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Waist

Vulnerabilidade em Tons de Rosa e Suor

O silêncio que se seguiu ao clímax era denso, preenchido apenas pelo som das respirações pesadas que tentavam encontrar um ritmo comum. O ar no quarto de Moussa estava saturado com o cheiro metálico de sexo, o perfume doce do gloss de cereja e o aroma amadeirado do colônia do francês. LaMelo estava estirado sob o corpo maciço do namorado, sentindo o peso reconfortante de Moussa como uma âncora que o impedia de flutuar para longe após o êxtase.

A saia plissada estava amontoada em torno de sua cintura, um lembrete têxtil da sua rendição, e suas pernas, longas e esguias, ainda tremiam involuntariamente, os músculos protestando após o esforço de envolver os quadris largos de Diabate. LaMelo sentia-se desfeito, uma poça de sensibilidade pura. Cada centímetro de sua pele parecia ter sido despertado, eletrificado pelo toque dominante de Moussa.

Moussa ergueu-se ligeiramente sobre os cotovelos, tomando cuidado para não sobrecarregar o armador, e observou a visão abaixo de si. O rosto de LaMelo era uma obra de arte da submissão: as bochechas coradas, os cílios úmidos de lágrimas de prazer e o gloss, agora borrado além do contorno dos lábios, dando-lhe um aspecto deliciosamente arruinado.

— Você está bem, minha boneca? — sussurrou Moussa, a voz ainda rouca, enquanto passava o polegar pela mandíbula de Ball.

LaMelo soltou um gemido manhoso, um som pequeno e agudo que vibrou na garganta. Ele não respondeu com palavras imediatamente; em vez disso, esfregou o rosto contra a palma da mão de Moussa, buscando o contato como um gatinho carente. Seus olhos, geralmente brilhantes e cheios de audácia nas quadras, agora estavam nublados por uma névoa de desejo residual e uma necessidade profunda de ser cuidado.

— Moussa... — murmurou LaMelo, a voz arrastada e doce. — Não sai... fica aqui dentro.

O pivô sorriu, sentindo o aperto instintivo que o interior de LaMelo deu em seu membro, que ainda permanecia dentro dele, amolecendo lentamente. A vulnerabilidade do namorado era o que Moussa mais prezava. Ver o homem que o mundo via como um ícone intocável transformar-se em uma criatura tão dependente e dócil em seus braços era o seu maior triunfo.

— Eu não vou a lugar nenhum, anjo — Moussa respondeu, inclinando-se para beijar a ponta do nariz de LaMelo. — Mas você precisa descansar. Eu te usei com força, não foi?

— Foi... — LaMelo suspirou, arqueando as costas levemente, o que fez com que a saia subisse ainda mais, revelando a pele pálida das coxas marcadas pelas mãos de Moussa. — Mas eu não quero descansar. Eu me sinto... vazio se você sair.

LaMelo começou a se mexer, um movimento manhosinho de quadris, tentando reestimular o que estava dentro dele. Ele se sentia hipersensível; o roçar do lençol de seda contra suas nádegas expostas era quase demais, e a sensação de Moussa ainda preenchendo-o era a única coisa que o mantinha são. Ele queria mais daquela autoridade, mais daquela invasão que o fazia sentir-se tão pequeno e, ao mesmo tempo, tão especial.

— Shh, calma — Moussa comandou suavemente, segurando os quadris de LaMelo para interromper o movimento. — Você está sensível demais, Melo. Olha como seu corpo está reagindo.

— É culpa sua — reclamou LaMelo, fazendo um biquinho com os lábios brilhantes. — Você me deixou assim. Me vestiu como sua garotinha, me chamou de vadia... agora você tem que lidar com as consequências. Eu quero o pau do meu homem de novo. Agora.

Moussa soltou uma risada baixa, um som vibrante que LaMelo sentiu contra seu próprio peito. O contraste entre a petulância mimada de LaMelo e a sua aparência feminina era inebriante. O francês sentiu o desejo despertar novamente, uma onda de calor que endureceu seu corpo em resposta à demanda do namorado.

— Você é tão exigente para alguém que mal consegue ficar de pé — provocou Moussa, descendo as mãos para as nádegas de LaMelo, apertando a carne macia com firmeza. — Quer ser preenchida de novo, é? Quer que eu te mostre quem manda nessa cinturinha?

— Quero... por favor, Moussa — LaMelo implorou, as mãos subindo para os ombros largos do namorado, as unhas cravando-se levemente na pele bronzeada. — Eu sou sua vadiazinha, não sou? Você disse que eu fui feita para isso. Então me usa. Me enche de novo.

