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Yes

Línguas de Fogo e o Trono de Seda

O ar no Quarto do Líder estava tão denso que poderia ser cortado com uma faca. O cheiro de sexo, suor e o aroma frutado do champanhe caro impregnava os lençóis de mil fios, agora completamente amarrotados e jogados pelo chão. Juliano estava sentado na cabeceira da cama, as costas encostadas no estofado de couro, observando as duas mulheres aos seus pés como um imperador que acabara de conquistar dois territórios selvagens.

— Caralho, Juliano... você quer me matar, porra? — Ana Paula disparou, a voz rouca, enquanto tentava recuperar o fôlego, o cabelo loiro colado na testa pelo suor. — Eu achei que você era só um rostinho bonito pra ganhar seguidor, mas você fode como um animal, seu desgraçado.

Juliano soltou uma risada anasalada, os olhos brilhando com uma malícia renovada. Ele pegou a garrafa de champanhe que estava no criado-mudo e deu um gole direto no gargalo, deixando uma gota escorrer pelo peito definido.

— Eu avisei que o novinho aqui não brincava em serviço, Ana. Vocês que quiseram testar o motor. E você, Milena? Tá muito quieta pro meu gosto. A língua travou ou o pau foi tão fundo que chegou no cérebro?

Milena, que estava deitada de lado, exibindo a curva monumental de seu quadril, soltou um gemido que era metade cansaço e metade puro tesão. Ela se virou, apoiando-se nos cotovelos, a pele negra reluzindo sob a luz âmbar do quarto.

— Vai se foder, Juliano. Você sabe muito bem que essa raba aqui não é pra qualquer um. Eu tô é tentando entender como eu ainda consigo sentir minhas pernas. Você é um cavalo, garoto.

— Um cavalo que ainda não terminou a corrida — Juliano retrucou, a voz baixando o tom, tornando-se perigosamente grave. — Eu ainda tô com o sangue fervendo. E agora eu quero ver uma coisa que eu imaginei desde o primeiro dia que vi vocês duas se alfinetando na cozinha.

Ana Paula sentou-se na beira da cama, limpando a boca com as costas da mão, os olhos azuis fixos no líder.

— Ih, lá vem... O que você quer agora, seu putanheiro do caralho? Mais uma rodada?

Juliano inclinou-se para frente, segurando o queixo de Ana Paula com firmeza, forçando-a a olhar bem nos seus olhos.

— Eu quero que você mostre que essa sua boca serve pra mais coisa do que falar merda e gritar meu nome. Eu quero que você trate a Milena como a rainha que ela acha que é. Mas do meu jeito. Como uma submissa de verdade.

Milena arqueou uma sobrancelha, um sorriso provocante surgindo em seus lábios carnudos.

— Eita... A loira servindo a preta? Isso o Brasil não tá pronto pra ver no pay-per-view não, Juliano.

— Foda-se o Brasil — rosnou Juliano. — Ana Paula, ajoelha agora. Eu quero que você lamba cada centímetro dessa buceta e depois passe pro cu dela. Eu quero a Milena babando, implorando pra eu entrar de novo. Prepara ela pra mim, Ana. Deixa ela tinindo.

Ana Paula soltou uma gargalhada curta, mas não havia deboche em seu olhar, apenas uma aceitação faminta. Ela adorava o perigo, adorava a humilhação que vinha acompanhada de prazer.

— Você é um doente, Juliano. Um doente maravilhoso — Ana disse, descendo da cama e ficando de joelhos no tapete, bem na frente de Milena. — E você, Milena... abre essas pernas logo antes que eu perca a paciência e te morda.

Milena não esperou o segundo comando. Ela se deitou de costas, abrindo as coxas grossas e expondo-se completamente. O contraste da pele clara de Ana Paula se aproximando do corpo de Milena era uma visão que fazia o pau de Juliano pulsar de imediato.

— Isso... — comandou Juliano, recostando-se novamente para assistir. — Usa essa língua desbocada nela, Ana. Quero ouvir o barulho.

Ana Paula mergulhou. O som do contato úmido preencheu o silêncio do quarto. Ela não tinha delicadeza; era voraz, usando a língua com uma precisão que fez Milena arquear as costas instantaneamente, as mãos agarrando os lençóis com força.

— Puta que pariu, Ana... — Milena gemeu, a voz falhando. — Mais... assim... caralho, você sabe onde é...

— Cala a boca e aproveita, sua gostosa — Ana Paula murmurou entre uma lambida e outra, a voz abafada pela carne de Milena. — O Juliano mandou eu te preparar, e eu não deixo serviço pela metade.

