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Waist

Alvorada de Renda e Possessão

A luz suave da manhã da Carolina do Norte filtrava-se pelas cortinas de linho pesado do quarto de Moussa, pintando o ambiente com tons de âmbar e ouro. LaMelo acordou lentamente, sentindo o corpo pesado e maravilhosamente dolorido. Cada movimento sob os lençóis de fios egípcios era um lembrete das estocadas profundas da noite anterior, da força de Moussa e da maneira como ele havia sido reduzido a nada além de um brinquedo deleitoso nas mãos do pivô.

Ao seu lado, Moussa ainda dormia profundamente, um gigante adormecido cuja respiração rítmica era o único som no quarto. LaMelo observou o namorado por alguns instantes, admirando os ombros largos e a pele escura que contrastava tão lindamente com os lençóis claros. Ele sentiu um calor familiar subir pelo ventre. Ele queria ser a garotinha de Moussa novamente, mas desta vez, queria que o despertar fosse tão doce quanto a seda que pretendia vestir.

Escapando da cama com a agilidade de um gato, LaMelo caminhou na ponta dos pés até a sua mala especial. Ele queria algo novo, algo que gritasse feminilidade e submissão. Ele escolheu um conjunto de lingerie de renda francesa em um tom de rosa pálido, quase nude. A calcinha era minúscula, pouco mais que um fio dental decorado com laços de cetim nas laterais, desenhada para enfatizar a curva de seus quadris de atleta e a brancura de sua pele.

Ele vestiu uma blusa de tule transparente, tão curta que terminava logo abaixo do peito, deixando toda a sua cintura à mostra. Aquela cinturinha que Moussa tanto adorava apertar, aquela linha fina e graciosa que parecia desafiar a lógica para um homem de dois metros de altura. LaMelo olhou-se no espelho da penteadeira, retocando o gloss de cereja, deixando os lábios com aquele aspecto úmido e pecaminoso. Ele prendeu uma pequena fita rosa no cabelo, um toque final de inocência corrompida.

Voltando para a beira da cama, ele se posicionou de modo que, quando Moussa abrisse os olhos, a primeira visão seria a sua barriga lisa e a curva provocante de sua cintura. Ele começou a acariciar-se por cima da renda, soltando suspiros baixos, propositais, para tirar o namorado do sono.

— Moussa... — ele sussurrou, a voz carregada de uma manha irresistível. — Acorda, meu amor. Sua garotinha está com saudades.

Moussa resmungou, os cílios tremendo antes de se abrirem. A visão que o atingiu foi o suficiente para dissipar qualquer vestígio de sono. LaMelo estava ali, ajoelhado no colchão, a blusa de tule revelando seus mamilos rosados e eretos pelo frio matinal, e aquela cinturinha safada movendo-se em um rebolado lento e hipnótico.

— Mas o que é isso? — a voz de Moussa saiu como um trovão baixo, vibrando de desejo instantâneo. — Você não se cansa, não é, boneca?

— Eu acordei querendo ser sua de novo — disse LaMelo, aproximando-se e engatinhando sobre o corpo de Moussa. — Você gosta dessa roupa? É nova. Fiz tudo para você me ver assim logo cedo.

Moussa esticou as mãos grandes, envolvendo a cintura de LaMelo. Seus dedos quase se tocavam ao redor daquela circunferência estreita. Ele apertou a carne macia, sentindo a pele quente sob o tule.

— Você é uma vagabunda tão dedicada — rosnou Moussa, puxando-o para baixo para um beijo profundo, com gosto de manhã e luxúria. — Olha para essa cinturinha... parece que foi feita para eu segurar enquanto te quebro no meio.

— Então segura, Moussa — LaMelo implorou contra os lábios dele. — Mas faz devagar... bem lentinho. Eu quero sentir cada centímetro do pau do meu homem entrando em mim. Quero sentir você me preenchendo enquanto me chama de nomes sujos.

Moussa sentiu seu próprio pênis despertar com força total. O lençol que o cobria foi arremessado para o lado, revelando sua ereção matinal, pulsante e imponente. O membro de Moussa era uma visão de poder, grosso e com veias saltadas, um contraste brutal com a delicadeza da lingerie rosa de LaMelo.

— Veja o que você faz comigo, Melo — disse Moussa, guiando a mão de LaMelo até o seu pau. — Ele está gritando por você. Está louco para rasgar essa sua rendinha e entrar na sua bunda apertada.

LaMelo fechou os dedos ao redor da base quente de Moussa, seus olhos brilhando de adoração. Ele começou a se masturbar também, seu próprio pênis, menor e mais delicado, já pingando de antecipação.

