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O Banquete do Líder e a Inversão dos Papéis
O silêncio do Quarto do Líder era apenas uma fachada. Por trás das portas pesadas e do isolamento acústico, a atmosfera estava carregada com o cheiro de luxúria e o resíduo do champanhe caro que ainda manchava os tapetes. Juliano, o "novinho putanheiro", estava jogado na cama, sentindo-se o rei da casa, até que Breno entrou. Breno não era de muitas palavras, mas seu olhar carregava uma autoridade que Juliano, em sua arrogância de líder, ainda não tinha aprendido a respeitar.
— Você se acha muito esperto, né, Juliano? — Breno disse, fechando a porta com um estalo seco. — Comandando as meninas, fazendo seu joguinho... Mas aqui dentro, no escuro, as hierarquias mudam.
Juliano soltou uma risada debochada, sentando-se na beira da cama.
— O que foi, Breno? Tá carente? Quer que eu te ensine como se faz com as gatas?
Breno não respondeu com palavras. Ele caminhou até Juliano, segurou-o pelo pescoço com uma mão de ferro e o virou de costas contra o colchão com uma força bruta que fez o novinho perder o fôlego.
— Eu vou te ensinar quem é que manda nessa porra — rosnou Breno, desfazendo o cinto com uma urgência animal. — Fica de quatro agora, Juliano. Quero ver se você é tão homem quanto diz ser quando o pau entra em outro lugar.
Juliano tentou protestar, mas a adrenalina e o medo excitante o traíram. Ele obedeceu, empinando o rabo enquanto Breno se livrava da calça. Sem aviso, sem lubrificante, apenas com a força da vontade, Breno invadiu o cu de Juliano com uma estocada violenta.
— Ai, caralho! — Juliano gritou, o rosto enterrado nos lençóis. — Breno, seu filho da puta!
— Cala a boca e aguenta, viadinho — Breno respondeu, mantendo um ritmo impiedoso, as mãos apertando os quadris de Juliano até deixar marcas roxas. — Você gosta, não gosta? Sente o tamanho do problema que você arrumou pra sua vida.
Juliano gemia, uma mistura de dor e um prazer proibido que ele nunca admitiria em rede nacional. Ele estava sendo possuído como uma das "putas no cio" que ele tanto gostava de dominar. E foi exatamente nesse momento de humilhação e êxtase que a porta se abriu novamente. Ana Paula entrou, a loira desbocada, com um sorriso que poderia derreter o gelo da Sibéria.
— Mas que gracinha... — Ana Paula disse, jogando o cabelo para o lado e já começando a tirar o vestido. — O líder virou a liderada? Eu sabia que esse seu jeito de garanhão escondia uma vontade de dar o rabo, Juliano.
Breno olhou para ela, sem parar o movimento rítmico e bruto dentro de Juliano.
— Não fica só olhando, Ana Paula. Se ajoelha aí na frente dele. Eu quero ver o Juliano trabalhar enquanto eu arrombo ele por trás.
Ana Paula não precisou de um segundo convite. Ela se ajoelhou no tapete, bem na frente do rosto de Juliano, que estava suado e com os olhos vidrados. Ela abriu as pernas, revelando sua intimidade já molhada e pulsante.
— Chupa, Juliano — ordenou Breno, dando um tapa estalado na bunda do novinho que ecoou pelo quarto. — Enquanto eu te fodo o cu, você vai lamber essa loira até ela perder os sentidos.
Juliano, rendido à situação e ao prazer avassalador, mergulhou o rosto entre as pernas de Ana Paula. O som da penetração anal de Breno misturava-se aos ruídos úmidos da língua de Juliano na buceta da loira.
— Isso, seu putinho... — Ana Paula gemia, segurando a cabeça de Juliano e pressionando-a contra seu clitóris. — Lambe tudo! Breno, não para! Fode ele com força!
