Vc e meu sua vadia
A Vitrine do Mundo e o Selo da Posse
A luz dos refletores era cegante, um contraste violento com a penumbra luxuosa do salão privativo onde a queda de Jude havia começado. O estúdio montado no coração do hotel estava pronto. Câmeras de ultra-definição, microfones de lapela sensíveis a cada suspiro e uma equipe técnica que trabalhava em silêncio absoluto, sob o olhar vigilante de Zlatan Ibrahimovic, que supervisionava a "transmissão" privada que seria enviada apenas para a elite do futebol mundial.
Jude estava sentado em um banco alto, sentindo o vibrador ainda ativo dentro de si, uma pulsação constante que o lembrava de sua posição a cada segundo. Ele vestia apenas uma camisa social branca, aberta e desalinhada, deixando suas pernas e tudo abaixo da cintura completamente expostos para as lentes. Atrás dele, como sombras protetoras e predatórias, estavam Modric e Mbappé.
— Sorria para a câmera, Jude — sussurrou Mbappé, inclinando-se para ajustar o microfone no colarinho do inglês. — O mundo precisa ver como o nosso "Golden Boy" está radiante hoje.
— Por favor, Kylian... não façam isso na frente das câmeras — Jude implorou, a voz falhando enquanto sentia o dispositivo interno aumentar a intensidade.
— Shhh — Modric interveio, passando a mão pelos cabelos suados de Jude. — Você sabe que o silêncio e a obediência são as únicas coisas que queremos de você agora. Você foi um menino muito ousado em campo, e agora será um menino muito bom aqui.
A entrevista começou. Não era uma entrevista sobre táticas ou gols. Era um interrogatório de submissão. O entrevistador, mantido fora de quadro, fazia perguntas sobre a hierarquia do Real Madrid e da seleção, enquanto Mbappé e Modric ditavam o ritmo das respostas através do toque.
— Jude, quem é o verdadeiro dono do jogo? — perguntou a voz atrás das câmeras.
Jude tentou responder, mas Mbappé deslizou a mão por baixo da camisa dele, apertando sua coxa com força, enquanto Modric aumentava o controle do vibrador por um controle remoto.
— São... são eles — ofegou Jude, os olhos revirando levemente. — Luka e Kylian... eles mandam em tudo.
— Errado — rosnou Ibrahimovic do fundo da sala. — Eles mandam em *você*. Comecem o castigo. O público está esperando a disciplina.
Mbappé puxou Jude do banco e o forçou a se deitar de bruços sobre o colo de Modric, que estava sentado em uma poltrona de couro centralizada no cenário. A câmera deu um zoom cruel na pele de Jude, que ainda ostentava as marcas avermelhadas da noite anterior.
— Duas mil palmadas — anunciou Modric para a lente, sua voz calma e aterrorizante. — E se ele errar a contagem, se ele chorar alto demais ou se esquecer de pedir por mais, nós reiniciamos do zero.
O som do primeiro impacto foi seco e estalado. Jude deu um solavanco, as unhas cravando na calça de Modric.
— Uma... — Jude contou, a voz trêmula.
— Mais alto, Jude. Todos querem ouvir sua gratidão — disse Mbappé, posicionando-se à frente dele para que Jude fosse forçado a olhar para ele enquanto era castigado.
— Duas... — Jude gritou, as lágrimas já começando a inundar seus olhos.
O ritmo era implacável. Modric não tinha pressa. Cada golpe era calculado para maximizar a dor e a marca. Mbappé, por sua vez, não ficava apenas assistindo. Enquanto Modric castigava a pele já fragilizada, Kylian usava os dedos de forma rápida e invasiva, provocando um curto-circuito nos sentidos do jovem jogador.
— Dezessete... dezoito... — Jude contava, mas a estimulação dupla era demais. — Dezenove... ah! Por favor! Vinte... não, dezenove?
— Errou — disse Modric, parando o movimento da mão. — Voltamos ao início.
— Não! Por favor, Luka! — Jude soluçava, o corpo arqueando no colo do croata. — Eu perdi a conta, eu juro!
— Um bom submisso nunca perde a conta dos presentes que recebe de seus donos — afirmou Mbappé, segurando o queixo de Jude e forçando-o a olhar diretamente para a câmera. — Diga a eles, Jude. Diga o quanto você gosta disso.
— Eu... eu sou um bom submisso... — Jude repetia entre soluços, a humilhação sendo transmitida em tempo real. — Por favor, me castiguem... eu mereço... um... dois... três...
O tempo parecia ter parado no estúdio. O som das palmadas era a única trilha sonora, pontuada pelos gemidos agudos de Jude que se transformavam em súplicas desconexas. A cada vez que ele chegava perto da centésima, um movimento mais brusco de Mbappé ou uma pressão maior de Modric o fazia perder o fôlego e a contagem. Eles reiniciaram cinco vezes, até que a bunda de Jude estivesse num tom de roxo e carmesim que parecia quase irreal sob as luzes do estúdio.
— Olhem para isso — disse Mbappé, afastando-se para que a câmera focasse inteiramente no trabalho de Modric. — Vejam como a carne dele reage. Ele nasceu para ser marcado.
Finalmente, após o que pareceram horas de agonia, Modric deu o último golpe da série final. Jude estava destruído, uma massa de suor, lágrimas e tremores, pendurado no colo do veterano como uma boneca de pano.
— O castigo acabou, pequeno Jude — sussurrou Modric, mas não havia alívio naquelas palavras.
Mbappé sentou-se na poltrona ao lado e puxou o corpo exausto de Jude para o seu próprio colo. Ele posicionou Jude de bruços, com a parte traseira voltada para a câmera principal, exibindo a destruição estética e física que haviam causado.
— A entrevista ainda não terminou — declarou Mbappé com um sorriso predatório.
Kylian começou a brincar com a pele castigada, alternando entre carícias leves que faziam Jude estremecer e tapinhas curtos que arrancavam gritos roucos dele. Ele enfiava os dedos com força, ignorando os protestos fracos do rapaz, enquanto comentava para a câmera como se estivesse analisando uma jogada de mestre.
— Vejam como ele derrete — Mbappé dizia, enquanto Jude escondia o rosto no peito do francês, soluçando sem parar. — Ele não é mais o jogador do ano. Ele não é mais a esperança da Inglaterra. Ele é apenas o brinquedo que Luka e eu decidimos manter.
Modric aproximou-se, inclinando-se sobre os dois. Ele beijou a têmpora de Jude, um gesto de carinho que parecia mais cruel do que qualquer agressão.
— Você foi muito bem, Jude. Todos viram o quanto você nos pertence.
— Eu sou de vocês... — Jude murmurou, a mente completamente quebrada pela exposição e pela dor. — Só de vocês.
— Sim, você é — finalizou Mbappé, dando um último tapa sonoro na carne arroxeada antes de sinalizar para que as câmeras fossem desligadas. — E amanhã, o mundo inteiro vai olhar para você em campo e saberá exatamente o que está escondido sob o seu uniforme.
Jude não respondeu. Ele apenas se fechou nos braços de Mbappé, aceitando o calor de seus donos, sabendo que a partir daquele dia, sua imagem pública era apenas uma máscara para a realidade sombria e deliciosa de sua total rendição. No fundo, enquanto o vibrador ainda zumbia dentro dele, Jude sentia uma paz doentia: ele finalmente não precisava mais lutar pelo topo. O topo o havia reivindicado, e o preço era sua alma, paga em marcas roxas e gemidos de prazer.