Waist
Sinfonia de Submissão e Suor
Moussa não conseguia desviar o olhar daquela imagem. LaMelo estava ali, entregue, com as bochechas coradas e os olhos brilhando com uma umidade carente que só Moussa tinha o privilégio de ver. A luz suave do quarto realçava cada detalhe que o francês tanto admirava: a delicadeza dos pulsos, que pareciam poder ser algemados por apenas um dos dedos de Moussa, e aquela cintura que desafiava a lógica de um atleta profissional. Era uma silhueta graciosa, quase etérea, que implorava para ser reivindicada.
— Você é tão macio, Melo — sussurrou Moussa, passando os dedos calejados pelas costelas do namorado. — Às vezes eu esqueço que você treina comigo. Sua pele parece seda. Você é todo feito para ser usado, não é?
— Por você... só por você, Moussa — LaMelo respondeu com a voz embargada, arqueando as costas quando sentiu a mão pesada do namorado descer para o seu quadril. — Por favor, me trata como sua garota... eu quero sentir o quanto eu sou pequeno perto de você.
Moussa sorriu, um sorriso carregado de uma possessividade protetora, mas absoluta. Ele se inclinou, capturando um dos mamilos rosados de LaMelo entre os lábios. O gemido que escapou da garganta do armador foi agudo, quase um ganido de prazer. Moussa começou a sugar com vontade, usando a língua para estimular a ponta sensível enquanto a outra mão apertava o peito oposto, maltratando-o com carinho bruto.
— Gosta disso, princesinha? — Moussa perguntou entre as sucções, sentindo LaMelo tremer sob ele. — Gosta que eu chupe seu peitinho como se você fosse minha boneca?
— Sim! Ah, Deus, Moussa... dói tão bem — LaMelo choramingou, as mãos finas enterrando-se nos ombros largos do namorado. — Eu sou tão patético por você, olha como eu fico... eu não consigo nem respirar direito.
Moussa se afastou apenas o suficiente para olhar nos olhos dele, vendo a confusão de luxúria e adoração ali presente. Ele pegou os pulsos de LaMelo e os prendeu acima da cabeça dele com apenas uma das mãos, demonstrando a diferença abismal de força. Com a mão livre, ele deslizou para baixo, explorando as curvas das coxas e chegando ao centro do prazer de Melo, que já estava completamente úmido e pronto.
— Tão estreito, tão apertadinho — provocou Moussa, a voz ríspida e autoritária. — Você sabe que não foi feito para aguentar um homem de verdade, mas eu vou te abrir assim mesmo. Vou te encher tanto que você não vai conseguir andar amanhã sem se lembrar de quem é o dono desse corpo.
Moussa virou LaMelo de costas, deixando-o na posição de quatro. A visão daquela cintura fina se curvando, destacando o traseiro empinado e a vulnerabilidade da posição, fez o sangue de Moussa ferver. Ele se ajoelhou atrás dele e, sem pressa, começou a preparar o caminho. A língua de Moussa encontrou a entrada de LaMelo, explorando-o com um rimming detalhado e profundo que fez o armador perder o fôlego, os dedos arranhando os lençóis em busca de apoio.
— Moussa, por favor... eu preciso... — LaMelo implorava, a voz falhando. — Me marca, me usa... me deixa grávido de você, eu quero estar cheio do seu leite, por favor!
O dirty talk de LaMelo sempre acendia algo primitivo em Moussa. O desejo de "breeding", de marcar aquele ser tão delicado com sua semente, era avassalador. Moussa se posicionou, a ponta de seu membro roçando a entrada de LaMelo, que estava relaxada e convidativa pelo prazer anterior.
— Você quer ser minha incubadora, Melo? — Moussa rosnou, segurando a cintura dele com força, os dedos afundando na pele macia. — Quer que eu despeje tudo dentro de você até transbordar?
— Sim! Me humilha, Moussa... diz o quanto eu sou sua vadiazinha — LaMelo gritou quando Moussa entrou de uma vez, preenchendo-o completamente.
O impacto fez LaMelo desabar sobre os cotovelos, mas Moussa o puxou de volta pela cintura, mantendo o ritmo firme e implacável. Cada estocada era profunda, atingindo o fundo daquela estrutura pequena. Moussa se deliciava com o som da carne batendo contra a carne, e com os gemidos femininos que saíam da boca de LaMelo.
— Olha para você, chorando como uma menininha — Moussa dizia, inclinando-se para morder o ombro de LaMelo. — Tão frágil, tão submisso. Você é uma vergonha para a liga, sabia? Se eles vissem como você gosta de ser tratado aqui na cama... como você implora para ser preenchido.
— Eu sou... eu sou sua princesinha vergonhosa — LaMelo ofegava, o prazer nublando sua mente. — Eu não sou nada sem você me usando... continua, Moussa, me quebra!
O ritmo acelerou. Moussa sentia as paredes internas de LaMelo o apertando, o calor sendo quase insuportável. Ele sabia que estava perto, e a ideia de um creampie profundo era a única coisa em sua mente. Ele queria ver o sêmen escorrendo pelas pernas finas de LaMelo depois que terminassem.
— Eu vou te encher agora, Melo — Moussa avisou, a voz rouca de desejo. — Vou colocar tudo lá dentro. Você vai guardar cada gota do seu homem, entendeu?
— Sim, Moussa! Tudo! Me dá tudo! — LaMelo gritou, seu próprio prazer vindo em ondas intensas enquanto ele se desfazia contra os lençóis.
Moussa deu as últimas estocadas, segurando a cintura de LaMelo com tanta força que marcas de dedos certamente apareceriam no dia seguinte. Ele rugiu ao atingir o ápice, sentindo seu sêmen jorrar profundamente dentro do namorado, preenchendo-o até o limite. Ele continuou ali, pulsando dentro dele, enquanto LaMelo soluçava de prazer, o corpo tremendo em um colapso sensorial completo.
Depois de alguns minutos, Moussa se retirou lentamente, observando com satisfação o rastro branco que começava a escapar da entrada relaxada de LaMelo. Ele se deitou ao lado do namorado, puxando o corpo exausto e suado para o seu peito largo.
— Você foi perfeito, minha boneca — sussurrou Moussa, beijando o topo da cabeça de LaMelo.
— Obrigado, Moussa... — LaMelo murmurou, aninhando-se no abraço protetor, sentindo-se completo e amado em sua própria e doce submissão. — Eu amo ser seu.