Moussa não precisou de mais incentivo. Ele se retirou por apenas um segundo, o suficiente para ouvir o lamento de protesto que escapou dos lábios de LaMelo, e então o virou de lado, puxando uma das pernas longas do armador para cima, apoiando-a em seu ombro. A posição era degradante e perfeita, expondo a entrada rosada e ainda relaxada de LaMelo, que brilhava sob a luz do quarto.

— Olha para você — Moussa rosnou, o tom dominador voltando com força total. — Tão aberta, tão pronta. Você gosta de ficar assim para mim, não gosta? Exposta como a garotinha safada que você é.

— Eu adoro... — ofegou LaMelo, os olhos fixos nos de Moussa. — Adoro quando você me olha assim. Como se eu fosse seu brinquedo.

Moussa entrou novamente, um impulso lento e profundo que fez LaMelo revirar os olhos, a cabeça caindo para trás no travesseiro. A sensação de ser preenchido novamente, quando já estava tão sensível, foi quase insuportável. LaMelo soltou um soluço, uma mistura de choro e prazer, agarrando-se ao braço de Moussa como se sua vida dependesse disso.

— Isso... oh, Deus, Moussa... sim! — LaMelo gemia, a voz subindo de tom enquanto o pivô começava a se mover.

— Você é tão apertada, Melo — Moussa dizia entre dentes, o suor pingando de sua testa e caindo no peito do namorado. — Tão doce e tão submissa. Gosta de sentir o meu pau lá no fundo, não gosta? Gosta de saber que eu sou o único que pode te deixar nesse estado.

— Só você... — LaMelo balbuciava, o corpo balançando rítmico com as estocadas. — Ninguém mais... eu sou sua bonequinha... sua garotinha... me fode, Moussa... me fode até eu esquecer meu nome!

Moussa aumentou a intensidade, as mãos agora apertando a cintura de LaMelo com uma possessividade feroz. Ele adorava o modo como a saia voava a cada impacto, o modo como o gloss de LaMelo agora manchava o travesseiro e a pele de ambos. Era uma profanação da imagem pública do armador, e Moussa saboreava cada segundo disso.

— Você é uma vadia tão boa para o seu homem — Moussa sussurrou no ouvido dele, a língua traçando o contorno da orelha de LaMelo, enviando arrepios por toda a sua espinha. — Tão responsiva, tão manhosa. Você quer que eu goze dentro da minha garotinha?

— Sim! Por favor, Moussa! Me enche, me marca... eu quero sentir você em todo lugar! — LaMelo gritava, o prazer atingindo um ápice que ele não achava ser possível tão rapidamente após o primeiro.

A fricção, o calor e as palavras sujas levaram ambos ao limite. Moussa sentia o interior de LaMelo pulsando ao redor dele, implorando pela liberação. Com um rugido de satisfação, Moussa deu as últimas estocadas profundas, enterrando-se o máximo possível dentro do corpo acolhedor do namorado. LaMelo arqueou-se, um grito agudo escapando de sua garganta enquanto seu próprio clímax o atingia, as pernas apertando Moussa com uma força surpreendente.

Quando o movimento cessou, o silêncio retornou, mas desta vez era um silêncio de completude absoluta. Moussa desabou sobre LaMelo, escondendo o rosto no pescoço dele, respirando o cheiro de suor e doçura.

— Minha... — Moussa murmurou contra a pele dele. — Minha garotinha.

LaMelo, exausto e flutuando em uma nuvem de endorfinas, apenas conseguiu passar os dedos trêmulos pelos cabelos de Moussa. Ele se sentia usado, preenchido e completamente adorado.

— Eu sou... — LaMelo sussurrou, a voz quase inaudível, mas cheia de uma devoção inabalável. — Sempre sua, Moussa.

O pivô levantou a cabeça, olhando para o namorado com uma ternura que contrastava com a violência do ato anterior. Ele limpou um pouco do gloss borrado do canto da boca de LaMelo com o polegar e o beijou suavemente.

— Agora, vamos te dar um banho — disse Moussa, a voz doce e protetora. — E eu vou cuidar de você. Vou tirar essa saia, limpar minha bonequinha e te colocar para dormir. Você foi muito boa para mim hoje.

LaMelo sorriu, fechando os olhos e deixando-se ser carregado pelo homem que era seu dono, seu protetor e seu amor. Naquela noite, entre as paredes da casa de Moussa Diabate, LaMelo Ball não era a estrela da NBA; ele era apenas uma garotinha doce e safada, amada além das palavras.

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