O cenário era uma sinfonia de depravação. Breno comandava o ritmo, sendo o motor de um trem de carne que não tinha freios. Juliano estava no meio, sendo usado por dois lados, servindo como o brinquedo de prazer que ele nunca imaginou ser.
— Agora chega de brincadeira — disse Breno, retirando-se de Juliano com um estalo úmido. — Os dois pro chão. Agora!
Juliano caiu no tapete, trêmulo, enquanto Ana Paula se posicionava ao lado dele. Breno ficou de pé na frente dos dois, o membro pulsante e latejante, exigindo atenção total.
— Mamem — ordenou Breno. — Os dois. Eu quero sentir a língua de vocês disputando cada centímetro do meu pau.
Ana Paula e Juliano se aproximaram como animais famintos. Eles começaram a chupar Breno em conjunto, uma disputa de bocas que fazia o rapaz arfar de prazer. Juliano usava a experiência de quem conhecia o próprio corpo, enquanto Ana Paula usava toda a sua voracidade.
— Caralho... — Breno murmurou, as mãos nas cabeças dos dois. — Vocês são duas putas de luxo. Mas agora eu quero o prato principal.
Breno sentou-se na poltrona do líder e puxou Ana Paula pelo braço.
— Senta aqui, loira. Cavalga nesse pau como se você quisesse arrancar ele fora. E você, Juliano... não para. Continua chupando o meu saco e o pau dele enquanto ela sobe e desce.
Ana Paula subiu no colo de Breno, encaixando-se com perfeição. Ela começou a cavalgar com uma fúria selvagem, os seios balançando livremente diante dos olhos de Juliano. O novinho, por sua vez, estava de joelhos, alternando entre lamber as bolas de Breno e chupar a ponta do membro que entrava e saía de Ana Paula.
— Olha pra ele, Ana! — Breno gritava, a voz carregada de testosterona. — Olha pro seu líder de joelhos, servindo a gente como um escravo!
— Ele é uma delícia, Breno! — Ana Paula respondia, o rosto transfigurado pelo orgasmo iminente. — Juliano, lambe o meu bico do peito enquanto ele me fode!
Juliano esticou-se, capturando um dos mamilos de Ana Paula com a boca, enquanto as mãos de Breno apertavam a cintura da loira com força. O quarto era um borrão de pele, suor e palavrões. A moralidade tinha morrido no momento em que a porta foi trancada.
— Eu vou gozar! — gritou Ana Paula, sentindo o interior de seu corpo vibrar.
— Não ainda! — Breno rugiu, levantando-a do colo e jogando-a de costas na cama. — Juliano, fica de pé. Ana, segura o Juliano.
Breno posicionou-se na frente de Ana Paula, que estava deitada com as pernas abertas, enquanto Juliano estava inclinado sobre ela.
— Eu vou marcar vocês dois — disse Breno, a voz baixa e perigosa.
Ele começou a se masturbar com uma velocidade frenética, olhando para os peitos fartos de Ana Paula e para o rosto sujo de Juliano. O clímax foi violento. Breno despejou jatos espessos e quentes de gozo diretamente sobre os seios de Ana Paula, espalhando o líquido pelo colo da loira e atingindo também o rosto de Juliano, que assistia a tudo em transe.
— Toma o prêmio de vocês — Breno ofegou, vendo o rastro branco escorrer pela pele de Ana.
Ana Paula passou a mão pelo próprio peito, recolhendo um pouco do fluido e levando à boca com um olhar de puro desafio.
— Gostoso... — ela murmurou, olhando para Juliano. — E aí, novinho? Aprendeu como é que se lidera de verdade?
Juliano, com o rosto manchado e a respiração pesada, apenas deu um sorriso satisfeito.
— Eu acho que eu prefiro ser liderado assim — ele respondeu, deitando-se entre os dois.
O Quarto do Líder finalmente mergulhou num silêncio exausto, enquanto os três corpos, cobertos de suor e gozo, esperavam o sol nascer, sabendo que, naquela noite, as câmeras tinham capturado algo que o Brasil jamais esqueceria.