto Mbappé o usava com uma possessividade selvagem.

— Olhe para mim, Jude! — comandou Mbappé, forçando o rosto do jovem em sua direção. — De quem você é?

— Seu... seu... — Jude gemia, a voz desaparecendo em meio ao prazer violento.

Modric, não querendo ficar atrás, posicionou-se para que Jude o servisse de outra forma simultaneamente, garantindo que o jovem não tivesse um segundo de paz ou de dignidade. O shopping tornou-se uma catedral de luxúria e domínio. As estocadas de Mbappé eram profundas e rítmicas, cada uma delas fazendo Jude se derreter no colo do francês, exatamente como havia acontecido na mesa de carvalho, mas agora com a humilhação adicional da exposição pública.

— Vejam como ele se abre — comentou Ibra para os outros jogadores, que agora se aproximavam para assistir ao clímax. — Ele foi feito para isso. Para ser o centro do nosso mundo e o objeto da nossa fúria.

Harry Kane observava de longe, o rosto pálido. Ele entendeu, finalmente, que Jude Bellingham não era apenas um colega ou um brinquedo momentâneo. Ele era um território sagrado para aqueles três homens, e qualquer tentativa de reivindicar uma parte dele resultaria em uma demonstração de poder que beirava a insanidade.

Jude estava além de qualquer pensamento coerente. Ele sentia o preenchimento de Mbappé, o gosto de Modric, as mãos de Ibra em seus ombros e o vibrador ainda zumbindo como um inseto enfurecido em suas entranhas. Ele era uma sinfonia de dor e êxtase.

— Eu... eu pertenço... — Jude tentou dizer uma última vez antes de seu corpo entrar em colapso.

— Sim, você pertence — afirmou Mbappé, dando a estocada final que o fez gozar contra o mármore da fonte, enquanto Jude se desmanchava em seus braços, chorando e sorrindo ao mesmo tempo em um delírio de submissão.

O silêncio voltou ao shopping, interrompido apenas pelo som da água da fonte. Jude estava jogado no chão, os olhos fixos no teto de vidro, a respiração vindo em arquejos curtos. Mbappé limpou-se calmamente, enquanto Modric se ajoelhava ao lado de Jude para desligar o vibrador, mas sem retirá-lo.

— Isso fica aí — sussurrou o croata no ouvido de Bellingham. — Para você se lembrar de quem manda em você a cada passo que der para fora daqui.

Ibrahimovic deu um sinal para os seguranças, indicando que a "sessão" havia terminado. Eles levantaram Jude do chão como se ele fosse um boneco de pano. Suas pernas não funcionavam mais; ele estava completamente "derretido", sua vontade aniquilada pelo ciúme possessivo de seus mestres.

— Vamos levá-lo para casa — disse Mbappé, olhando para Harry com um aviso silencioso nos olhos. — Ele precisa de descanso... para que possamos começar tudo de novo amanhã.

Enquanto eram escoltados para fora do shopping, Jude Bellingham, o prodígio do futebol mundial, sentia apenas uma coisa: a marca invisível de seus donos queimando em sua pele. Ele era a propriedade deles, exibida e punida para que ninguém esquecesse. E, enquanto o carro partia, ele fechou os olhos, já ansiando pela próxima vez que eles o lembrariam de seu lugar.