— Ele é tão grande, Moussa... — sussurrou LaMelo, a voz falhando. — Eu amo como ele me faz sentir pequena. Como ele me transforma na sua vadiazinha preferida.

Moussa virou o jogo, rolando LaMelo para baixo dele, mas mantendo-se apoiado nos braços para não esmagar a criatura frágil sob si. Ele afastou a calcinha de renda para o lado, sem tirá-la, apenas o suficiente para expor a entrada que ainda guardava o brilho da noite anterior.

— Eu vou te foder tão devagar que você vai implorar para eu ir mais rápido — prometeu Moussa, a voz carregada de uma autoridade sombria. — Vou enfiar cada milímetro dessa rocha dentro de você enquanto você olha nos meus olhos e me diz o quanto você é minha garotinha.

Ele se posicionou, a cabeça de seu pênis pressionando contra a abertura de LaMelo. O armador soltou um suspiro longo, as pernas abrindo-se o máximo que podia, entregando-se totalmente. Moussa empurrou apenas um pouco, sentindo a resistência deliciosa e o calor que o envolvia.

— Oh, Deus... — LaMelo arqueou as costas, as mãos perdidas nos lençóis. — Moussa... está tão grande... está me abrindo todo...

— Shh, relaxa para o seu dono, boneca — Moussa comandou, dando outra estocada milimétrica. — Sente como eu estou entrando? Sente como eu sou dono de cada parte de você? Você é só um receptáculo para o meu prazer, não é, Melo? Uma vadiazinha de luxo que eu visto de rosa e uso como eu quero.

— Sim... sou sua vadia... — LaMelo gemia, as lágrimas de prazer começando a brotar. — Me usa, Moussa... me preenche todo. Eu amo o seu pau... amo como ele me rasga por dentro.

Moussa continuou o movimento torturantemente lento. Ele queria que LaMelo sentisse a textura, o volume, a invasão completa. A cada centímetro que ganhava, ele parava e beijava o pescoço de LaMelo, mordiscando a pele sensível.

— Você está tão apertada hoje, minha garota — Moussa rosnou, o suor começando a brilhar em sua testa. — Parece que é a primeira vez. Gosta de sentir o meu pau batendo no seu fundo, não gosta? Gosta de saber que eu estou lá dentro, marcando o que é meu.

— Eu adoro... — LaMelo respondeu, a voz quase um sussurro quebrado. — Por favor, Moussa... não para. Me chama de vadia de novo... diz o que você vai fazer com a sua garotinha.

— Eu vou te foder até você não conseguir mais pensar em basquete, em fama, em nada que não seja o meu pau dentro de você — Moussa disse, a voz ficando mais agressiva conforme a luxúria vencia a calma. — Vou te encher de leite e te deixar deitada aqui, toda suja e usada, como a vadiazinha safada que você é. Olha para essa cinturinha balançando... você nasceu para ser fodida assim, LaMelo.

O ritmo começou a acelerar, mas Moussa ainda mantinha o controle, garantindo que cada estocada fosse profunda e sentida. LaMelo estava em transe, o prazer era uma onda constante que o afogava. Ele olhava para cima e via o homem que amava, o homem que o dominava de forma tão absoluta, e sentia-se a criatura mais sortuda do mundo.

— Moussa, eu vou gozar... — LaMelo avisou, seu corpo começando a tremer violentamente. — O seu pau... ele é perfeito... me faz gozar, meu dono!

— Goza para mim, boneca! — Moussa rugiu, aumentando a velocidade e a força, as mãos apertando a cintura de LaMelo com tanta força que os dedos se enterravam na pele. — Goza como a garotinha safada que você é enquanto eu te fodo com força!

LaMelo atingiu o ápice com um grito agudo, seu sêmen sujando sua própria barriga e a blusa de tule transparente. Segundos depois, Moussa deu um último empurrão devastador, enterrando-se até a raiz e despejando sua própria liberação dentro de LaMelo, preenchendo-o com um calor que parecia queimar de forma deliciosa.

Eles ficaram ali, unidos pelo corpo e pela alma, enquanto o sol da manhã terminava de iluminar o quarto. LaMelo, exausto e feliz, sentiu Moussa beijar sua têmpora.

— Bom dia, minha garotinha — sussurrou o pivô.

— Bom dia... meu amor — LaMelo respondeu, fechando os olhos, sabendo que, enquanto Moussa estivesse ali, ele teria sempre um lugar para ser exatamente quem desejava ser.

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