Juliano observava tudo com um sorriso predatório, a mão descendo para o próprio membro, sentindo a tensão subir a cada gemido de Milena.

— Vira ela, Ana. Agora. Eu quero que você explore esse rabo maravilhoso. Lamba como se fosse a última coisa que você fosse fazer nessa casa.

Ana Paula obedeceu prontamente. Com uma força surpreendente, ela ajudou Milena a ficar de quatro, com a bunda empinada na direção de Juliano. A visão era obscena, digna de um filme proibido. Ana não hesitou; ela separou as bochechas de Milena com as mãos e começou a usar a língua no centro do prazer proibido da outra.

— Ai, caralho! — Milena gritou, o rosto enterrado no travesseiro. — Ana, sua puta... isso é covardia! Juliano, olha o que ela tá fazendo...

— Eu tô vendo, Milena. E eu tô adorando — Juliano disse, a voz rouca de desejo. — Ela tá te deixando no ponto, não tá? Tá sentindo como você tá molhada? Tá sentindo como seu corpo tá pedindo por mim?

Ana Paula parou por um segundo, olhando para cima, para o rosto de Juliano, com o rosto brilhando de fluidos e um olhar de pura luxúria.

— Ela tá pronta, mestre. Tá pegando fogo. Se você demorar mais um segundo, ela vai explodir sozinha.

Juliano levantou-se como um predador que decide que a espera acabou. Ele se posicionou atrás de Milena, sentindo o calor que emanava do corpo dela.

— Ótimo trabalho, submissa — ele disse para Ana Paula, dando um tapa estalado na bunda da loira. — Agora fica aí do lado, assistindo. Eu quero que você veja como eu vou arrombar essa negra que você acabou de temperar.

— Vai logo, Juliano! — Milena implorou, jogando o quadril para trás, procurando o contato. — Para de falar e me fode! Me fode como se eu fosse a cadela que você quer que eu seja!

Juliano não precisou de mais nenhum incentivo. Ele segurou os quadris de Milena com as duas mãos, enterrando as unhas na pele firme, e entrou nela com uma estocada violenta e profunda. O grito de Milena foi abafado pelo colchão, um som de puro êxtase e dor prazerosa.

— É isso que você queria, sua puta? — Juliano rosnou no ouvido dela, mantendo um ritmo frenético e impiedoso. — Tá sentindo o tamanho do problema agora?

— Sim! Sim, seu filho da puta! Mais forte! — Milena respondia entre espasmos, o corpo tremendo sob o impacto.

Ana Paula, assistindo a tudo de perto, não aguentou ficar apenas olhando. Ela começou a se tocar, os dedos frenéticos entre as próprias pernas, enquanto via a carne de Juliano sumir e aparecer dentro de Milena.

— Fode ela, Juliano! Fode por mim também! — Ana gritava, a voz carregada de uma excitação histérica. — Olha como ela aguenta! Olha como essa bunda engole tudo!

O quarto era uma sinfonia de palavrões, gemidos e o som rítmico da carne batendo contra a carne. Juliano não tinha piedade. Ele puxava o cabelo de Milena, forçando-a a olhar para trás, para que ela visse o que ele estava fazendo com ela, enquanto Ana Paula continuava a lamber os seios de Milena, criando um triângulo de depravação absoluta.

— Eu vou... eu vou gozar, Juliano! — Milena gritou, o corpo entrando em convulsão.

— Goza, sua puta! Goza pra mim! — Juliano respondeu, aumentando a velocidade até que o mundo ao redor deles desaparecesse, restando apenas o calor, o suor e a descarga elétrica do prazer proibido que queimava o Quarto do Líder.

Quando finalmente o ápice chegou para os três, o silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pela respiração pesada e descompassada. Eles desabaram uns sobre os outros, um emaranhado de membros e exaustão.

— Se a produção não cortar essas câmeras... — Ana Paula começou, tentando rir, mas sem fôlego. — A gente vai ser expulso por atentado ao pudor.

— Que se foda a expulsão — Milena murmurou, aninhando-se entre os dois. — Eu nunca me senti tão viva em três semanas de programa.

Juliano fechou os olhos, um sorriso de satisfação plena no rosto.

— O jogo só começou, meninas. E o líder ainda tem muitos dias de reinado.

— Então é bom você estocar champanhe — Ana Paula finalizou, fechando os olhos também. — Porque a gente não vai te dar um minuto de paz.